História Universidade N.N.T - O segredo. - Capítulo 7


Escrita por: e Stacey96

Postado
Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Merlin
Tags Merthur, Romance
Visualizações 31
Palavras 864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vcs!
Boa leitura!
@Sayuri-22 ❤

Capítulo 7 - Se conhecendo melhor


Merlin


- Aonde você mora? Perguntei, enquanto ele colocava seu cinto de segurança. 
- Eu moro no Ibirapuera. 
- Certo. Sorrí e arqueei a Sombrancelha. 
- O que foi? Não é porque moro lá que sou um metido à rico, se é o que você pensou.  Ele sorriu gentil para mim.
- Tá, mas eu não disse nada...gargalhei. 
- Eu ainda estou tirando a minha carteira de motorista. Meus pais já disseram que assim que eu tirar vão me dar um carro de presente. 
- Um ótimo presente, eu diria. Falei, e já seguia rumo ao bairro que Arthur mora.  - Me fala um pouco de você, Arthur. Por que decidiu fazer administração?
- Bem...Minha família vem de Empresários. E...eu tenho um sonho. De abrir a minha própria loja de games.
- Sério? Que ótimo isso. 
- É, e já pensei até em um nome pra ela.
- Diga.
- Pendraggon Games. 
Notei um brilho no olhar dele. Ele realmente ficou empolgado em compartilhar isso comigo, isso me chamou atenção. 
- E você, professora? Me conta mais sobre você?
- Bem. Eu sempre soube que queria ser professora. Desde novinha. Eu acabei me formando e logo consegui meu emprego, mas...eu também tenho os meus sonhos.
- Me conte, vou adorar saber. Ele falou, e dessa vez seu olhar compenetrou no meu. Eu estava concentrada dirigindo, e foi nesse momento que me aproximei de um farol, e o mesmo fechou.
- Quero abrir minha própria Faculdade particular. 
Ele sorriu. E me perdi naquele sorriso, novamente. 
Maldito sorriso! Estava me deixando sem juízo nenhum.
- Vai conseguir, Merlin. Tenho certeza.
Nosso olhar continuava, e simplesmente nem me dei conta que o farol abriu. Só quando as buzinas começaram a ecooar de todos os lados. 
- Olha o farol, mulher! (...) Um motoqueiro reclamou.
- Aii meu deus. - Dei partida no carro, e segui. Um tanto constrangida, confesso.
- D-esculpe, Merlin. Eu também não vi quando o sinal abriu. Ele coçou a cabeça. Estava concentrado...olhando pra você. 
Olhei Arthur de soslaio, e tratei de me concentrar no trânsito. 
°°°


Fui passando e notei o parque Ibirapuera de longe. Mesmo com esse clima frio, esse lugar realmente continua lindo. 
Arthur me mostrou o caminho, e fui chegando ao local.
- Vem comigo. Quero que conheça minha casa.
-C-laro. Mas...outro dia, quem sabe? Fiquei um pouco na dúvida se aceitava, ou não o convite. Mas acabei  não aceitando.  A chuva havia cessado um pouco, e estacionei o carro. Pude notar que Arthur morava em uma bela casa, em um bairro nobre. Certamente teria uma família de condições. 
- Está entregue. Sorrí. 
- Sério que não quer entrar? Eu adoraria te apresentar aos meus pais.
Eu juro que não sou uma mulher timida. Mas minhas bochechas esquentaram nessa hora.
- É-eh...d-igo.. Como minha amiga, minha professora, não é! Por favor, eu não disse por mal, me desculpe. 
Ele ficou todo nervoso. Céus, essa timidez do Arthur que deixa ele todo atrapalhado, é que o faz ser mais lindo ainda.
- Tudo bem, Arthur. Sem.problemas.
Ele tirou o cinto, pegou as suas coisas, e ele já estava de saída. 
- Obrigada, Merlin.
Eu ia responder, mas algo me fez segurar a sua mão. Ele a olhou, e nosso olhar cruzou-se mais uma vez. O beijei no rosto.
- De nada. Até amanhã, Arthur.
-A-té. Suas bochechas ganharam uma coloração especial.  E só aí notei que ainda segurava sua mão. 
-D-esculpe. A soltei, depressa.
- Me desculpe, também. E-e. Até amanhã! Ele saiu, e só aí eu tive a certeza.
Aquele era o início de todos os meus problemas. 
°°°


Gelda

 

O sinal ecoou da saída, e vi todos os meus alunos saiirem. Guardei as minhas coisas, e eu já estaria de saída também. Até ele se aproximar. O moreno que estava mexendo com o meu psicológico. 
Zeldris.
- Otima aula, Gelda. Ele me elogiou, e só aí eu notei que já era o nosso segundo dia de aula juntos e mal tínhamos trocado palavras.
- Obrigada, Zeldris. O agradeci. Está gostando da Universidade? 
- Muito. Ele falou, e seu olhar desceu para o meu decote. Corei de imediato. 
- Que bom, não é? Falei sem graça, e acabei por pegar a minha pasta e colocar na frente do meu busto.
- Êh, sim. Digo, a Universidade é otima, e eu espero ser efetivado. E assim eu também fico de olho nos meus irmãos. 
- Irmãos? Eles trabalham ou estudam aqui? 
- Estudam. 
- Sério, e quem são? Perguntei, porem neste momento algumas alunas passaram no corredor e sorriram para ele. Isso me deixou um tanto incomodada.
- Eles são...
- É melhor eu ir. Depois a gente se fala. Boa tarde, Zeldris.
Segui rumo à porta. E o deixei alí, na sala. 
- E-spera...Gelda. o que houve? 
- N-ada. Até amanhã.  Me virei e dei um meio sorriso. 


Ele era bonito, inteligente. Obvio que seria disputado. E eu, de todas essas alunas é claro que seria uma última opção...-Pensei, e olhei para todos os corredores e ví que Merlin já havia ido embora. 
- Preciso desabafar, amiga. Cade você?


Notas Finais


Até o próximo capítulo!
E não deixem de comentar o que estão achando...😉


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