1. Spirit Fanfics >
  2. Universo 868 - Venia. >
  3. Invadimos uma loja

História Universo 868 - Venia. - Capítulo 5


Escrita por:


Capítulo 5 - Invadimos uma loja


Universo 11

Marcel

 

- Ai que demora – Ligia falou.

Já era final de tarde, Ligia e eu tínhamos almoçado e passado a tarde na casa de Aloísio nos preparando para o que íamos fazer. Agora estamos na frente da loja do Rocco esperando ele sair.

- Ta, vamos repassar o plano. – Ligia disse – Segundo o informante do Aloísio, Rocco vai até um bar hoje para pegar uma encomenda dele, deve ficar fora por uns quinze minutos. A loja tem um sistema de segurança potente então vamos entrar no escritório dele pela porta dos fundos.

- O escritório dele não tem sistema de segurança também?

- Tem, mas ele vai voltar para o escritório depois de pegar a encomenda, ele não ligaria o sistema por quinze minutos.

- Você tem certeza disso?

- Eu tenho 90% de certeza.

- E quanto aos 10%. – Ela revirou os olhos.

- Não enche tá? – Ela voltou a olhar para a rua. Eu queria protestar, mas não tive chance porque logo ela disse – Veja, Rocco ta saindo.

Olhei para a loja e vi Rocco entrando em um carro. Esperamos até o carro virar à esquerda e atravessamos a rua, seguimos até o lado direito da loja em que tinha um beco vazio a não ser por dois caras.

- Está vendo a porta atrás desses caras – Ligia sussurrou para mim. Eu concordei com a cabeça. – É a porta para o escritório do Rocco. Vou atirar uma flecha com sonífero em um cara e você joga uma bola de fogo no outro está bem?

Fiz sinal de positivo e Ligia preparou sua flecha, acertou em cheio na coxa de um dos caras que caiu em cheio no chão. Aproveitei a deixa e saí de traz da parede lançando uma bola de fogo no outro, mas esse rolou para o lado e não foi atingido, preparei outra bola de fogo, mas o cara foi mais rápido e pegou uma lixeira e jogou contra mim.

Caí no chão com a lixeira encima do meu corpo. O cara iria avançar contra mim, mas Ligia chamou sua atenção lançando uma bola de fogo nele. Fiquei perplexo, achei que meus olhos estavam me pregando uma peça, mas Ligia lançou outra bola de fogo em seguida. O cara caiu no chão e Ligia veio me ajudar, com a ajuda dela consegui tirar a lixeira de cima de mim e me levantar. Quando nos viramos para o cara ele já havia levantado e avançava na nossa direção. Olhei para Ligia e falei.

- Vamos fazer isso juntos.

Peguei a mão dela e nós dois lançamos no cara a maior bola de fogo que eu já vi. Ele bateu na parede e caiu no chão desacordado.

- Meu Deus que cara resistente. – Falei.

- É o poder dele. Vem vamos entrar.

Nós dois andamos até a porta e Ligia a abriu, no mesmo instante um alarme soou.

- Você disse que o sistema de segurança estaria desligado – Falei um pouco irritado

- Claramente eu estava errada, vem me ajuda a achar o cofre. – Eu bufei, mas a segui. Comecei a procurar e logo o achei atrás de um quadro.

- Está aqui – Ligia veio até mim e conferiu o cofre.

- Ainda bem, não vou demorar muito para abri-lo. – E começou a arromba-lo.

- Como você sabe abrir cofres?

- Marcel eu sei fazer muitas coisas, mas esse não é um momento bom para te contar.

- Certo, tem razão.

A deixei fazendo seu trabalho e fui até a porta ficar de guarda. Depois de mais ou menos dois minutos ela conseguiu abri-lo e começou a tirar fotos de todos os papeis com a câmera que Aloísio nos emprestou. Ouvi um barulho de carro e me virei para Ligia.

- Temos que ir. – Ela veio correndo com uma garrafa de whisky nas mãos que eu não sei de onde ela tirou e juntos nós saímos. Rocco e seus capangas estavam entrando no beco quando Ligia destampou a garrafa e jogou o liquido no chão, entendi o que ela pretendia e então lancei um pouco de fogo no rastro que logo virou uma coluna de fogo.

- Isso vai atrasa-los - Ligia pegou na minha mão e me puxou para corrermos. Corremos como loucos até ter certeza que não estávamos sendo seguidos e paramos para descansar. Ligia se encostou em uma parede de um bar, nós dois arfávamos. Ela jogou a cabeça para trás e começou a rir, era uma leve risada, mas logo virou uma gargalhada.

- Do que está rindo?

- Eu não sei – ela me olhou ainda rindo – Eu to muito cansada. – Disse e sentou no chão. Eu não sei porque, mas logo comecei a rir também. Ficamos como dois idiotas rindo de nada no meio da rua. Eu parei de rir e a puxei para se levantar, com um sorriso disse.

- Vem garota confusão, vamos pegar nosso pagamento. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...