História Universo apaixonado - Eadlyn e Kile - Capítulo 2


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Categorias A Seleção
Personagens Eadlyn Schreave, Kile Woodwork
Tags Amor, Casamento, Contrato, Eadlyn, Filha, Kile, Marid, Romance
Visualizações 366
Palavras 2.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Muito obrigada pelos comentários AMEI, serio, amei saber que alguém esta lendo minha fic!
Novos leitores não fiquem envergonhados, podem comentar, dar sugestões e criticas, e se tiver erros ortográficos fiquem sem vergonha de me mostrar, eu erro sempre! hahaha então me avisem!
Espero que gostem desse pois o nosso Kile ta de volta!

Capítulo 2 - Capitulo 1


Eadlyn Schreave P.O.V.

Estava linda, vestia um vestido de malha azul que ia até meus joelhos, tinha um decote que mostrava que eu tinha grandes seios. E marcava minhas curvas, ficavam certinhas, sempre fui magra com curvas, academia faz milagres. Usava um salto alto preto, meu cabelo escuro estava solto com uma maquiagem básica.

Eu estava gostosa e queria me bater. Esse era o vestido do meu noivado que estava acontecendo nesse exato momento, mas eu não tinha descido ainda. Primeiro porque eu teria que descer com o Kile e segundo ele ainda não tinha aparecido e eu estava rezando para ele ter desistido e ter ficado na Alemanha.

- Nervosa – e eu quase morri de susto. Botei a mão no peito e me virei encarando quem eu não queria encarar.

Kile Woodwork estava a minha frente e mais gotoso. Como ele pode ficar mais gostoso? Isso é relativamente impossível, a dois anos ele já era lindo, alto, forte, com uma cara quadrada maravilhosa, olhos claros, e um cabelo meio loiro perfeito.

Espera!

Você não disse que o odiava? Eadlyn presta atenção, para de falar em como ele está bonito, acorda para a vida mulher! Ok, agora temos um problema eu estou brigando comigo mesma.

Ele sorria, um sorriso de quem estava se divertindo.

- Diz que vai desistir – peço. – Kile eu não quero me casar com você não depois de tudo!

Ele parece chateado.

- Sei que falaria isso, mas eu não vou desistir. – ele falou se aproximando. – Você seria minha. Você será Eadlyn Woodwork!

- Se me quer tanto assim por que me deixou sem nenhuma explicação?

- Logo saberá. Por enquanto basta ser linda e me acompanhar – ele estendeu o braço.

Trinquei os dentes, mas me segurei. Eu o odeio e eu não posso me apaixonar novamente, se é que algum dia eu deixe de ama-lo, mas eu o odeio! Estou confusa principalmente com a presença dele aqui tão perto me tocando.

- Me desculpa, desculpas sinceras – ele disse enquanto caminhávamos pelo corredor vazio. – Eu prometo vou contar porque fui embora, mas não hoje, mas vou contar!

- Tanto faz – murmuro e finalmente chegamos ao pé da escada. A minha casa estava cheia. Havia muitas pessoas que conhecia e mantinha contato. Familiares e pessoas que estavam ali apenas por serem famosos ou terem algum tipo de ligação com meu pai e o pai de Kile.

Olhei para meu pai que não sorria, apenas tinha um olhar calmo. E penso que ele não que isso. Ele nunca quis me forçar a isso, e eu vou descobrir porque. Então eu sorrio, para tentar mostrar para ele que sou forte.

Todos começam a bater palmas e descemos as escadas. Minha avó estava no final da escada bem do ladinho e assim que cheguei lá eu a abracei. Queria conforto e carinho.

- Vai dar tudo certo – ela sussurrou. – Tudo nessa vida tem um propósito!

- Vó Amber – a voz do Kile me traz de volta a realidade, que estávamos no meio do nosso noivado.

- Ah querido! Que bom que voltou – ela o puxou para um abraço. – Faça minha Eadlyn feliz!

- Pode deixar – ele respondeu sorrindo.

Juro que não entendo minha avó! Era para ela estar no meu lado!!! Era para ela estar revoltada e ter puxado a orelha do meu pai por ter inventado tudo isso. Virei de costas para eles.

- Fugindo do noivo? – Marid Illéa, ele é um primo meio distante, nunca tive muito contato com ele, vi poucas vezes e as poucas vezes que conversamos nunca foi agradável. Mas tinha que suportá-lo.

- Ah... claro que não – deu uma engasgada, quase que falo a verdade. Ele ri. Marid era loiro, lindo, alto, acho que tem a mesma idade de Kile, vinte e seis anos. Não sei no que a família dele trabalha, mas são ricos, muito ricos. E bem reservados.

- Me pareceu – ele supôs com um ar superior como se soubesse a verdade.

- Marid – Kile falou sorrindo, mas não parecia confortável. Ele me segurou pela cintura e nos juntou, levei um susto, mas me contive.

- Kile. Não sabia que namoravam. Você não estava na Alemanha? – ele perguntou. Eles estavam se desafiando? Ou eu estou ficando louca?

- Estava, mas isso não significa nada – ele respondeu grosso. – Se nos der licença – e sem antes receber a respostas ele me levou de lá. – Não quero você perto do Marid!

- Você não manda em mim – sussurrei.

- Não me testa Eadlyn. Marid... ele não... não é uma boa pessoa – ele fala de lado.

- Ninguém sabe nada sobre ele. Como você pode ter tanta certeza? – perguntei, mas assim como todos, ele não responde. – Me dá licença – disse dando um sorriso e virando de costas e vi minha amiga Neena.

Ela era bolsista na minha faculdade, mas fazia enfermagem. Nos esbarramos e viramos amigas, ela era diferente de todos lá e nunca me viu como uma oportunidade por eu ser rica. Ela só era divertida e uma superamiga.

- Como está se sentindo? – ela perguntou quando me aproximei.

- Confusa – ela sabia de tudo o que aconteceu com Kile. Eu contei, precisava desabafar e ter alguém para quem contar.

- Uma coisa tenho certeza que concorda comigo – ela diz e ergo uma sobrancelha. – Ele está mais bonito!

- Neena! – a repreendo e ela gargalha.

- Pelo menos não é nenhum idiota ou mal-educado e bom Kile e vocês já tiveram alguma coisa, vai ser mole-mole – ela disse simples.

- Não vai ser nada “mole-mole” – disse suspirando.

- Conversando sobre o que? – Josie chegou, ela é irmã do Kile. Ficou aqui quando ele foi para a Alemanha, ela não ruim, não é a minha melhor amiga, mas é da família, é legal, engraçada e namorada do meu irmão, Kaden. – Deixe eu ver... sobre o meu irmão – ela riu.

- Acertou – Neena fala.

- Quando Kile chegou estava todo animado e só falava de você Eadlyn!

- Não enche – disse saindo de perto das duas que iam começar a me encher o saco.

Comecei a passear pelo salão, algumas pessoas me paravam, perguntavam sobre o noivado e como tudo estava indo, eu sorria e fingia tudo. Algumas apenas acenavam e eu passava reto. Já estava bolando um jeito de fingir estar doente e subir para o meu quarto, mas não é tão fácil assim.

- Se está com essa cara é porque está pensando – adivinhou uma amiga da mamãe, Celeste. É como uma tia para mim, ela, tia Marlee e mamãe vivem saindo juntas. – Nem pense em fingir que está doente, sua mãe está de olho – ela ri.

- Tia Celeste você não que me ajudar? – pergunto.

Ela era atriz, poderia me ensinar a fingir.

- Não me coloque nas suas roubadas, sua mãe me mata!

- Tudo bem – me convenço.

- Posso entrar na conversa? – minha tia Marlee pede. – Sei que está triste mas vou adorar ter você como nora! – ela me abraça de lado beijando minha bochecha e parecia extremamente contente.

- Obrigada tia – digo, não quero deixa-la triste. Não a tia Marlee.

- Vão me deixar de fora? – minha mãe fala rindo. O grupo estava junto novamente.

- Estávamos aqui dando algumas dicas para a lua de mel da Eady – Celeste fala rindo, fico vermelha na hora.

- O que foi que você falou para minha menina? – minha se finge se preocupada e me abraça e me sinto confortável em seu abraço e por ela ter me chamado de “minha menina”.

Faz tempo que não somos apenas mãe e filha. Mamãe sempre tem algo para resolver, é muito requisitada, tanto em casa quanto por ser bem famosa. E eu com a faculdade também não tenho tido muito tempo ultimamente. Nem tinha reparado que estava morrendo de saudade até ela me abraçar.

- Eu quero netos – tia Marlee fala contente.

- Eu também – minha mãe se esquece que sou sua “menina” e me pede netos.

- Ficou mais vermelha ainda – tia Celeste fala apontando para a minha cara.

- Vocês são muito más! E nem sonhem com netos. Essa possibilidade não existe – falo firme.

- Por que não? – arrepio quando a voz de Kile se faz presente, firme e forte. – Eu quero muitos filhos, no mínimo três!

Eu sabia disso, sabia muito bem do sonho de Kile de ter filhos, muitos filhos. Conversávamos sobre isso a dois anos atrás. A dois anos atrás eu estava disposta a dar quantos filhos ele quisesse, mas hoje me nego. Mas não pense que naquela época rolou alguma coisa, continua virgem. Mas tinha aquela possibilidade.

- Não sonha Kile – sorriu e falo baixo para que ninguém em volta ouvisse. Ele continua serio e depois sorri.

Estranho mas continuo ereta e em sua frente, com mamãe, tia Marlee e tia Celeste atrás. Então ele me puxa pela cintura e bem perto da minha orelha sussurra:

- Como você acha que o os outros vão acreditar em um casamento sem filhos?

- Não estou nem ai para os outros – sussurro de volta.

- Nem eu. Mas quero filhos – ele diz colocando um ponto final no assunto. Mal ele sabe que isso não acaba aqui. – Se me derem licença preciso falar com a minha noiva a sós – ele fala um pouco mais alto me segurando pelo braço. Não estava apertando, nem doendo, mas eu não conseguiria me soltar.

Nenhuma das três faz objeções então ele começa a caminhar, eu sou obrigada a segui-lo. Até entrarmos na biblioteca. Era um dos meus lugares preferidos quando criança e era aqui que eu e Kile as vezes nos escondíamos para ficarmos juntos enquanto estávamos em casa.

- Nada vai mudar Kile. Esse casamente não vai mudar nada, não vamos ter filhos – digo com mais liberdade já que estávamos apenas nos dois na biblioteca.

- Não vou discutir com você sobe isso agora Eady teremos muito tempo ainda – ele fala usando meu apelido. – Eu te trouxe aqui porque daqui a coisa vou fazer o anuncio oficial do noivado!

- Idaí?

- Idaí que eu queria fazia isso primeiro – ele fala me prensando na porta e me beijando.

E percebo que tudo tinha mudado, que tudo estava diferente e que se eu quisesse não me envolver com o Kile eu teria que ser forte. O que eu estava sendo agora, pois eu relaxei e permiti ser beijada.

Eu estava confusa eu deveria odiar o Kile, mas eu não consigo, mas eu tenho ressentimentos que não vão ser apagados do nada. Mas o beijo, seu toque na minha pele é tão bom, me faz ter vinte anos de novo. Então nos beijamos escondidos de todos. Eu puxo seu cabelo com uma mão e a outra puxa sua camisa.

Não havia um centímetro se quer entre nós e assim que sua intimidade toca na minha ele solta um barulho, tipo um rugido, e sinto correntes elétricas. Recobro um pouco da minha consciência e me esquivo.

- Não devia ter feito isso – digo de costas me abraçando.

Você não devia ter deixado, Eadlyn!

- Me desculpa, eu só não queria te beijar pela primeira vez depois de tanto tempo na frente de todos – ele fala ofegante.

- Isso não muda nada – digo e mais uma vez sei que isso não é verdade. Ele não diz nada, então eu me olho no espelho. Ajeito meu vestido e meu cabelo e arrumo meu batom. Quando olho novamente para Kile ele também está ajeitado, mas com batom nos lábios. Então eu aponto para meus próprios lábios e ele entende passando a mão sobre a boca limpando.

- Vou provar que não estou brincando com você Eady – ele fala. – Vamos? Tenho um pedido para fazer!

Depois disso fico meio aérea. Não converso com ninguém, apenas permaneço ao lado de Kile sorrindo. Depois de uns minutos ele se ajoelha, diz algumas palavras e abre a caixa com o anel. Eu sorrio, em parte porque sou obrigada, mas a outra parte de mim, essa parte que chora e que todos pensam que é de felicidade. Mas essa parte chora de tristeza, porque eu quero muito me casar com Kile, mas não assim, não obrigada, queria dizer sim por livre e espontânea vontade.

Mas no fim aceito, não tem como voltar a traz. Então no meu dedo tem uma aliança beijo o Kile. Um mais rápido e curto beijo, mas que mesmo assim faz as minhas pernas balançarem sem meu consentimento. E passo o resto da minha noite, assim que os convidados vão embora, como Kile, olhando para a aliança antes de pegar no sono.

 


Notas Finais


iai gostaram?
Poderiam comentar?
Beijinhos!


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