História Universos de Vegeta e Bulma- Lua Cheia - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Vegeta
Tags Acasalamento Sayajin, Bulma, Dragon Ball, Oozaru, Vegebul, Vegeta
Visualizações 188
Palavras 2.884
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Início


Fanfic / Fanfiction Universos de Vegeta e Bulma- Lua Cheia - Capítulo 1 - Início

Seus músculos estavam tensos.

O sayajin de cabelos flamejantes faz uma careta enquanto tomava fôlego.

Sua respiração está pesada.

Os braços musculosos se apóiam nos joelhos flexionados.

Ele não consegue se concentrar.

A mente esta em completo caos e desordem.

Vegeta olha para a pilha de drones destruídos. A luz rubra do ambiente esférico indica o aumento da gravidade.

O painel pisca 300%.

O príncipe fecha seus olhos tentando reunir oque ainda lhe resta de auto-controle.

Inspira. Expira.

O ar sai de seus pulmões.

Aquilo estava se tornando mais difícil que pudesse imaginar.

Ele treinou até a exaustão com esperanças que seu corpo se desligasse. Mas não funcionou.

Mesmo gastando toda sua energia.

Mesmo tentando apagar pela exaustão o seu corpo se mantinha ali energético e firme.

Infelizmente o "FIRME" não era apenas seu estado de espirito.

Vegeta olha para a bermuda azul escura. Ainda estava duro.

O volume que apertava na área da virilha estava dolorido.

Nada resolvia.

Havia tomado diversos banhos gelados. Ficará por horas submerso na grande caixa de água que os terráqueos chamavam de piscina. Até tentou a técnica de projeção astral.

Mas aquela maldita excitação não cessava.

Aquele ainda era o primeiro dia.

O primeiro dia de um total de sete e ele mal podia manter o controle.

Odiava aquele período.

Odiava se sentir como um mero macho a mercer de seus desejos e instintos.

Mas era isso que ele era.

Ele seria um macho irracional pela próxima semana.

Não importava que ele fosse um poderoso guerreiro.

Não importava que ele fosse um príncipe sayajin.

Não importava todo seu controle e disciplina.

Ele estava passando pelo período de acasalamento sayajin. E seu Oozaru interno queria submergir e tomar conta de sua mente.

***

Seus pulsos estão cerrados. O guerreiro amaldiçoa seus ancestrais por não evoluir o suficiente.

Mais uma vez o sayajin ajeita a dura ereção em seu short. Mesmo seu toque sendo grosseiro e curto fez seu corpo reagir.

_Maldição! _Ele rosna para si mesmo.

Como suportaria todos os dias que viriam?

Não conseguiria treinar.

Frustrado ele desliga a câmara de gravidade.

Aquela necessidade invadiria sua mente e tomaria conta de sua sanidade.

Ele sabia disso. Já aconteceu antes.

O príncipe bufa de frustração. Como deixou que algo assim acontecesse novamente?

Quando mais jovem logo após entrar em seu primeiro período de acasalamento sayajin ele ignorou o ciclo. Mesmo sendo uma forte necessidade não quis se entregar aquela luxúria indigna.

Vegeta naquela época estava no inicio de sua vida adulta e sendo um jovem guerreiro concentrou todas suas energias nas batalhas.

A estratégia deu certo. No ciclo de acasalamento os sayajins ficavam mais selvagens e o príncipe teve uma de suas batalhas mais sangrentas.

Diante do êxito sobre seus malditos e irritantes extintos o sayajin repetiu o ato.

E outra vez.

E outra vez.

Se passaram diversos ciclos de acasalamento.

O príncipe guerreiro se manteve firma em seu propósito.

Ate que tudo ruiu.

O corpo já não respondia seus comandos e dentro de si parecia que tinha uma chama destrutiva que jamais cessaria.

Na época Nappa e Raditz estranharam seu súbito comportamento selvagem. Era como se o Oozaru tivesse possuído sua mente. Logo os sayajins mais velhos perceberam do que se tratava.

Vegeta havia ignorado o ciclo de acasalamento.

O jovem príncipe não tinha noção de todas as terriveis consequências que o aflingiria pelo ato impensado.

Mesmo sobre os protestos do soberano mal humorado dos guerreiros mais velhos o explicaram sobre o perigo que sua sanidade sofria ao ignorar aquele período por diversos ciclos.

Ele chegou a beira da loucura. Sua furia e selvageria era brutal, animalesca… deprimente.

Como uma fera irracional.

Depois do incidente vergonhoso o jovem príncipe começou a ver este período de forma mecânica. Uma simples necessidade fisiológica como respirar, comer ou beber.

Assim durante o período de acasalamento exigia dos povos colonizados uma fêmea.

Era algo bem simples.

A grande maioria dos nobres das raças mais fracas brigavam para ter uma de suas filhas servindo o príncipe sayajin. Era algo repugnante aos olhos do orgulhoso guerreiro.

As fêmeas queriam seu titulo, seu status, seu poder. A segurança que um guerreiro de primeira classe da realeza sayajin poderia lhes dá.

Era um jogo de interesses.

Elas o via da mesma forma que o maldito Freeza.

Como um soldado. Um relés soldado que poderia ser manipulado e usado para seus propósitos sórdidos de poder. Algumas, as mais ambiciosas desejavam algo à mais dele.

Um herdeiro.

Não podiam estar mais enganadas. O corpo de um sayajin era uma máquina perfeita.

Seu extinto. Seu Oozaru que decide quem poderia gerar sua prole.

O período de acasalamento sayajin poderia ser algo desenfreado, sangrento, selvagem. Mas no momento que seu Oozaru interior escolher sua companheira o seu corpo iria pertencer a ela até sua morte.

Apenas uma companheira poderia gerar um herdeiro sayajin. Não poderia ser controlado. Era extinto.

Por isso que seu povo começou a reprodução "in-vidro". Aquela seleção natural tão restritiva estava fazendo com que cada dia nasceram menos sayajins.

Se seu Oozaru interior não escolhesse ninguém. Se ele não selecionasse seu companheiro aquele sayajin seria estéril. Seus órgãos reprodutores não funcionáriam.

Estava decidindo. A familia Real sayajin morreria com ele.

Ele seria o ultimo "Vegeta".

Não se rebaixaria a realizar aquela reprodução falsa e artificial. E não existiria uma fêmea digna do príncipe.

O sayajin pensou assim por muitos anos.

Até chegar na Terra...

***

O guerreiro marcha zangado pelos corredores da corporação capsula.

Desistiu de treinar fazia algumas horas. O moreno andava de um lado para o outro na escuridão da noite.

O horário avançado permitia que ele saboreasse o raro silêncio no gigantesco prédio.

Não havia ninguém em casa.

A mulher loira terráquea assim como o marido cientista informaram que estariam ausentes por alguns dias deixando os empregados-robôs programados para fazer as refeições do príncipe.

E a garota de cabelos azuis não estava em casa.

Vegeta não fazia ideai onde estava Bulma. Mas torcia para que ela também ficasse fora como seus progenitores. Assim o dificil período seria passado sem seus gritos ou sua presença irritante.

Mas a presse do príncipe não é atendida.

A audição sensível capta sons de diversas risadas femininas. Gritos agudos de animação e sons histéricos fazendo seu ouvido zumbir.

Ao fundo pode identificar a voz de Bulma junto com mais duas vozes femininas. O ronco de um motor de um automóvel ecoa e as duas vozes se despedem da terceira.

O guerreiro mal humorado pode acompanhar por sua audição o som dos saltos alto pelo chão do lado externo.

A voz feminina embriagada cantarola algo sem nexo. Enquanto o sayajin arqueia uma das sobrancelhas.

_Como essa humana é escandalosa. _Vegeta murmura.

Depois de alguns minutos a campanhia do elevador soa e Bulma sai das pesadas portas metálicas.

O aroma agridoce com morangos invade o olfato do sayajin. Antes que Bulma entrasse em seu campo de visão ele já podia senti-la.

Desde quando a viu em Namek o guerreiro desenvolveu um estranho interesse pela cientista.

Ela o intrigava.

O fascinava.

O excitava.

O aroma adocicado e feminino, a pele leitosa, os olhos e cabelos azuis.

Ela era irritante. 

Irritantemente atraente.

Assim que os olhos negros vêem a terráquea o sayajin prende a respiração.

Bulma vestia um minúsculo vestido vermelho. Os cabelos cacheados estavam amarrados para cima e o ousado decote o fazia querer esticar a mão e sentir o volumoso seio e assim comprovar se a pele era tão macia e suave como parecia.

O sayajin volta a respirar e se amaldiçoa no mesmo instante. O aroma de Bulma estava mais inebriante que o de costume.

Ele se sente duro.

O moreno agradece aos deuses de Vegeta-Sei por trajar naquela hora uma discreta calça de moletom e não o justo uniforme de treino.

_Vegetaaaah. Seu sayajin maluco oque deu em você para não estar trancado naquela sala de gravidade? _Bulma sorria animada enquanto segurava uma garrafa de champanhe aberta.

_Rwwwnnn. _ o sayajin rosna. _Não é de sua conta oque eu faço ou não mulher vulgar. _com os braços cruzados ele desvia o olhar.

Vê a curvilinia azulada vestindo tão roupa não estava ajudando o príncipe naquele período.

Ele precisava sair daquele prédio antes que perdesse a cabeça.

_Ai Vegeta, você precisa relaxar um pouco, sabia? Olhe pra mim. _a azulada estende os braços. _Aquele desgraçado, verme _ela dá uma pausa e sorri das palavras que escolheu . _Aquele verme inútil e fraco do Yancha estava me traindo.

 Imagina, logo eu. Bulma Briefs, a mulher mais linda e inteligente do mundo. _ela coloca a mão no quadril e dá um grande gole do champanhe. _Pro inferno! Eu não estou lamentando. Já estou solteira à meses. Livre e desimpedida. 

 Eu sai com a Kim e a Paris. Nos divertimos. Vimos um monte de homens lindos. E aqui estou eu tomando champanhe. _a cientista ergue a garrafa dourada _ E conversando com o desgraçado mais gostoso que eu conheci em TODA-A-MINHA-VIDA. _ela termina a frase pausadamente e olha para Vegeta mordendo o canto dos lábios em excitação.

Bulma dá dois passos em direção ao sayajin que a observa hipnotizado.

Ela nunca havia lançado um olhar daquele. Estava cheio de malicia, excitação e más intenções.

Maldição! 

Ele que era o sádico.

Ele era o "BAD BOY"

Era ele quem devia lançar esses olhares.

Quando foi que os papeis se inverteram?

Desde quando ela era o predador e ele a caça?

Algo dentro de Vegeta se acendeu. Como uma lamparina em uma noite sem lua.

Era diferente.

Não era a simples luxuria que sempre o afligia nos períodos de acasalamento.

Era especial.

Maior.

Melhor.

_Vegeta. _a voz da azulada era mansa, rouca e suave.

_Oque você quer mulher? _o sayajin tenta não deixar transparecer o quanto a simples presença de Bulma o pertubava.

_Você sabe como é solitário ser a mulher mais linda e inteligente do planeta? _os grandes olhos azuis brilhavam e os lábios rosados faziam beicinho.

"Bulma Briefs a mulher mais cobiçada do planeta estava solteira depois de anos do longo namoro com o esportista Yancha."

A impressa sempre fazia um grande alvoroço sobre sua vida pessoal. Afinal ela era uma herdeira de um dos , se não o maior império da Terra.

Festas, fama, riqueza, inteligência e beleza. Tudo que uma garota poderia querer.

Mas a vida de uma Briefs é solitária.

Só teve seu primeiro verdadeiro amigo na adolescência. Um garotinho criado em uma montanha que não sabia de nada.

Não sabia quem ela era. Nem oque tinha.

Goku foi o primeiro a se aproximar da azulada sem interesse. Depois do menino com rabo de macaco vieram o resto dos Guerreiros Z. E também Yancha, seu ex-amor.

As idas e vindas do para romântico não era novidade. A convivência entre os dois eram insuportável.

O relacionamento era conturbado e instável. Assim se mantinham mais separados que juntos.

Quando terminavam Yancha era livre para fazer oque quiser. E ela também.

Era obviu que o ex-ladrão não era seu "namorado perfeito", estava longe disso. Mas ela ainda tinha esperanças de encontrar aquele grande amor. 

Mas em pouco tempo desistia.

 As outras pessoas não eram confiáveis. Bulma por toda a sua vida viu pessoas se aproximando dela apenas por sua riqueza, seu status, seu poder.

Assim retomava o relacionamento com Yancha.

Talvez por medo de ficar sozinha.

Ou por ser único homem que poderia confiar.

Ironia.

Confiava tanto no ex-ladrão e no fim ele decepcionou como todos os outros.

Até Yancha a traiu.

É solitário ser Bulma Briefs.

_Não me interessa seus problemas mulher. _o príncipe soa insensível e apático por fora. Mas estava interessado.

 Como a terráquea poderia se sentir solitária? Ela estava cercada por patéticos servos que diziam "Sim" a tudo que ela ordenava. Ela era uma princesa terráquea.

Um princesa.

Vegeta lembra de todas as princesas e nobres que foram ofertadas a ele.

Nada além da nobreza era digna de servir o príncipe sayajin.

Bulma era como uma princesa da Terra.

Não.

Era um imperatriz.

Seu pai, o cientista tinha poder. Mas a azulada era auto-suficiente.

Com o tempo percebeu que era a terráquea que tomava as decisões do império da Corporação Capsula.

Sim. Sem dúvida alguma Bulma era a Imperatriz da Terra.

Um curto sorriso brota em seus Lábios.

_Seria muito interessante ser servido por uma imperatriz. _o pensamento malicioso ecoa.

Bulma o olhava em silêncio.

_Acho que você mais que ninguém entende como a busca pelo poder pode ser solitário. _a azulada soa melancólica. _Você sabe, tenho o ki de um inseto. _Bulma dá uma risada sem graça. _Mas isso é no mundo das lutas. No mundo dos negócios eu sou a guerreira mais forte. _ela olha o príncipe com arrogância. A mesma arrogância que ele já encarou diversos inimigos. _Eu posso dizer que sou uma "sayajin corporativa". _A garota termina a frase e dá uma gargalhada contagiante. _Mas ninguém quer ficar ao lado do mais forte. É como dizem Vegeta.

"O topo do mundo só tem lugar pra um".

_Rnwwww. Oque você quer mulher? _O sayajin finalmente quebra o silêncio.

_Oque eu quero? _A azulada susurra para si mesma.

_Você se contentaria com um verme abaixo de você como aquele fraco de seu ex companheiro?

Patética!

A realeza não se mistura com plebeus mulher. _ele rosna enfurecido.

As palavras duras de Vegeta poderíamos soar como maldosas e machucariam qualquer um.

Mas ela não era qualquer um.

Vegeta não queria agrada-la.

Não a idolatrava. E muito menos diria palavras doces para ter sua simpatia.

Ele era o homem que dizia "Não" em um mundo que todos diziam "Sim".

E isso era especial.

Bulma dá um sorriso no canto dos lábios e fecha o cenho.

_Então me diga Magestade. _a azulada zomba. _ "a realeza não se mistura com plebeus". Oque o príncipe faz quando se sente sozinho? _Bulma arqueia a delicada sobrancelha e cruza os braços.

Vegeta dá um longos suspiro. Ele tenta se concentrar.

_Sou um sayajin. Não temos esse sentimento ridículo de solidão como vocês terráqueos. _o moreno também cruza os braços encarando Bulma de frente.

_Oh. Então você é um celibatário? _a cientista zomba.

_Não, mulher vulgar. _O guerreiro descruza os braços e dá dois passos em direção à Bulma. _Eu fodo. E fodo muito. _o príncipe lança um sorriso malicioso e lambe seu próprio lábio superior enquanto desce seus olhos vagarosamente até o ousado decote da voluptuosa terráquea . _Mas não preciso criar laços com um companheiro patético pra isso. _o sayajin volta seus olhos aos azuis da cientista.

Por alguns instantes ele viu um brilho. Um fogo queimando as orbes femininas. 

_E você espera que faça o mesmo?_ Bulma estava inquieta. O olhar de vegeta a tirou do equibrio.

_Faça oque quiser mulher. _o sayajin corta o contato visual e anda pela sala em direção a sacada. _Como você disse. É uma mulher livre. _o guerreiro sai voando deixando Bulma inquieta na sala.

A azulada vê o musculoso principe pairando no ar e adentrando a escuridão da noite.

_Oque foi isso? _ela passa a mão pelo cabelo o bagunçando.

Bulma recosta seu corpo na gelada parede e pensa sobre aquela conversa com tema tão ousado que teve com o sayajin.

***

Longe dali Vegeta pairava sobre a cidade.

Ele pousa no topo de um arranha-céu .

_Oque foi isso? _ o moreno passa a mão pelos cabelos espetados.

A brisa gelada da noite bate em sua pele em combustão.

Ele esta quente.

Esta fervendo.

_Então me diga Magestade "A realeza não se mistura com plebeus". Oque o príncipe faz quando se sente sozinho? 

Aquela pergunta fez sua cabeça girar. E seu membro dolorosamente ereto pulsar.

Naquele momento. No instante que ela fez a pergunta cheia de sarcasmo e insolência ele queria avançar sobre ela. Mostrar como demostrar respeito por um príncipe sayajin.

A pele pálida e cremosa apertada por suas mãos. A respiração pesada fazendo os cheios e fartos seios subir e descer.

Ele a queria presa.

Presa entre seus braços. Acuada como uma caça prestes a ser devorada.

Já poderia sentir seu gosto.

Seu cheiro.

Queria afundar seu rosto nas madeixas azuis e sentir o aroma dos fios sedosos.

Tocar naquela pele branca. Imaculada.

Ele iria marca-la.

Sentir a pele se rasgando embaixo de seus dentes. Ele precisava marca-la. Deixar-la em tons de roxo e vermelho.

O mundo precisava saber oque aconteça com terráquea insolentes que o desafiasse.

O mundo precisava saber que ela era dele.

Ela tinha que ser dele.

Como seria seu rosto se contorcendo de dor?

Como seria seu rosto se contorcendo de prazer?

Como seria seus lábios gemendo seu nome?

Era isso.

Precisava senti-la em baixo de si, se contorcendo de prazer e chamando seu nome.

A respiração de Vegeta pesa.

Estava descompensada.

As mãos vão até seu peito.

Seu coração bate forte.

Os lábios estão abertos. Ele precisa de ar.

Do alto do edifício Vegeta observa a lua.

Brilhante

Graciosa.

Cheia.

Seus olhos brilham.

As orbes negras agora estão vermelhas.

Ele reconhece esse sentimento eufórico. Já teve antes. Já o sentiu milhares de vezes.

É a mesma euforia que tinha antes de se transformar em Oozaru.

O sayajin pisca algumas vezes e olha para seu corpo. Ele não possuía mais calda, não podia se transformar em Oozaru.

Então oque é isso?

Oque é aquele sentimento?

Aquele era o primeiro ciclo de acasalamento que passava na Terra e em todos os anos desde o inicio da vida adulta nunca se sentiu daquela forma.

A fixação, a excitação todo fervor do período de acasalamento mudou naquele instante. 

Seu corpo não deseja possuir qualquer fêmea como antes. O excitação desenfreada cessou.

Seu Oozaru não quer mais qualquer uma.

Ele só deseja uma.

Bulma.


Notas Finais


A Lua cheia e os sayajins.
Cuidado!

Esta one-shot veio com alguns remendos do "Universo de Vegeta e Bulma".
A ideia da série é ser de universos paralelos de diversa fases diferentes de Dragon Ball. Elas são conectadas pelos Easter Eggs e pelo inicio do relacionamento VegeBul.

Em cada fanfic eu falo um pouquinho de como foi o desenrolar dos famosos 3 anos antes dos andróides atacarem.

"Mirai Vegeta", "Vegetto", "Young Bulma e "Terra 6" tem esses recortes da história (meio conturbada) do nosso casal favorito.
Esta One-Shot é mais um pedacinho.
Nele descobrimos como o Oozaru de Vegeta escolheu Bulma para ser sua companheira.
E pelo oque vimos, o extinto do sayajin, seu "Oozaru interior" tinha tudo muito claro à muito tempo, mas não o "informou" ao Vegeta sobre isso...kkk
Coitado, ele esta perdido.
Não sabe se a odeia ou a adora.
Se a morde ou se beija.
(Acho que no caso dele pode ser os dois)

Também tivemos duas curtissimas participações especiais neste capitulo. São as amigas socialites de Bulma. Kim e Páris.
(Quem se lembra delas em "Vegetto"?)

Além, é claro alguns trechos das histórias da série disse Universos quero foram inseridas aqui.
E então, gostaram de saber um pouco mais sobre o "Acasalamento Sayajin"?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...