História UNKNOWN - Desconhecido - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Scream (Série), Teen Wolf, The Vampire Diaries
Visualizações 16
Palavras 970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá galerinha,
mais um capitulo para vocês, espero que gostem!!
Bjoo da Lillie

Capítulo 2 - LUKE


Fanfic / Fanfiction UNKNOWN - Desconhecido - Capítulo 2 - LUKE

  "Demorei um pouco para processa aquela palavra. Faz tempo que eu não ouvia ela me chamando de filha, confesso que me espantou no momento, porém dei um sorriso amarelo e me dirigi para a entrada. O fato de começa em uma nova escola estava começando a me intimida, tinha que ser forte e transparecer o mais bem possível para que a Ellen."

 Caminhei pelos corredores até a secretaria, onde consegui a lista de materiais para retirar na loja de materiais da escola. Depois de pegar tudo que eu precisava para estudar o resto do ano, sobrou alguns minutos para que eu pudesse organizar meu armário. Toda aquela correria e organização já estava começando a me irritar, e para melhorar, enquanto eu caminhava pelo corredor, olhando em volta, procurando meu armário, meus livros estava escorregando dos meus braços, até se espalharem pelo chão, me proporcionando ao meu primeiro momento de mico do ano. Todos olharam em volta e alguns alunos até começaram a rir. Abaixei a cabeça, respirei fundo e comecei a contar até 10. Um, eu quero muito sumi daqui. Dois, você não tem que aturar isso. Três, você pode ligar para Ellen. Quatro, você tem que parecer bem. Cinco, você consegue lidar com isso. Seis, o que o papai diria se visse você assim. Sete, ele te criou para ser mais forte que isso. Oito, você consegue. Nove, sim, eu consigo. Dez...

- Não é uma coisa tão ruim. - Disse um garoto que se agachou para me ajudar a recolher os livros. - Você tinha que ver como foi ano passado, acabei esbarrando em um dos jogadores, o pior era que estava com um café na mão e derrubei tudo nele...

 Recolhemos tudo e nos levantamos. Ele abriu um sorriso e pegou o papel que estava em minha mão.

 - 314. - Descobriu que numero era meu armário. - Os armários aqui são distribuídos como números das casas. Eles intercalam para cada lado, direita par e esquerda impar.

 Não queria dizer nada, aquele momento ainda estava fazendo meu coração palpitar de nervoso, por isso apenas concordava com o que ele dizia.

- Não precisa falar. - Disse desvendando meus pensamento. - Normalmente é isso o que acontece quando aproximo das mulheres.

 Ri. Com essa forma de descontração, lembrei-me de uma coisa. Preciso descreve-lo. Bom, era um garoto com mais ou menos 1,75 de altura, cabelos e olhos castanhos. Não acreditaria se ele dissesse que tinha minha idade, pois seu rosto angelical diria que tem mais ou menos uns 14 anos. Parecia um daqueles jogadores, ombros largos e peito estufado. Pela sua aparência, transparecia cheio de arrogância e sempre suas vontades feita pelos pais. Porém no momento que parou sua caminhada para me ajudar, meu pensamento mudou. Prestativo, bem humorado, descontraído talvez.

- Na verdade, não tive uma oportunidade de me pronunciar.

- Humm. - Murmurou meio confuso. - Sei que falo bastante, uma característica minha, estou tentando moderar.

- Bom, com tanto que eu não precise falar muito, eu não ligo.

- Foi uma coisa que percebi... Reservada.

- Me tornei assim... eu acho.

- Você era uma pessoa aberta?

- Sim, eu adorava interagi com as pessoas.

- O que aconteceu que te fez mudar?

- A morte do meu pai...

- Reservada não, talvez perdida.

- Creio que sim... - Disse em rodeios. - Morar com a minha mãe que não convivia comigo a quase 8 anos é sufocante.

- Ela ainda compra coisas para você como tivesse 7 anos?

- Você não faz ideia.

- Bom, o 314 fica para lá. - Disse apontando para a direção oposta da onde estava caminhando. - Sou Luke.

- Lizzie. - Apresentei-me. - Mas prefiro Liz.

- Então acho melhor irmos logo, Liz. Nossa aula começa em 4 minutos.

- Como sabe que tenho sua idade? - Perguntei dando inicio a nossa caminhada.

- Creio que temos a mesma idade.

- 17?

- 16 e meio. Faço daqui de dois meses.

 Continuamos conversando e com o Luke foi mais fácil de encontrar meu armário. Ele me ajudou a arrumar e me falo nosso cronograma de aulas. Em seguida, tocou o sinal nos alertando que a aula iria começar. A primeira aula era de sociologia e me adiantei em sentar perto dele. Os alunos foram chegando e se acomodando nas carteiras. A sala literalmente estava cheia, com apenas um lugar sobrando e muitas escola distribuem os alunos de acordo com a capacidade da sala. Estava faltando alguém, talvez ele ou ela fosse um aluno novo igual a mim e estaria pelos longos corredores procurando seu armário ou a sala. Quando o professor entrou na sala, comecei a agradecer por ter surgido o Luke no momento que eu mais precisava. Depois de se apresenta, o aluno perdido na escola parecia ter finalmente encontrado a sala. Um garoto entrou acompanhado por um homem vestido por um terno perfeitamente passado.

- Com licença, senhor Agnell. - Disse acompanhado pelo garoto. - Vim pessoalmente pedi a permissão para que o nosso aluno, Broke pudesse assistir a aula?

- Claro, Liam. - Respondeu com a maior intimidade. - Creio que o senhor andou aprontando de novo.

- Peço que o assunto não seja iniciado, senhor Agnell. - Alertou. - Acredito que já foi resolvido e isso não se repetirá novamente, certo senhor Broke?

 O garoto apenas sorriu rapidamente e dirigiu-se para o único lugar vago na sala. Atrás de mim. Respirei fundo quando o menino começou a vim em minha direção. Seus olhos me descobriram em meio a sala lotada de alunos. Senti-me intimidada demais a ponto de desviar o olhar e abaixa a cabeça quando ele passo por mim e se sentou. Soltei a respiração, finalmente relaxando todos os músculos.

- Bom, acho que agora que todos estão aqui, podemos iniciar a aula.


Notas Finais


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