História Unknown (Vmin fanfiction) - Capítulo 1


Escrita por: e cigarettesxx

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Hope, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Mochi, Nam, Namjoon, Psicopata, Seokjin, Suga, Tae, Taehyung, Taetae, Yoongi
Visualizações 79
Palavras 1.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, LGBT, Mistério, Policial, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem, essa é minha primeira fanfic e estou escrevendo com muito amor :)))

Boa leitura xuxus

Capítulo 1 - The first day


Fanfic / Fanfiction Unknown (Vmin fanfiction) - Capítulo 1 - The first day

Hoje era o primeiro dia do psiquiatra e médico geral no presídio de Incheon, Park Jimin, ele é jovem e recém formado, um garoto cheio de sonhos e ambições, embora fosse maduro, ainda era inocente em relação às pessoas a qual convive ao seu redor, sempre sendo tachado como criança. Já o Park, nunca gostou de ser comparado com criança — embora sua aparência jovem dissessem o contrário — juntava as sobrancelhas e grunhia raivoso quando o chamavam de criança inocente, batendo os pés assim que seus amigos riam da sua atitude fofa.

[...]

"Vire à direita na segunda travessa" — a moça do GPS lhe dava coordenadas de como chegar no seu novo trabalho. Ele andava em círculos a meia hora e ficava cada vez mais preocupado. Ele tinha achado estranho, a sequência de numeração que haviam dado para poder chegar no lugar através do GPS, mas mesmo assim, ele não questionou. Seu turno começava em uma hora, e ele não queria pagar de atrasado logo no primeiro dia. Ser médico em um presídio de psicóticos, e assassinos sanguinários não era bem o que ele queria, mas era isso ou trabalhar em um hospital apenas preenchendo papéis de óbitos, cômico! Sem falar que estaria ganhando apenas um salário.

Nesse, ele poderia exercer o papel que sempre quis e ainda iria ganhar mais dinheiro do que imaginava que ganharia um dia apenas cuidando de um paciente — ou prisioneiro se preferir — que necessitava de cuidados dobrados e separado dos outros. Se isso assustava o Jimin? Claro que assustava, ele nem poderia imaginar o que esse seu “paciente” poderia ter feito para receber um tratamento tão especial como este. Em poucos minutos o Park chega a frente de uma cerca de metal revestida de arame farpado onde não tinha trancas nem cadeados, mas dava para perceber que era muito bem trancada apesar da aparência. Ela tinha um tipo de tecnologia que o Jimin nunca havia visto, ao menos não na Coréia.

“Espero que você saiba em que está se metendo Park Jimin!” seu subconsciente exclama.

— Eu também... — ele sussurrou quase inaudível para si mesmo e não demora para os carros do presídio vir em sua direção pela estrada de terra no outro lado do muro — Que rápido... — especula ele, já que não fez nem um minuto que havia parado em frente aos portões. Os sistemas de segurança desse lugar devem ser impecáveis, ele não sabe se sente-se seguro ou preocupado por esse fato…

Os carros param em frente ao portão e motorista do carro a frente apenas põe a mão para o lado de fora e gesticula para que o Park prosseguisse, ele apenas sussurra "Mas está fechado" com a esperança de que eles compreendessem leitura labial. Como esperado, apenas ficaram com a mesma expressão seria e autoritária esperando que ele desse a partida no carro, dando de ombros ele o fez e quando estava em uma distância consideravelmente proxima ao portão, ele então se abre deslizando e fazendo um som estridente como se fosse milhares de correntes sendo arrastadas, isso surpreendeu Jimin, o fazendo arrepiar da cabeça aos pés. Essa situação já parecia sinistra o bastante, mas ele tenta aliviar a cabeça pensando nos pontos positivos em trabalhar aqui… E acaba não achando nenhum, “por que mesmo que eu aceitei trabalhar aqui?” ele se pergunta internamente, ele queria desistir, dar meia volta no carro e voltar para o conforto da sua casa, mas ele não podia decepcionar sua família e nem a si mesmo, ele não quer mais desistir das coisas que ama por medo... Um turbilhão de pensamentos vem sem avisar em sua mente como uma chuva grosseira em um dia ensolarado, mas ele balança a cabeça e aperta o volante juntando o resto da sua coragem "Eu vou conseguir!" Ele já havia repetido aquela frase para si mesmo em momentos difíceis mais do que podia contar.

Os carros do presídio já haviam dado a volta na estrada, eram bem habilidosos dirigindo e o Park se pergunta como eles devem ser bons em perseguição. “Você e seus pensamentos bobos…” seu subconsciente o questiona e ele apenas ri de si mesmo.

[…]

Não demorou muito para que ele chegasse ao presídio, ele era enorme e o Park não pode conter a surpresa ficando boquiaberto, no mínimo tinha cerca de nove andares e ele era incapaz de calcular os metros quadrados do lugar, pois, ele se estendia além da sua vista, então ele engoliu em seco e prosseguiu. Eles haviam passado por uma grade, mas ainda não estavam literalmente dentro do presídio, ainda tinha outro portão gigantesco — até bem maior do que os outros — a qual dava acesso a entrada principal do prédio. Olhando ao redor ele poderia se confundir pensando que era um estacionamento normal de trabalho e foi como se toda essa situação insana tivesse disfeito no momento que ele olha em volta desse bloco, tinha até uma mini loja de conveniência? Para almoçar, talvez. Já que ele vai ter que dormir no presídio e temer que sua vida seja tirada toda vez que ele deitar a cabeça no travesseiro, ótimo. “Não seja tao pessimista Jimin” fala seu subconsciente, o único amigo que poderia lhe acalmar nesse momento tenso. Depois de estacionar o carro como se tudo isso fosse normal — por que acredite, não era — ele apenas fecha a porta e segue os dois homens que mais pareciam gorilas que estavam lhe esperando na porta de entrada como havia recebido nas instruções, os outros carros que o acompanharam seguiram por outro caminho sumindo da sua vista e ele nem quis sequer pensar para onde podem ter ido. Ele ainda olhou ao redor curioso e vê que ainda era um pouco distante, torno de uns 5m a pé até a entrada principal.

Ele anda tranquilamente com as mãos dentro do jaleco até que tira sua mão do bolso direito e ajeita o seu cabelo preto perfeitamente alinhados sobre a testa que havia sido pintado e cortado recentemente. Uma das leis do presídio, era que todos tinham que ter o cabelo preto e no estilo militar, mas o Jimin conseguiu escapar desse único requisito depois de muito implorar e apenas pintou seu antigo cabelo louro tingido para preto deixando sua franja intacta. Enquanto ele andava ao longe, avistou um homem ele achou estranho, pois ele o encarava de um jeito intenso e misterioso fazendo Jimin estremecer dos pés a cabeça e seu coração acelerou, isso nunca havia acontecido antes, ninguém nunca havia o encarado desta maneira. Ele se sentia assustado, mas não conseguia desviar o olhar daquele ser, Jimin percorre seu olhar por todo o garoto, andando lentamente, ele observa seu rosto ao longe e como estava de óculos pode ver nitidamente o seu físico másculo e seu cabelo castanho liso que chegava a cobrir um pouco seus olhos o tornando ainda mais misterioso, suas orelhas eram grandes cobertas pelo cabelo longo e a boca carnuda e rosada. Jimin cora por perceber que estava encarando demais, até que ele repara nas roupas do garoto…

— U-um presidi-ário…? — Jimin gagueja parando por breves segundo sentindo sua garganta secar severamente e o coração acelerar a ponto dele poder sentir cada batimento, "droga Jimin!", ele pragueja para si mesmo por ter o encarado, então ele acaba voltando a andar mais rápido do que antes desviando o olhar e olhando para o chão enquanto seus lábios sibilavam em um sinal de que estava nervoso, isso sempre acontecia quando o Park perdia a calma ou ficava nervoso.

Ao que Jimin sabe aquele prisioneiro estava fora dos limites, encostado na grade entre o estacionamento e a mini loja de conveniência, poderia atacar a qualquer momento então ele anda cada vez mais rápido, mas não ao ponto de correr, até chegar nos seguranças da entrada ofegante.

Ele… está a- — Jimin aponta para o lugar onde havia visto o garoto, mas lá já não se encontrava nada além de grama. Os guardas se entreolham confusos, mas logo bufam irritados.

— Não toleramos gracinhas GAROTO! Nos siga.

"GOROTO? quem eles pensam que é? Esses idiotas" Jimin tenta conter a irritação serrando os punhos e mordendo os lábios para eles não tremerem novamente, só que dessa vez por causa da raiva. Então ele os segue bravejando internamente pela atitude grosseira dos guardas e tenta esquecer isso enquanto tenta lembrar do que deveria fazer a seguir. Até que ele lembra que deve ir até a sala do presidente do presídio, Kim Seokjin, era raro encontrá-lo aqui, ele geralmente ficava fora resolvendo algumas outras questões deste lugar, e apenas veio hoje para falar com o Park Jimin. Ele estava nervoso, mas ele havia feito uma pesquisa antes de vir aqui hoje e acabou descobrindo esse fato, de que o presidente do presídio é o fundador deste lugar e que também esta raramente aqui, então o lugar passa a ser coordenado pelo vice-presidente Kim Namjoon, um cara cujo a inteligência impressionava a todos.

Assim que eles chegaram na entrada eles pararam um de cada lado da porta e ficaram parados parecendo seguranças de chefão de máfia, o Jimin engoliu em seco.

Entre — Jimin escutou assim que bateu e fez o que a voz do outro lado da porta mandou-lhe fazer.

Era uma voz suave, mas ao mesmo tempo passava autoridade e isso deixou Jimin receioso, ele iria demorar para se acostumar com o lugar. Ao entrar Jimin vê um silhueta masculina de costas para ele olhando um quadro enorme que cobria metade da parede branca da sala. De longe Jimin pode ver o quão os ombros do Kim Seokjin eram largos o que passava uma imagem viril.

Ah-han… — Jimin finge uma tosse e finalmente o Kim se vira o observando, fazer do Jimin ficar impressionado na boa aparência que o seu chefe tinha. Ele que nunca teve atração por homens estava se superando hoje, mas ele não podia evitar. Primeiro foi aquele cara do estacionamento e agora o seu chefe que era um pitel.

Jimin já começava a achar que aquele cara de mais cedo fosse apenas uma ilusão que sua cabeça criou por ele está delirando tanto por causa do novo trabalho, então resolveu esquecer. Por que se negar é mais fácil do que encarar a verdade de frente

“Eu não tenho nada haver com isso Park Jimin!” seu subconsciente exclama e ele ignora como sempre.

— O-olá Kim Seokjin sunbenim 

...


Notas Finais


O que acharam do primeiro capítulo? Por favor sejam sinceros, sua opinião é muito importante

Até o próximo capítulo :)))


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