História Unlikely Love - Miraculous Ladybug - Capítulo 6


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Plagg, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrien Agreste, Adrinette, Alya Césaire, Chloe Bourgeois, Drama Miraculous, Hentai, Ladrien, Ladynoir, Lila Rossi, Luka Counffaine, Marichat, Marinette Dupain-cheng, Miraculous, Miraculous Ladybug, Mlb, Nino Lahiffe, Unlikely Love
Visualizações 333
Palavras 942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada aos 60 favoritos em 5 caps ❤❤amo mt vcs...

NOTAS :
[📍Os personagens da fic não me pertencem. Têm todo o direito e autoria do criador da série Thomas Astruc📍]
[📍Se você é sensível no assunto que diz respeito a cortes, suicídio e violência acho melhor não ler minha fic📍] srry

Vamos ao capítulo ❤🐞

Capítulo 6 - Pedido "tentador"


Fanfic / Fanfiction Unlikely Love - Miraculous Ladybug - Capítulo 6 - Pedido "tentador"


Acordei ao sentir vários tecidos frios tocando na minha pele. Abri lentamente os olhos e vi uma silhueta ao meu lado. Demorei ainda alguns segundos para me acostumar com a luz e aí vi que era Adrien quem cuidava de mim. 

Tinha um pano úmido no meu braço direito,  enquanto ele passava algodão no direito. Tentei me mexer mas a dor era tanta que não deixou eu me mover. 

- Adrien... - sussurrei e ele me olhou e deu um largo sorriso. 

Ele me abraçou com cuidado para não me machucar e depois seus lábios já estavam juntos aos meus. Adorava tanto quando ele me beijava. 

- Ainda bem que você acordou Marinette. - ele falou - Olha só pra você. Seus braços já nem tem mais por onde cortar Mari! Suas coxas estão horríveis. Nunca mais faça isso. 

- Porque está fin-fingindo? - minha voz sai falha - Porque finge que se preocupa comigo? Porque me beija assim? Você não se importa comigo,  porque está fazendo Isso por mim? Precisa de algo em troca? Me diz que eu vejo se posso ajudar... Mas agora,  não brinca com meus sentimentos por favor... 

- Mas Mari... Eu odeio admitir isso mas... Eu tô gostando de você! - ele disse e eu queria sair dali mas meu corpo não deixava. Parecia que estava imóvel. Que meu corpo estava grudado por cola. 

Ignorei o que ele disse. Não queria me iludir por um babaca como ele. 

- Meus pais? Eles... Sabem disso? 

- Não. Mas vão ficar a saber. Você não se consegue mexer Marinette. - ele me disse e várias lágrimas rolaram dos meus olhos. 

- Você tem de me ajudar a andar Adrien! Meus pais não podem saber que me corto. Eles me matariam por isso. Me chamariam de louca e teriam vergonha de mim,  eles... - comecei a desesperar 

- Calma Mari! Eu te ajudo. - ele passou as mãos pela minha cintura começando a me levantar. Lentamente passei meus braços em redor so seu pescoço ficando de frente para ele. 

Quando ele me pousou no chão, minhas pernas pareciam estar quebradas. Doía. Doía pra caramba. Tentei dar um passo,  mas minha perna fez um baque e eu iria cair se Adrien não me agarrasse. 

- Calma, eu tô aqui pra segurar você. Não preocupa. - ele me fitou com aquelas suas lindas orbes verdes me fazendo querer beija-lo. Eu já não sabia o que sentia. Era um turbilhão de sentimentos dentro de mim que já estava confusa. 

Dei um passo em frente, e mais outros tantos. Todos bem devagar e apoiados por Adrien,  que não me largava em nenhum momento. Eu ainda estava de calcinha e sutiã, o que me fez corar. Será que ele tinha abusado de mim enquanto estava desmaiada? 

Nah! Acho que ele também não seria capaz de chegar ao ponto de violar alguém. Não! Recuso-me aceitar isso. Pelo menos eu não sentia dor em nada. Exceto nos braços e pernas. 

Agora ele só me agarrava pelas mãos,  e eu já dava uns bons passos. Um grande prêmio pra mim por favor. Eu tô merecendo. Pode ser o Deus Grego loirinho da minha frente,  e uma caixinha de chocolates. Tô aceitando. 

Já andava,  mas com dificuldade e mancando um pouco. Mas nada que não se aguente. Olhei para Adrien e sorri. Me abracei a ele sussurrando um "obrigada" e ele me apertou mais contra ele. 

Sentia seu coração bater. Num ritmo médio. Aquilo me confortava. Ele podia estar fingindo,  mas tinha de aproveitar enquanto ele era assim comigo. Eu gostava de ser tratada,  e de receber a atenção de alguém. De virem correndo atrás de mim quando estou mal, e de cuidar de mim quando estou em situações como essa. 

Eu queria muito aguentar, mas já não dava. Beijei ele de modo suava e ele foi me empurrando levemente até á cama. Me deitei nela com cuidado e ele se deitou por cima de mim me beijando lentamente. 

No quarto só se ouvia os "estalados" dos nossos beijos. Entre os beijos ele murmurava algumas coisas que eu não entendia. 

Ele desceu seus beijos para meu pescoço deixando um pequeno chupão que me fez gemer. Meu primeiro chupão e meu segundo gemido. Eu andava mesmo contando isso?  

Instantaneamente abri minhas pernas para ele se encaixar no meio. E ele fez isso. Era a melhor sensação de todas ter alguém em cima de mim e me beijando repetidamente. 

Ele deu um tapa um pouco forte na minha bunda, que me fez assustar e sair debaixo dele. Aquilo me fez ter o Flashback de quando ele me bateu. 

- Mari o que se passou,  não estava gostando? 

- Se afasta de mim - falei. Eu não sabia o que se estava passando comigo. Eu já nem sei o que se está passando aqui! - Não me toca mais Adrien. 

Ele vinha com a mão para pegar em rosto mas eu parei ela. 

- Eu di-disse para não me tocar. Isso tudo foi um erro. Meu primeiro beijo, essa nossa relação,  meu primeiro chupão, e meu primeiro gemido isso foi... 

- Pe-pera aí. Primeiro gemido? Você... Nunca tinha gemido antes na vida? - me perguntou espantado e lhe confirmei com a cabeça corada - Isso quer dizer que além de você ser virgem,  nunca se tocou? 

Agora parecia que o sangue tinha vindo todo parar na minha cabeça. 

- N-nao... - gaguejei e ele fechou os olhos... 

- Se você nunca sentiu prazer, me deixe dá-lo por favor. - ele me pediu e arregalei os olhos. 

Aquilo era um pedido para transar ou um pedido só para me dar prazer sem penetração? 


Notas Finais


Uouuuuuu o clima tá esquentando 🔥🔥😂😂
O que será que vai acontecer?

🐞Dicas e sugestões são sempre Bem-vindas🐞
🐱Diga nos comentários o que achou desse capítulo🐱⬇


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