História Unlucky - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Lee Seokmin "DK", Personagens Originais, Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Azar&sorte, Comedia, Desastrado, Drama, Junhao, Lucky, Menção Verkwan, Sei Lá, Seventeen, Short Fic, Slash, Unlucky, Verkwan
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Palavras 2.520
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Shoujo-Ai, Slash, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo – Essência de diversidade


— Conheço uma boate gay. Estava pensando em ir nela para me divertir. — Falou Wen Junhui, um jovem-adulto chinês – rico e conhecido pelos outros por possuir bastante sorte. — Você já deve ter concluído que vai junto comigo. — Completou.

Hansol (Vernon Chwe), sorriu amarelo. Ele é o seu melhor amigo – um americano extrovertido e abobalhado, que acredita fielmente em unicórnios e sonha em encontrar um algum dia.

O loiro franziu o cenho ao ouvir a idéia, não se agradando muito dela. — Jun, eu não sou gay. — Falou simplista e inocente, fazendo o chinês revirar os olhos. — E não gosto de boates… são um compilados de pessoas desconhecidas, sorrindo falsamente, enquanto dançam, suadas. Também tem bêbados naquele local, e se… — Não pôde completar a frase, sendo interrompido pelo amigo que começara a falar.

— Você é bissexual como eu, não faz diferença. — Respondeu, visualizando as fotos de ullzangs homens que seguia no Instagram, ainda atento na conversa. — Não vai acontecer nada. Se algum bêbado ousar abusar de você, eu acabo com a raça dele. Aliás, vai se divertir. Anda, dê um sorriso e se anime. — Falou mais em tom de ordem do quê uma motivação.

O outro passeou as pupilas pelo quarto de Wen, movendo consequentemente a cabeça de leve. Fazia um bico, incerto se iria acompanhar o de cabelos negros. Contava nos dedos das mãos as vantagens e desvantagens, totalizando zero de cada categoria em ambas mãos. Porém, ainda, com receio de acontecer algum evento importante enquanto não estivesse lá.

Okay, eu irei com você.

Sabia que – o fato de aceitar a proposta – era por ser apego em Junhui. Tinha conhecimento que o outro era o único com capacidade de o aturar, assim como Hansol era o único amigo do maior que não tinha um interesse que não fosse amizade. Tinham laços fortes, uma amizade verdadeira – fazendo até o pai do mais velho pensar que o loiro fosse seu genro.


Enquanto isso, em outro lugar, da mesma cidade da Coréia do Sul, se encontrava um casal assistindo 'The Flash' na Netflix. Não-juntos esquentando o corpo de um ao outro. E isso incomodava Choi Seungcheol um típico jovem problemático no amor, além de fanboy de heróis da DC e um usuário fiel do Twitter, que trabalhava em uma floricultura, ajudando sua mãe.

A não-ação de Yoon Jeonghan o incomodava. O namorado que era fissurado em livros, crianças, e séries (ocupando até maior parte do tempo livre com as coisas citadas anteriormente) se encontrava centrado na tela da televisão. Porém não atento à cena, mas tentando se lembrar de alguma coisa que presentia ter esquecido. Ah, ele preferia a Marvel e usava o Facebook.

Está tão calado… — Resmungou, tirando o outro dos pensamentos. — Nem parece que está aqui. — Falou baixo, se sentindo triste sem a atenção que cobiçava.

Yoon pegou o controle perto de si e logo tratou de pausar a série para não perder uma parte – mesmo que já tenha o feito. Fez contato visual com o namorado, e o encarou frio. — Quer que eu diga o quê? "Nossa, como o Grant Gustin é um ator muito bonito" — Falou sarcástico, recebendo uma careta de Cheol como resposta.

— Já percebeu que já assistimos sete episódios e, até agora, o único contato que tivemos está acontecendo agora? Seria capaz de fazer o favor de, pelo menos, aparentar estar ao meu lado assistindo série como meu namorado? — Perguntou irônico. Sem esperar por uma respostas, voltou com os orbes para a televisão, não arrumando coragem para olhar nos olhos do amado.

— Desculpe, Sr.Exigente. Sabe que eu me concentro bastante enquanto vejo séries. — Pausou olhando pro chão. — quer fazer outra coisa? — Indagou preocupado com o relacionamento, vendo a expressão triste de Seungcheol se transformar, aos poucos, em uma expressão maliciosa.

Tá pensando o mesmo que eu? — Sem cerimônia, se aproximou do outro e lhe beijou, colocando os braços ao redor do pescoço do mais novo, enquanto o mesmo segurava sua cintura, o deitando no sofá sem interromper o beijo. Enquanto uma de suas mãos adentrava a camisa do garoto de fios negros – que não pôde ver o celular, que estava no modo silencioso, vibrar na mesa por causa de um telefonema, já que as sensações atuais os distraiam de tudo em suas volta.


Do outro lado da ligação, se encontrava um zangado Jeon Wonwoo um adulto que trabalhava como Barman juntamente ao parceiro, além de um viciado em sexo e, por acaso, ótimo em reclamar quando não fazia. E o mesmo se encontrava reclamando no momento.

Gritando ao ouvindo do noivo dorminhoco, Kim Mingyu, – um professor de educação física que ama seu trabalho, além de ótimo jogador de basquete. – que tentava ignorar os berros de Wonwoo. Falhando no objetivo, mas fingindo conseguir perfeitamente.

EU NÃO POSSO ACREDITAR!! O que ele tá fazendo?! Salvando o mundo de uma invasão alienígenas?! Eu juro que mato ele! Provavelmente está… — Xingava inúmeras coisas direcionadas para Jeonghan, que se fossem anotadas formaria um pergaminho longo. Kim tentava dizer em meio aos grito do outro, porém sua voz era quase inaudível.

Meu deus, Wonwoo. Já falei para você, vamos contratar uma babá. — Falou sem olhar para o namorado, tentando bater o recorde do jogo de futebol que jogava no celular.

Pra que gastar dinheiro? Ele irá fazer isso de graça. — Sorriu confiante com o argumento. — Aliás, eu não confio em babás. São mulheres estranhas cuidado do meu bem precioso. — Guardou o aparelho no bolso, desistindo da possibilidade de que Yoon poderia atender.

Mingyu o fitou, sorrindo de canto com a fala. — Do modo que conta, parece que o sobrinho é seu. — Levantou-se da cadeira onde estava, chegou perto do companheiro e beijou sua bochecha. — Eu guardei um contato de uma aqui para uma ocasião como essa.

Eu te odeio. — Selou rapidamente os lábios do moreno, em seguida bagunçou seus fios castanhos. Não demorou para ouvir o som da campainha soar. — Parece que você terá que guardar este contato por mais tempo. Agora licença, tenho que esganar uma criatura.

Ao chegar na entrada e a abrir, pôde ver o citado há ainda pouco juntamente com Choi, que mexia no Twitter pelo celular, rindo baixo de alguns memes engraçados que as pessoas retweetavam. — Aposto que esqueceu.

— Eu nunca faria isso. — Mentiu, recebendo uma careta do amigo que já desconfiava da verdade. O mesmo prometia a si mesmo que não iria agredir ninguém e continuar calmo.

— É, Ele esqueceu. — Seungcheol entregou, olhando para os dono da casa e guardando o celular logo após de bloquear. — Cadê o pequeno Minho?

Kim Minho era o filho da irmã de Mingyu, uma criança de oito anos que chegava à ser mais esperta que os seus responsáveis. Mas o mais importante, ele era fofo e um gênio da matemática.

— Ele está dormindo. Segundo andar de cima, quarto de sempre. — Respondeu, logo relembrando aos dois na sua frente as instruções que houvera dado por mensagens. Fazendo com que eles ouçam as mesmas coisas de sempre, como se fossem dois velho com problemas de memórias.  — Entenderam? — Concordaram com a cabeça, entediados. — Ótimo, até logo. Cuidem bem dele! — Gritou, já distante da própria casa. De mão dadas com Kim, caminhava até o shopping juntamente à ele. Independente de ser longe, escolheram ir à pé pra terem mais tempo de conversar.

Mesmo com o temperamento explosivo do menor, o mais alto era totalmente apaixonado por ele, ainda que não fosse todo o tempo que admitisse com aqueles três palavras. Ambos eram loucos um pelo outro desde o início, que nem precisaram um deles pedirem o outro em namoro, já estavam em um relacionamento desde o primeiro beijo.

No caminho dialogavam sobre coisas aleatórias, estavam tão atentos no assunto que o tempo pareceu voar e quando puderam notar, estavam, quase, perto do local desejado. Eles sentaram em um banco de uma praça naquela tarde para descansar um pouco, continuaram dialogando, até ouvir gritos de pessoas, oriuno de um círculos de pessoas. Eram um grupo de b-boys que dançavam próximo alí.

Quase não dava para identificar quem fazia parte dos dançarinos e quem era o público, já que havia muitas pessoas concentrada naquela área, interessadas em ver a dança. O grupo que organizou aquele pequeno evento deixou livre para que outras pessoas participassem, e dançassem em meio os outros.

Uma daquelas pessoas era Lee Chan, ou Dino, era um adolescente com grande desejo de se tornar idol, se especializando na área da dança e rapper. – tímido e simpático.

— Você bem que poderia entrar no meio desta roda, iria ser aplaudido por todos. — O mais jovem falou ao, possível, futuro namorado. — Todos iriam vibrar.

Kwon Soonyoung, outro jovem aprendiz da arte de se expressar com movimentos que adora provocar com  a passos sexy – inspiração para alguns alunos da aula de dança que fazia, especificamente Chan , sorriu com o que o seu maior admirador disse. Achava muito fofo ser admirado por alguém, principalmente quando o "alguém" era sua paixão.

— Tenho certeza que não seria diferente caso fosse você no meu lugar, está me superando ultimamente. — Elogiou-o, logo sentido uma mão tocar a sua, sendo pego de surpresa, arrastado pelo outro para o centro quando a música foi trocada. Os profissionais que tavam em cena deram espaço aos garotos.

Estava tocando um instrumental estilo hip-hop, e os dois improvisaram uma coreografia que fez o povo ao redor ficar mais eufórico do que já estavam. Quando terminaram, estavam um pouco suados e receberam vários aplausos. Ambos se retiraram constrangidos, não por serem tímidos, mas por ter recebido uma atenção maior do que o comum. Apenas três garotas se aproximaram dos meninos, os elogiando e mimando. Também existia outras meninas que ficaram encantadas com a performance de Lee e Kwon, e até mesmo, meninos mais velho que ambos, mas esses não foram até os mesmos.

E em uma outra música nem tão distante da praça, em uma cafeteria, uma mulher – mais vista como homem pela sociedade – que ouvia em seus fones Red, da Hyuna.

Lee JiHyeon, uma adulta transgênero de cabelos curtos, que era tratada como um homem coreano como qualquer outro, o que a deixa irritada, já que não é algo muito difícil. Mesmo que comum, não era agradável aos seus ouvidos. Não tinha ainda feito cirurgia para colocar seios, ou readequação de sexo. Apenas injetava hormônios femininos em si, e usava maquiagem para transparecer características femininas.

Uma garotinha chegou perto da mesma, o encarando curiosa e sorrindo. A alta, para a criança, lhe encarou torto, já sentindo uma frase maldosa que crianças costumam falar – como ser chamada de palhaço por conta do seu cabelo vermelho. Logo, tirando os fones para ouvi-la.

Seu batom-vermelho fica lindo em você… moça. – Lee arregalou os olhos, impressionada como foi tratada. De primeiro sorriu de canto, mas espantou-se com o "moça". Por quê as outras pessoas não eram como ela, se questionou.


A menor sorriu verdadeiro com o sorriso da mais velha, não demorando para correr para os braços de seu pai, que a esperava, encarando a conversar com a estranha.

— Posso saber quem era aquele homem, mocinha? — Joshua Hong, ou Hong Jisoo – um pai solteiro de uma menina de sete anos, responsável e inteligente. Além de bastante misterioso – perguntou, ainda parado na frente da entrada.

Ele carregou a pequena, que possuía uns do nome que o pai, Jisoo. Ela era uma garota dócil e fofa, que se dava muito bem com desconhecidos, também os deixando intrigados pelo fato de ter pegado o lado misterioso que o pai tinha.

A jovem fez uma careta, e bateu no peito do Hong mais velho.Appa, é uma mulher! Não é um homem! — O corrigiu em tom alto, fazendo um bico fofo. O maior pediu desculpas, rindo do humor zangado da filha.

Ji encarou os dois, já que a criança chamou atenção com o grito, e ouviu perfeitamente o que ela disse, rindo um pouco sem graça. Era uma sensação adorável quando lhe reconheciam como mulher, o que era de fato. Não demorou para colocar o fone quando as silhuetas dos Jisoo's sumiram de sua vista.

Pegou seu celular, mandando uma mensagem para Boo SeungKwan – o adolescente romântico que estava na espera de seu príncipe encantado, enquanto comia um pedaço de pizza sem se preocupar com o peso.

Jihyeon-Unnie:
Estou com a maquiagem que me pediu. É só vir na minha casa que eu passo em você.
Não quero que estrague meu bebê. Não confio em você o suficiente para lhe emprestar.

Boo, de sua casa, visualizou a mensagem rapidamente, revirando os olhos quando leu sobre não estragar sua maquiagem. Não era nenhum desastrado como o nosso protagonista, ainda não citado.

[]

Xu comia o seu espaguete enquanto assistia sentado em seu sofá o telejornal, fazendo, toda vez, uma careta sempre que passava uma notícia sobre algo ruim. Em sua vista, alguns seres humanos eram nojentos ao ponto de praticar uns atos terríveis. Não os odiava, mas não compreendia os motivos de praticar o mal, apenas desejava justiça e que eles se arrependessem.

Seu celular vibrou na mesa de vidro da enorme sala, e o chinês temeu deixar de comer e acabar derrubando o prato no chão, e por consequência o quebrar. Era uma chamada, e de longe viu o nome "Kwanie" na tela do aparelho.

Deixou a comida na mesa de antes, e pegou seu celular, atendendo a ligação em seguida. Sendo esquecido, ou idiota, o suficiente para perguntar quem era, recebendo um bufar da parte do amigo. Se deitou no sofá cor de vinho, para se sentir mais confortável enquanto dialogava com Boo, olhando para o teto.

Por de fato não estar olhando para sua comida, nem percebeu que seu gato, Desastrado – que ganhou o nome em homenagem ao Smurf, que era o preferido do dono, que se identificava.

O animal de pelos azuis – algo incomum, mas que ninguém se interessava o suficiente para questionar o motivo – era parecido, em questão de personalidade, com Cruel, gato do vilão do desenho dito anteriormente. Astuto e… cruel.

Ao terminar a conversa, pegou seu prato de volta, o encontrando vazio, fazendo o rapaz perguntar em sua mente se havia comido tudo e apenas não lembrava de ter feito tal coisa.

Xu MingHao era o típico personagem das histórias onde se apaixonava por uma pessoa de personalidade oposta. Onde Junhui era o popular sortudo, e MingHao o bobo azarado. Porém Xu não resumia-se em apenas dois adjetivos, era uma pessoa muito além daquilo, assim como qualquer outra, cheia de qualidades praticamente invisíveis aos olhares dos outros.

Porque o que se destacava no chinês era sua essência azarada, que os idiotas acreditavam ser uma maldição causada pela sua mãe, que era lésbica e não tentava esconder isso de ninguém, não tinha nenhum motivo para não ter orgulho de quem era. Pelo contrário, demonstrava ser muito forte por ter coragem de dizer na sociedade que vivia.

Sorte do moreno possuir aquele azar, pois não era de fato um farda à carregar. Pois sem ele, tudo seria diferente. O rapaz seria diferente, possivilmente não ganharia amigos verdadeiros caso fosse, assim não conhecendo Jun… e eu com certeza não estaria aqui contando está história para vocês.


Notas Finais


Prólogo bem prólogo, apenas para apresentar os personagens. Eu tentei o máximo possível fazer em um estilo que não tô acostumado, sem cortes. Claro que teve um, para apresentar MingHao e o gato dele, o Desastrado, mas isso foi uma exceção porque Xu é especial e precisa ser diferente dos outros.

Sobre Woozi trans, eu vou me esforçar o máximo para não errar. Porque tudo que eu sei sobre transgêneros binários é bem superficial. E eu espero que Jihoon seja um nome feminino na Coréia porque eu esqueci de mudar, qualquer coisa eu edito.

Eu espero que agora eu termine uma história que não seja One shot, porque eu tenho essa mania de desistir. Mas eu vou ser forte, e mao farei.

Ainda vai ter alguns personagens para se apresentar na história, como os pais do Hao e do Jun… e para aqueles que sentiram a ausência do DK, calma, ele ainda irá aparecer.

E SIM! JOSHUA É UM PAI SOLTEIRO! e teve as duas crianças que eu coloquei, tenho certeza que vão amar elas. Também teve um BROTP básico no início de JunSol… Uns casais já pronto e outros que será construídos, como SooChan.

Só isso? Eu acho. Resumo básico do capítulo. Espero que tenham gostado. Comentem e favoritem para me animar com a história, amo vocês.

Edit¹: Ok, nome do Jihoon mudado. Dei uma pesquisada rápida e consegui um nome que nao fugia do original. Mas só pra lembrar que o nome de nascimento dele continua Jihoon.


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