História Until Infinity...; Minsung Au. - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Stray Kids
Personagens Personagens Originais
Tags Jisung, Minho, Minsung
Visualizações 38
Palavras 1.624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura! ♡
desculpem os erros.

Capítulo 3 - Amigos? O delicioso suco de framboesa.


   Minho estava se sentindo levemente ameaçado por Jisung, mas ele estava alí apenas para realizar seu trabalho.

— Eu já entendi.

O moreno murmurou e viu o garoto lhe soltar, puxando sua mochila junto ao corpo desengonçado. Jisung sorriu ao se sentar confortavelmente no sofá, distante de seus pais e próximo de Minho.

— O que disse para o Sung, Amor?

— Eu? Nada! Ele está bem estranho, reparou? Até abraçou o Minho!

— Eu reparei, por isso perguntei. Que bizarrice. De qualquer forma, não estou reclamando. É bom que ele esteja sendo compreensivo.

Sussuravam entre si, Hee e Myung estranhavam essa mudança repentina de Jisung, que outrora estava tão rebelde e respondão.

Minho permanecia em pé, com sua mochila nas costas e o seu jeito intimidado, como sempre. Ele se sentia nervoso, aliás não tivera uma ótima recepção por parte do garoto, então, supôs que teria grandes dificuldades no início de seu trabalho.

— Bem... Minho, eu e o Myung teremos que dar uma saída demorada por hoje.

— Teremos? Oh, claro!

A pergunta fora feita antes de Hee levar seu cotovelo de encontro com a costela de seu marido, fazendo-o tossir e concordar imediatamente.

— Nós iremos ao Centro da cidade, precisamos resolver alguns problemas e fazer compras. Cuida da casa para mim, por favor.

Hee selou a testa de seu filho e buscou por sua bolsa, puxando seu marido pelo pulso e saindo da casa, sem mais e nem menos.

Esse foi o ápice do nervosismo de Minho, que agora não sabia por onde começar. Jisung apenas o encarava e ria baixo de seu nervoso, estava sendo impiedoso e mau. Desajeitadamente, o mais velho retirou sua mochila e pôs sobre o chão, erguendo as mangas de seu casaco e se aproximando um pouco mais de Jisung.

— Você já comeu hoje?

— Sim. E mesmo que eu não tivesse comido, me recusaria de comer algo feito por você. Aliás, não te conheço... vai que por acaso coloque algum veneno para que eu morra mais rápido.

Minho riu.

— Do que está rindo? Eu estou falando sério, babaca!

— Está bem. Achei engraçado ter esse tipo de imaginação fértil, eu nunca faria isso com você.

Minho ainda ria daquilo, era certo de que teria um problema maior em ter a confiança de Jisung para si, mas se conhecendo, sabia que não desistiria até conseguir.

— Você gosta de video game?

— Eu gosto.

Minho estava prestes a se aproveitar daquilo para abrir uma brecha de amizade com o garoto.

— Seus amigos vêm jogar com você?

— Eu não tenho amigos, idiota. Você acha que alguém irá querer ser amigo de uma pessoa que está morrendo? isso é óbvio que não. A pessoa tem que ser muito doida...

— Você não está morrendo, Jisung.

Eles se olharam, Jisung estava prestes a chorar e Minho o encarava.

— Você não está morrendo. Está me ouvindo? Você vai melhorar e eu vou dar o meu máximo para que sua melhora venha rápido.

— EU ESTOU HÁ OITO ANOS SOFRENDO POR ESSA DOENÇA! MINHO, VOCÊ TEM NOÇÃO DISSO? SÃO OITO ANOS QUE EU CAIO E LEVANTO, CAIO E LEVANTO DE NOVO.

Os olhos de Minho estavam como rios, ele se segurava firmemente para não chorar junto a Jisung, que agora se levantava e puxava sua mochila de qualquer forma, correndo para o andar de cima.

— Jisung! Espera, por favor!

Implorou, levantando-se também e parando em frente a grande escada, lá em cima, com a respiração ofegante e puxando o ar pela boca, Jisung parou e o olhou.

— Eu sou doido. Muito doido.

Sem entender, Jisung tombou minimamente o rosto para o lado. Minho sorriu triste e cerrou os punhos.

— Eu quero ser seu amigo.

Jisung riu.

— Eu estou falando sério. Eu quero ser seu amigo, Jisung.

— Deixe de ser besta, velhote.

Apesar de ter o rosto úmido pelas lágrimas, Jisung tinha um belo e grande sorriso nos lábios, que contagiou Minho imediatamente. O garotinho deu de ombros e correu para o quarto, batendo fortemente a porta.

— Oh... Isso foi um sim?

Não havia resposta. Jisung o deixou sem a resposta.

Depois daquele momento, Jisung não descerá mais. Havia se estressado emocionalmente de uma maneira péssima, ele se sentia cansado e descer as escadas sempre colaborava com sua tremenda falta de ar.

Minho já havia limpado toda a casa, menos o quarto de Jisung, preferiu não interferir na privacidade alheia. Fez o almoço e serviu Jisung, e no café da tarde, preparou uns de seus deliciosos pães de queijo e uma jarra de suco de framboesa.

O moreno pegou uma bandeja mediana banhada à prata, sobre ela colocou o prato com os pães de queijo e um copo, com o suco feito dentro. Subiu as escadas cuidadosamente e bateu na porta, esperando a recepção do menino.

— Jisung. Eu estou aqui com o seu lanche.

— Eu não lancho durante a tarde.

Isso não fora lhe avisado. O mais velho havia se precipitado em relação aquilo, suspirou fundo e assentiu, mesmo que o menino não estivesse vendo.

— Oh... Tudo bem! Eu irei levar lá para baixo então.

Minho estava prestes a ir embora, quando a porta abriu e um toque sobre seu ombro fora sentido, não pode hesitar em se virar novamente. Jisung tinha um sorriso bobo estampado em sua expressão inocente, ele nunca comeu pela tarde, mas estava disposto a mudar isso.

— Isso é para mim?

— Sim... Eu não sabia que não comia pela tarde, então... achei que tivesse fome, já que faz horas que almoçou.

— Do que é esse suco?

Jisung pegou o copo e levou perto de seu nariz, inalando o doce cheiro daquele aparentemente delicioso suco.

— Framboesa.

— Eu nunca tomei suco de framboesa.

— Está tendo uma oportunidade de provar o melhor suco de framboesa do universo agora mesmo.

Assentiu e levou o copo até os lábios, onde virou minimamente e ingeriu um pouco daquele líquido rosado. Jisung fez uma expressão estranha e sorriu, deixou o copo sobre a bandeja e a pegando para si, quando ia fechando à porta, Minho o impediu.

— O que achou do suco?

— Não irei dizer, vai que você sai daqui se sentindo o melhor velhote do suco de framboesa? Deus me livre. Valeu pelo lanche, Senhor.

— Oh...

Jisung fechou a porta.

— Tudo bem.

Minho desceu as escadas e passou horas sem nada fazer, havia agilizado tudo o que era necessário. Logo, sem que esperasse, os pais de Jisung houvera chegado. Myung parecia muito cansado, quando à Hee, que tagarelava sem parar, parecia bem disposta. Ela se aproximou de Minho e o abraçou bem apertado, sorrindo em satisfação, deixando suas sacolas de compras sobre o sofá.

— Como foi seu primeiro dia com o Jisung?

— Foi bom. Eu sei que tenho muito o que aprender com ele ainda, embora ele ter aparentado não gostar da minha presença... sei que se esforçou para convivermos bem.

Hee sorriu. Myung sentia-se aliviado e contente por Minho ser tão paciente.

— Você limpou a casa, Querido?

— Oh, sim... Imaginei que fossem chegar bem cansados! Eu fiz a janta e o almoço também. O Jisung almoçou e comeu o lanche da tarde, só não jantou ainda, porque acabei ainda agora.

Sang Hee estava boquiaberta, ela estava quase tendo seu queixo no chão, seu marido a olhava com os olhos arregalados.

— Ah, céus... Não precisava tanto, Minho! Muito obrigada por isso. Você é um ótimo garoto. Deve estar muito cansado, por que não janta com a gente antes de ir?

A mulher tentava ser a pessoa mais legal do universo, queria mostrar o tamanho de sua gratidão naquele momento. Myung sorria, esparramado no sofá da sala, vendo a reportagem.

— Eu agradeço, Senhora Hee. Mas, eu preciso estudar para a faculdade.

Sem insistência, Sang concordou e abraçou Minho mais uma vez. O jovem buscou por sua mochila e pertences, cumprimentou o Senhor Myung e foi embora.

— Ele é tão bonzinho, Myung... Você não acha?

Myung concordou, quase dormindo.

— ESTÁ OUVINDO O QUE ESTOU DIZENDO, SENHOR MYUNG?

Gritou e teve o homem despertou, coçando levemente a nuca e sorrindo amarelado.

— Claro que estou, mulher! Não precisa gritar não, osh...

— Vamos jantar, assim você descansa logo.

Ele concordou e foi lavar as mãos, voltando para a mesa de jantar, na cozinha. Ao pé da escada, Hee gritou;

— JISUNG, MEU FILHO! VENHA COMER.

E sem ouvir reclamações, Hee se afastou e foi lavar as mãos também, para pôr a comida de ambos. Cada prato em frente ao lugar marcado, Jisung desceu lentamente as escadas e foi direto ao banheiro, lavar as mãos. Se sentou sobre a mesa e inquieto, olhou em volta.

— Cadê o velhote?

— Que velhote?

Myung perguntou.

— O Minho.

— Você o chama de velhote, Jisung?

Hee perguntou desta vez.

— Sim. Ele foi embora?

— Que feio! Não foi esses os modos que te dei! Sim, ele já foi. O coitado limpou a casa inteira.

— Estava bem cansado e ainda teve que ir estudar para a faculdade.

Myung acrescentou.

— Ele vem amanhã?

— Você gostou dele, Filho?

Hee estava entusiasmada com a pergunta de Jisung.

— Não, eu o odiei. Ele fez um suco de framboesa terrível.

— Framboesa?

E naquela noite, ambos pais e filho compartilharam de uma ótima conversa. Jisung se recolheu cedo e foi dormir, sua mãe passou mais tardar em seu quarto para lhe deixar um beijo na testa. Olhou em volta do quarto e encontrou uma bandeja, com um prato com algumas migalhas de pão de queijo e um copo de vidro vazio, com resto de... suco de framboesa.


Notas Finais


perdão pela demora! Estarei atualizando de semana em semana, mas como não postei na semana passada, terá dois capítulos nessa. Então, aguardem! E obrigada por dar suporte. ✊🏻😔


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...