História Until The End - (Intersexual - CamilaG!P) - Capítulo 26


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Brigas, Camilacabello, Camilag!p, Camren, Dinheiro, Fortuna, Laurenjauregui, Lucyvives, Norminah, Romance, Vercy
Visualizações 153
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite pessoas, bom, tenho recebido muitas mensagens criticando a fic pelo tema, pelo que a Lauren vem passando na mão da Camila, e pelas atitudes e abusos da Camila, a fic retrata o que muitas mulher tem passado com seus parceiros, infelizmente acontece em um número alto no Brasil, mas tudo vai se ajeitando com o passar dos capítulos, vale lembrar que a Lauren comprou um relacionamento com a Camila para receber um dinheiro, e apesar de ser para ajudar a Dinah, gira em torno de dinheiro, quanto a Camila ela sabe que a Lauren tem um relacionamento com alguém, então não há certo ou errado em relação a elas.

Mas sinceramente, a fic tem chocado muita gente e muitos estão parando de ler por conta do enredo, devido a isso, venho pensando em cancelar a fic, peço uma posição de vocês quanto a cancelar e começar um novo projeto, ou continuar com a fic!! Aguardo comentários!!!

Capítulo 26 - Dor emocional


Fanfic / Fanfiction Until The End - (Intersexual - CamilaG!P) - Capítulo 26 - Dor emocional

— Vamos.

— Para onde? — Lauren perguntou, seguindo atrás dela.

— Para citar palavras da Bíblia: — disse ela, abrindo a porta do carro que tinha alugado — “Onde eu for, irás!” “Onde eu viver, viverás!” Você é minha mulher agora.

Apenas no papel, Camila, apenas no papel, era isso o que eu queria dizer, foram as palavras que vieram à mente de Lauren. Mas nada disse. E nada diria, porque na verdade “queria” ir com Camila. Queria ir com ela nem que a levasse até o fim do mundo.

O apartamento de Camila ficava no coração de Londres. O carro entrou num beco tranquilo com grandes blocos de apartamentos de tijolos vermelhos, construídos possivelmente há duzentos anos. Ao entrar no apartamento, ela ficou maravilhada com a riqueza da decoração, o papel de parede, os detalhes do teto, o tapete grosso e macio.

O apartamento era mobiliado com discreto bom gosto. As cortinas finas estavam fechadas, ladeadas por drapeados de tecido mais pesado. No quarto havia uma grande cama de casal, armários e cômodas. O conjunto dava a impressão de elegância, com um toque de luxo.

— Aqui é o banheiro — indicou Camila, a levando a conhecer cada dependência. — Aqui a cozinha.

Lauren ficou maravilhada ao ver como a cozinha era bem equipada, contendo tudo o que uma mulher podia desejar.

A sala era dividida em dois níveis. No mais alto ficava a mesa de jantar, arrumada para duas pessoas, com candelabros de prata, onde as velas elegantes esperavam ser acesas. Os copos eram de cristal muito fino e um arranjo baixo de flores emprestava um suave colorido ao ambiente.

— Todo seu? — Lauren perguntou.

— Enquanto eu pagar o aluguel — ela respondeu secamente. — Minha casa mesmo fica no meio do campo. Mas achei que, nas atuais circunstâncias, isto era mais prático e adequado aos nossos propósitos.

Propósitos? Lauren pensou. Que “propósitos”? Onde é que havia outra cama para ela dormir? Ou será que Camila pensava em passar a noite no sofá? Eram perguntas que ela não ousava formular, com medo das respostas serem alarmantes demais.

Olhou em torno, se sentindo alheia, perdida. Se os braços dela a envolvessem, se os lábios dela a procurassem, exigindo resposta a uma necessidade amorosa profunda daquela mulher com quem tinha acabado de se casar, então o ambiente não a intimidaria e até mesmo deixaria de ter qualquer importância. Em sua imaginação poderia até desaparecer e se transformar na beleza mística e solitária de uma ilha deserta.

Havia um silêncio gelado pousando no ar. Ela ouviu Camila se servir de um drinque e beber, sem nem ao menos perguntar se ela queria alguma coisa.

— Gostaria de um drinque também — Lauren disse, sentindo sua voz sumir no meio de toda aquela elegância.

— Para lhe dar coragem? — Camila brincou, fria.

— Não acha que o álcool é uma fuga? — Lauren perguntou, se voltando para ela da janela por onde tinha estado a olhar.

— Pensa que quero fugir de alguma coisa? — Camila perguntou, sorrindo, estendendo para ela um copo.

Camila tomou mais um gole, sem desviar os olhos dela. Mantinha a cabeça inclinada de modo que ela não podia vê-los, mas não perdia um só movimento dela. Notou o vestido cor de marfim, que moldava aquela par de seios redondos, ondulando provocadoramente dos quadris às coxas, sugerindo, mais do que revelando, as formas dela.

Lauren bebeu e o líquido pareceu queimar todos os seus sentidos, os acendendo, os acentuando. Ela também olhava Camila em seu vestido escuro de tecido fino e corte perfeito, os cabelos castanhos caídos nos ombros. Os ombros largos e os quadris generosos ofereceriam refúgio e amor, se ela fosse a mulher escolhida por “ela”. Mas era Lauren quem havia escolhido e, por causa disso, tudo o que a atraía nela, tudo o que a fazia querer se atirar nos braços dela e dizer que a amava, estava fora do alcance dela.

Pousou o copo numa mesa e ela imitou o seu gesto.

— Vamos comer — Camila disse, apanhando o telefone.

— Pensei... pensei que era eu quem ia cozinhar — ela disse só para puxar conversa, aterrorizada pelo simples pensamento de entrar naquela cozinha espetacular e perfeita.

— O prédio tem um serviço de refeições — Camila explicou. — Em ocasiões normais, das quais esta não é uma, evidentemente, preparo eu mesmo minha comida.

— Não sabia que cozinhava — Lauren comentou, se sentando à mesa conforme ela havia indicado. — Mas na verdade não sei quase nada a seu respeito, não é mesmo? Só o que leio nos jornais.

Fingindo não perceber o tímido sorriso dela, Camila riscou um fósforo e acendeu as velas.

— Isso pode ser facilmente solucionado, querida — ela disse, o rosto iluminado pelas chamas.

A frase carinhosa tinha sido dita tão friamente, que Lauren chegou a sentir um arrepio. A refeição terminou. A garçonete saiu, levando os restos num carrinho. Lauren se sentia fraca, debilitada e ao mesmo tempo animada. Se sentou num sofá pequeno, cruzando as pernas sob si mesma. Camila se sentou na poltrona oposta, folheando uma pilha de revistas.

Lauren pousou a cabeça numa almofada bordada. Seus cabelos estavam despenteados, sua maquilagem empalidecida, pois tinha sido retocada apenas uma vez no decorrer do dia. Mas, de alguma forma, esses toques superficiais como cosméticos ou o penteado pareciam agora não importar mais.

Tocou com a ponta dos dedos a aliança de casamento em sua mão esquerda. Então, tinha mesmo acontecido. Estava casada com Camila Cabello. Sorriu para si mesma e fechou os olhos, sonhando. Se dissesse a Camila que era, para ela, a mulher ideal, perfeita, o que será que ela diria?

— Em que está pensando? — Camila perguntou, ao ver que ela tocava o anel de casamento. — No dinheiro que eu finalmente coloquei a seu alcance?

— Nada podia estar mais ausente de minha mente do que o dinheiro — Lauren se sentia relaxada, quase sonolenta.

— Você é uma mentirosa.

Repentinamente, a tensão tomou conta dela, vencendo a preguiça. Perplexa, olhou para ela.

— Está se gabando de ter conseguido finalmente uma aliança de casamento. E a sua namorada provavelmente deve estar se embriagando até cair, pensando em todo o dinheiro que logo estará na sua conta bancária. — Camila se pôs de pé, enfiou a mãos nos bolsos e a olhou, impassível. Não estava brava, falava num tom aparentemente normal. — O que será que sua namorada vai fazer agora? Comprar um carrão e deixá-la dirigir? Comprar um apartamento luxuoso para viverem juntas?

— Não estava pensando no dinheiro — ela protestou ansiosa, apesar dela não demonstrar nenhuma raiva.

— Você estava brincando com a aliança. Lutou muito por ela. Muito bem, agora que já a tem, pode me pagar por ela.

— Eu não sabia... — Lauren disse, sem entender bem, mas se curvando para apanhar a bolsa. — É claro, se quer que lhe pague não faço nenhuma objeção. Pode ser em cheque?

— Em espécie — Camila respondeu, vendo que ela não entendia. — Vai me pagar em espécie. Vá para o quarto e se prepare para ir para a cama.

Camila a agarrou pelo pulso, pondo-a de pé, e Lauren teve de descruzar as pernas para se equilibrar depressa.

— Camila — ela disse, tentando abrandá-la. — Eu lhe disse... não se trata desse tipo de casamento. Apenas a aliança e...

— Entre! — ordenou Camila, ainda mais irritada com as palavras dela, a empurrando para dentro do quarto. — Quando uma mulher me provoca da maneira que você provocou eu geralmente uso primeiro e pago depois. Desta vez vai ser o contrário. Eu fui usada por você e vou garantir que me pagará.

— Sinto dor, Camila — Lauren disse, estacando no batente e pondo a mão sobre o estômago.

Mas na verdade sua dor era mais em cima, na região do peito, como a punhalada de uma lâmina cruzando seu coração. Não era uma dor física, mas emocional, puramente primitiva. Era o medo.

— Sente dores também quando vai para a cama com sua namorada? — ela rugiu baixinho.

— Não vou para a cama com ela, Camila.

— Não minta para mim de novo — ela disse, se voltando de costas para ela.

Sua mala estava no chão e ela tirou de dentro uma camisola transparente, verde-azulada, que tinha comprado em parte porque a fazia lembrar do mar de Malta, e parte porque Verônica achara que ela ficaria irresistível dentro dela.



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