História Until The End II - Capítulo 28


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Categorias Avenged Sevenfold
Personagens Johnny Christ, M. Shadows, Personagens Originais, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Tags A7x, Avenged Sevenfold, Matt Shadows
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Palavras 1.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores! Tudo bem? Espero que sim.
Demorei mas apareci e com mais um capítulo pra vocês. Espero que gostem. Enfim, bora pro capítulo.
Boa leitura.

Capítulo 28 - I'm so happy to be with you


Annie

Assim que eu e Matt paramos de nos beijar, logo escutamos umas palmas. Quando olhamos eram os meus pais. Eles estavam mais afastados, mas logo se aproximaram de nós.

-Como é bom ver vocês juntos novamente. -mamãe falou e logo abraçou eu e Matt ao mesmo tempo.

-Estou muito feliz com a reconciliação de vocês. -papai se juntou a nós no abraço.

-Se não fosse por vocês, eu nem estaria aqui. -Matt falou quando desfizemos o abraço. -Muito obrigado dona Júlia e seu Roger.

-Você sabe que pode contar conosco. -minha mãe falou.

-Faço das palavras de Júlia as minhas. -papai falou sorridente. -E que tal a gente sair pra comemorar hein?

-Eu topo. -Matt se pronunciou e logo olhou pra mim.

-Agora sim é uma boa. -sorri.

-Então vamos todos. -mamãe completou.

Sendo assim, meus pais foram pro quarto deles pra se arrumarem e eu arrastei o Matt pro meu. 

-Seu quarto é pequeno e arrumado. -Matt falou assim que entrou.

-Isso é o quarto de uma pessoa solteira. Então não tem porque ser tão grande. -eu ri.

-Hum... Aposto que estava morrendo de saudades de mim.

-Convencido só um pouco né o senhor. -Matt começou a rir. -Nos primeiros dias não, mas com o passar dos meses sim.

-Eu senti sua falta desde o primeiro dia que você foi embora. -Matt se aproximou de mim e passou seus braços pela minha cintura. -Por favor, não me deixe nunca mais.

-Claro que não seu bobo. -falei e beijei seus lábios. -Confesso que fui precipitada em voltar pra cá, mas eu precisava. Precisava me desintoxicar de tudo de ruim que eu havia passado em HB... E sim, agora eu acredito em você. -Matt me olhou sem entender. -Eu tenho que te mostrar uma coisa. -desfizemos o abraço e caminhei até a escrivaninha onde estava o notebook. Fui na pasta de arquivos e cliquei nas fotos que o Spencer havia me mandado. 

-O que é isso?

-São as fotos da noite de natal. Foi o Spencer que me mandou.

-Por falar em Spencer, ele foi lá em casa pra falar com você. Aí eu contei tudo o que aconteceu entre a gente.

-Ele me disse que foi lá. E sabendo do que aconteceu, ele me mandou essas fotos. Ele estava lá no Hurricanes na noite de natal. Inclusive ele ia falar com você mas desistiu quando viu que a Amanda chegou. Aí ele ficou só observando. E tá aqui o resultado, ela colocou algo na sua bebida. -Matt olhava as fotos sem acreditar.

-Piranha! Ela merece uma surra.

-Pode deixar que dessa parte cuido eu. -eu ri. -Mas enfim, o Spencer só não me procurou lá no bar porque achou que eu não estivesse lá. A única coisa que ele pensou foi que eu estava no Brasil passando o natal com os meus pais e ele também nem se lembrou de me ligar. Aí ele tirou as fotos e ficou observando vocês dois. Assim que vocês saíram do Hurricanes ele foi atrás. Só que quando ele chegou lá fora, você e a Amanda já tinham se mandado.

-E porque ele não me falou isso?

-Porque ele ficou com medo de você fazer alguma besteira. Então ele achou mais prudente falar comigo.

-Hum... Então, espera aí. Se a Amanda colocou droga na minha bebida, alguém sabia que ela ia fazer isso.

-Mas quem? -perguntei e o Matt ficou calado por um tempo.

-Quando eu sumi, quem ficou o resto da noite no Hurricanes?

-Na verdade, o únicos que não ficaram foi a Amanda e o Zacky. A Amanda eu não lembro bem o porquê dela ir embora, já o Zacky ele disse que precisava ir porque tinha acontecido alguma coisa na casa da mãe dele. Parece que ela tinha passado mal.

-Filhos da puta. -Matt falou com raiva. -Só pode ter sido o Zacky. Ele deve ter armado isso tudo.

-E será que foi ele que fotografou?

-Provavelmente. Se não, ele deve ter pago alguém pra fazer... Eu vou matar esse desgraçado.

-Matt, calma. A gente não pode chutar o pau da barraca sem ter uma certeza. A gente tem que pensar em alguma coisa pra pegar ele. Mas não agora, porque agora a gente vai sair e se divertir. Depois a gente pensa com calma. Ok?

-Ok.

-Vou tomar um banho rápido. -falei e fui pro banheiro.

(...)

Assim que terminei de me arrumar eu e Matt fomos pra sala esperar meus pais só que os mesmos já estavam nos esperando.

-Até que enfim. -mamãe falou e sorriu.

-Nem demorei. -me defendi.

-Ok. Todos prontos? -meu pai perguntou.

-Sim. -respondemos quase que no mesmo segundo.

-Pra onde vamos pai? -perguntei quando já estávamos indo pra garagem.

-Vamos a um pub estilo irlandês. 

-Uau! Não sabia que o senhor gostava desses lugares. -falei.

-Eu e sua mãe junto de alguns amigos já fomos lá.

-Ok. -falei já entrando no carro.

Entrei atrás com Matt, minha mãe no banco da frente e meu pai de motorista. Sendo assim, ele tirou o carro da garagem, esperou o portão fechar e logo nos mandamos pro tal pub.

(...)

Assim que entramos no pub, percebi que estava bem lotado pra uma quarta-feira. Fomos em busca de uma mesa e assim que achamos nos sentamos. O garçom veio com quatro cardápios e nos entregou.

-Quem vai de chope? -meu pai perguntou. Logo o Matt e minha mãe responderam. Sendo assim, meu pai pediu uma torre de chope.

-Eu vou querer um coquetel de morango sem álcool. -falei e o garçom anotou.

-Por enquanto é só isso. A gente vai escolher algo pra comer e depois a gente te chama. -meu pai falou e o garçom assentiu.

Enquanto a bebida não chegava, Matt, minha mãe e meu pai conversavam entre si. Já eu estava bem admirada com o local.

-Minha filha, socialize. -mamãe falou e eu comecei a rir.

-Só estou admirada com o local mãe. Tem uma pegada bem rock n' roll. Amei esse lugar e amei ainda mais por está tocando Scorpions. -sorri.

-Seu pai tem bom gosto. -mamãe deu um beijo no rosto do meu pai.

Logo o garçom trouxe meu coquetel e a torre que meu pai havia pedido. Ele colocou as coisas na mesa e disse que o que precisasse era só chamá-lo. Agradecemos e ele saiu.

-Dorme comigo hoje no hotel? -Matt falou ao meu ouvido.

-Achei que você ia dormir lá em casa.

-Bem, até dormiria se eu quisesse me comportar. Mas hoje a intenção não é essa. -ele deu um sorriso malicioso.

-Hum. Tá bom. -sorri e beijei ele. -Você comprou sua passagem de volta?

-Não. Eu comprei só a ida. Por quê?

-Não sei o que está acontecendo, mas não tem vôos com destino a Califórnia. Tanto faz ser daqui do Brasil ou outro país.

-Sério? -Matt perguntou surpreso e eu afirmei com a cabeça.

-Então até a segunda ordem você está preso no meu país. -eu ri.

-Não estou com pressa pra ir embora. -Matt riu e me beijou.

-Que bom... Deixou o seu violão lá em casa?

-Sim. Está no seu quarto.

-Ok.

Ficamos conversando mais um pouco até que eu dei a ideia de pedirmos logo algo pra comer, pois eu já estava ficando com fome. No cardápio tinha muita coisa, mas eu escolhi um hambúrguer de cheddar e um suco de abacaxi com hortelã. Matt foi na onda do hambúrguer também, só que o dele foi bem mais monstruoso que o meu. Já os meus pais escolheram um balde de frango empanado, provavelmente algo que eles já comeram quando vieram aqui. Depois de escolhermos meu pai acenou para o garçom. O mesmo veio, anotou nossos pedidos e se retirou, levando os cardápios consigo. Após isso, voltamos a conversar.

(...)

Quando terminamos de comer, ficamos lá por mais ou menos meia hora e depois decidimos ir embora. Eu e o Matt queríamos dividir a conta com o meu pai, mas ele não deixou e pagou tudo só. Feito isso, saímos do pub. Caminhamos até onde o carro estava e em seguida entramos no mesmo.

-Pai, o senhor pode me deixar lá no hotel onde o Matt está hospedado?

-Claro. Você vai dormir lá? -meu pai perguntou ligando o carro.

-Sim. 

-Ok então. -ele deu partida e nos mandamos pro hotel.

No caminho meu pai e o Matt comentaram sobre o pub, depois falaram de jogo e até que chegaram no assunto filhos. Aí minha mãe entrou no assunto.

-Então, quando vocês pretendem me dar um netinho? -minha mãe falou bem animada.

-Mãe! -falei em um tom de repreensão.

-Quê minha filha? Não acha que já esta na hora?

-Claro que não. Só tenho 27 anos, pelo amor de Deus.

-Eu tive você com 20.

-Credo mãe. -falei e ela começou a rir.

-Mas enfim, eu e seu pai esperamos que seja em breve. Não é Roger?

-Sim.

-Não se preocupem, vamos trabalhar bastante nisso. -Matt falou e eu dei um soco na coxa dele. Logo minha mãe e meu pai começaram a rir.

-É assim que se fala meu garoto. -meu pai falou rindo.

Quando percebi já estávamos estacionando em frente ao hotel. Matt se despediu dos meus pais e eu fiz o mesmo.

-Volto amanhã pra casa. -falei quando já havia saído do carro.

-Tudo bem. -mamãe falou e soltou um beijo. -Boa noite pra vocês.

-Boa noite. -eu e Matt falamos quase ao mesmo tempo. Sendo assim, meus pais foram embora.

Caminhamos pra dentro do hotel, passamos pela recepção e fomos pro quarto onde o Matt estava. Ele abriu a porta e deu passagem para que eu entrasse primeiro. Logo ele entrou fechando a porta atrás de si e em seguida trancou a mesma.

-É bem arrumadinho esse hotel. -falei enquanto observava o quarto.

-Sim. Escolhi ele porque não é chamativo.

-Legal... Mas você não me contou como meus pais te ajudaram. -me sentei na cama e Matt sentou-se ao meu lado.

-Eu liguei pra sua mãe pra saber se eu podia ir até a casa de vocês pra ter uma última conversa com você. Aí ela e seu pai super apoiaram. Pedi que eles não falassem nada pra você, queria fazer uma surpresa. Então tentei comprar a passagem no mesmo dia que falei com sua mãe pra viajar no dia seguinte, só que já estava tudo esgotado. Só consegui comprar pra dois depois de falar com sua mãe. Seus pais queriam ir me buscar no aeroporto, só que eu achei melhor eles me buscarem aqui no hotel. Porque eu queria tomar um banho e trocar de roupa.

-Hum. Então já estava tudo combinado?

-Sim. E graças a eles eu estou aqui... Mas vamos deixar de conversa porque eu estou morrendo de saudades e a única conversa que eu quero é a do seu corpo com o meu. -Matt falou e eu comecei a rir. Logo ele me deitou na cama e subiu em cima de mim, me prendendo em baixo de si.

-Que rápido senhor Sanders. -levei minha mão até seu membro e comecei a massageá-lo por cima da bermuda fazendo Matt suspirar.

-A senhora também não está nada lenta. -Matt riu e começou a me beijar.

Eu estava muito feliz em ter o Matt de volta e estava ainda mais por saber que juntos iríamos finalmente descobrir o que de fato aconteceu na noite de natal. E se realmente foi o Zacky que armou tudo aquilo, era bom ele começar a rezar. Porque nós não íamos, em hipótese alguma, deixar barato.


Notas Finais


É isso. Até o próximo.
Beijos.


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