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História Until the last goodbye (Jungkook Imagine) - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 🦋✒

Capítulo 6 - Charpter VI - Indecent proposal


Fanfic / Fanfiction Until the last goodbye (Jungkook Imagine) - Capítulo 6 - Charpter VI - Indecent proposal

________ Smith point of view.

Los Angeles, Friday.

At nigth.

 

Finalmente sexta, como pedi pra chegar esse lindo dia. De terça à quinta não houve nada demais apenas eu ignorando o Jeongguk, motivo? Muitos! mas não posso dizer que não teve oportunidade de beija-lo ou qualquer coisa, teve e muita, mas não conseguia ficar mais de dez minutos na mesma sala que ele, infelizmente.

A semana se resumiu também nas investidas fracassadas de Jeon, me puxava de um lado para o outro apenas para trocar mínimas palavras e enchia meu coração de amor, tudo indicava que ele gostava de mim pelo menos um pouco e me deixou mais animada ainda.

Já se passava de oito horas da noite e eu ainda estava aqui, na Jeon's advocacia apesar de que Becky e Kael está me esperando ainda, mas não aqui dentro, ou seja, estou sozinha aqui praticamente. Se eu falasse que a noite, escura e silenciosa é mais perigosa que qualquer coisa? Pois é, geralmente tenho esse pensamento por isso nunca saio sozinha de madugrada e também não gosto de ficar até muito tarde aqui, não é o medo do escuro e sim quem está na escuridão.

Até o barulho que fazia enquanto digitava era irritante e agoniante. Em meio de digitações pude ouvir um estrondo, como se alguma porta tivesse sido arromabada, meu coração acelerou, minhas respiração estava pesada, minhas mãos suavam, pego meu celular e desbloqueio, mesmo com as mãos um pouco tremendo entrei no chat que tinha com Kael e Becky.


Amigos, eu não sei o que aconteceu aqui dentro, mas deu um estrondo e pelo jeito só tem eu aqui, estou começando a ficar muito nervosa, chamem a polícia! :you


Depois de enviar desliguei meu celular e fiquei quieta tentando não fazer barulho, os passos estavam mais pertos da minha sala e rápidos, sentada na minha mesa imóvel, pude ver a sombra de uma figura masculina que rapidamente abriu a minha porta com uma arma e apontou para mim, a única coisa que consegui pensar foi fechar os olhos e esperar o pior. Mas não aconteceu nada, minha respiração falhou e abri meus olhos devagar para ver a pessoa a minha frente, assim que abri completamente meus olhos pude ver quem era, era o Jeongguk, não sabia se ficava aliviada ou nervosa. 


— O que está fazendo aqui? – pergunta enquano tranca a porta da minha sala. 


— Terminando algumas coisas. 


– Olha pro relógio — A essa hora? – assinto — Você me assustou! 


— Eu? Você que me assustou! Estava aqui fazendo minhas coisas quando do nada escuto um estrondo e passos aí você chega apontando uma arma pra mim. – fico de pé e vou até a frente da minha mesa. 


— Você escutou também? 


— Sim! 


– Passou as mãos entre os fios de cabelo — Achei que tinha sido você, já que tem só nós dois aqui.


Antes que pudesse dizer algo um disparo foi feito bem perto da minha sala, olhei para ele que estava tão surpreso quanto eu. Ele pegou o celular e começou a mexer nele durante alguns segundos mas nesses segundos foi o suficiente para se ouvir outro disparo fazendo com que eu solte um gritinho, Jeongguk olhou pra mim, segurou minha mão e me puxou pra fora da minha sala tentei relutar, mas ele fez força e continuou me puxando. 


Chegamos na sua sala, ele me empurrou para entrar primeiro e logo trancou a sala. Olhando em volta não havia mudado nada, apenas a mesa estava bagunçada, cheia de papéis, post it, marca textos, sem me dar conta já estava na frente da sua mesa olhando os papéis, havia uns selos diferentes dos que eu vejo, peguei um papel que estava escrito


Ministério público Federal de Los Angeles.

Extremamente confidencial! 

Data: 27/06/20


— Depois diz que não é curiosa. – diz escorado na porta


— Na verdade sou um pouco, mas não tanto. – Ouço seus passos e logo sinto uma mão na minha cintura.


Respiro fundo e tento ignorar o toque voltando a ler o papel que estava na minha mão. Parecia ser um pedido bem formal, continha um vocabulário de extrema formalidade. Ao olhar pra mesa havia um envelope da mesma cor que o papel que estava na minha mão; senti um aperto na minha cintura enquanto fiz o movimento de pegar o envelope, abri o mesmo e vi que tinha outro papel ali de uma cor mais escura, o papel parecia ser mais grosso comparado o que estava na minha mão, larguei o papel que estava na minha mão e peguei o papel que estava dentro do envelope, na verdade aquele papel era mais uma carta, tudo indicava que era uma carta de próprio punho, ou seja, alguém escreveu a carta para o meu chefe. A calegrafia era impecável e não parecia ser formal, assim que comecei a ler o primeiro verso

"Por favor não deixe ninguém ler esse documento, é uma coisa só nossa Gatinho."


Antes que pudesse ler o resto Jeongguk tirou a carta da minha mão e a jogou na mesa, e suas mãos que estavam na minha cintura em um rápido movimento me virou para ele, espalmei minhas mãos no seu peitoral firme e macio. 


Gatinho? 


— Rio – Algum problema? – arquea a sobrancelha. 


— Não, não! Nunca. 


— Está bem! – tira suas mãos da minha cintura.


Podia ainda sentir o calor das suas mãos no meu corpo, suas mãos encaixavam perfeitamente com a minha cintura. Aquele calor gostoso havia cessado, subiu um frio em meu corpo, me encolhi e remunguei baixinho.

Até quando eu vou ter que esconder o que eu sinto? Óbvio que não preciso chegar me declarando pra' ele dizendo que o amo e que vamos casar, não é isso, é diferente, eu não amo ele, apenas gosto dele, sinto atração por ele droga! Ele é casado, por mais que seja  casamento arranjado ainda é casamento. Dói dentro do meu coração saber que dorme com outras garotas e por mais que seja apenas uma coisa sexual ainda me sinto um pouco traída, mas ele parou né?! Parou sim! Se ele está "investindo" em mim significa que ele está com interesse, ou pelo menos acho que tem.

Se a Becky estiver certa em relação a me relacionar com novas pessoas, não precisar rolar sentimentos não é obrigatório é apenas uma curtição e pode ser o melhor para nós dois certo? 


Que se foda a ética e as minhas regras 



— Jeongguk!

Sentei em cima da sua mesa enquanto vejo ele se aproximar. 


— O que foi, querida? 


seguro seu blazer e puxo para ficar próximo de mim contudo não medi a força e isso fez com que eu quase deite completamente na mesa; ele estava no meio das minhas pernas, minhas mãos estavam na sua nuca, nossas respirações se mesclavam por conta da curta distância que existia entre nossos corpos. Intensionalmente suas mãos fortes e com as veias visiveis apertam com força a minha cintura, joguei minha cabeça pra trás e meus lábios se abriram soltando um gemido baixo. 

Os fios dos seus cabelos cobriam os olhos marrons de Jeongguk, seu maxilar marcado, sua língua passando sob os lábios deixando eles molhados e convidativos. O que estava acontecendo lá fora não afetava nada aqui dentro era como se lá fora fosse um universo e aqui outro e entre eles não há nada em comum. O clima era quente, tendo uma tensão sexual entre nós dois, o desejo, luxúria, pecado. 

Seu rosto se aproximou do meu devagar, fechei meus olhos aproximando meu rosto também, uma onda de calafrios se instalou em meu corpo no mesmo instante que os nossos lábios entraram em um contanto, minha cintura foi apertada enquanto apertei a nunca do moreno. Seus lábios eram macios como eu imaginava. Minha cabeça estava levemente inclinada. Jeongguk prendeu meu lábio inferior entre seus dentes e puxou contra si antes de aprofundar de fato o beijo que antes era apenas um selinho que não havia nenhum contato mais ousado. 

Meu corpo foi pressionado contra sua mesa gerando um contato maravilhoso entre os nossos corpos que agora estavam mais próximos, a milímetros de distância. A língua macia e quente adentrou na minha boca fazendo com que as nossas línguas se encontrassem e já começassem a se movimentar. O barulho do beijo era extremamente prazeroso, nossos narizes se encostavam e a sua mão direita que antes estava na minha cintura está agora entre os fios do meu cabelo puxando eles ora com força ora não.

Meu corpo inteiro suava, o calor estava eminente, eu estava pegando fogo, durante o beijo Jeongguk chupava a minha língua com vontade e mordia meu lábio na mesma intensidade fazendo que eu perca minha sanidade, mas retribuia na mesma intensidade as mordidas e as chupadas que por sinal deixavam o barulho molhado do beijo mais excitante. A minha saia que tinha subido e dava para ver a minha calcinha, mas pouco me importei, não tinha noção do que estava acontecendo o beijo estava me levando aos céus, o cheiro do Jeongguk era viciante, doce na medida certa e que deixaria qualquer uma ao seus pés. 

Já sentada com a postura ereta o beijo foi os poucos cessando, distribuímos vários sorrisos durante o beijo e quando afastavamos um pouco nossos lábios o que não demorava segundos. Finalizamos o beijo com selinhos molhados, nossos peitos subiam e desciam, respirações descontroladas, falhando, lábios inchados, bochechas vermelhas, cabelos bagunçados. 

Nossas testas ainda estavam coladas, suas mãos pousadas na minha cintura e minhas mãos em seus ombros.


— Isso foi uma loucura – digo sussurrando.


— Uma loucura que eu adoraria cometer novamente. – diz sorrindo. 


— Mordo meus lábios — Também. 


Antes mesmo que ele se afaste de mim novamente selei nossos lábios novamente, num selinho longo. Sua destra foi a minha coxa e massegeou ela, mordi seu lábio em aprovação e isso motivou ele, seu aperto na minha coxa foi mais forte e mais intenso, minhas pernas estavam abertas dando espaço para ele ficar entre elas e no mesmo instante começou a simular estocadas.

Nossas línguas se movimentavam, senti meu interior se contrair por conta de apertos que eram distribuídos por todo meu corpo. Jeongguk estava se preparando para me pegar no colo quando a porta da sala foi arrombada, nos afastamos numa velocidade inexistente. Entraram dois policiais com armas prontos para atirar, assim que olharam para nós abaixaram as armas e guardaram elas na cintura; com as mãos na cintura e encarando o meu chefe com um olhar de desconfiado escutava ele atentamente.

Sai da mesa do meu chefe e abaixei a minha saia e esperei ele –meu chefe – vir até mim.


00:01 PM. 


Jeongguk se ofereceu para me trazer pra casa e com muita insistência por parte dele eu aceitei, durante o trajeto o silêncio predominiou durante alguns minutos que logo foi interrompido pelas músicas alegres e algumas perguntas nada diretas do meu chefe. 


Já passava de meia noite e não queria deixa-lo ir sozinho naquelas ruas frias e sombrias por isso que chamei ele para dormir aqui, que depois de muita insistência minha aceitou e disse que ele iria cozinhar para nós não neguei já que não levava muito jeito para cozinha. 

Enquanto Jeongguk tomava seu banho aproveitei para arrumar o quarto de hóspedes para ele, deixei escova de dentes e pasta, um travesseiro, um cobertor, abri o guarda roupa e peguei o pijama que o Kael usa para dormir aqui, o pijama não era nada demais apenas uma calça de moletom e uma regata branca, peguei também uma cueca e meias. Deixei ele tomar banho no meu quarto já que o banheiro do quarto de hóspedes está cheio de coisas da Becky e ela não organiza. 

Bati na porta do banheiro e ouvi um entre, coloquei minha mão na maçaneta e girei a mesma entrando no cômodo, era impossível não morder os lábios com a cena a minha frente, Jeongguk estava nu, seu peitoral estava a mostra, seu abdômen definido na medida certa, seu membro era grosso, do tamanho certo e tinha uma cabecinha rosada, suas coxas eram grossas. 

Acordei para realidade e entreguei as vestimentas para ele. 


— Se não servir me chame que posso procurar outra coisa para você vestir. 


— Ok. 


Saio dali e vou até a sala me sentando no sofá e Ligo a Tv para assistir alguma coisa. 


(...)


— Não sabia que cozinhava, está uma delícia! – digo e levo mais um pedaço da lasanha a minha boca. 


— Ah muitas coisas que você não sabe – diz me olhando comer. 


— Para de me olhar Jeongguk! – digo entre risos. — É constrangedor.


— Está bem! Vou parar de admirar a sua beleza, mas antes me de seu prato pra mim lavar a louça. 


— Que isso! Não precisa eu lavo, pode ir dormir, vai vai! 


Depois de terminar de lavar o último prato, seca-lo e guardar-lo vou até meu quarto nas pontas do pé para não acordar o meu chefe.

Deito na minha cama depois de fazer minhas higienes, de baixo do cobertor pude sorrir um pouco com o que aconteceu no escritório dele, foi errado? Sim! Mas foi tão bom sentir lábios macios dele contra os meus, daria de tudo para senti-los de novo. Foi uma sensação incrível, senti meu corpo de arrepiar e corresponder a todos toques dele. 

Senti minha cama afundar e um cheiro doce e forte invadir minhas narinas, braços fortes e quentes rodearam minha cintura fina e coberta por uma blusa do pijama, sua respiração quente arrepiava os pelos da minha nuca. 


— __________ – disse rente ao meu ouvido. 


— Hum? 


— Eu gostei muito do que aconteceu lá no escritório. 


— Eu também gostei. – meu coração acelerou assim que o silêncio se fez presente.


— Gostaria de repitir isso mais vezes?


– viro meu corpo para olhar ele. — Jeongguk... eu gostaria muito, mas você é casado e eu não nasci para ser amante de nenhum homem, não quero me relacionar as escondidas se for para ter algo com uma pessoa quero poder fazer o que eu quiser a hora que eu quiser, sair na rua de mãos dadas, beijar em lugares públicos e eu sei que entre nós dois isso não vai acontecer. 


— Vai acontecer sim! Só esperar poucos meses, não quero perder a oportunidade de ser feliz pelo menos uma vez. Não irei mentir que no início iríamos ter que sair escondidos, mas falta poucos meses para acabar esse contrato e prometo a você que quando acabar iremos fazer o que quiser. 


— Ah, eu não sei. – digo entre murmuros.


— Vamos! – diz se aproximando de mim e sela nossos lábios em um selinho carinhoso e ao separar nossos lábios puxa para si entre seus dentes meu lábio inferior, fazendo eu me arrepiar dos pés a cabeça. — Eu sei que me deseja tanto quanto eu te desejo, dê uma chance para nós, para existir nós. – diz rouco. 


Sua frase era tentadora, mas o que não me agradava era ter que esconder esse relacionamento não acho justo fazer isso comigo depois de tudo que passei no mínimo deveria ser tratada como um princesa, no mínimo! 

Mas a sua proposta indecente fez com que o meu corpo correspondesse imediatamente aos seus comandos, como uma submissa; se meu corpo corresponde por que eu não posso? Se for realmente durar alguns meses eu posso aguentar, eu posso lutar por algo que vá me deixar feliz certo? Mas se der errado? Se for uma farsa tudo isso? Se for apenas uma brincadeira? Um jogo, uma diversão? 


— __________! 


— O que foi? 


— O que me diz? Aceita a minha proposta? 


— A sua proposta indecente


– ri — Sim, minha proposta indecente. Aceita?



Notas Finais


Até o próximo capítulo, amo vocês💕
Perfil; @crysvenus
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