História Until we forget our own names - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Bungou Stray Dogs
Personagens Akiko Yosano, Chuuya Nakahara, Fyodor Dostoyevsky, Kouyou Ozaki, Kunikida Doppo, Osamu Dazai, Ryuunosuke Akutagawa
Tags Age Play, Bungou Stray Dogs, Chuuaku, Chuuzaifyo, Fyolai, Fyoya, Fyozai, Hentai, Kunizai, Lemon, Mordaça, Orange, Pet Play, Sadomasoquismo, Shibufyozai, Soukoku, Tsujichuu, Yosozaki
Visualizações 60
Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


01. Não fiz capa pq eu literalmente terminei de escrever agora e eu lembrei que tenho prova de biologia amanhã (sim, eu realmente preciso começar a anotar as coisas)

02. Desculpa qualquer erro e eu juro que reviso amanhã.

Espero que gostem e é isso, o tema é mordaça e o shipp é Fyozai

Capítulo 4 - 03 - Be patient


  Dostoievsky caminhava sorrateiramente pelo pátio da máfia, era uma comemoração estúpida e todos estavam reunidos no salão para celebrar o avanço da organização criminosa, exceto ele. Com certeza ele estava longe dali, nunca teve emoções ou empatia suficiente para ficar feliz por algum sucesso da organização que provavelmente seria o chefe no futuro, Osamu Dazai era assim, era feliz quando passava por uma situação de quase morte ou de outro sofrendo, principalmente em suas sessões de tortura, era literalmente um demônio como todos diziam.

  Mesmo assim, ele o procurava, eram tão iguais, mas ao mesmo tempo tão opostos e isso fazia um forte desejo de possuí-lo, tocá-lo e senti-lo crescer dentro de si sempre que recordava-se do outro.

  E o seu tão tentador prodígio demoníaco estava lá como havia imaginado, deitado sobre o capô de um carro preto com uma mulher de cabelos negros entre suas quase anêmicas pernas, seu casaco que mostrava a sua lealdade e pertencedor da máfia estava no chão, jogado aos pés da mulher que balançava a cabeça em ritmos de vai e vem fazendo com que o moreno jogasse a sua cabeça para o lado para seus gemidos saíssem no ar limpo da noite. Dazai não o viu, como viria? Um dos seus olhos eram tapado por excessivas bandagens e o outro estava fechado por puro reflexo do prazer, por causa disso, resolveu provocá-lo.

  _ Um carro novo para um sádico fazer isso? - Murmurou emaranhado as mãos nos cachos morenos, puxando a cabeça para pressionar ambos os lábios. _Você. Saia. - Grunhiu ofensivamente a mulher, que levantou os olhos banhados por luxúria a ele, cuspindo o pré-gozo que vazava do pênis na sua boca. _Saia imediatamente.

  A mulher tirou os lábios dali e encarou Dazai.

  _Dazai-sama? Eu--

  _Você está atrapalhando Fedya. - Ele murmurou, aproveitando a pausa para acender um cigarro.

  Fyodor tomou o cigarro dos seus dedos e deu uma tragada, jogando a fumaça bem em seu rosto e o respondendo em seguida.

  _Você não precisa dela agora.

  _O que eu preciso é sexo, e você está interrompendo o meu prazer. - Retrucou.

  _Osamu, você sabe muito bem que eu sempre lhe dou o que você precisa. - Encarou aquele único olho a vista, pesado e escuro, desceu a atenção para mulher que encarava tudo com atenção. _Saia antes que eu acabe lhe matando.

  Dazai soltou um riso sem vida.

  _Vá Sasaki-chan, eu te chamo mais tarde. - Com seus braços longos, Acariciou a bochecha da mulher, que se levantou e foi embora sem dizer mais nada.

  O moreno desceu do capô do carro e puxou a manga da camisa branca de Fyodor, sussurrando em seu ouvido.

  _Você disse que iria me foder, não é?

  _Vamos para o seu apartamento então Os--

  _Não, eu quero agora, aqui.

  Fyodor suspira derrotado, não iria insistir, o outro parecia estar num misto eloquente de excitado e raiva, estava prestes a gozar com o boquete da prostituta e o russo impediu que isso acontecesse.

  Ambos se movem em conjunto, Dazai é jogado no capô novamente abrindo quase que em movimento automático as pernas para que Fyodor ficasse entre elas, agarrou o rosto do moreno e se inclinou para beija-lo. Os dedos de Dazai se enrolam em seus cabelos, lambendo a boca do outro em um gemido desesperado e necessitado.

  _Carro novo? Pensei que você não dirigia bem. - Fyodor diz calmamente, beijando toda sua clavícula.

  _Quem disse que o comprei para dirigir? Anda logo e me ajude a batizá-lo. - Exigiu em tom frio, levando as mãos ao cinto do outro e abrindo rapidamente. _Para de falar e só me foda. - Rosnou, um rosnado feroz e animalesco, mostrando que não estava ali para um sexo fetichezado ou cheio de brincadeiras, era por puro prazer carnal. _Se você não calar a porra dessa nossa boca imunda e me dar o prazer que eu tô procurando não mata mais o meu tempo e eu vou atrás da Sasaki-chan de novo, ela foi cara afinal.

  Fyodor apenas suspirou e assentiu as loucuras do homem que o prendia.

  _Você está um tanto masoquista hoje, Dazai-kun… - Comentou entreolhando o outro com certa ironia nos olhos.

  _E você está irritante como sempre, Fedya

  _Você me chamou pelo apelido que você me deu… - Agarrou as nádegas do outro com força. _Isso é fofo, Dazai-kun. - Apertou mais os quadris do moreno e beijou seus lábios em um sedutor ósculo, se separaram com um fio de baba os conectando ainda, ofegavam pesadamente.

  _Depressa. - Diz Dazai depois de alguns segundos.

  _Eu não vou apressar o nosso momento Osamu. - Falou com firmeza.

  Puxou os cabelos castanhos com as mãos deixando em evidência total o pescoço coberto por bandagens, revirou os olhos, beijando o pouco espaço descoberto ali, Dazai por outro lado remexia seu quadril para cima tentando raspar alguma parte do corpo no pau de Fyodor.

  Ele tá desesperado… Riu sozinho, sem deixar que ele percebesse, tinha que fazê-lo ficar rápido, seus dedos começaram a cavar no capô do carro, Fyodor percebendo isso pegou as mãos do outro e tirando a própria gravata envolveu ambos os pulsos, colocando atrás do seu pescoço e deixando-o mais próximo do rosto de Dazai ao ponto de sentirem um a respiração do outro.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

  _Fedya… - Dazai gemia falhamente nós ouvidos do russo. _M-mais--

  _Não. - O responde o mais firme possível que a situação lhe permitia — não que fosse difícil, estava de ativo e por cima do corpo do outro, era ele quem controlava tudo ali — Dazai o mira com certa impaciência por ser contrariado diversas vezes pelo mesmo homem em uma única noite. _Céus, como você tá com uma aura masoquista e sem paciência hoje Osamu.

  Dostoievsky enfim resolveu ir fundo, finalmente aliviando Dazai porque atingiu seu ponto de maior prazer com facilidade, gozou em todas as roupas brancas do russo e sorriu eroticamente por isso.

   _F-Fedya… - Ele geme, enquanto ainda era estocado profundamente pelo outro.

  Esmagou a boca de ambos em desespero, uma batalha intensa de língua com língua com os gemidos sufocados de Dazai, que soltou um alto quando se separaram e se assustando quando ouviu o som de vozes próximas.

  _Dazai-kun sumiu de outra festa comemorativa da máfia… - Ambos identificaram ser a voz de Mori Ougai, o chefe da organização mais temida de Yokohama. _Me pergunto onde ele deve ter se metido…

  Dazai mirou Fyodor apavorado, fazendo sinal para que os dois entrassem dentro do carro, mas é claro que ele não faria isso, o moreno queria ser fudido ali e agora, e foi isso que o russo havia lhe prometido. Foi por imaginar uma situação assim antecipadamente que trouxe uma mordaça consigo, prendendo contra vontade do moreno em sua boca e colocando suas pernas em seus ombros, indo — surpreendendo Dazai que revirou os olhos na mais pura satisfação e prazer — mais fundo, batendo forte algumas vezes em sua coxa magra e vendo o moreno morder forte a bola do brinquedo, babando excessivamente ali.

  A cabeça de Dazai se inclina para trás em exclamações silenciosas, corpo totalmente arqueado e tenso, não podia sequer descontar seu prazer em socos no carro porque seria escutado por Mori — e por suas mãos estarem presas na nuca de Fyodor — e isso definitivamente não estava em seus planos. Dostoievsky o provocou até que atingissem um orgasmo juntos, gemeu baixo, empurrando-se uma última vez dentro do corpo do outro e sentindo seu próprio gozo escorrer por seu pau.

  A voz de Mori e sabe-se lá mais de quem estava acompanhado se tornou fraca, foi por causa disso que Fyodor tirou a mordaça da boca do outro, totalmente marcada pelos dentes de Dazai.

  _Imagino que agora esteja se sentindo melhor. - Falou, guardando o brinquedo em um dos bolsos do casaco.

  _Muito… - Suspirou em alívio. _Obrigado.

  _Não gostaria de uma companhia pro resto da noite? - Perguntou com claras segundas intenções.

  E Dazai o respondeu da mesma forma, sorrindo e balançando a cabeça.

  _Porque não? Eu fico muito sozinho no meu apartamento.

  Deram um último beijo e Fyodor saiu devagar de dentro do outro, que gemeu baixo em resposta, tocou os pés no chão e foi ajudado a se limpar do gozo que lhe escorria, vestindo-se em seguida, se entreolhando pois sabiam que por causa disso, iriam direto para um banho quente.


Notas Finais


O tema de amanhã é couro e por milagre eu já tenho o shipp definido, chutes?

~Duvido muito que alguém acerte~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...