História Untouchable - Capítulo 2


Escrita por: e deIicate

Postado
Categorias Ariana Grande, One Direction
Personagens Ariana Grande, Harry Styles
Visualizações 54
Palavras 2.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eii, depois de tanto tempo estamos de volta com a estória, com um capítulo que acabara de sair do forno sz.
✧Eu, Marjo, e Madu esperamos que gostem.✧

Capítulo 2 - True Disaster


Fanfic / Fanfiction Untouchable - Capítulo 2 - True Disaster

Alexis dirigia pelas ruas de Los Angeles numa velocidade maior do que a permitida. A loira nunca quis admitir, mas todas as pessoas que a conhecem sabem o quão ruim no volante ela é, e que passou nas provas finais da autoescola após sua mãe subornar todos os instrutores.

Cantarolamos as respectivas músicas animadas que estavam tocando na rádio, e quando nos demos conta, chegamos no endereço indicado da festa. Não precisamos de muitos minutos para reparar que o bairro era exclusivo apenas para pessoas podres de ricas morarem. As casas ou mansões, melhor dizendo, são luxuosas e parecem que saíram diretamente de um filme clichê americano.

Alexis indicou a mansão em que estava rolando a festa com um maneio de cabeça. Esculturas de leões pintados de dourado — possivelmente parar dar a impressão de que eram feitas com ouro — decoravam a porta de entrada, uma de cada lado. A parte de frente do jardim nos dava a dimensão de que ele era muito maior na parte de trás, contendo uma piscina. Inúmeros carros e motos estavam estacionados próximos à mansão, eram poucas vagas disponíveis para quem ainda iria chegar.

Olhei para o lado, encontrando Alexis tão incrédula — e deslumbrada — quanto eu.

— Veja só isso! É enorme, Blair! — exclamou, ainda boquiaberta com a visão que estávamos tendo. Apenas concordei com a cabeça, também extasiada demais com o que estava sendo oferecido para nós.

Nos entreolhamos, logo começando a gritar, dando o típico ataque histérico que sempre temos igual acontece no clássico dos cinemas "As Branquelas". Após, decidimos entrar para curtir a festa, afinal, era para isso que estávamos ali e não para passar a noite inteira admirando a decoração. Afundando os saltos no gramado úmido, andamos até o caminho de pedras que decorava e nos levava até a porta.

Fomos recebidas com um mesclado de luzes verdes e azuis, criando a atmosfera incrível que a festa estava tendo, entretanto, me causou tonteira momentânea. Depois de passar por corpos dançantes e suados, decidimos ir até a cozinha para encontrar as bebidas e ponche. Alexis não pensou nem três vezes antes de atacar os copos vermelhos e encher um; velhos hábitos nunca vão mudar e esse é um deles.

A loira encheu outro e me ofereceu. Apesar de ser um enorme perigo nós duas beber juntas em festas, recursar copos generosos de vodca não está na lista dos meus planos.

— Não vamos embora tão cedo! — gritou animada, antes de juntar-se à multidão no espaço reservado como pista de dança. Não contestei e muito menos tentei impedi-la, pois alguma hora ela teria de voltar.

Logo um remix de Bodak Yellow começou a tocar. Felizmente, uma das minhas músicas preferidas, então não hesitei em refazer os passos de Alexis e comecei a balançar meu corpo conforme a batida. Deixei que a batida animada me embalasse, concentrando-me apenas no que estava fazendo que nem percebia os movimentos das pessoas em minha volta.

Dancei mais algumas músicas até sentir meus pés implorarem por descanso. Alguns fios do meu cabelo grudaram na minha nuca com ajuda do suor, e agora, depois de três copos de bebida, minha bexiga estava praticamente implorando para que eu liberasse o que estava ali.

Olhei ao redor afim de procurar Alexis, porém, não achei e não me preocupei; afinal, era sempre a mesma coisa, então acabei me acostumando e sabia que no fim nós íamos embora juntas. No canto da sala, existia uma escada, acabo suponhamos que no andar de cima é onde ficam os banheiros.

Caminhei até as escadas com cuidado para não cair, uma vez que estava usando saltos altos e a bebida já estava fazendo efeito. Como se não pudesse me surpreender ainda mais com a casa, aconteceu quando cheguei no corredor do andar de cima. Até ali a decoração era super bonita e bem feita, dando impressão de que foi escolhida cuidadosamente. Impossível não se impressionar.

Ao longo do corredor havia três portas em cada lado. Alguma deveria ser do banheiro. Abri a primeira, dando de cara com um closet velho, mal arrumado com casacos empoeirados. Na do lado havia um quarto espaçoso, tendo uma king sise no centro com lençóis brancos. Respirei fundo, contando mentalmente quantas portas ainda restavam. Céus! Uma delas teria de ser a do banheiro.

Quando abri a terceira, meus olhos arregalaram-se instantaneamente. Era um casal transando. Não consegui tirar minha mão da maçaneta para fechar a porta, tendo ampla visão do que estava acontecendo e para minha má — ou boa — sorte, era Harry que estava ali. A ruiva parou de gemer imediatamente, me olhando, assim como Harry também parou o que estava fazendo e me olhou. Fechei a porta, rezando pra que tudo continuasse ocorrendo bem e eu não fosse considerava uma empata-foda.

Parei, respirando fundo, processando a situação constrangedora que havia acabado de acontecer. Entretanto, logo meus pensamentos foram interrompidos com a ideia do tamanho do membro de Harry — o que me fez pensar que a garota, provavelmente, ficaria dois dias sem andar.

Foco, Blair.

[. . .]

Após a ida rápida ao banheiro, decidi que era o momento perfeito para retocar a maquiagem com algumas coisa que estavam dentro da minha bolsa. Assim o fiz, me sentindo melhor após algumas camadas extras de rímel e o batom vermelho colorindo meus lábios novamente.

Sai do banheiro e fui a parte exterior da casa. A varanda tinha o belo — privilegiado — visual da cidade, o que me fez sentar no divã de madeira com algumas almofadas, relaxando meu corpo.

Minha visão fora interrompida quando o belo corpo interrompeu. Era Harry. Antes de ter a oportunidade de me levantar, ele me empurrou levemente contra o divã novamente, me sentando. Já bêbada, cambaleio.

— Cuidado — diz baixo, rodeando os braços fortes antes que eu desequilibrasse e caísse no chão.

— Eu sei me cuidar — retruco e mordo a ponta da língua, percebendo a grosseria nas minhas palavras.

Não se pode ajudar uma donzela que não quer ser ajudada, penso.

— Vim apenas me desculpar por ter visto aquela cena no quarto, mas vejo que a princesinha além de linda é grosseira — sorri de lado sem mostrar os dentes, enquanto toca o meu queixo com a ponta do dedo indicador.

— Eu... — começo, abaixando a cabeça para quebrar o contato visual intenso que mantivemos. — Devo desculpas também, afinal, invadi sua privacidade. E não foi nada legal — murmurei a última parte, evitando fitar os olhos verdes brilhantes.

— Não têm importância, coisas assim podem acontecer o tempo inteiro — Harry diz, e, apesar do volume alto da música que está tocando no andar debaixo, não há nada que me impeça de ouvi-lo perfeitamente. — Não nos apresentamos, mas você já deve me conhecer, óbvio.

Travo uma batalha comigo mesma mentalmente para levantar a cabeça, encarando o sorriso perfeito e alinhado que Harry esboçava. Deliciosamente convencido.

— Estou comovida com a sutileza das suas palavras, senhor Styles — ergo uma sobrancelha, dando um ar desafiador.

Antes que pudesse me apresentar meu celular toca.

Puta merda!

Meus olhos se arregalam instantaneamente, o medo de atender aquele telefone era maior do que perder meu Louboutin.

— Não vai atender? — questiona após o toque não parar de se repetir.

Bem, no estado que eu me encontrava seria impossível atender sem meu pai perceber que eu estava bêbada.

— A-Alô? — dou um sorriso sem graça na direção de Harry.

— Blair Butterfield, onde você está?! — meu pai gritava do outro lado da linha, fazendo com que qualquer um que esteja próximo escute. Ao ouvir meu nome completo Harry trinca seu maxilar, rangendo os dentes.

— Eu estou bem, papai, não há com o que se preocupar — faço minha melhor voz de boa menina.

— Venha para casa agora, temos que ter uma séria conversa — beleza, eu sou uma mulher morta. Desligo o telefone e em seguida me levanto.

— Você é uma Butterfield?— Harry pergunta, ficando de pé em minha frente. Nunca fui muito alta, mas Styles parecia uma muralha, fazendo com que eu me sinta uma anã.

Engoli em seco, eu sabia que Harry odiava Dave, mas não sabia que odiava meu pai também. Isso não era uma surpresa para mim, já que o velho Paul tinha muitos inimigos pela grande Los Angeles.

— Sim. Algum problema para você, senhor Styles? — repito o tom desafiador de alguns segundos antes. Apesar da luz fraca, pude ver o rosto do mais alto ficar vermelho.

Ele se aproxima deixando nossos rostos próximos. Harry me encarava, seus olhos escureceram numa questão de segundos.

— Sim. Algum problema para você, senhor Styles? — repito o tom desafiador de alguns segundos antes. Apesar da luz fraca, pude ver o rosto do mais alto ficar vermelho.

Ele se aproxima deixando nossos rostos próximos. Harry me encarava, seus olhos escureceram numa questão de segundos.

— Atrevida — murmura, próximo o suficiente e perigosamente. — Blair, não brinque comigo, você não me conhece.

— Vai fazer o que? Me nocautear? É uma pena sua mãe não ter lhe ensinado boas maneiras — ele se aproxima mais, deixando nossos corpos colados.

— Vaza da minha casa, agora — sussurrou na ponta de meu ouvido.

Não hesitei. Saí da varanda o mais rápido que pude e consegui estando bêbada.

Harry tinha completa razão; eu não o conheço, muito menos sei o que é capaz de fazer — ainda mais comigo, sendo a filha do seu maior rival nos ringues.

Minha cabeça dá voltas quando chego ao ar inferior. As luzes continuavam a rodar, e a música alta não estava me causando um bom efeito, agora. Infiltro-me no meio da multidão, sentindo os corpos suados colarem ao meu.

Ao chegar próximo do bar improvisado, mordo o lábio inferior, prevendo ser impossível achar Alexia no meio de tantas pessoas. Após alguns minutos pensando na solução para encontrá-la, desisto e, por fim, mando uma mensagem de texto apenas para avisar que havia ido embora.

Saio da mansão depressa, optando por deixar o carro para Alexia dirigir — apesar da mesma não ter condição de tão bêbada que deve estar. Peço o Uber através do celular, que rapidamente chega, me levando ao meu destino.

Já dentro do carro, amaldiçoo-me mentalmente. Penso nos sermões que Paul irá me falar, e tenho vontade de chorar só de pensar no castigo eterno que ele declarará.

Sem que eu perceba, o motorista já está parado no portão, apenas esperando para que eu lhe dê os dez dólares da corrida.

Respiro fundo, entrando em casa e encontrando meu pai sentando no sofá com as mãos na cabeça. Dave está ao seu lado, sem blusa e com um saco de gelo no olho, onde percebo que está roxo.

— Eu não sei o que faço com você, Blair... — papai murmurou, levantando o rosto. — Não há castigo que possa lhe prender em casa.

— E-eu estava n-na casa da A-Alexis — digo, retirando os saltos, sentindo alívio.

— Não estava! Eu quero a verdade Blair, agora!— eu podia ver a raiva em seu olhar, só faltava cuspir fogo.

— Certo, eu...— hesitei em responder.— Eu estava no after party da luta. Inclusive, sinto muito Dave, você parecia uma galinha fugindo da raposa no ringue.— ri um pouco sem graça.

— Você acha isso engraçado? Sabe quanto dinheiro eu perdi nessa luta?!— Dave veio em minha direção, aumentando o tom de voz.— Você não passa de uma vadiazinha mimada.

Abri a boca incrédula.

— Primeiro, obrigada pelo o elogio, eu sei como ser uma vadia má, e segundo eu estou terminando com você. Não consigo mais engolir esse namoro de fachada, todo mundo sabe que você não gosta da fruta.— abro meu melhor sorriso. Meu pai estava boquiaberto com o que sua garotinha havia acabado de proferir.

— Basta! Blair vá para seu quarto. Agora!

— Obrigada papai, eu não aguento mais respirar o mesmo ar que esse brutamonte!— subi os degraus da comprida escada.— Ah, e Dave seu pau nem é tão grande assim.— bem, isso era verdade.

— Blair!— Paul tinha sangue nos olhos.— Suba!

Mandei um beijo voador para Dave antes de fazer o caminho do meu quarto. Vê-lo irritado sempre me pareceu ser uma boa opção e agora, depois de termos terminado, não seria diferente.

Cheguei ao meu quarto, suspirando fundo de puro alívio. Não fora dessa vez que Paul iria mandar me matar, o que poderia ser considerado um ótimo avanço, mesmo após eu ter o dito a completa verdade.

Tiro meus saltos, enterrando meus pés descalços contra o carpete macio que cobria boa parte do chão do quarto. Me desfaço do vestido rapidamente, indo para o banheiro me livrar da sujeira da festa. Um ótimo banho era a melhor opção agora.

Após um longo e demorado banho, visto minha camisola de seda e deito-me na cama. Tudo o que eu conseguia pensar era nos olhos penetrantes de Harry... Bem e na cena dele transando. Logo pensamentos pecaminosos invadiram minha mente, vê-lo totalmente despido realmente mexeu com a minha cabeça.

Sacudi a cabeça me livrando daquelas ideias de tê-lo em minha cama. Seria impossível atraí-lo para ela depois de descobrir que sou uma Butterfield, mas qual é, ele é um pedaço de mal caminho não faz mal sonhar um pouco, faz?


Notas Finais


Esperamos que tenham gostado. Até o próximo capitulo, com amor, Marjo e Madu xx.


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