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História Upendi - Taekook - Capítulo 9


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Capítulo 9 - O Rei Regressou


Fanfic / Fanfiction Upendi - Taekook - Capítulo 9 - O Rei Regressou

                       |Z|                                                                                                         

Assim que o alfa passou pela pequena floresta, suas patas dianteiras travaram ao tocarem a areia amarelinha daquele deserto e consequentemente parou de correr, observando aquele oceano sedimentado parecendo não ter mais fim a sua frente.

Correr por aquele lugar outra vez seria como se estivesse retornando ao passado e tinha medo, na verdade pavor, do que poderia aparecer como obstáculo quando chegasse nas fronteiras do Reino, seu peito subia e descia acelerado com o coração a mil pensando em seu omma e nas pessoas que tanto gostava quando criança, sua mente traiçoeira o levara ao mesmo dia da debandada e no seu pai que deixara de viver, ainda que entendesse que a culpa não era sua, seus pensamentos ainda lhe pregavam peças maldosas.

Poderia ser odiado e ter de voltar para o vilarejo exilado outra vez, porém faria o possível para salvar sua terra, seu povo.


Não! 


Uivou alto chacolhando a cabeça. Não iria ser odiado por aqueles que nunca deixou de amar, não seria fraco ou medroso, iria enfrentar seu passado cheio de coragem e enfim, asumir o lugar que era seu por direito, era o filho de Seungshin e Taeyang, o verdadeiro Rei daquelas terras.

Determinado, adentrou o deserto correndo em disparada para a direção que jamais pôde esquecer, não olhou para trás, seus olhos vermelhos mesclados aos pelos brancos olhavam fixamente para frente, onde seu destino se encontrava.

O ômega ainda pensativo e triste com toda a situação, havia deixado de correr, não queria voltar para seu lar sabendo que Taehyung não estava consigo, que fugira e voltaria tão vazio quanto antes, sem um salvador.

Caminhando em sua forma humana pela areia macia deixando o tempo voar livre adiando seu regresso, arregalou os olhos assim que um vulto branco passara por si parando logo a frente, seu coração disparou com o grande animal recuando os passos até lhe cheirar o rosto carinhosamente, o cheiro amadeirado, era seu alfa.

Voltando a humanidade, o Kim mordeu o lábio inferior não deixando de encarar o chão e por isso, ambos passaram longos e tortuosos minutos em silêncio.


- Jungkook eu.


- Por que veio até aqui? - A pergunta ríspida fizera o maior entender o quanto seu amado estava bravo consigo.


- Eu quero te pedir que me desculpe. - Levantando a cabeça, encontrou seu olhar com o oceano azulado do mais baixo, que mantinha a expressão séria e braços cruzados.


- Eu te desculpo, mas isso não vai resolver os problemas. - Desviando do maior que entrara em seu caminho, Jeon continuou a andar no mesmo ritmo que estava antes de uma fagulha de esperança se apossar de si com o aparecimento de seu descoberto amor.


- Vai sim, antes escute-me, Dentinho. - O ômega se desfez de sua raiva com o apelido que tanto sentira saudade de ouvir por todos aqueles anos e parou de caminhar, ainda que ficando de costas para o mais velho. - Eu fui muito tolo por não ter lhe escutado, me desculpe por ter gritado e dito coisas ruins a você logo quando eu te am. - O mais alto travou sentindo suas bochechas corarem fortemente, entretanto por fim sorrira, teria todo o tempo do Mundo para se declarar veemente a seu pequeno ômega. - Eu tinha medo de voltar e tudo o que me fez fugir do passado cair como pedras pesadas para carregar em meus ombros, a tanta coisa não esclarecida que eu optaria por deixar você partir triste comigo do que me odiando.


- Eu jamais odiaria você. - Neste momento Jungkook perdera a pose de durão que sustentava.


- Mas eu me apavorava só de pensar que em vez de ter o seu amor, receberia o seu ódio, nós não podemos apagar o passado e esquecer quem somos, criando uma nova pessoa para viver dali em diante e, tudo o que fiz durante os anos que se passaram foi isso, coloquei uma máscara em meu rosto e distanciei-me da razão que gritava que eu precisava voltar, que devo ser o Rei e honrar tudo o que meus pais me ensinaram, honrar o meu povo, que eu deveria voltar para você, porque nenhuma pessoa no Mundo todo tem o poder de me fazer sorrir tão rápido quanto simploriamente ouvir a sua voz... e eu sei que te decepcionei e que provavelmente não seremos os amigos que éramos antes, m-mas. - Se assustando com a virada e caminhada repentina do outro até si, Taehyung fechou os olhos de forma nervosa esperando pelo primeiro golpe do ômega esquentadinho.


- Abra os olhos, hyung. - Sorrindo com a voz calma, o maior fizera o que lhe fora dito encarando seu pequeno com um sorriso na face. - Não seremos mais os amigos que éramos antes, nisso você tem razão.


- Mas-mas, Kookie! Eu.


- Taehyung me beije logo! - Impaciente Jeon puxou-o pelo colarinho grudando seus lábios fervorosamente em um longo selar. - Amigos não se beijam assim, como quer que sejamos o que éramos logo quando descobrimos o que sentimos um pelo outro?


- E mais uma vez tens toda razão. - O Kim fechou os olhos tentando regularizar sua respiração, seu coração parecia que iria saltar pela boca de tanto que pulava.


- Então... você vai voltar?


- Nós vamos voltar. - Corrigiu o maior ganhando um sorriso de dentinhos avantajados em troca, sempre fora apaixonado pelo sorriso do ômega, agora que está o amando, tudo ficara ainda mais belo em seu ver, teria a corgem necessária apenas observando aquele gesto. - Dentinho, eu quero que me guie.


- Não se lembra o caminho para o Reino, alfa? - Perguntou o mais baixo sarrista.


- Não é isso, eu quero que quando chegarmos lá, você lute ao meu lado, me diga para qual direção devo gritar, que instrua a quem bater e estender a mão, que me ajude a resolver os problemas. - Taehyung disse seriamente segurando as mãos fofas e macias do ômega.


- M-Mas... eu sou só um.


- Você é, se assim desejar o futuro Rei, para mim já está sendo. - Com as bochechas extremamentes coradas, Jeon olhou para baixo envergonhado, o que arrancou um risinho do alfa.


- Então... eu vou ser um Rei? - Erguendo a cabeça, conectou seu olhar ao vermelho rubi do mais velho.


- Oh sim, estava pensando, depois que tudo acabar, vou pedir ao tio Saem a sua mão, cordialmente e com as minhas sinceras intenções. - Jungkook estava estupefato, de olhos arregalados sem conseguir acreditar. - Eu sei que quando éramos crianças não concordamos que a nossa união sendo tão amigos daria certo, mas nenhum outro ômega é tão especial como você, não sou capaz de amar outro alguém.


- E se eu não aceitar casar-me com você? - Prendendo o lábio inferior entre os dentinhos salientes, o menor questionou tendo sua cintura enlaçada pelas mãos firmes.


- Se não aceitar, terei de lhe conquistar, usando todo o meu charme e encanto.


Sendo surpreendido, o maior apenas teve tempo de arregalar os olhos com a separação brusca de seus corpos e, recebendo uma rasteira forte que o desequilibrou como no rio quando encontrara o pequeno, caiu parcialmente deitado sendo sustentando pelos braços do ômega que rira encarando sua face incrédula.


- Tome cuidado, vossa majestade. -  O menor sussurrou o aviso de forma felina aproximando seu rosto do de Taehyung. - Eu não sou qualquer ômega.


- C-Compreendi. - Vulnerável ao menor, passaram bons segundos se encarando até o silêncio ser quebrado por Jeon que soltara um riso baixo o reerguendo.


- Vamos? - Estendendo a mão a si como se nada tivesse ocorrido segundos ultrapassados, o Príncipe respirou fundo, sorrindo grande logo agarrando a palma quentinha, partindo com seu amor em direção ao passado.


Um pouco mais de dois dias dali se passaram, já que não se transformaram muitas vezes para correr.

Neste meio tempo conversaram sobre muitas coisas e se conheceram outra vez.

E apesar da pose durona do moreno, o Kim ficou mais do que satisfeito em abraçá-lo durante a noite para lhe passar o seu calor e ouvi-lo ressonar baixinho contra seu peito, ou ainda durante o dia, o carregar em suas costas e tratá-lo como a verdadeira jóia rara que era. Seu pequeno Jeon ainda era o garotinho manhoso e delicado que se reencostava em seu peitoral para assistir a chegada do dia com os primeiros raios solares.


[...]


- Todos as vezes você assistia a Lua?! - Perguntou o de fios negros de olhinhos esbugalhados ainda que olhando para o caminho em sua frente.


- Sim, todas as noites como prometi e nos últimos três dias tive a felicidade de assistir com você. - O alfa sorriu constrangido ao que recebera a expressão sapeca que sempre se lembrara na face delicada.


- MiRae Noona me disse quando era criança que sentir o calor do Sol, era como sentir você e distrair meu peito da dor, nem sempre funcionava pois não estava lá comigo de verdade, mas eu assisti o Sol nascer todos os dias pensando no hyung, fingindo que o calor era realmente você me abraçando. - Acariciando a mão conectada a sua o maior sorriu de forma triste, tinha conhecimento do sentimento agoniante que o mais novo sentira, sofrera da mesma solidão e sensação de vazio nas noites silenciosas do vilarejo.


No entanto antes que pudesse o responder, arregalou os olhos assistindo o Reino destruído e sem vida bem adiante de suas orbes, a entrada antes tão colorida e vibrante de pedras ornamentadas com flores de todos os tipo tinha um pedaço até mesmo desabado, nenhum animal era visto, nem grama estendia-se aos lados da estrada de terra, mais adentro no vilarejo, não havia pessoas circulando, nem cavalos, cães ou gatinhos, nenhuma criança, menos ainda carruagens, tudo parecia cinza mesmo iluminado aos primeiros raios solares que acompanhava suas caminhadas, encerrando o movimento onde a fronteira dava lugar a suas vidas, em que o alfa permanecera com os pés cravados, sem coragem de prosseguir.


- Vamos pela lateral, os sentinelas rebeldes logo irão fazer ronda por aqui. - Sendo puxado levemente, o mais velho seguiu o menor em completo silêncio, perplexo com a forma descuidada que um lugar cheio de amor e amizade na qual fora criado se tornara. 


O que mais lhe doera fora ver o Castelo, seu omma estava lá como o pequeno lhe contara mais cedo, porém uma faísca dentro de seu peito o deixara irritado, não sabia em quais condições o Kim mais velho vivia, porém tinha conhecimento do tio mentiroso que portava na cabeça a coroa de seu pai alfa. 


- É uma situação horrível, não é? - Jeon perguntara baixo, também não suportava enxergar a paisagem que um dia lhe trouxera tanta paz e alegria daquela forma. 


- Eu jamais poderia imaginar essa terra assim. - Disse por fim ao que se preparavam para adentrar uma mata alta que levaria a entrada secreta que o moreno descobrira ainda criança.


- De verdade, não foi apenas para me pedir desculpas que voltou, não é? Por que mudou de ideia tão rápido?


- Acabei por apanhar do bom senso. - Taehyung riu fraco se lembrando da pancada de MiRae Noona sobre si. - E tenho um 'galo enorme na cabeça como marca. - Terminou divertido arrancando uma gargalhada baixa do outro.


- Você merecia.


- Que engraçadinho. - O mais velho revirou os olhos ainda que rindo, levando as mãos a barriga do de fios negros ocasionando cócegas pelo local, a risada contagiante o reanimando. - Mas afinal, esse é o meu Reino, se eu não lutar por ele quem irá?


- Eu luto. - Jeon o respondeu determinado ao que parara de rir e o Príncipe sabia que o seu pequeno tinha coragem e força para tal.


- Mas pode ser perigoso. - Aproximando seus corpos, o alfa sorriu observando o rosto bonito do mais jovem.


- Perigo? 'Há! Eu rio na cara do perigo 'há, 'há, 'há. - Se lembrando da cena em que fizera a mesma coisa em sua infância, o mais velho teve a doce certeza de que o Jeon também mantinha as lembranças de suas vidas juntos quando crianças vivas.


- Porque não usa toda a sua coragem e não entramos logo, guerreiro? - Ambos sorriam provocando um ao outro.


- Woori hyung não apareceu ainda. - Jungkook deixou-se ser abraçado por trás enquanto espreitavam a entrada camuflada pelas únicas folhas verdes, que eram direcionadas aos fundos do Palácio onde ninguém tinha acesso, a não ser pelo ômega e o Conselheiro do Rei.


- Como avisou ele?


- Não avisei, mas se passaram apenas três dias e ele ainda está preocupado o suficiente para vir em todos os momentos de segurança para observar se estou voltando.


- Aquele beta sempre será assim. - Sorriu o Kim, a saudade do anão também vivera consigo. - Acha que ainda conseguimos fugir dele?


- Woori hyung fica muito bravo comigo quando o chamo de pequeno, mas acho que agora não teremos chances contra ele mesmo crescidos.


- Por agora ele não terá motivos para dizer que não poderei ser o Rei, meu cabelo é comprido e tenho pelos no sovaco. - Assim ambos caíram na gargalhada.


- Eu não vejo nada engraçado aqui. - Encerrando as risadas, os mais jovens olharam levemente assustados para a entrada da mata até suspirarem aliviados vendo o beta em questão sério, os encarando de braços cruzados. - Você, menino Jungkook, é mais avoado do que pensei, quase matou seus pais de medo de que algo acontecesse a você! E. - O anão arregalou os olhos se aproximando rapidamente ao ver o acastanhado ali. - 'Oh por Luna! Taehyung! - Reconhecendo o alfa, se curvara admirando como o outro mudara por todo aquele tempo. - Meu Rei.


- Ainda sou o TaeTae, Woori hyung. - Curvando-se  para o ser que batia um pouco acima de seu umbigo, o Kim sorriu ganhando um afago carinhoso nos cabelos durante a reverência.


- E devo achar que ainda é o menino levado de antes?


- Não mais. - Respondendo com sinceridade, o Príncipe tornou a conectar sua mão a do ômega.


- Fico tão feliz que tenham se encontrado. - Comentou o beta suspirando encantado pela cena adiante de si. Logo arregalando os olhos negando avidamente. - Já aviso que não irei cuidar dos filhotes de vocês. - Exclamara rindo das bochechas joviais que coraram violentamente.


- Nem me diga uma coisa dessas! - Seokjin ditou alto apoiando as mãos nos joelhos tentando regular a respiração. - Eles são jovens demais para serem papais.


- Tio Jinie! - O Kim mais novo se virou em direção a voz e apesar de surpreso sorriu feliz. - Tio Nam! Hoseokie! Yoonie! O que estão fazendo aqui?


- Uma louca chamada MiRae nos contou que precisaria de ajuda para combater o seu tio por... isso? - O ômega mais novo perguntou indiferente encarando a entrada secreta sem a beleza que tinha antes.


- Essa é só uma das entradas escondidas do Reino. - Jeon respondeu rindo baixinho.


- Comecei a me interessar. - Yoongi sorriu maliciosamente. - Trouxe meu arco.


- Fez muito bem, tampinha. - O mais novo e Taehyung sorriram cúmplices. 


- Eu estou com muito medo, mas estou a seus serviços, vossa majestade. - Hoseok se curvou ganhando um abraço encalorado do irmão mais velho.


- Eu preciso muito de você irmãozinho, não ficará em perigo, te prometo. - Recebendo uma resposta positiva muda do beta, se sepraram tendo este caminhando de encontro ao abraço de Seokjin, ficar perto de seu considerado pai já o passava segurança.


- Bem Tae. - Namjoon começara tocando os ombros de seu considerado filhote mais velho. - O que queremos de fato te dizer, é que se isso é importante para você, pode contar com a sua segunda família.


- Logo poderemos ser uma única e grande família. - Sorrindo, os dois trocaram um abraço rápido.


- Aparecerá mais alguém? - Woori questionou tendo todos negando em sincronia. - Então não vamos perder mais tempo! A barra está livre, porém o Castelo cheio, precisamos ir para a casa do Coronel que fica mais próxima e formar algum plano, que Mok não desconfie. - Concordando ambos seguiram o beta para além daquela mata mal cuidada dando de cara com o jardim em estado pior.


Passando despercebidos pelos sentinelas preguiçosos que dormiam em seus postos, refugiaram-se na casa de Park Hangil sem empecilhos.


- Muito bem, qual é o plano? - Perguntou Namjoon sendo imitado pelos outros ao encarar Taehyung, este que pigarreou sem saber o que falar, não havia pensado em muitas coisas, apenas em invadir o Castelo e enfrentar o tio, mesmo sabendo que não era o certo a se fazer, não estava sozinho e todos poderiam pagar por seu erro.


- Precisamos que os mais fortes acompanhem os guerreiros, eu, Woori e o hyung devemos entrar no Palácio, mas é fácil com todas as passagens secretas, precisamos também de alguém para ficar de espreita e avisar quando algum sentinela estiver fazendo ronda, ser descobertos é a última coisa de que precisamos e por fim, uma pessoa para distrair os bobões que ficam aqui pelo vilarejo para então conseguirmos sair. - Jungkook falou recebendo a atenção de todos e o Príncipe suspirou apaixonado, o ômega era o ser mais lindo do Mundo até mesmo sério demais, o plano inteligente lhe fazendo sentido a mente.


- Podemos fazer isso. - Seokjin respondeu sorrindo, seu menino estava em boas mãos com um companheiro com o moreno.


- Mas e as crianças que estão no Castelo? - Questionou o alfa encarando o menor que crispou os lábios em uma expressão fofa, pensativo.


- Eu, o omma e o tio Tae somos quem cuida delas, se conseguirmos avisá-los sobre a enfrenta, elas ficarão sozinhas Tae... - O de fios negros suspirou tentando encontrar uma solução, era perigoso deixar os mais vulneráveis desacompanhados, logo quando não tinham forças para se defender devida a desnutrição, com certeza Mok as ameaçariam para tomar controle sobre quem o afrontasse.


- Tae? - Antecipado a resposta do acastanhado, escutaram uma voz ressurgir de um dos outros cômodos da casa, era Park Hangil. - O Príncipe? - Perguntou estupefato observando cautelosamente Taehyung, notando semelhanças entre Taeyang e Seunshin pelo rosto jovial.


- Sim, desculpe-me pela demora em regressar, Coronel. - Curvando em respeito, o mais velho logo imitou o ato desesperado do Kim, surpreso pela aparição de alguém que todos pensavam estar morto.


- Coronel, que bom que está aqui. - Jeon sorriu pequeno.


- Nos últimos três dias todos foram obrigados a refugiar-se dentro de casa com as ameaças do Rei.


- Por minha culpa. - O ômega ditou baixo.


- Não Jungkook, Jimin nos contou sobre sua intenção e cumprira com sua palavra, trouxe um salvador, melhor do que isso, nos trouxe o verdadeiro Rei!


- E por isso, humildemente acho que não é exatamente eu o salvador. - O Kim argumentou de forma carinhosa arrancando um riso envergonhado do ômega. - Senhor Park, por favor peço que reuna todos os alfas, betas e ômegas que possam lutar, precisamos unir forças para recuperar o que nos pertence.


- É claro vossa majestade, porém não posso deixar as crianças aqui. - Em seguida, duas garotinhas gêmeas idênticas vieram da porta que Hangil abrira mais cedo, escondendo-se atrás do pai e encarando os presentes ali receosas.


- Se elas forem levadas até as outras, estarão seguras dentro do Castelo com a proteção de uma equipe da guarda. - Taehyung falou tendo Jungkook concordando. - E eu tenho a pessoa perfeita para conduzi-las até lá. - Sorriu direcionando o olhar a Hoseok.


- H-Hyung, eu não posso, não dá. - O beta recuou alguns passos se afastando de sua família. - Eu não vou conseguir, deixarei as crianças em perigo.


- Irmãozinho, você tem jeito para lidar com as crianças, com certeza dará tudo certo! E ainda poderá cantar canções de ninar e contar histórias que só você sabe, as deixarão calmas enquanto pelos andares de baixo uma guerra é travada. - O beta mordeu o lábio inferior nervoso com o olhar preso ao chão.


- M-Mas.


- Hyung! Vai conseguir, todos nós confiamos em você. - O ômega mais novo sorriu apertando Hoseok entre seus braços. - Pegue o meu amuleto da sorte. - Rindo baixinho, o mais velho passou a segurar firmemente entre os dedos as pedras brilhantes e preciosas conectadas por um fio de ouro delicado entregues a si.


- Meu filho mais velho foi procurar por mantimentos, retornará em breve e poderá acompanhar o beta e as irmãs, ficando por lá com os companheiros protegendo as crianças.


- É uma ótima ideia! - Todos riram levemente com o exclamar de Hoseok.


Não muito depois, Sayorem retornou reagindo tão surpreso quanto o pai ao ver o amigo de infância a sua frente e, os próximos minutos fora de um reencontro caloroso em um abraço. 


- Agora podemos por o plano em prática, Sayorem irá com Hoseokie, Jin e Nam hyungs acompanhem o Coronel e reunam todos além do exército, Kookie, Woori e eu vamos invadir o Castelo... - O Kim repetiu o plano. - Coronel, peço que adiante fique de sentinela em frente aos portões. 


- Como desejar, alteza.


- Mas e a pessoa que vai distrair os guardas?


- Exatamente tampinha, precisamos de uma isca viva para eles. - O Príncipe sorriu grandiosamente apoiando a mão destra no ombro do ômega que o encarou por alguns segundos confuso.


- Ah não, hyung! - Yoongi choramingou arrancando uma gargalhada do mais velho.


- Você é esperto irmãozinho e está com um arco! Vai sair ileso deixando para trás os rebeldes até mesmo com flechadas no traseiro. - O mais novo sorriu com o ego inflado.


- Tudo bem, porém seu eu precisar de ajuda...?


- Alguém irá ao seu encontro sem dúvidas. - Taehyung tranquilizou o ômega que respirou fundo ajeitando a aljava nas costas apertando o arco entre os dedos.


- Esperem eu me afastar o suficiente com os sentinelas em meus calcanhares. - Abrindo a porta após todos concordarem, o branquelo caminhou despreocupadamente, fingindo não ouvir os chamados dos rebeldes ali próximos, o questionando quem era e por que estava fora de casa quando era estritamente proibido. - Eu vou me arrepender disso. - Resmungou baixinho para si mesmo apoiando a primeira flecha na linha do arco a atirando em direção aos sentinelas.


- 'Hey! Quem pensa que é?! - Ambos os brutamontes se levantaram caminhando rapidamente em sua direção.


- O Rei é que não! - Brincou o menor desatando a correr sendo seguido pelos guardas.


- Vamos. - Anunciou Woori que assistiu o momento em que o pequeno garoto saiu de sua vista.


- Espere, Coronel, pode emprestar um dos uniformes da guarda ao hyung? - Jeon perguntou e o maior assentiu adentrando o cômodo aberto e voltado de lá com as roupas de couro. - Obrigado.


- Boa sorte, garotos. - Desejou e logo partiu com os mais velhos, seguindo pela direção oposta a do Castelo.


O guerreiro Park também deixou a casa novamente, acompanhado do beta que carregava uma das meninas no colo enquanto si, a outra. Achando fofo e engraçado o medo do mais novo que resmungava sozinho a cada passo dado.


- Não sabia que couro era tão apertado. - Taehyung comentou retornando ao encontro de Jungkook e Woori vestindo o uniforme, estranhara os tecidos, até porque desde criança usava o algodão simples e macio por roupas.


- Você ficou muito bonito. - Jeon pensou alto corando em seguida com o olhar vermelho sobre si, assistindo o alfa de cima a baixo com as roupas escuras e coladas a seu corpo forte.


- Eu.


- Vamos logo, garotos! - Ambos corados passaram a seguir o  anão em silêncio.


[...]


Sem preocupações, andaram pelos corredores desertos assim que entraram pela área de serviço, no caminho acalmando os empregados e pedindo que estivessem preparados para lutar, ainda que estes ainda não acreditassem que o verdadeiro Rei estava vivo.


O beta deixou os mais novos no corredor lateral que dava diretamente a sala do trono e, abaixando o olhar respeitoso, entrou na visão dos Reis levando a bandeja com o café da manhã especial juntamente dos chás medicinais do Príncipe.


- Obrigado, Woori hyung. - Agradeceu Kwan gentilmente e o anão reverenciou sorrindo de forma triste, o pequeno ômega era doce e jamais machucaria alguém, tão diferente dos pais. - Aproxime-se. - Despistando os pais que discutiam sobre a comida escassa por parte do trabalho mal feito de Taeyang, a criança chamou pelo beta com o dedo indicador. - Alguma notícia do Kookie hyung? - Disfarçadamente, o mais velho acariciou os cabelos loiros caridosamente.


- Ele já voltou e está tudo bem, porém meu Príncipe, peço que chame por Taeho e leve a refeição para seu aposento, fiquem por lá e não desçam em hipótese alguma.


- O dia chegou, não é hyung? - Perguntou o de fios claros abaixando o olhar para o chão, triste.


- Eu sinto muito, minha criança.


- É o certo a se fazer.


- Sobre o que está falando com esse inútil, meu filho? - Mok questionara e Kwan engolira em seco, nunca mentira para o pai alfa.


- Eu estava perguntando a Woori se ele viu Taeho hyung, gostaria de ter a sua companhia durante o desejum.


- Ah claro, Woori, vá imediatamente buscar pelo filho da cozinheira, diga para deixar seus afazeres de lado e passar o dia com Kwan.


- Sim, vossa majestade. - Curvando-se para a família, o anão caminhara até o corredor do outro lado do salão, fora da vista dos Reis, acenou para Jungkook e Taehyung que permaneciam no mesmo lugar.


- Tae, Kwan é uma criança inocente.


- Eu não tenho dúvidas Kookie, jamais machucaria-o, posso ver que ele é bom de verdade.


- Ele é tão delicado e bondoso, sempre ficou em meio aos empregados, principalmente onde aquele alfinha está. - O ômega indicou com a cabeça para o corredor de onde o anão sumira e ressurgira acompanhado de um garotinho sorridente.


- Eu não queria ter de magoá-los, principalmente o pequeno Príncipe.


- Ele sempre soube a verdade sobre Mok, ninguém nunca fez questão de esconder o ódio pelo Rei dele, estará mais protegido sozinho do que com esses tiranos. - Encarando as grandes portas de entrada, Jungkook assistiu o pai alfa e seu amigo Jimin entrarem ficando apostos para proteger os Reis de qualquer ameaça. - Eu vou avisar eles, fique aqui e espere o momento certo, hyung.


- Sim, Senhor. - Brincou Taehyung ganhando um tapa inaudível e fraco em seu peitoral.


- Bobo. - Diexando o alfa para trás, Jeon entrou na visão do soberano enquanto fingia estar despreocupado, caminhando até Saem que ao vê-lo arregalou os olhos.


- Filho! 


- Papai não se exalte, está tudo bem. - Abraçando o mais velho, o moreno sentiu-se seguro nos braços deste. - Consegui ajuda, o TaeTae está vivo! Como sempre soube, ele voltou para salvar o povo e precisamos ajudá-lo. - Encarando disfarçadamente onde o verdadeiro Rei estava escondido, o Jeon mais velho arregalou os olhos quase podendo ver Seungshin na aparência tão parecida que Taehyung conquistara.


- Qual o plano? - Perguntou o alfa apertando o menor em seus braços temendo o olhar de Mok sobre seu filho, mas com o coração calmo assim como sentia o de Hanwool que respirou fundo aliviado ao lado do Rei ômega vendo o filhote bem.


- Precisamos apenas esperar. - Respondendo somente isso, Jungkook sorriu se afastando caminhando até o Park. - Jimin. - Sorriu abraçando o amigo.


- Kookie! Que saudade! - Exclamou o outro guerreiro. - Você conseguiu?


- O TaeTae voltou! - Apesar do sorriso triste, Jimin ficou forçou-se a ficar alegre junto ao ômega por quem ainda nutria poucos sentimentos. - Vamos recuperar o nosso Reino hoje, mas precisamos de toda a ajuda possível.


- Como posso ajudar?


- O irmão mais novo de consideração dele está distraindo os sentinelas, mas ele irá precisar de ajuda e quero que vá o proteger. 


- Como o encontro?


- É um ômega de pele e cabelos bem clarinhos, esbranquiçados, ele é baixinho e está em constante movimento fugindo dos bobões.


- Certo. - Trocando de posto com o alfa, Jungkook posicionou-se ao lado da porta, protegendo a entrada com o pai, assistindo Mok maltratar os empregados, humilhando-os pela comida até então ruim que prepararam.


Se ao menos pudesse dar as crianças. Seu coração apertou.


- Onde estão as carnes fartas?! - Vociferou o alfa com uma das ômegas da cozinha.


- N-Não fora caçado nada por h-hoje, meu Rei.


- Suma da minha frente inútil! - Prontamente obedecendo, a jovem e os outros serventes foram se disperçando enquanto, os demais empregados surgiram para limpar a bagunça.


Os rebeldes em volta da mesa criaram burbúrios altos em reclamações.


- Acalmem-se meus amigos, irei resolver o problema. - Pediu Mok. - Traga-me Taeyang, Hanwool! - Ao ouvir o nome de seu pai ômega, Taehyung arregalou os olhos sentindo o coração acelerar como nunca.


Com cuidado, passou a olhar para a sala do trono, observando seu omma descer as escadas com o rosto cansado, porém ainda belo como se lembrava, os cabelos castanhos, a pele morena, os ombros finos para trás elegantemente e apenas um detalhe não concordando com a imagem que sempre invadia suas lembranças, o belo sorriso inexistente nos lábios deste.


- O que quer Mok? - Perguntou a voz doce fazendo o alfa escorar a cabeça na parede, triste, queria agir mas aquele ainda não era o momento, desejava tanto falar com seu pai e abraçá-lo, não podia, seus olhos marejaram aos ver os braços descobertos cheios de hematomas, as pernas trêmulas, sem forças.


- Você e seu grupo de caça não estão fazendo o trabalho direito! - Ignorando a falta de submissão do ômega, o alfa continuou ganhando gritos em concordância dos rebeldes.


- Não há comida, os animais se afastaram. - Respondeu Taeyang de cabeça erguida.


- Isso é mentira! - Exclamou o Rei nervoso, com a nova onda de reclamações dos rebeldes. - Vocês não observaram direito!


- Acabou, não sobrou mais nada. - O Kim sentiu uma tontura amena, não havia comido nada desde o dia anterior pela manhã e gastara suas energias a tarde toda caçando. - Tem de me escutar, só temos uma escolha, sair daqui.


- Não vamos a lugar algum!


- Está nos sentenciando a morte! - Retrucou o ômega cambaleando um passo para trás com a aproximação repentina do soberano.


- Então que assim seja!


- Não pode fazer isso!


-Eu sou o Rei e posso fazer tudo o que quiser! - O Kim mais novo engoliu um rosnado sentindo seu corpo todo formigar, seu lobo queria ser solto e proteger seu pai, era o que seus instintos gritavam em sua mente.


- É um inútil com a coroa na cabeça! Ela só te dá um título! - Assim que proferida a ofensa, Mok agarrou os braços do ômega que soluçara assustado, arranhando as extensões de pele expostas arrancando um grito de dor do Kim, em seguida, lançou o corpo fraco para longe, ocasionando em Taeyang no chão sem forças para levantar e o Rei se aproximando de si para machucá-lo mais.


Quando Saem e Jungkook iriam interferir já que Mok estava longe dos guardas rebeldes, um enorme lobo branco se posicionou de forma protetora sobre o corpo desfalecido assustando o alfa que recuara de olhos arregalados, aquelas orbes vermelhas eram idênticas as de Seungshin, poderiam ser o mesmo lobo se não fosse pela pelagem clara.


- Como ousa ameaçar o seu Rei?! - Perguntou camuflando seu medo nas palavras soltas, erguendo a mão e impedindo seu grupo de guardas de atacar, não conheciam o lobo branco rosnando e protegendo a Taeyang. - Taehyung... não! Ele está morto. - Sussurrou para si mesmo sem conseguir desviar o olhar do vermelho vívido dos olhos do lobo, que se desviaram para o corpo abaixo de si.


Saindo de cima do mais velho, o grande animal aproximou o rosto do humano, passeando o focinho pela bochecha pálida a mostra, os olhos marejados por não ver os semelhantes se abrindo por longos segundos.


Assim que o ômega se remexeu depois do curto tempo desacordado, abriu os olhos encontrando os rubis do alfa que tanto eram iguais os de seu grande amor.


- Seung? - Chamou baixinho sem conseguir controlar as lágrimas que escorreram por sua face enquanto levantava a mão canhota e tocava os pelos macios da face canina.


- Não, omma... - Ao ouvir a voz grossa e falha, o Kim observou a pele bronzeada dar lugar ao que antes eram pelos brancos, o rosto corado e tão belo do rapaz a sua frente ganhou forma, seu coração apertou descompassado vendo um sorriso quadrado igual ao do falecido alfa se abrir nos lábios rosados. - TaeTae... - Taehyung deixou as primeiras lágrimas escorrerem esfregando o rosto levemente contra a palma quentinha em sua bochecha.


- M-Meu TaeTae... - Repetiu Taeyang sem acreditar que finalmente o que sempre esperou acontecera, seu filhote havia voltado para si. - Meu filhotinho, você está v-vivo... como? O que aconteceu? - Taeyang fora levantado pelo alfa que apesar de derramar lágrimas densas, sorriu vendo o quanto crescera, antes batia na cintura de seu omma, agora o ultrapassava e deixava-o batendo abaixo de seus ombros.


- Não importa por hora. - O maior conectou suas testas secando as lágrimas do rosto do mais velho. - Mas eu estou de volta. - Abraçando o corpo menor, Taehyung chorou feito uma criança, sentia tanta falta daquele cheiro doce, daquele abraço mágico, tendo o Kim o abraçando com ternura, soluçando contra seu ombro curvado. - Ninguém nos separará outra vez, omma.


- Taehyung? - A voz de Mok ocasionara em outro rosnado de sua parte. Ajudando o ômega a caminhar, entregou-o aos cuidados de seu tio Hanwool, mudando o rumo até estar frente a frente com o Rei fajuto após receber um aceno positivo de seu ômega, que tinha os olhos inundados igualmente, emocionado. - 'Oh! Taehyung! Meu amado sobrinho, estou surpreso em ver você! - O alfa mais velho começara rindo sarcásticamente. - E vivo... - Encarou Goo, BitGaram e BaeHi sentados à mesa, estes que engoliram em seco, afinal, mentiram a dez anos atrás dizendo que o Príncipe estava morto.


- Me dê uma boa razão para eu não lhe arrebentar. - Rosnou o mais jovem outra vez fazendo o outro recuar, sabia que o sobrinho estava mais forte, podendo o matar facilmente.


- 'Ôh querido Taehyung, você deve compreender a pressão de reger um Reino inteiro. - Mok caminhara de costas sendo acompanhado do Kim que ameaçava avançar a qualquer segundo, rosnando e lhe encarando com aquele olhar que tanto o levava ao passado. 


- Já não recairá mais sobre você! Renuncie Mok! - Neste momento os súditos começaram a se aglomerar pela gigantesca sala do trono, assim como os guardas e guerreiros a se reunir atrás de Jungkook.


- Eu até poderia renunciar, no entanto temos um pequeno problema, você os vê? - Apontando para as escadas, o Príncipe observou a quantidade absurda de rebeldes rosnando para si. - Eles pensam que eu sou o Rei e irão me proteger a qualquer custo. - Ditou de forma mansa tentando desconcentrar o sobrinho.


- Mas nós não! - O Jeon mais novo deu um passo a frente sendo acompanhado por sua guarda, o que fizera Saem sorrir orgulhoso, já não seria mais o Líder. - Taehyung é o Rei verídico de direito.


- A escolha é sua, querido tio... - Recomeçou o alfa enojado encarando o mais velho após a fala de seu amor. - Renuncie ou, lute.


- Esse evento terá de terminar em violência? - Mok voltou a se sentar no trono Real ao lado do esposo. - Eu odiaria ser responsável pela morte de um membro da família, você não concorda... Taehyung? - Mok jogava com o mais novo e o Kim sabia, porém ainda sim tentava ser forte e não se deixar afetar pela pergunta maldosa.


- Isso não me afeta Mok, o passado está morto. - Respondeu atento aos rebeldes próximos demais de si.


- E o que me diz de seus fiéis súditos? Para eles também está morto? - O peito do alfa voltou a acelerar, as lembranças do fatídico dia o rondando.


- Do que ele está falando, hyung? - O de fios negros perguntou de cenho franzido olhando para seu alfa.


- Ah, então ele não contou o seu segredinho ao namorado? - O Rei questionou sarrista e o mais novo apertou as mãos em punhos aos lados de seu corpo, começara a perder a paciência, mas suas memórias não o davam paz para que conseguisse pensar. - Ora Taehyung, essa é sua chance de contar a eles. - O Príncipe olhou por toda a sala parando no rosto de Taeyang que mantinha-se nos braços do amigo, a face inexpressiva o encarando esperando por uma resposta. - Conte quem foi o responsável pela morte de Seungshin! - Naquele momento todos soltaram sons surpresos olhando para o herdeiro real com semblantes assustados.


- Eu... fui eu. - O Kim mais jovem respondeu domado pela insegurança e o medo, culpando-se outra vez sem conseguir distinguir o que mais sentia vendo a expressão de choque de seu amado ômega e a de seu omma.


- É v-verdade isso Tae? Por favor diga-me que é mentira. - Taeyang preencheu o silêncio instalado no local e o rosto horrorizado de seu progenitor o fizera voltar a derramar lágrimas, sabia que causaria a dor e o ódio em todos que amava com o que fizera.


Sem mais coragem, abaixou o olhar, uma tempestade havia começado.  



   







Notas Finais


Boa tarde, 'Jagyia's!

Como estão? Se cuidem direitinho, o covid-19 não é brincadeira galerinha! Tomem bastante água e chá!

Enfim!

Perdoem os erros e espero que tenham gostado hehe

Claro que não seria fácil o Tae só chegar lá...

O que acham? Kkk

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Até o próximo! °3°

Bom diatardenoite❣💜


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