História Use Me - Capítulo 2


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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), EXO, Red Velvet, SHINee
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Cl, Irene, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Minji, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Seulgi, Taemin Lee
Tags 2tae, Bottom!jimin, Bts, Chanbaek, Irene, Jeongguk!top, Jihope!brotp, Jikook, Jimin!bottom, Kookmin, Top!jeongguk, Yoonkook!brotp, Yoonseok
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Palavras 4.953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei depois de um tempo.
Eu quero agradecer pelos favoritos.

Olhem, esse foi o primeiro hot que eu fiz, me perdoem pela bosta que ficou.

Capítulo 2 - Wishes.


Tradução do capítulo:

Desejos
.


Abri meus olhos e fitei o teto da cor branca. Branco? O teto do motel onde ele me leva não é branco. Continuei pensando por um tempo e me remexi sobre os lençóis, péssima ideia. Na mesma hora senti uma forte dor na minha entrada e no quadril.

O telefone tocou e eu me sentei na cama, me alonguei preguiçosamente e baguncei meu cabelo.

De repente, uma pontada atingiu meu quadriu e eu gemi de dor. O telefone continuava tocando, então peguei o objeto e atendi a ligação. Minha visão ainda estava embaçada e, por esse motivo, não consegui ler o nome de quem estava ligando.

- Alô? - Perguntei baixo e olhei ao redor, confuso.

- Jimin? Onde você está? - A voz de Hoseok se fez presente do outro lado da linha. Ele parecia aflito.

- Eu estou... - Pensei um pouco no que dizer.

Porra, eu não sei onde estou.

Me levantei as pressas e comecei a procurar minhas roupas. Onde caralhos eu estava? Por que Jeongguk me trouxe para esse lugar e não para o mesmo motel de sempre? E o pior: por que ele não me esperou? Poxa, ele poderia ter deixado um bilhete dizendo onde estou ou qualquer coisa.

O que aquele cafajeste acha que eu sou? Uma puta? Se ele acha está muito enganado.

- Jimin? Ainda está aí? - Merda! Eu esqueci que ele ainda está na linha.

Pensa Jimin, uma boa desculpa.

- Hoseok, eu tenho que desligar. Chego aí em uma hora e meia, mais ou menos. - Terminei de falar e encerrrei a ligação, não dando espaço para que o outro reclamasse.

Continuei a minha busca pelas roupas e, assim que vestido, comecei a procurar pela minha carteira.

- O filho da puta deve ter enfiado no cu! - Murmurei irritado.

- Não xingue a minha omma. - Ouvi a voz rouca de Jeongguk atrás de mim e congelei na mesma posição. O que é ruim já que eu estou quase de quatro.

Fechei meus olhos e respirei fundo. Ele me esperou mesmo? Como isso pode estar acontecendo? Será que estou sonhando?

Engoli a seco e me levantei, ficando com a postura ereta. Me virei quase que de modo robótico e fitei o acastanhado.

- Jeon, o que está fazendo aqui? - Perguntei baixo e ele se aproximou.

- Estamos em um hotel diferente, achei que fosse se perder caso eu te deixasse sozinho. - Deu de ombros e eu senti vontade de beijar aquela boquinha linda.

Ele finalmente se preocupou comigo.

- Ah, entendo. - Murmurei e cocei a nuca de modo nervoso.

- Sabe Jimin, - Iniciou se aproximando mais ainda de mim. - você é tão...

Parou de falar e eu fiquei mais curioso do que já sou normalmente.

- Tão? Tão o que? - Perguntei baixo e ele sorriu de ladino.

Jeongguk segurou minha cintura de modo possessivo e me puxou para si, colando nossos quadris. Levei ambas as mãos para seus antebraços e apeitei o local. Ele então aproximou nossos rostos até ficarem centímetros de distância. Nossas respirações se mesclaram e eu podia sentir meu coração disparar.

Jeongguk aproximou-se mais de mim e roçou nossos lábios. Fechei meus olhos por instinto e esperei ansiosamente pelo beijo que viria.

- Tão ingênuo. - Sussurrou e eu o olhei. Jeongguk continuava sorrindo para mim, aquele sorriso sacana que só ele tinha.

Me afastei bruscamente e ele passou a gargalhar. Porra, até sua risada é gostosa.

- Que porra foi essa?! - Perguntei alto.

- Não resisti. Você realmente achou que eu fiquei porquê me preocupo contigo? Pare de se iludir Jimin.

E aconteceu tudo de novo, ele me iludiu e me usou novamente. Mas o que eu achava? Que dessa vez ele iria me receber com um café na cama e beijos de bom dia? Jeongguk não é desse tipo, ele nunca foi e nunca será, não sei por que continuo com isso.

Não sei por que eu ainda acredito que ele possa mudar pelo menos um pouco.

- O que? Eu feri seus sentimentos hyung? - Jeongguk perguntou de forma sussurrada e eu admito que me arrepiei inteiro.

Ele nunca me chama de hyung, e quando chama é muito raro. Eu amo quando ele diz isso. 

- Não, eu já estou acostumado com o seu jeito mimado e egocêntrico. Não me impressionou dessa vez, faça melhor na próxima dongsaeng. - Fingi não dar a minima para o acastanhado e me virei, dando as costas para o mesmo.

A verdade e que as vezes ele consegue me abalar, mas eu já aprendi a não deixar que meus sentimentos venham à tona. Eu coloquei uma máscara impenetrável e, nem ele, nem qualquer outro, vai conseguir ver o que estou sentindo sem a minha permissão.

- O que está procurando? - Ele falou novamente depois de alguns segundos. Sinceramente, eu amo a voz do Jeongguk, mas agora ele está me irritando.

- Minha carteira, você viu? - Perguntei e me ajoelhei no chão, para olhar em baixo da grande cama que tinha no centro do quarto.

O fato é: eu já estou procurando a maldita têm uns dez minutos e eu simplesmente não acho. Onde essa coisa foi parar?

- Ah, ela está no meu bolso. - Jeongguk falou e paralisei no lugar. Esse filho da mãe estava vendo meu desespero e mesmo assim não disse nada?

Me levantei do chão e virei para o mais novo.

- Estava com você esse tempo todo? - Perguntei e ele assentiu, dando de ombros. - E por que não me disse? Você viu que eu estava procurando.

- Sei lá, era engraçado. - Deu de ombros mais uma vez. Essa é uma péssima mania! 

- Engraçado? Você achou o meu desespero engraçado? Eu tenho que ir pra casa Jeon, e sem a minha carteira não dá. - Me aproximei e estendi a mão para o garoto á minha frente. - Entrega pra mim.

Jeongguk revirou os olhos e pegou a carteira no bolso, olhou o objeto de couro por poucos segundos e então colocou-o sobre a palma de minha mão.

- Obrigado. - Sorri forçado e me virei, pronto para ir embora.

- Não vai querer que eu te leve? Nem sabe onde está. - Ouvi a voz do outro novamente e o olhei por cima do ombro.

- Não, eu já fiquei muito tempo do seu lado, estou enjoado de tanto olhar pra sua cara. - Falei e fiz uma careta.

- Então está bem, se você quer assim. - Jeongguk sorriu de ladino e eu o olhei confuso.

Por que ele está fazendo essa cara? Jeongguk só faz essa expressão quando está fazendo alguma brincadeira de mau gosto.

- Seu esquisito. - Murmurei e saí do quarto de motel, andei por mais alguns míseros segundos e finalmente eu estava livre daquele lugar.

Andei pela calçada e avistei um táxi próximo. Corri até o veículo e chamei pelo motorista.

- Quanto é daqui até Sinchon? - Perguntei assim que entrei e coloquei o cinto de segurança.

- 18.006,60 wons*. - O motorista disse e eu arregalei meus olhos.

- Isso tudo? É muito caro. - O motorista me olhou e parecia irritado. 

- Vai querer que eu te leve ou não? - Ditou sem paciência. 

Suspirei e peguei minha carteira, abri a mesma e passei a procurar meu dinheiro. Remexi nela por inteiro e ao ver que não havia nada arregalei meus olhos. 

- Senhor, tem como eu pagar outro dia? - Dei um sorriso envergonhado e o homem me fuzilou com o olhar.

A porta do carro foi aberta por ele e eu fui quase que arremessado do carro pelo senhor. 

- E não apareça aqui novamente. - Gritou o homem e eu permaneci sentado no chão. 

Maldito Jeongguk! Ele roubou todo o dinheiro que tinha na minha carteira.

Continuei amaldiçoando Jeon Jeongguk até a sétima geração quando meu telefone tocou, mostrando o nome de Jeongguk na tela.

- E então? O ajusshi te machucou muito? Você continua nessa calçada. - A voz rouca se fez presente e eu olhei ao redor.

- Você planejou isso não é? Roubou tudo o que tinha na minha carteira só para que eu não podesse ir pra casa. - Ralhei e ouvi a gargalhada gostosa de Jeongguk do outro lado da linha.

- Eu não fiz nada disso, você que gastou seu dinheiro com bebidas ontem. - Falou de forma calma e eu franzi o cenho.

- O que? Eu não bebi ontem! - Falei com convicção e ouvi Jeongguk estalar a língua no céu da boca.

- Bebeu sim, bebeu muito na verdade. Mas, de qualquer jeito, vem logo pro carro. Eu vou te deixar em casa. - E assim que disse isso ele desligou a ligação.

Olhei em volta novamente e, assim que avistei o corvette preto de Jeongguk, me levantei e comecei a andar até ele. Ao chegar perto do automóvel, entrei e sentei no banco de passageiro.

- Olá Jimin, é bom revê-lo após tanto tempo. - Jeongguk disse sorrindo abertamente pra mim e eu revirei os olhos.

- Nos vimos a menos de meia hora. - Murmurei contrariado e ele riu.

- Tem razão. 

Jeongguk parou de falar após isso e eu continuei com o silêncio gostoso. O caminho foi longo e eu fiquei observando a paisagem pela janela durante a maior parte do tempo.

- Chegamos. - Falou ao estacionar o carro e eu abri a porta do corvette, quando estava perto de sair, Jeongguk segurou meu pulso.

- O que? - Perguntei sem paciência.

- Eu venho te buscar no mesmo horário de sempre, esteja limpo e cheiroso. - Falou com a expressão séria e eu assenti com uma carranca no rosto.

- Eu sempre estou limpo e cheiroso, ou você acha que eu fico guardando sua porra no meu cu pra recordação? - Tentei ser o mais grosso e irônico possível, o que acho que não deu certo já que ele só riu e me soltou.

- Tenha um bom dia Jimin. - Jeongguk sorriu novamente, ele está me sacaneando, só pode. 

Fiquei em silêncio o fitando - lê-se fuzilando com o olhar - por mais alguns segundos.

- Você é muito estranho Jeon. - Murmurei e saí do veículo, ficando em pé na calçada.

- Sério isso? Não tem algo melhor não? - Perguntou com seu típico deboche e eu bufei.

Me afastei do carro e ele deu a partida, saindo pelas ruas com seu carro caro. Eu realmente não entendo como fui me apaixonar por Jeon Jeongguk.

Ele é tão irritante, ignorante, sádico, filho da mãe, cínico, mentiroso, egocêntrico, um verdadeiro filho da puta com aquele cabelo sedoso, os olhos grandes e as íris negras que parecem duas jaboticadas, a pele morena, o corpo definido, a voz rouca que enlouquece qualquer um. Aish! Pare com isso Jimin. Você está insultando ele e não dizendo como ele é perfeito.

Bufei mais uma vez e então fui em direção a minha casa. Entrei na mesma com todo o cuidado do mundo e comecei a andar na ponta dos pés até meu quarto. Hoseok não pode saber que eu cheguei.

- Bonito Park Jimin. Muito bonito. - Ouvi uma voz atrás de mim e me virei de uma vez.

Meu coração estava acelerado de tanto medo. Por favor, Hoseok não. Pode ser até o satanás, mas não o Hoseok.

Abri meus olhos e fitei o ser esverdeado a minha frente.

- Ah, é você pé de alface. - Falei sem interesse. Era apenas Min Yoongi. - O que está fazendo aqui?

Min Yoongi é um garoto da faculdade que Hoseok frequentava. Eles viraram amigos e depois disso nunca mais se desgrudaram. Eu sempre os vejo juntos, seja aqui ou na rua.

- Hoseok e eu vamos ao cinema, ele está se arrumando. - Falou sorrindo enquanto fitava o chão.

Ah, ele é um idiota apaixonado, ainda bem que não sou assim. Ta, okay, talvez eu esteja dando muita bola pro Jeon, mas nossa situação é diferente.

- Que bom. Escolha um de terror, ele vai ficar agarrado à você o filme inteiro. - Sorri malicioso e pude jurar que ele corou. - Bom, eu vou subir, se o Hoseok perguntar eu não estou em casa. - Dei as costas para o mais velho e andei até o meu quarto.


(...)


Novamente meu telefone começou a tocar, olhei na tela do mesmo e novamente era Jeon Jeongguk. Já é a terceira vez só hoje.

- O que você quer Jeongguk? Eu tenho que terminar o relatório que você pediu. - Falei sem paciência ao atender.

- Se arruma, eu vou te buscar em meia hora. - E dito isso desligou na minha cara. Filho da puta.

Me levantei da cadeira onde estava e fui em direção ao banheiro. Tomei um bom banho e lavei todas as partes que Jeongguk gostava de meter a língua - não quero ter que tomar banho naqueles banheiros fedidos de motel. Saí do banheiro com uma toalha enrolada na cintura e fui atrás das roupas que Jeongguk gostava.

Acabei optando por uma calça de couro que marca minhas coxas e bunda, peguei uma camiseta branca leve e nos pés um simples coturno preto. Simples.

Passei meu perfume de leve, Jeongguk odeia quando eu passo muito perfume e depois eu fico fedendo a suor e perfume estragado durante a foda. Coloquei uns simples anéis em meus dedos e arrumei meu cabelo.

Assim que terminei de me arrumar ouvi Jeongguk me chamar. Saí de casa rapidamente e entrei no carro.

- Está cheiroso e bonito Jimin. Fez isso tudo pro seu dongsaeng, é? - Provocou sorrindo e eu revirei os olhos.

- Cala a boca e vamos. - Murmurei e ele assentiu. - E vê se não troca de motel dessa vez, eu não sei o caminho pra casa quando você vai em outro.

- Sim senhor. - Brincou e eu apenas olhei para a rua através da janela.

Os minutos se passaram e enfim chegamos no local onde iríamos passar a noite. Saímos do carro no estacionamento após Jeongguk pagar o tanto necessário para uma noite completa e fomos em direção ao quarto.

Entramos no cômodo e eu fui em direção a cama. Me sentei sobre a mesma e retirei meus sapatos. Olhei tudo em volta e vi que realmente não havia mudado nada desde a última vez que vinhemos aqui.

As paredes continuam em um tom vermelho e o chão estava coberto por um tapete da mesma cor, havia um banheiro ao lado e tinha um pote com camisinhas ao lado da cama junto com lubrificantes e outras coisas do tipo. Também tinha um tipo de armário cheio de brinquedos sexuais e a cama era em um formato estranho que até hoje eu não identifiquei.

- Pronto? - Jeongguk perguntou se aproximando e eu assenti.

- Você não gosta que eu tire minhas roupas sozinho, então estou pronto. - Dei de ombros e ele estendeu a mão pra mim.

Segurei na mesma e Jeongguk me puxou fazendo-me ficar de pé. Ele me puxou para perto e acariciou minha bochecha.

- Eu estou louco pra entrar em você de novo. - Sussurrou no meu ouvido, fazendo com que eu me arrepiasse por inteiro.

- Então entre. Me foda forte Jeon. - Sussurrei de volta e aproximei meu rosto de sua clavícula.

Respirei fundo sentindo o aroma amadeirado que Jeongguk sempre teve, fechei meus olhos e encostei de levei meu nariz em seu pescoço, comecei a passear com o mesmo por toda a extensão e depositei leves beijos por todo o local.

- Ah, Jimin... - Sussurrou.

Jeongguk segurou minha cintura de forma possessiva e eu admito que arfei, coloquei minhas mãos em seus ombros e apertei de leve.

- Você gosta quando eu beijo seu pescoço Gguk? - Murmurei sorrindo e continuei a beijar o local.

Desci os beijos para a clavícula e depois fui para o pomo-de-adão. O aperto na minha cintura se intensificou e eu sorri próximo ao pescoço de Jeongguk.

- O que deu em você? Está querendo ser passivo agora é? Eu nunca posso comandar a foda, por que hoje está diferente? - Olhei para Jeongguk e ele sorriu.

- Eu estava te dando uma chance por alguns minutos, mas acabou. - Meus lábios foram tomados pelos de Jeongguk assim que ele disse isso.

Acabei ficando sem reação por alguns segundos mas logo correspondi ao beijo dele. Os beijos de Jeongguk sempre me deixam em deleite e eu fico excitado só de senti-los pelo meu corpo.

Entrelacei meus braços no pescoço do outro e abri minha boca, Jeon adentrou na cavidade bucal com sua língua e eu suspirei. O puxei mais pra perto e comecei a acariciar seu cabelo.

O beijo era lento e sensual, as línguas se entrelaçavam e ele distribuía apertos por todo o meu corpo. As mãos que agora estavam no meio das minhas costas desceram até minha bunda e a apertaram com força, acabei gemendo em resposta e Jeongguk sorriu entre nosso beijo.

- Você gosta quando eu te aperto Jiminie? - Jeongguk separou nossas bocas para sussurrar em meu ouvido e eu apenas concordei silenciosamente. - O que você quer fazer agora Jiminie? Que tal chupar alguma coisa, hein meu doce?

E assim que ele disse isso eu assenti. Ah, chupar Jeongguk é uma das melhores coisas em transar com ele. Tão gostoso.

Nos beijamos novamente, mas dessa vez foi tudo mais afoito. Jeongguk me impulsionou para cima e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura, o aperto em minhas nádegas continuou e eu só sabia arfar e gemer. 

Desci minhas mãos que estavam em sua nuca e as coloquei em seu peito, passei a desabotoar sua camisa social, botão por botão. Novamente nossas bocas se separaram mas dessa vez foi para que Jeongguk beijasse meu pescoço. 

Tombei a cabeça pro lado e dei mais acesso ao local quase imaculado para o outro. Ele chupava, mordia, beijava, cheirava e isso só me deixava mais louco. Meu membro já estava disperto e totalmente duro, a calça apertada só dificultava minha situação e tudo o que eu quero é tirar isso e ser fodido com força.

Os toques brutos que eram distribuídos nas minhas coxas e bunda me faziam arfar e sentir uma onda de prazer por todo o meu corpo. Puxei o cabelo de Jeon e o beijei novamente. Um toque afoito e desesperado, carnal, e que me fazia suspirar em deleite. As línguas se entrelaçavam e dançavam sensualmente dentro de nossas cavidades bucais.

Continuei puxando o cabelo do moreno, arranhando a nuca e ombros cobertos do mesmo, enfiei minhas mãos por dentro da camisa de Jeongguk e a passei pelos seus ombros largos, fazendo com que ela quase saísse de seu corpo.

Jeongguk caminhou comigo em seus braços até a cama e me deitou com uma certa delicadeza sobre a mesma. Separou o ósculo gostoso para retirar a peça de roupa que cobria a parte superior de seu corpo e então voltou a me beijar. Dessa vez lentamente, tão gostoso.

Retirei minhas pernas da cintura do garoto e as abri, deixando que ele deitasse mais entre elas. Passei minhas mãos pelas costas desnudas e musculosas de Jeongguk e arranhei de leve.

Novamente os beijos foram direto pro meu pescoço onde ele deixou um outro chupão. Esse garoto ama meu marcar.

Acabei soltando um gemido alto e vergonhoso quando uma de suas mãos foi em direção ao meu membro coberto e necessitado. Jeongguk apertou o mesmo por cima da calça escura e eu fechei meus olhos aproveitando a sensação.

O Jeon retirou minha camisa depois de um tempo e passou a mordiscar meus mamilos. Tampei minha boca para evitar mais constrangimento e com a minha mão livre eu comecei a acariciar o corpo de Jeongguk.

Ele continuou nesse mesmo processo por pouco tempo. Mordeu, chupou, lambeu; mas logo se afastou e sentou na beirada da cama. O olhei de forma confusa e ele sorriu maliciosamente.

- Vamos Jiminie, o momento que você tanto esperava chegou. - Jeongguk falou baixo e eu soube o que era. Eu finalmente iria chupar Jeongguk.

Sorri de leve e engatinhei até onde ele estava. Desci da cama e me ajoelhei na frente de Jeongguk, o mesmo abriu as pernas para que eu pudesse me encaixar entre elas e fazer o que tanto amo. Chupá-lo como a puta que sou. Podem até negar isso e dizer que não, mas eu sou sim. Por Jeon Jeongguk eu viro até o Obama.

Aproximei minhas mãos do cinto que Jeongguk usava e o desabotoei com cuidado, fiz o mesmo com os botões da calça jeans e desci o zíper. Jeongguk elevou o quadril para que facilitasse o trabalho de remover a calça de seu corpo.

Quando finalmente consegui retirar a peça, fitei cada partezinha do local. As coxas malhadas de Jeongguk, as pernas, o membro marcado perfeitamente na cueca boxer, tudo.

Sorri e senti minha boca salivar só de pensar em sentir o pau de Jeongguk na minha boca e garganta. Acariciei as coxas do garoto e arranhei de leve o local, comecei a distribuir beijos até a virilha do mesmo e mordi de leve um pouco mais pro lado.

Coloquei minha mão sobre o falo ereto do outro dentro do tecido fino da cueca e sorri ao ouvir Jeongguk suspirar de prazer.

Retirei a última peça do corpo dele e enfim pude ver o membro dele totalmente nu, mordi meu lábio inferior e me remexi no chão. Segurei o mesmo com uma de minhas mãos e comecei a bombardeá-lo lentamente. Jeongguk gemeu baixinho com o contato e eu sorri mais ainda.

O pré-gozo já saia em abundância e eu estava louco para me deliciar com a porra de Jeongguk.

- Anda Jimin, me chupa logo. - Pediu e eu pude notar o quão necessitado estava.

- Claro, senhor. - Murmurei e aproximei minha boca do falo ereto.

Segurei firmemente o pau de Jeongguk e finalmente o rodeei com meus lábios, ouvido o outro arfar em surpresa. Comecei a subir e descer com minha boca no membro de Jeongguk lentamente enquanto masturbava com minha mão a parte que não alcançava.

- Isso, isso Jimin. - Murmurou entre gemidos e eu sorri satisfeito.

Jeongguk segurou minha cabeça e forçou contra seu membro, fazendo-o ir até o final da minha garganta. Me engasguei no processo, mas deixei que ele fizesse o que queria comigo, a final é assim que eu gosto, ser subimisso de Jeon Jeongguk.

Continuei com o boquete até ver que ele realmente estava chegando perto de deus ápice. Quando eu estava pronto para aumentar a velocidade e sentir o gosto do Jeon, ele me puxou pra cima, fazendo com que eu me afastasse de seu membro.

Soltei um muxoxo descontente e ele me colocou sentado sobre seu colo, bem em cima de seu membro.

- Por que você não deixou? - Perguntei com um bico nos lábios e ele sorriu de ladino.

- Porque eu quero gozar dentro de você, mas não na sua boca, hyung. - Sussurrou e eu mordi meu lábio inferior.

Nos beijamos novamente do jeito gostoso que só nós fazemos, comecei a rebolar no colo do outro e ao sentir o atrito gostoso dos nossos membros um no outro, eu gemi baixinho. Isso é tão gostoso.

Continuamos nesse ósculo gostoso, com todo esse contato até que ele se levantou comigo em seu colo e foi em direção a mesa que tinha do outro lado do quarto. Me colocou sentado sobre ela e então retirou as minhas calças com pressa.

- Vai ser aqui? Jura? - Perguntei ao vê-lo pegar o tubo de lubrificante ao meu lado e colocar um pouco do gel nos dedos.

- Sim. - Murmurou com a feição concentrada e separou mais as minhas pernas. - Fica quieto.

Jeongguk então colocou um de seus dedos na minha entrada e fez uma leve pressão, para que o digito escorregasse para dentro do meu ânus. O desconforto foi mediano, nada que eu não pudesse aguentar, até cheguei a me mexer um pouco pra tentar sentir logo o prazer e esquecer a agonia de ser penetrado.

Jeongguk logo colocou seu segundo dedo em meu interior e eu gemi em descontentamento e dor. 

- Ta doendo. - Murmurei apertando os antebraços do Jeon.

Me remexi mais uma vez e ele colocou uma das mãos em minhas costas enquanto me fazia inclinar para trás, fazendo com que desse mais acessibilidade a minha entrada.

- Eu sei, mas vai passar. Sempre passa. - Sussurrou concentrado em fazer os movimentos de tesoura em meu interior, querendo alargar o bastante meu cu para que ele pudesse entrar.

Continuamos assim por segundos, ou até mesmo minutos. No silêncio com apenas meus gemidos ecoando pelo cômodo. Quando ele notou que eu já estava preparado para receber seu membro em meu interior, Jeongguk me puxou mais pra si e segurou seu membro.

O Jeon passou a dar leves pinceladas em minha entrada utilizando seu membro e quando ele enfim colocou a glande em mim, eu tentei o afastar de dor.

- Gguk, sai. Sai caralho! - Falei desesperado mas ele não deu atenção e continuou a estocar lentamente.

O fato era; eu ainda não tinha me recuperado da noite anterior e mesmo assim decidi vir transar com ele. Mas, mesmo se não quisesse, eu não teria escolha. Jeon Jeongguk sempre faz o que quer.

- Gukkie, por favor. Isso dói. - Choraminguei e ele selou nossos lábios, tentando me fazer esquecer a dor filha da puta.

Ficamos parados por mais alguns minutos e então ele começou a se movimentar lentamente. Ainda doia, mas não era como antes. Os movimentos continuaram e foram tomando mais velocidade com o tempo e a dor desapareceu por completo restando apenas o prazer. 

Meus gemidos altos e manhosos ecoavam por todo o quarto de motel e eu não me importava nem um pouco com isso.

- Mais... Mais Jeonggukkie. - Implorei por mais contato, por mais força, por mais velocidade.

Eu sei que irei acordar amanhã com muita dor, mas vale a pena. Ser fodido por Jeon Jeongguk e seu pau gostoso é a melhor coisa que pode me acontecer, e eu não ligo para as consequências.

Continuamos nessa posição por mais um tempo. As estocadas passaram de lentas e delicadas para rápidas e brutas. Segurei na mesa que por sinal estava balançando tanto que batia contra a parede. 

Jeongguk me pegou no colo quando viu que a pequena mesa de madeira não duraria muito tempo e me colocou sobre seu colo na cama.

- Vamos Jimin, o que acha de cavalgar um pouquinho? - Sussurrou no meu ouvido e deixou um belo aperto na minha cintura que com certeza deixaria marcas depois, mas quem liga?

Mordi meu lábio inferior e segurei nos ombros de Jeon. Passei a subir e descer lentamente, nessa posição eu posso senti-lo por inteiro, é uma das melhores.

Aumentei a velocidade e realmente comecei a cavalgar. Jeongguk segurou meu membro - que até agora estava esquecido - entre seus dedos e passou a masturba-lo lentamente enquanto beijava minha barriga desnuda.

Os toques eram tão gostosos que eu sinto que poderia gozar em poucos segundos. Fechei meus olhos e tombei a cabeça pra trás, gemendo alto.

- Isso Jiminie, geme pra mim amor. - Falou baixo e eu fiz como foi mandado. Não tentei mais segurar nenhum gemido ou arfar na minha garganta. Tudo o que eu quero é agradar Jeon Jeongguk.

Depois de um tempinho minha pernas tinham realmente cansado, e ao notar Jeongguk me tirou do colo dele.

- Fica de quatro Minnie. - Falou em meu ouvido e eu assenti.

Engatinhei até o meio da cama de casal espaçosa e fiquei de quatro, com minha entrada na direção de Jeongguk. Escondi meu rosto no travesseiro e deixei minha bunda o mais empinada possível.

Senti quando o colchão afundou atrás de mim e quando as mãos grandes de Jeongguk acariciaram minhas coxas. Um tapa estalado foi dado em minha nádega direita e eu arfei.

Senti quando o Jeon afastou as bandas de minha bunda e me deixou totalmente exposto. E a partir desse momento eu me surpreendi.

Pensei que ele fosse fazer tudo menos me dar um beijo grego. Isso começou só com beijinhos entre minhas duas nádegas que estavam afastadas dando total acesso ao meu ânus graças as mãos do Jeon, mas depois foram lambidas na parte externa da minha entrada e então ele chupou o local.

No momento eu arregalei os olhos e fiquei imóvel, nunca imaginei que ele iria colocar a boca ai algum dia. Mas depois que ele me penetrou com sua lingua quente e molhada, eu voltei para o mundo real e, céus, isso é tão bom.

- Awn... - Gemi de forma arrastada ao ser penetrado novamente pela lingua do moreno e ouvi o mesmo rir baixo.

Jeongguk sabe como se divertir e ele adora isso. Ele adora cada uma das minhas vergonhosas reações e faz de tudo para que eu ás mostre.

O beijo grego continuou. Jeongguk beijava, chupava, lambia e penetrava minha entrada de um jeito tão bom que eu quase gozei. Mas depois de um tempo quando ele estava satisfeito me deixou sem mais beijos na parte de baixo.

Senti seu membro adentrar no meu interior e fechei os olhos. As estocadas rápidas e nada gentis me deixavam em completo deleite e quando ele votou a me masturbar eu vi que tinha acabado pra mim. Meu corpo todo vibrou em excitação e pequenos espasmos vieram, meus olhos quase reviraram de prazer e eu me desfiz em jatos fortes, molhando todo o lençol da cama.

Meu interior comprimiu e acabei apertando o membro de Jeongguk contragosto, o fazendo gemer. E depois de mais cinco estocadas, ele se desfez no meu interior. Senti a porra escorrer pela minha bunda e perna, mas não disse nada. Apenas cai deitado na cama e respirei fundo, tentando me acalmar.

Jeongguk sentou na cama após sair de dentro de mim e eu continuei na mesma posição.

- Você foi bem hoje Park. - Falou se levantando e pegando suas roupas. - Te vejo em breve. - Jeongguk terminou de se vestir e pegou tudo que era seu; carteira, celular, etc. E depois disso saiu do quarto, me deixando sozinho novamente.

É sempre assim. Ele me fode, se diverte e me abandona, eu canso disso. Mas mesmo assim sempre vou como um cachorrinho obediente quando ele me chama.

Ah, eu odeio isso tudo. Eu odeio Jeon Jeongguk! E eu odeio ainda mais o fato de ter ficado feliz pra caralho quando ele me chamou de amor.


Notas Finais


18.006,60 wons equivalem a 60 reais e 74 centavos.

Me desculpem, de verdade. Eu vou melhorar.

Aviso: Eu quero que saibam que eu não sou a favor de relações abusivas ou coisas do gênero, eu não estou romantizando isso ou fazendo algo do tipo.


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