História Utopia - Capítulo 7


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Categorias The Walking Dead
Personagens Daryl Dixon, Personagens Originais
Tags Daryl X Oc, Hentai, Hot, Romance, Twd
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Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite!

Aqui estou eu, de volta com a comunidade mais misteriosa do apz kkkkkkk, e agora, será que o Daryl se ferra, será que é a Odiosa que se ferra?

Vamos ver neh...

Capítulo 7 - Talvez eu fosse o louco


Fanfic / Fanfiction Utopia - Capítulo 7 - Talvez eu fosse o louco

Respirei fundo e me preparei para o que viria a seguir. Eu nunca desistiria sem lutar... Quando a Odiosa entrasse na sala eu estaria pronto para fazer o que fosse necessário.

Tateei a calça jeans à procura da faca que a própria líder de Utopia me dera, e me preparei para o ataque.

Eu só tinha que ser rápido o bastante para pegá-la de surpresa, quando a porta fosse aberta.

Ouvi o trinco e vi a maçaneta se mexer. Apertei o cabo da adaga com mais força e flexionei um pouco os joelhos para conseguir impulso...

Assim que a porta se abriu, eu mal vi o cabelo negro e o corpo curvilíneo e ataquei. Eu tinha certeza que acertaria, eu era mais forte afinal, que tipo de chances aquela mulher tinha contra mim?

Mas eu não acertei o alvo, na verdade a morena desviou com destreza e agilidade invejável, segurando meu braço no ar e usando meu próprio peso contra mim.

Eu acabei imobilizado, meu rosto prensado contra a parede, o braço esquerdo dela exercendo pressão na altura do meu pescoço e o direito segurando minha mão nas minhas costas, me impedindo de usar a lâmina.

Mas que porra!

— Você é lento, desajeitado e bastante previsível. Te falta muita classe pra me pegar desprevenida. — A Odiosa parecia divertida com a minha tentativa.

Quem aquela maldita pensava que era?

Usei a mão livre para conseguir impulso e virei meu corpo, invertendo nossas posições e batendo as costas dela contra a parede, não precisei esperar para atacar com a adaga bem na direção do seu pescoço.

Mas a lâmina bateu direto no reboco, porque novamente a morena foi mais rápida que eu e, em um movimento calculado, usou o cotovelo para se libertar e conseguiu abaixar a tempo de evitar meu ataque.

Não tive tempo de reagir quando ela usou a perna direita para me dar uma rasteira. Caí com as costas no chão, sentindo meus pulmões arfarem com o impacto e meu corpo todo reclamar dos machucados mal cicatrizados.

A adaga escorregou pelo chão para longe de mim e a Odiosa colocou o salto maldito bem no meu pescoço, me encarando de cima com um sorrisinho que não combinava com a nossa luta.

— Você é muito impulsivo, señor Dixon. Tranquilo... — Ela tirou o salto do meu pescoço para pressioná-lo contra o meu tórax, apoiando o peso naquela perna para poder aproximar-se um pouco de mim. — A raiva bloqueia parte da nossa cognição. Diferente do que pensam, esse tipo de emoção não é vantagem em uma briga.

Se afastou, sem se importar com a rapidez com a qual eu me levantaria do chão, e caminhou até a adaga, usando o maldito sapato de salto para chutar a lâmina na minha direção, como se a oferecesse pra mim.

— Não me trate como um cara do gueto, isso não é uma briga de bar. — Deu alguns passos para longe de mim, e parou de costas, como se não estivéssemos no meio de uma luta.

Aquela mulher era completamente louca?

Ela agia como se eu não representasse ameaça alguma e isso me irritava ainda mais.

Peguei a lâmina e me coloquei de pé, atacando-a novamente, sem me importar se ela estava de costas ou não. A morena desviou de mim com até mais destreza e habilidade que da primeira vez, e ainda conseguiu dar uma cotovelada na lateral do meu corpo que me fez cambalear para a esquerda.

Ouvi a risada melodiosa ecoar pela sala, como se estivéssemos em algum tipo de brincadeira. Ela esperou que eu restabelecesse o equilíbrio para então jogar todo o cabelo para o lado e me chamar com um movimento dos dedos da mão direita.

Ainda mais possesso de ódio eu parti para a briga corpo a corpo, me esquecendo que a maldita era uma mulher e que eu não batia em mulheres.

Mas, quanto mais eu tentava, pior eu me saia, era como se a morena fosse uma bailarina cheia de movimentos delicados e sutis, e eu fosse apenas um daqueles bonecos desengonçados de posto de gasolina.

Em algum ponto da palhaçada que aquela briga tinha se tornado, eu acabei com as costas prensadas na parede e a minha própria lâmina no pescoço.

— Você é maior e mais forte, mas eu tenho o dobro de técnica e velocidade que você. Faça algo imprevisível ou nunca vai me vencer. — Havia um misto de deboche e desafio na voz dela.

Era como se meu ódio e agressividade não significassem nada para aquela Odiosa, ela desfrutava da nossa briga como se isso lhe causasse algum tipo de prazer pessoal.

Estava pronto para tentar outra vez, porque eu só desistiria quando estivesse morto, quando o som de passos ecoando pelo corredor chamou a nossa atenção.

Tinha alguém vindo.

Mi Diosa? — Reconheci a voz do Comandante de merda imediatamente.

Aquilo pioraria ainda mais a minha situação...

Ele estava prestes a entrar na sala em que estávamos, quando tudo aconteceu muito depressa: já não tinha mais uma lâmina no meu pescoço, ao invés disso, senti a morena me puxar pela camisa e me apoiei nela por puro reflexo, no instante seguinte os lábios dela estavam colados nos meus.

O beijo me pegou tão de surpresa que eu fiquei totalmente sem reação, acho que dizer que eu estava em choque seria um eufemismo. Eu não estava preparado para aquela atitude, tampouco para o gosto de morango que veio com o contato dos lábios macios.

Nem sei dizer porque mantive minhas mãos no corpo dela e não a afastei imediatamente, talvez meu cérebro tivesse entrado em curto...

Ouvi o Comandante entrar na sala no mesmo momento em que senti as mãos femininas e sutis da líder de Utopia colocarem a adaga no bolso de trás da minha calça.

Mas que porra estava acontecendo ali? Por que ela estava me devolvendo a lâmina?

Gallegher pigarreou para avisar de sua presença e chamar nossa atenção.

A Odiosa deu um passo para trás e sorriu para mim, como se segundos atrás não estivéssemos brigando bem ali.

— Que bom que está de volta, Gallegher. Algum imprevisto? — Questionou em sua pose de líder, enquanto limpava o batom borrado dos lábios.

Eu não conseguia entender que tipo de joguinho era aquele.  

— Nenhum, mi Diosa. — O Comandante me mediu dos pés a cabeça, havia escarnio em seu olhar, mesmo que sua postura profissional não tenha mudado em nada.

Senti que minha boca estava melecada de batom, por isso passei as costas da mão por ali com certa violência, enquanto olhava de um para outro a procura de qualquer coisa que fizesse sentido naquela merda de lugar.

— Eles disseram algo? — A Odiosa perguntou em um tom desinteressado.

— Não, suas ordens não pediam um interrogatório. Eu cumpri a missão e isso é tudo. Deixei o interrogatório por sua conta. — A resposta veio direta, mas os olhos de Gallegher continuavam em mim.

— Eficiente como sempre. — A morena elogiou, mas não havia amabilidade em sua voz. — Eu também já acabei.

O Comandante olhou para o vidro, vendo o corpo de Kurt, que nessa altura dava os primeiros sinais de estar acordando da transformação. Reparei que Gallegher demonstrou mais pesar em ver o cara ali morto, do que a Odiosa tinha demonstrado durante todo o interrogatório.

— E ele disse alguma coisa? — Perguntou, apontando o Salvador que abria os olhos sem vida naquele instante.

Eu comecei a me preparar para o pior... tentar fugir seria tolice, mas pensei em usar a Odiosa como refém, desisti tão logo a ideia me veio a mente, honestamente, naquele ponto, eu já tinha começado a duvidar da minha capacidade de subjugá-la.

— Sim, disse... — Ela pareceu muito satisfeita em responder aquilo. Eu preparei a adaga uma vez mais, segurando-a em minhas costas e deixando-a pronta para o ataque... — Exatamente a mesma coisa que o señor Dixon disse para mim mais cedo.

Que? A Odiosa tinha acabado de mentir para o próprio braço direito?

— Só isso? — Gallegher ainda parecia desconfiado. — Tem certeza que o idiota não mentiu?

Tudo aquilo estava me deixando ainda mais confuso. A vida era mais fácil quando eu entendia quem eram os caras bons e quem eram os maus.

— Acha que eu deixaria alguém mentir pra mim durante um interrogatório? — A líder de Utopia foi dura, havia uma pergunta perigosa sub entendida ali, algo como “está duvidando de mim?”.

O Comandante não respondeu, mas negou com um movimento curto e eu percebi que minha presença ali realmente o  incomodava.

— Agora que está tudo resolvido, eu ficaria muito agradecida se cuidasse do corpo pra mim. — A Odiosa apontou Kurt transformado em errante na outra sala.

Ela agia como se tudo estivesse perfeitamente normal, era de fato uma ótima mentirosa, o que me deixava ainda mais desconfiado dela.

— Quer que eu te acompanhe aos seus aposentos primeiro? — O Comandante se ofereceu, me lançando um olhar de puro desprezo.

— Não será necessário. O señor Dixon vai me fazer essa gentileza, não é? — Ela já tinha o braço enganchado no meu e sorria na minha direção quando fez a pergunta.

Sequer tive tempo de responder, porque saímos da sala em seguida, com a Odiosa praticamente me obrigando a andar, enquanto Gallegher me encarava com ódio explicito.

Então era isso... A líder de Utopia tinha acabado de mentir por mim, o beijo repentino também fez sentido, afinal se o Comandante nos pegasse no meio de uma briga seria uma coisa complicada de explicar. Mas ser protegido daquela forma não me pareceu lógico.

Podia ser um ato de boa vontade, porém eu não confiava naquela mulher o bastante para acreditar nisso...

Ela continuou segurando meu braço, até que finalmente entrássemos no elevador. Fui o primeiro a me afastar, praticamente empurrando-a para longe de mim.

Eu não serviria de passatempo para uma mulherzinha entediada.

— Qual é o seu joguinho agora? Por que não contou nada para o seu braço direito? — Perguntei em tom acusatório.

A Odiosa sorriu daquele jeito usual, virando-se para o espelho e conferindo sua aparência, a futilidade dela me irritava ao extremo.

— Não tem joguinho, señor Dixon. — Nossos olhos se encontraram no espelho. — Como eu disse anteriormente, algumas informações não precisam ser compartilhadas. Gallegher é um soldado. Soldados gostam de guerras... Já eu, acho que guerras são um desperdício de recursos. No atual momento seus amigos não representam uma ameaça, no entanto o Comandante não pensaria assim.

Ela virou de costas para o espelho e caminhou na minha direção, como se precisássemos ficar ainda mais perto naquele elevador de três metros quadrados.

— É por isso que vamos fazer disso nosso segredinho — insinuou, com um tom repleto de duplo significados, tentando trocar meu tórax por cima da camisa, mas sendo impedida, quando me afastei bruscamente.

A explicação até podia fazer sentido, mas eu não conseguia acreditar em nada que saía da boca daquela mulher. Claro que havia um motivo escuso para aquela omissão, a Odiosa estava tentando me controlar, só podia ser isso.

De repente algo me passou pela mente:

— Mas é claro que se eu partir amanhã você nunca vai ter certeza das informações que eu vou dar aos meus amigos, não é? — Acusei apontando o dedo na cara dela. — Eles passariam a ser uma ameaça... É aqui que está a pegadinha. Apenas outra desculpinha pra me manter prisioneiro.

As portas do elevador se abriram ao mesmo tempo em que a morena ria da minha teoria, como se eu fosse uma criança de cinco anos que acabou de falar alguma besteira.

— Sinto que você tem mania de perseguição, señor Dixon. — Ela saiu do elevador com o queixo erguido e um rebolado exagerado.

Cerrei o maxilar de puro ódio e a segui de perto, o som daqueles saltos malditos batendo contra o piso realmente me irritava.

Eu tinha que garantir que Alexandria e as outras comunidades ficassem seguras e, já que matar a Odiosa parecia algo fora de alcance, decidi usar intimidação.

— Você nunca teria chances contra eles... — lancei em um tom superior.

Ela deu meia volta no mesmo instante, havia um brilho diferente em seus olhos, totalmente diferente dos castanhos frios de sempre.

— Isso é um desafio? Porque eu adoro desafios! — Soou empolgada, era o exato oposto do que eu queria.

— Isso não é um desafio — praticamente rosnei. — É apenas a verdade, você não tem os números, nem metade do seu grupo é treinado...

— Acredito que tenha razão... — A vi dar de ombros e voltar a caminhar. — Alexandria, Hilltop e o Reino superam Utopia em números... Mas esse tipo de estratégia é para guerras, e como eu disse: guerras são para Soldados. Eu não sou um soldado...

Parou em frente ao meu quarto, ou melhor, a minha cela, e moveu o braço como um convite.

— E o que você é? — Perguntei o que eu já queria perguntar há muito tempo.

Eu tinha algumas teorias naquela altura, quer dizer, não são muitas pessoas que têm todo aquele conhecimento sobre técnicas de tortura e menos ainda tinham tanta destreza em uma luta, mas eu queria uma resposta clara e direta e, na minha tola inocência, eu pensei mesmo que teria uma...

— Sou alguém que entende que qualquer sociedade é um castelinho de cartas. Elimine a carta certa e todo o resto desmorona sozinho. — Ilustrou a explicação com as mãos.

Eu entendi o que ela queria dizer, uma comunidade sem líder mudava totalmente....

— Digamos que eu sou uma artista... — continuou, abrindo um sorriso um tanto sádico. — ...da morte.

Ela tinha acabado de dizer que era uma assassina?

Pisquei algumas vezes, tentando aceitar aquilo como uma resposta, mas a verdade é que, no fim, todo aquele teatrinho me deixava confuso e eu só conseguia encontrar logica quando imaginava que a líder de Utopia era louca.

Talvez todo mundo ali dentro fosse louco...

— Tenha uma boa noite. — Ela sorriu cordial, dando a conversa como encerrada assim do nada. — Nos vemos amanhã antes da sua partida.

A parte de mim que acreditava em sair dali sem maiores problemas já não existia mais. Minha mente era um amontoado de teorias sobre como tudo daria extremamente errado.

Entrei no quarto e vi a porta começar a ser fechada, quando repentinamente foi aberta de volta.

— Ah, quase me esqueço... Daryl? — Era a primeira vez que a Odiosa me chamava pelo nome, sem aquela coisa de “señor Dixon”.

A surpresa momentânea fez com que eu baixasse a guarda o suficiente para que a morena se aproximasse de mim e passasse os dedos lentamente no meu tórax, por cima da camisa.

— Da próxima vez que você mentir pra mim eu vou arrancar sua língua fora e dar para os mortos comerem. O que seria uma pena, porque eu tenho certeza que você pode fazer duas ou três coisas bem interessantes com ela... — Demorei alguns segundos para entender se aquilo era um flerte ou uma ameaça, porque o sorriso libidinoso e a linguagem corporal diziam uma coisa, mas as palavras diziam outra.

Eu ainda estava parado no mesmo lugar quando a Odiosa saiu do quarto, trancando a porta atrás de si.

Fiquei alguns segundos ali, esperando que outra coisa acontecesse, mas pareceu que era só aquilo mesmo, então suspirei de cansaço. Sequer tentei procurar por rotas de fuga novamente, eu sabia que seria inútil, o jeito era esperar o outro dia, aguar os novos joguinhos e manipulações e então decidir como agir.

Apenas deixei que meu corpo caísse na cama e só então percebi que fazia muito tempo que eu não dormia em um colchão de verdade.

Quem eu estava enganando? Nem antes do fim do mundo eu já tinha dormido em um colchão como aquele...

Não sei se foi o cansaço ou o conforto acolhedor e macio do colchão, coberta e travesseiros, mas em questão de minutos eu já estava entre o sono e a vigília, naquele momento em que os sonhos são muito mais reais e fica difícil saber se são sonhos mesmo, ou se são apenas parte dos seus desejos...

Eu costumava ter pesadelos com Negan, mas naquela noite não foi assim, naquela noite eu me vinguei, eu o fiz pagar por toda dor, sofrimento e por cada vida que ele tirou.

As imagens de mais cedo, quando a líder de Utopia torturou um Salvador se transformaram na minha mente, não era mais Kurt sentando ali, era Negan, e era eu quem dava as cartas, eu praticamente pude sentir o pescoço daquele cretino quebrar nas minhas mãos.

E a vingança teve um gosto doce e satisfatório.

“Espero que saiba, senhor Dixon, que não se flerta com a escuridão, ou você a abraça, ou foge para o mais longe que puder...” As palavras da Odiosa ecoaram como uma maldição.

E de repente não havia mais Negan, só eu e ela em uma sala de vidro, no meio de uma briga que eu venci. Então o corpo dela estava sob o meu, em cima de uma cama macia, nossas roupas no chão e a briga virou “outra coisa”...

Uma coisa tão física quanto socos e chutes, eu diria até violenta, totalmente carnal, quente e com gosto de morango... uma coisa que eu nem sabia que queria até que apareceu nos meus sonhos..

Talvez eu fosse o louco ali.


Notas Finais


Daryl e Diosa brigando/lutando é o meu novo espirito animal kkkkkkk

Daryl não está entendendo absolutamente nada, finge que está odiando tudo, mas acho que esses sonhos aí são a prova de que ele tá é gostando do lado negro da força aushaushaush

E ai, será que ela é uma assassina mesmo? E será que o Daryl vai poder ir embora de boa?

Nos vemos no proximo e talvez eu responda pelo menos uma dessas perguntas kkkkkkk (brincadeira, uma delas eu vou responder sim)

Mas enquanto isso vocês podem me contar suas teorias, que acham?

Nos vemos em breve
Bjss!


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