História Utopia Reversa: Guerra Fria. (STRAY KIDS - BANG CHAN) - Capítulo 11


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
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Palavras 3.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - A Despedida do Que Poderia Ter Sido.


Fanfic / Fanfiction Utopia Reversa: Guerra Fria. (STRAY KIDS - BANG CHAN) - Capítulo 11 - A Despedida do Que Poderia Ter Sido.

 

POV: NYX.

(N/A: Não lembro se já fiz POV da Nyx aqui ou se esse é o primeiro? Em todos os casos, para quem não gravou o nome dos personagens, Nyx é a irmã gêmea do Chan! Boa leitura!).

É isso que acontece quando se diz para uma pessoa que ela não pode fazer algo. 

Todo ser humano tem uma alma teimosa dentro de si, impedir que ele faça algo é deixá-lo obstinado a fazê-lo. Ninguém parecia enxergar, ou talvez, apenas fingissem não enxergar que nosso projeto de mundo perfeito parecia uma distopia dos nossos antigos.

Eu respirei fundo e cruzei os braços no momento em que um guarda segurava Minho pelo colarinho ao entrar naquela sala reservada do Rei Bastet. Ao seu lado, uma Venus encolhida segurava o choro.

— Então, o que fazemos agora? — Jinyoung perguntou, pensativo, encarando o casal adolescente diante de nós. — A garota certamente está corrompida. Se esconder com um Shezmu numa dispensa? Francamente, que tipo de educação você tem dado às suas filhas?

Jinyoung era um Conselheiro dos Cultos. Sua fama o precedia como um dos conselheiros mais rígidos que prezavam pela nossa tradição e pureza de raças. Ele era pai de Hyunjin, o outro jovem encolhido num canto da sala, que encarava o chão com o rosto extremamente culpado.

Eu poderia arrancar a cabeça de Hyunjin naquele momento. Eu sabia que o garoto era amigo de infância de Venus e ele tinha acabado de traí-la e entregou meu irmão de bandeja ao Conselho.

— Deve ser um mal entendido. — O Rei Lego, do Clã Bastet, interveio com uma voz extremamente aveludada. Ele parecia relapso para mim diante da situação grave.

— Em se tratando do meu filho, não é um mal entendido. — Foi a vez de meu pai falar e eu revirei os olhos. — O sangue realmente não nega a raça e Bastets são mesmo uma perdição, com o perdão da palavra.

— Bom, eu confio em minha filha. — O Rei Lego se tornou áspero de repente. — Sei que ela nunca cederia às investidas de um Shezmu mal intencionado.

— Acho que não temos muito o que discutir. — Meu pai insistiu, achando graça. — A reputação de Venus já está arruinada, não há motivo para mandarmos a garota à guilhotina, não é?

— Eu não fiz nada. — Minho interveio, se soltando do guarda como uma criança mimada. — Venus não cedeu às minhas investidas.

— Eu duvido. — Nosso pai insistiu.

— Ela me despreza. — Minho insistiu, sem paciência. — Eu tentei, porque realmente é difícil resistir… — Ele encenava perfeitamente o garoto mal intencionado. — Mas, ela não cedeu nem por um momento. Talvez, se eu tivesse tido mais tempo…

Eu sabia que ele estava mentindo, mas não quis intervir. Eu podia ver claramente que Minho tinha se apaixonado pela garota, porque ele nunca colocaria seu pescoço em perigo por outra pessoa, ele só sabia amar a ele mesmo. Pelo menos, até então.

— Então é o caso de guilhotina para o Príncipe Minho, certo? — Foi a vez do Rei Lego de Bastet se tornar vingativo. — Ele confessou suas más intenções.

— Pai! — Venus resmungou, assustada, arruinando qualquer possibilidade de Minho protegê-la. Estava claro para todos ali naquela sala que os dois estavam envolvidos.

— Lego, você sabe que a punição para isso é o exílio de Venus, no mínimo. — Jinyoung falou, pacientemente, fazendo com que todos se exaltassem, inclusive o próprio Hyunjin que era a causa disso tudo:

— Pai, talvez eu tenha me enganado! — Hyunjin interveio.

— Filho, sei que Venus foi sua amiga de infância, mas ela claramente não é a mesma pessoa. Não tente defendê-la, você tem que ser justo para cumprir…

— O meu dever como Culto. — Ele revirou os olhos e voltou a se encostar na parede. Eu o analisei por um momento sem entender o que levava um Culto a ser terrivelmente e irritantemente obediente.

— Se Venus será exilada, ela vai viver no meu Reino. — Minho falou de pronto, fazendo nosso pai bufar de raiva.

— Minho! — Foi a vez de Christopher intervir. — É meu Reino. — Ele falou, cerrando os dentes. — Não piore a situação.

— Christopher… — Pietra interveio, agoniada. — É a minha irmã! Ela não pode perder a vida por isso quando sabemos que a culpa não é dela!

— A culpa é de quem? — Christopher retrucou me fazendo perder a paciência. Ele ainda estava irritado com Pietra e queria manter a distância para se proteger, mas estava parecendo um babaca. — Do meu irmão? Você quer mandar meu irmão para a guilhotina para salvar sua irmãzinha de tê-lo seduzido?

— Oh, por favor. — Eu falei, segurando a risada. — Se alguém foi seduzido aqui foi claramente a Venus. Minho transa mais que cadela no cio.

— Foi o que eu falei! — Minho concordou tolamente comigo, mesmo que agora Venus o fuzilasse com o olhar diante da minha acusação. — Eu tentei tomá-la, mas ela não cedeu. Não tivemos tempo, de qualquer jeito.

— Pare! — Venus falou, chorosa, batendo o pé no chão. — Fui eu que o beijei primeiro!

Era o suficiente, o murmurinho recomeçou na sala. Minho revirou os olhos e virou para Venus quase gritando:

— Você tem que ser teimosa assim?

— Eu não vou deixar você ir para a guilhotina! — Ela retrucou, chorosa, visivelmente abalada com o que pudesse acontecer com meu irmão.

— Eu não vou! Eu fujo, eu sumo no mundo, mas não vou morrer. Pelo menos, você poderia ter me deixado te salvar! — Ele perdeu a paciência com a garota que apenas começou a chorar mais:

— Bom, se você vai sumir, eu vou com você!

— Oh, não. — Eu respirei fundo, porque aquilo era mais que uma confissão. Todos ali estavam sem paciência para os dois adolescentes.

— Exilamos os dois, então? — Jinyoung decidiu. — Exílio ou guilhotina, deixo vocês escolherem. Até porque está claro que isso não vai parar com uma repreensão, os dois vão continuar se encontrando escondidos.

— Você tem certeza que vai querer mandar dois membros da realeza dos dois Clãs mais poderosos para a guilhotina? — Pietra interveio, me surpreendendo. Ela parecia muito forte para sua beleza pura enquanto se aproximou de Jinyoung com uma pose superior.

— Querida Pietra… — Jinyoung falou com um sorriso debochado. — Tem muito que a senhorita precisa aprender sobre nossa política. De qualquer jeito, comece a aprender seus deveres como Rainha desde já e fique calada atrás de seu noivo como é o seu papel.

— Ela vai ser minha Rainha. — Christopher interveio, parando atrás de Pietra, extremamente sério. — Acostume-se, Jinyoung, porque minha noiva não vai se calar para ninguém, então vá você deixando seu Conselho a par disso. Não vou admitir que tratem a futura Rainha do Clã Shezmu como bem entendem, ela será respeitada ou todos vocês se acertarão comigo.

— Oh, o que nos espera no próximo governo. — Jinyoung falou com desgosto, mas eu estava um pouco surpresa. Juntos, Pietra e Christopher, carregavam uma impressão de que poderiam fazer qualquer um se curvar a eles. Eu sei que eu me curvaria naquele momento e eu nem sou obediente.

— Além do mais… — Christopher começou. — Minha noiva está certa. Vocês não vão querer mandar dois membros da realeza para a guilhotina ao mesmo tempo. Vocês não vão querer comprar essa Guerra com nossos Clãs, porque vocês precisam de nós para sobreviver.

— Eu não disse que entraria em alguma guerra. — Woojin interveio, impaciente. Eu mordi o lábio, porque sabia muito bem do gênio de meu ex noivo. Ele nunca foi uma má pessoa, mas era rígido e acreditava na tradição. — Por isso? Sinceramente, estou decepcionado. Talvez o exílio... — Ele falou, encarando Venus com desgosto, fazendo a garota se encolher.

— Sinceramente, sendo uma mestiça… — Alaska iniciou a conversa, visivelmente alterada pela bebida. — Eu mesma voto pela guilhotina. Vivos e sozinhos além da fronteira, os dois podem criar mais mestiços sem precisar viver sob nossas regras.

Woojin virou para sua noiva Alaska e engoliu em seco. Eu sabia que por mais chateado que ele estivesse, ele nunca votaria pela morte de sua própria irmã.

Não tinha nada mais importante para Woojin do que Pietra e Venus. Ele era um homem criado para proteger. No entanto, ele estava visivelmente confuso entre ser o Rei que queria ser ou simplesmente ceder ao seu emocional.

Nossos pais deveriam discutir aquele assunto, mas os Reis estavam calados. Eles também se encontravam nessa encruzilhada entre tradição e suas emoções. Mas, eu podia ver que eles também pareciam avaliar muito bem aquilo como um teste de como seus filhos lidariam com os Reinos.

Woojin balançou a cabeça negativamente e disparou contra Venus:

— Por que tinha que fazer isso garota tola? — Ele a repreendeu, irritado, fazendo Venus se encolher mais. A cena não podia ficar pior, porque Minho a puxou de maneira protetora para perto e se aproximou de Woojin ameaçador.

— Você pensa que é tão correto, Woojin. — Minho falou com ironia. — Cuidado com seu teto de vidro.

Eu engoli em seco e senti o clima pesar.

Minho estava claramente defendendo Venus, mas eu sabia o que ele queria dizer. Woojin e eu já tínhamos nos envolvido diversas vezes. Era apenas carnal, mas como íamos nos casar, achávamos que poderíamos fazer isso desde que tomássemos precauções para não engravidar. O método da "tabelinha" que encontrei em um livro antigo parecia fazer efeito. Até então, pelo menos. 

— Eu esperaria isso da Pietra. — Woojin resolveu falar após um longo momento de silêncio, ignorando Minho e repreendendo Venus mesmo assim. — Nunca esperaria isso de você, Venus. Ter que consertar seus caprichos é… Desapontante.

— Então, o quê? Você vai mandar nossa irmã para a guilhotina? — Pietra perguntou, irritada.

— É a única solução e você sabe. — Alaska sussurrou, se aproximando de Woojin e segurando em seu braço.

Aquilo me fez ficar alerta, porque eu sabia que Alaska era muito inteligente. Ela estava assumindo o papel de rainha tão fácil que eu duvidava de suas intenções. Woojin a encarou e sem pensar muito, foi a minha vez de intervir:

— Woojin, ele é meu irmão. — Eu supliquei e Woojin virou para mim de supetão, pensativo. — Eu sei do quanto ama sua irmã e sei que quer ser um Rei justo, então essa é a sua chance de provar que quer governar pela Luz.

Eu pude ver Woojin ceder para mim apenas com os olhos e respirei aliviada antes que ele se pronunciasse. Eu o conhecia melhor.

— Nós iremos à guerra com ou sem seu Clã, Woojin. — Christopher falou, paciente. — Não vamos correr o risco de perder Minho que é meu irmão e Venus que é tudo para minha noiva.

— Você não é Rei ainda. — Jinyoung falou com deboche. — Pare de agir como tal. Ir à guerra? Por favor! Uma guerra não acontece desde o apocalipse!

— Eu não estou falando nada. — Meu pai finalmente interveio, achando graça. — Sinceramente, criei meu filho com a melhor das mentalidades. Se Christopher diz que iremos à guerra, nós iremos à guerra. Você realmente acha que eu deixarei você arrancar a cabeça do meu filho Minho sem revidar?

— Não haverá guerra. — Woojin interveio de maneira séria, fazendo Alaska estremecer de felicidade por ele ceder ao que ela falava. Eu o olhei, surpresa, por ele não ir à guerra pela sua própria irmã.

— Woojin! — Eu o repreendi, mas ele apenas continuou paciente:

— Minha irmã, Venus, vai casar com um nobre do Clã Bastet a fim de salvar sua reputação. Minho ficará no Clã Shezmu a cargo de sua família e está proibido de entrar novamente em nosso Reino.

Eu sorri sem perceber, porque Woojin deu uma opção mais pacífica para aquele impasse. Ele deu um sorriso discreto para mim também, piscando em cumplicidade. Alaska me fuzilou com o olhar sem dizer uma palavra e eu podia ouvir os suspiros de alívio na sala.

— Eu não quero casar com alguém! — Venus tentou resmungar, mas Minho a puxou de volta para que se calasse. Ele estava disposto a abrir mão dela se isso a mantivesse viva.

— Vai casar. — Woojin falou com veemência e se aproximou de Jinyoung. — Veja, Conselheiro, eu quero ser um Rei que preze pela paz acima de tudo. Ninguém quer a Guerra do Apocalipse novamente. Mas, saiba que se não tiver alternativa, eu me juntarei ao Clã Shezmu para salvar a cabeça da minha irmã.

— O Conselho vai deliberar. — Jinyoung engoliu em seco, visivelmente irritado, mas tentando não perder a compostura. — Iremos dar o julgamento assim que o fizermos.

Ele disse simplesmente e saiu da sala puxando seu filho para fora.

~*~

Era noite e nós partiríamos na manhã seguinte. Caminhei rapidamente após quase todo o Castelo cair no sono e parei na grande porta de madeira que eu já conhecia. Dois guardas estavam parados ali, mas eu já os conhecia também.

— Boa noite, senhorita. — Eles disseram simplesmente e eu bati na porta, entrando logo depois.

— Com licença? — Eu pedi, educadamente, procurando por Woojin no grande quarto. Ele estava sentado em uma poltrona, virado para a janela, encarando a noite lá fora de maneira pensativa.

— Achei que não viesse. — Ele foi sincero sem desviar o olhar da janela, mas dando um sorriso de leve.

— E como eu te agradeceria pela decisão de hoje? — Eu falei, maliciosa, parando atrás da poltrona e me inclinando para abraçá-lo por trás em seu pescoço. Ele sorriu, passando os dedos de leve pelos meus braços e virando o rosto para me encarar.

— Ou eu deveria te agradecer por ter me inspirado? — Ele me provocou, me fazendo sorrir, e logo depois me beijou, ávido, se levantando da poltrona para vir para mim.

Eu o abracei e pulei em seu colo, colocando minhas pernas em volta da sua cintura enquanto ele voltou a me beijar, intensamente, conhecendo cada canto de minha boca que sempre foi seu lugar favorito.

— Você será um Rei maravilhoso. — Eu sussurrei entre o beijo, ofegante, e ele parou de sorrir, me encarando sério:

— Serei mesmo sem você ao meu lado?

— Eu não tenho dúvidas. — Eu sussurrei, mas poderia sentir a dor dele.

Havia uma ligação esquisita entre nós. Construímos desde cedo quando fomos prometidos. Nós governaríamos lado a lado, parceiros na cama e fora dela. Mas, nunca procriaríamos. Era apenas pela diversão, era uma verdadeira cumplicidade para nós. Mas, agora ele casaria com outra e nós teríamos que colocar fim a todos os nossos planos.

— Eu não estou bravo por Venus ter se envolvido com Minho. Estou bravo, porque ela se apaixonou. Estou bravo porque ela foi relapsa para ser pega. Estou bravo com Minho por não ter cuidado dela.

Ele tinha uma expressão preocupada e pensativa, então segurei em seu rosto com ambas as mãos enquanto ele ainda me mantinha em seu colo.

— Eu sei. Pare de pensar. — Eu pedi. — Senti sua falta.

Ele engoliu em seco e me beijou, ávido por mais, para logo me colocar na cama e deitar em cima de mim. Eu abri sua calça rapidamente, porque tinha pressa. Preliminares nunca foram nossa parte favorita.

Ele desceu os beijos pelo meu pescoço e desatou o cordão do meu vestido que mantinha meu decote fechado para logo depois descer seus lábios por ali.

Eu gemi, satisfeita, deixando que ele puxasse meu vestido e jogasse longe com minha calcinha, depois ri baixinho, tirando a camisa branca de mangas compridas que ele vestia para dormir.

Sua pele era minha perdição. Não havia uma cor tão bela em todos os reinos. Eu sorri, maliciosa, para ele e puxei sua calça e ele a tirou junto com a cueca antes de me virar na cama para que eu ficasse em cima dele.

Eu coloquei seu membro para dentro de mim rapidamente, me sentando totalmente sobre ele. Gemi junto com ele ao sentí-lo dentro de mim. Depois puxei seus braços para o travesseiro, acima topo da cabeça dele, prendendo-o ali, e lhe dei um beijo intenso, enquanto rebolei de leve sobre seu membro.

Ele correspondeu o beijo, mordendo meu lábio, e não tentou se soltar, pelo contrário, ele gostava que eu estivesse no controle.

Eu me endireitei sobre ele e o soltei, começando a rebolar mais rápido. Ele sorriu, satisfeito, segurando em meus seios e depois apertando minha cintura.

Eu gemia alto, sem pudor, sempre foi assim com ele. Eu era livre. Rebolei incessantemente sem que ele se alterasse. Ele tinha toda a paciência para esperar sua vez de gozar.

— Como vou ficar sem você? — Ele me provocou, malicioso, apertando meus seios com mais força. Eu me inclinei e lhe dei um beijo rápido antes de sussurrar:

— Você sempre será meu rei. O que você deseja?

— Só goze para mim. — Ele sussurrou de volta, segurando meu rosto próximo ao dele e colocando um dedo em minha boca. — É uma ordem.

— Tudo por você, Alteza. — Eu respondi depois de chupar seu dedo e rebolei mais rápido sobre ele.

— Geme. — Ele pediu, fechando os olhos, cedendo ao desejo.

Eu gemi alto, me entregando totalmente também. Poderia ficar ali para sempre. Senti meu corpo se agitar cada vez mais agora que Woojin também gemia e falava palavras desconexas.

Assim, finalmente deixei meu corpo vencer e estremeci de prazer, gemendo alto o suficiente para que os guardas ali fora soubessem o que estava acontecendo. Eles nunca falariam, porque eram fieis a Woojin.

O garoto moreno olhou para mim, satisfeito, enquanto eu me recuperava e o observava ali. Entre os lençóis brancos, seu abdômen bem definido se destacava e seu cabelo estava bagunçado de uma maneira irresistível.

— Só me satisfaça agora. — Ele sussurrou, malicioso, em tom de ordem. Eu sorri de volta e saí de cima dele. O garoto se levantou e ficou em pé ao lado da cama, eu me ajoelhei em sua frente e coloquei seu membro em minha boca.

Ele gemeu cheio de desejo ao me ver naquela posição para ele. Assim, Woojin segurou em meu cabelo e começou a colocar seu membro para dentro da minha boca em movimentos rápidos. Eu o ajudei com a mão, massageando a base de seu membro.

Não demoraria muito para que Woojin gemesse alto e deixasse que seu líquido fosse engolido por mim. Eu sorri, beijando seu abdômen ao subir e Woojin estava ofegante. Ele me puxou para a cama de volta, me fazendo grunhir.

— Hum, nós não dormimos juntos. — Eu o lembrei e ele riu, me aninhando em seu peito ao deitar comigo.

— Só essa noite. — Ele pediu, fazendo carinho em meu braço. — Eu não sei mesmo se vou conseguir sem você. — Ele confessou, me fazendo levantar o rosto para encará-lo.

— Você vai. — Eu o encorajei, enquanto ele passou seus dedos de leve pelo meu rosto. Seus olhos em um traço firme mostravam coragem, mas ele ainda tinha um coração muito bom para enfrentar todo aquele jogo político. — Vai ser o melhor Rei que todos os Clãs já viram. Sua história será contada em livros.

— Talvez… Talvez eu tenha uma ideia para salvar Venus e Minho. Não podemos esperar apenas que Jinyoung decida pelo casamento ou pela guilhotina. Temos que ter o controle. — Ele disse, de repente, e eu o encarei com um sorriso. Ele sorriu de volta com malícia.

— Que ideia?

— Eu te conto pela manhã. — Ele prometeu, me abraçando mais forte. — Eu te quero aqui essa noite. — Ele pediu, em um sussurro, me dando um selinho. — Quero você nos meus braços.

— É a última noite. — Eu o lembrei de maneira que eu mesma sentia um aperto em meu peito. Ele assentiu, porque era uma despedida agora que ele estava noivo de outra. 

 


Notas Finais


e um novo shipp aparece, qual o favorito de vocês até agora? :D

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