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História V e r h - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Prisioneira


𝐻𝒶𝓎𝒹𝑒𝓃 𝐵𝒶𝓇𝒹𝑒𝓃

Assim que chegamos no abrigo avistamos umas pessoas deitadas no chão, aquele lugar cheirava muito mal e aquelas pessoas me davam medo, mas caso alguma me atacasse eu atirava a Valerie pra eles.

Logo que chegamos Ruby falou com uns deles, nos deram dois cobertores velhos e fomos para um canto e deitamos em um papelão, como havia apenas dois cobertores e eu me recusava a dividir com alguma daquelas garrotas asquerosas peguei um só pra mim e deixar eles dividindo o outro.

Logo que amanheceu o sol veio diretamente para meu olho, acordei me sentindo péssima pois além de acordar e dar de cara com um monte de mendigos estava extremante suja e horrível. Meus joelhos e mãos estavam ralados e roxos, meu corpo doia juntamente com minha barriga que clamava por comida e o pior de tudo, meus cabelos estava horrível, cachos indefinidos e sem volume, isso é o fim dos tempos só pode.

Acordei Ruby e sua amiguinha e assim que elas levantaram nos reunimos em um canto do lugar e tomamos um pouco de água que nos ofereceram, provavelmente cheia de doenças mas já que era o que tinha no momento não tinha muito o que fazer.

Hayden- O que vamos fazer agora?

Falei olhando para Ruby já que ela era a dona das ideias.

Ruby- Temos que achar a Beth!

Hayden- Não diga? 

Falei virando os olhos e cruzando os braços.

Valerie- Caralho Hayden cala boca.

Não deixar a mesma acrescentar mais uma outra palavra e me levantei.

Hayden- Quer saber? Vão se foder todas vocês, eu vou sair daqui sozinha e fodasse todas vocês.

Falei saindo de lá e caminhando ate um banco que havia no outro lado da rua e infelizmente vi Ruby me seguindo e vindo até mim.

Hayden- O que você quer?

Ruby- Conversar só.

Fiquei quieta e esperei a mesma começar mesmo não ligando muito pro que iria sair de sua boca.

Ruby- Sei que estamos em uma situação difícil e que apesar de tudo não somos tão próximas e tals mas apesar de tudo agora a única coisa que podemos fazer é trabalhar juntar pra tirar a Beth de lá e pedir ajuda. Nao sabemos o que vão fazer com ela e eu sei que se tu tivesse no lugar dela estaria desesperada por ajuda.

Falou e segurou minha mão mas logo puxei minha mão e cruzei os braços.

Ruby- Sei que tu e a Valerie tem uma história longa mas agora não é momento pra discutir tudo isso. Eu e a Valerie vamos atrás da Beth daqui a pouco, então se tu quiser quando mais ajuda tivermos melhor.

A olhei, ajeitei meus cabelos e levantei do banco assim andando para o lado oposto de tudo e todos.


𝔼𝕝𝕚𝕫𝕒𝕓𝕖𝕥𝕙 𝔸𝕟𝕕𝕖𝕣𝕤𝕖𝕟 


Sim, eu não consegui sair da casa que nem a Valerie, logo que ela bateu no homem acabou não acertando ele direito, ele correu atrás dela e como eu estava ali parada em estado de choque a única coisa que eu consegui fazer foi me enfiar na frente dele para ela conseguir correr. Assim que ele me viu me deu um tapa tão forte que eu cai no chão e imediatamente desmaiei.

Acordei com alguém jogando água na minha cara, estava complemente fria e acordei rapidamente e olhei para o homem que estava na minha frente, não era o mesmo de ontem mas o reconhecia de algum outro lugar o qual eu não me lembrava no momento.

Estava amarrada e com um pano em minha boca, não conseguia falar obviamente mas conseguia ouvir tudo que ele e o outro homem que entrou no quarto falaram. 

O fato de não saber o que eles fariam comigo me assustada demais, eu sabia que eles não precisavam de mim para nada mas que não poderiam me deixar sair pois eu iria espalhar o que fizeram na caverna para as pessoas. Então eles poderiam fazer qualquer coisa comigo já que eu acredito que o plano deles não é fazer eu viver lá para sempre.

Assim que terminei de pensar sobre diversas coisas um deles se aproximou de mim e tirou uma faca do bolso de seu casaco, sim, meu corpo gelou naquele momento, eu iria mesmo morrer ali? 

Ele se aproximou de mim e tirou o pano de minha boca.

Homem- Infelizmente você sabe de mais meu amor.

Assim que terminou de falar botou o pano de novo em minha boca e raspou a faca com tudo em meu braço direito assim o cortando.

Dei um grito abafado por causa do pano em minha boca e rapidamente comecei a chorar, não sabia mais o que fazer ou se eu iria morrer ou não naquele momento.

Assim que ele me cortou,se levantou, deixou a faca na mesa e me encarou.

Homem- Daqui a pouco eu volto.

Disse saindo do quarto e fechando a porta.

Assim que o mesmo saiu apenas continuei chorando, não sabia o que iria aconteceu, se as meninas estavam bem ou até mesmo se notaram que sumimos no acampamento.




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