História V o Travesseiro - Taekook - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Jikook, Namjin, Nammin, Sope, Taekook, V O Travesseiro, Vkook, Yoonseok
Visualizações 341
Palavras 1.957
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Epílogo - Fim!


A primeira coisa de que me lembro ter acontecido quando acordei naquele hospital, foi sentir o gosto ruim em minha boca, não posso esquecer de citar o barulho irritante das máquinas e de como foi difícil abrir os olhos pela primeira vez naquele dia.

As coisas que vieram a seguir são tão sem importância que não acho preciso contar que os médicos praticamente invadiram o quarto que eu estava ocupando e então fizeram uma bateria de exames para saber se estava tudo bem com minha saúde e se eu havia ficado com alguma seqüela do acidente. 

Enquanto me faziam perguntas, para ter certeza de que minha memória estava intacta, eu acabei lembrando do Jimin, meu melhor amigo e quase morri de tanto chorar. No começo me sentia culpado e sozinho até que o SeokJin, meu irmão mais velho, apareceu para me confortar, quando recebi alta a primeira coisa que fiz foi ir ao túmulo do Jimin, foi difícil olhar para aquele lugar e pensar que nunca mais varia meu hyung.

Bom, eu passei bastante tempo em coma então a casa onde vivia havia mudado bastante, principalmente meu quarto e agora, sentado na minha cama, eu olhava para todos os lugares reclamando com o Jin sobre ter algo faltando ali. 

— Tem certeza que não tirou nada daqui? — Eu quis saber, odiando o fato da minha voz ainda está rouca e minha garganta dolorida.

— Eu já disse que só mudei a decoração, de resto deixei do jeito que você deixou. — ele explicou balançando o pé, para que o  Yeontan parasse de morder seu tênis. 

Sorri saindo da cama para pegar o filhote em meus braços. Eu mal conseguia acreditar que foi preciso eu entrar em coma para o Jin finalmente me deixar ter um cachorrinho. 

— Talvez... — O Jin começa a falar — Você esteja sentindo falta de uma pessoa e não de um objeto.

— Como assim?

— Jungkook.

Arqueiro as sobrancelhas. Por alguma razão, o meu coração acelerou.

— O que o namorado do Jimin tem haver com eu estar sentindo falta de algo?

— Tae, eu não entendi muito bem o que aconteceu, é tudo muito complicado e confuso e só o Jungkook pode te ajudar a entender toda essa história.

— Você está sugerindo que eu vá atrás do Jeon Jungkook?

— Na verdade, eu só disse para Você conversar com ele.

— Você sabe o endereço onde ele mora?

— Não precisa ir atrás de mim... — A porta se abriu por completo e um garoto moreno encostou o ombro contra o batente da porta, sorrindo para mim. Eu conhecia as feições do Jungkook por meio de fotos, Jimin sempre ficava se gabando sobre o quão perfeito o namorado era e bom, ele estava certo, Jungkook era perfeito. — Jin, desculpa pela demora é que o Hoseok estava brigando outra vez com o Yoongi e eu tinha que fazer eles voltarem a se falar, por isso não deu para ir ao hospital.

— Brigando por que?

— Ah, coisas bobas — Jungkook da de ombros — O Yoongi não  superou o fato de que agora é loiro, ele queria continuar com o cabelo natural e culpou o  Hobi Hyung por tudo o que aconteceu.

— Nossa... Mas o Yoongi está bem? — Jin quis saber — Ele já recebeu alta?

— Sim, ele tá' ótimo, só não se lembra de nada do que aconteceu enquanto o Jimin estava usando o corpo dele.

Me engasguei. 

— Usando o corpo dele? Como assim? — Jungkook deixou seus olhos caírem sobre mim. — Você pegou o Jimin te traindo?

Fiquei irritado quando o ele me ignorou e voltou a falar com o Jin como se eu não estivesse ali, ouvindo tudo.

— Ele não se lembra de nada? 

— Não, e não sei dizer se isso é bom ou ruim.

— Hyung, pode nos deixar sozinhos por enquanto? 

— Sim, vou aproveitar e fazer algo pra gente comer!

— Não precisa.

— Se eu fosse você aceitava — Eu disse antes que o Jin começasse com seu discurso de que era falta de respeito não aceitar algo que um mais velho oferece. 

— Eu aceito um chá.

— Só isso? Não quer um suco com biscoitos ou…

— Jin, é só o chá! — Eu disse deixando minha irritação tomar minha voz a tornando mais grave.

— Ok — Meu irmão resmungou finalmente saindo do quarto e me deixando a sós com o Jeon Jungkook. Era estranho ter o namorado do meu melhor amigo ali, plantado no meio do meu quarto. O pior era que eu não conseguia desviar os olhos dele, toda vez que tentava olhar para outro lado meus olhos pareciam estarem sendo puxados para o moreno.

— Meio louco, não é?

— O que? — Pergunto confuso com a pergunta repentina. — O Jin?

— Não — ele sorriu coçando a nuca. — Eu namorei por tanto tempo com o Jimin, mad nós nunca fomos apresentados antes.

— É… — O Yountan se agitou em meus braços e então o coloquei de volta no chão, me acomodando na cama e o Jungkook se sentou ao meu lado, tão próximo que podia sentir o calor emanando do corpo dele. — O Jin disse que aconteceu algo complicado e que só você podia me explicar.

— Você disse que me amava.

Viro o rosto acabando por ficar com ele a poucos centímetros do dele, fazendo nossas respirações se misturarem.

— Como assim? Você acabou de dizer que nunca fomos apresentados um ao outro e pelo que me lembro isso é verdade, eu nunca tinha te visto antes.

A mão dele tocou meu rosto, fazendo um carinho singelo na minha pele sensível.

— Não ser apresentados não significa que não tenhamos nos visto antes, você só não se lembra. — engoli em seco quando ele começou a passar a  língua pelos lábios que no momento pareciam estar convidando os meus para um beijo — Talvez se eu te tocar, você se lembre… — ele foi se inclinando de encontro a mim até que seu corpo estivesse sobre o meu.

— M-Me tocar? Do que você está falando?

Fiquei confuso quando ele deitou a cabeça sobre meu peito e fechou os olhos. Aquele garoto era completamente louco, fora da caixinha e eu mais louco ainda de estar gostando da proximidade dele comigo.

— Você tá’ tão diferente V.

— Ashi, não me chama de V, eu não gosto.

— Por que?

— Eu só não gosto… me faz lembrar do Jimin e que foi minha culpa dele ter morrido.

— Não diz isso. — O Jungkook se sentou me olhando sério. — Foi tudo um acidente e se você me ouvir com atenção e tentar entender o que tenho pra falar, acho que não vai me questionar sobre isso ser verdade ou não.

— Um acidente?

— Sim, você e o Jimin foram vítimas de um acidente, nenhum de vocês tem culpa do carro ter ficado sem freio, mas essa é uma história bem louca e confusa então só tenta acreditar no que eu vou falar, ok?

Não sei porque, mas eu sentia que podia confiar tudo aquele garoto, ele me trazia uma sensação boa de conforto e segurança.

— Ok.



Um ano e meio depois

— TaeTae, por que você é tão pervertido? — Me virei na direção do Jungkook me fazendo que não estava entendendo nada. Eu tinha acabado de sair do banho e entrado em nosso quarto totalmente pelado.

— Do que está falando kook? — Segurei o meu membro, vendo o mais novo corar bruscamente. — Eu seria pervertido se começasse a bater uma vendo namorado gostoso deitado quase pelado na cama, mas eu só estou pelado!

— Ashi, agora só falta você sair correndo pela casa e gritando pra que eu vá te pegar e por uma roupa em você. — Sorri me aproximando da cama.

— E porque sairia correndo se meu namorado está bem aqui, só pra mim? — Me deitei sobre o corpo dele, prendendo-o contra o colchão. — Kook, você sabe que eu não gosto de joguinhos.

— E eu não gosto quando você fica me molhando! — ele disse rindo tirando a minha franja molhado da minha testa, fazendo com que os fios de cabelo parassem de pingar água no rosto dele.

Sorri. Era só isso que eu fazia o dia todo, desde que começamos a namorar e que os responsáveis dele o deixassem morar comigo. Apesar de já ter se formado no colegial e ter dezoito anos, foi difícil pra mãe dele o deixar ficar sozinho em uma casa comigo, mas eu a entendo, o kook é um garoto de ouro e bom, ele está comigo e com certeza não o vou deixar escapar de mim.

Depois que ele contou a história bizarra de como ele me conheceu, sobre encantos, travesseiros, almas perdidas, eu vou confessar que fiquei bem assustado, não queria acreditar em nada e demorou meses para que eu aceitasse que tudo era verdade até mesmo meus sentimentos por ele.

— Eu te amo. — Sussurrei o dando um selinho, vendo ele corar e logo depois deixar um biquinho se formar no lábio inferior.

— Se me amasse de verdade, me daria mais atenção.

— Eu estou te dando atenção agora, não estou?

— Não é esse tipo de atenção que quero… — Ele mudou as posições dos nossos corpos, ficando por cima de mim, sentado com aquela bundinha contra meu membro. — É esse!

— Depois eu que sou o pervertido.

Ele riu quando segurei às nádegas dele com força e fiz com que os quadris dele se movimenta-se em círculos sobre mim, tudo que estava atrapalhando que tivesse mais contato era aquela maldita cueca que ele estava vestindo. Eu estava pronto para arrancar a peça quando a campainha tocou atrapalhando nosso momento.

— Droga! — Murmurei ainda com os olhos fechados.

— Vai atender!

— Não quero — Digo o abraçando com força — Vamos ignorar e ficar aqui, juntinhos.

— Taehyung!

— Ashi… — me levantei, saindo da cama e indo vestir pelo menos uma bermuda, saindo do quarto e caminhando furiosamente até a porta, queria poder socar a pessoa que estava interrompendo meu momento de paz.

Abri a porta dando de cara com o Hoseok e um bode.

— Você adotou? — Perguntei apontando pro bichinho.

— Eu queria, seria melhor se eu tivesse adotado, mas não… — Ele disse me abraçando do nada. — Eu preciso de ajuda!

O bode começou a dar cabeçadas nas pernas no Hyung e eu riria daquela situação se ele não estivesse me agarrando.

— Hobi, será que dá pra largar meu namorado?  — Jungkook apareceu, vestindo um pijama.

— Ah, claro! — O mais velho se afastou.

— Tem coisas que nunca mudam, você continua o mesmo tarado de sempre!

— Eu não tenho culpa do seu namorado ser tão gostoso — O Jungkook deu um tapa na cabeça do Hoseok.

— Mas uma piadinha com o Tae e eu arranco suas bolas — o Hobi engoliu em seco. — Cadê o Suga Hyung?

— Ele tá aqui.

— No estacionamento? — Perguntei.

— Não, ele tá aqui — Ele disse apontando pro bode.

— VOCÊ TRANSFORMOU O YOONGI NUM BODE? — Jungkook perguntou chocado.

— Foi sem querer, eu juro, mas se tiver que culpar alguém que seja o Yoongi — O bode solta uma espécie de som, como um “beee” batendo o casco no chão em protesto.— É culpa sua sim, você quem inventou de querer um encanto pra ficar com o pau maior.

— O que? — Fiz uma careta tentando controlar o riso. O Jungkook me deu uma cotovelada pra que eu me controlasse.

— Eu tenho que encontrar o livro de reversão do feitiço — O Hoseok disse e logo começou a implorar daquele jeito dramático dele — Por favor, me ajudem.

— Claro, a gente ajuda mas antes deixa eu só ligar pro serviço de caixões, por que quando o Yoongi voltar ao normal, ele vai te matar!

— E lá vamos nós de novo! — Murmuro.


Notas Finais


Não sei se foi um fim descente, mas só achei que o Tae não podia ter morrido e ponto final, quis fazer algo mesmo que não tenha ficado bom.

Obrigada pelos favoritos e comentários e por me seguir, vcs são demais!

Vou ficar com saudades de escrever essa fic rsrs


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