História Vai papai! - Capítulo 1


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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens Áustria, Personagens Originais, Prússia
Tags Comedia, Fluff, Gilbert Beilschmidt, Gilbird Family, Kugelmugel, Leopold Edelstein, Leopold Vincent Edelstein, Mediunidade, Pruaus Hints, Roderich Edelstein
Visualizações 54
Palavras 606
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drabble, Famí­lia, Ficção, Fluffy, LGBT, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu vi um vídeo relativamente antigo do Luba e pensei "por que não?"

E assim surgiu essa bosta :v

Tradução: "Pai" se refere ao Roderich, e "papai" se refere ao Gilbert :v)b

Boa leitura~

Capítulo 1 - Capítulo único - Brigando


A conversa com minhas pelúcias seguia interessante, senhor Orelhas Fofas – que na verdade era um ursinho panda de pelúcia com uma gravatinha e uma cartola pretos que ganhei do meu pai – segurava uma xícara de plástico em suas mãozinhas com o auxílio de um pouco de fita. Outros bichinhos igualmente pareciam entretidos, como o coelho branco sentado ao meu lado. De fundo tocava uma música baixinha de piano, porém era uma gravação, se fosse de um piano real, estaria mais alto – e eu estaria ao lado, escutando meu pai tocar com um sorriso no rosto.

Noite vai e vem, o chá estava quase acabando quando de repente escuto a voz dos meus pais, ambas soando de modo estranho – e a do meu pai, o que usa óculos, mais alta que o costume. Perguntei ao senhor Orelhas Fofas o que estava acontecendo, porém ele decidiu se manter calado, como sempre. Decidi considerar que eles estavam brigando – afinal, discussões eram muito comuns naquela casa, papai e meu pai não concordavam em algumas coisas.

— Poxa, é chato ouvir eles brigarem, não é Gilbird? — Comentei enquanto olhava para a gaiola dourada no canto da sala, onde um passarinho de penagem amarela brilhante repousava. A ave piou para mim como resposta, me fazendo sorrir — Será que papai está perdendo? Digo, o de cabelo branco igual o meu.

Gilbird piou novamente, dessa vez um pouco mais baixo, como em questionamento. Parei pra prestar atenção na briga e logo pude tirar uma conclusão: papai estava realmente perdendo. Meu pai hora ou outra xingava ele enquanto gritava mais alto, e papai não reagia. Fiquei com pena e consequentemente senti uma necessidade em dar apoio para ele, e decidido em o fazer, falei bem alto: — Vai papai, você consegue!

Silêncio, de repente. Olhei para minhas pelúcias, perguntando se eu tinha feito algo errado, e novamente nenhuma delas me respondeu. Olhei para o garotinho loiro de olhos azuis e capa negra no canto da sala, ele também estava silencioso – na verdade, ninguém nunca parecia notá-lo ali além de mim, e também se agitava quando via meu tio italiano, quando este nos visitava com o tio Ludwig. De repente eu ouvi risadas, bem altas e bastante animadas e sorri. Talvez eles tivessem feito as pazes, pensei. Logo ouvi passos e meu pai – que arrumava os óculos desajeitadamente no rosto e abotoava a camisa do pijama – surgiu do corredor, ainda rindo baixo. Ele me puxou pro colo dele com certa dificuldade devido ao meu tamanho e eu, em reação, puxei meu coelho de pelúcia e dei um tchauzinho silencioso pro menino no canto da sala, logo sendo carregado para longe da minha festa do chá e sendo colocado na minha cama, que ficava embaixo de um pêndulo simples enfeitado por notas musicais e alguns bichinhos.

— Você já deveria estar dormindo seu danado — Olhei para os olhos violetas do meu pai, me sentindo acalentado subitamente — Você puxou Gilbert em tantos aspectos... Enfim, durma logo.

— Pai — Ele soltou um "hm?" em curiosidade — Por que você e o papai estavam brigando?

Ele se silenciou, e mesmo com a escuridão parcial do quarto – que era fracamente iluminado por um abajur – eu pude notar que o rosto dele ficou mais vermelho. Ele sorriu timidamente e me deu um beijo nas duas bochechas e, a meu pedido, na bochecha da pelúcia, e antes de sair disse:

— Quando você crescer um pouco mais você vai entender.

Ele estava certo, eu realmente entendi o que tinha acontecido naquela noite – acho que depois de algo em torno dos meus treze anos.

Mas eu preferia não ter o feito.

FIM


Notas Finais


Sim, meu headcanon é que o Leo tem mediunidade e pode ver fantasmas

Espero que tenham gostado, até a próxima~


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