História Vai um headcanon? - Capítulo 14


Escrita por:

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Headcanon
Visualizações 43
Palavras 3.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - E se Debrah e Candy forem irmãs?


Fanfic / Fanfiction Vai um headcanon? - Capítulo 14 - E se Debrah e Candy forem irmãs?

Candy

Já fazia um tempo desde que o show acabou eu resolvi sair para dar um tempo para a banda. Rondando pela escola fazendo absolutamente nada.

- Que surpresa te ver aqui, irmãzinha.

A voz de Debrah invadiu meus ouvidos, olhei para a minha irmã gêmea mais velha desconfiada. O que ela está fazendo aqui.

- Você fica ruim de vermelho, não que o vestido ajude, mas essa cor não combina com você.

Ela deu aquele sorrindo maligno, e eu sabia exatamente que ela estava tramando algo.

Eu e Debrah somos irmãs gêmeas e felizmente não temos a mesma cara, somente a mesma cor de cabelo e o mesmo tom dos olhos; azuis. Eu e Debrah já famosos grandes amigas mas desde que ela veio para Sweet Amoris e saiu dessa escola ela mudou completamente, nossas brigas estavam incessantes, não nos dávamos mais bem e nossos pais resolveram que cada semana uma iria para casas diferentes, um jantar em família é quase impossível pelo nosso clima tenso.

- Ninguém tá pedido sua opinião sobre minha roupa – Respondi. Cruzando meus braços a encarei séria – Acho que já deixei bem clara a minha falta de empatia por você.

- Oh, querida e doce Candy – Ela passou os braços sobre meus ombros, me puxando contra ela – Vamos fazer as pazes, cansei de todo esse clima e aposto que você também.

A olhei desconfiada, Debrah mudou e eu sei que agora ela não passa de uma vaca manipuladora.

- Não confio em você, Debby.

Sorri ao ver seu maxilar travar. Mas logo o seu sorriso falsamente dócil voltou aos seus lábios, mas seus olhos mostraram o que ela estava sentindo; raiva, muita raiva e de mim.

- Eu vou voltar para a escola, Candy. Vou voltar e é melhor você não causar nenhuma briguinha comigo, quero que fique escondido que somos irmãs, principalmente isso. Faça algo que eu não goste e eu estrago a sua reputação, entendeu?.

Ficamos nós encarando, tirando os braços de Debrah dos meus ombros a afastei.

- Não tenho medo de você, Debby. Vem para cima.

Falei por último e sai andando para a minha casa, andando cheia de raiva e consumida pelo ódio.

***

Eu revirava os olhos sobre a falsidade eminente de Debrah o jeito como ela falava com as meninas e como era tão claro que era falso me enojava. Várias das atitudes de Debrah me irritavam, o fato de ela só ter vindo falar comigo pois as garotas a arrastaram dizendo que ela parecia comigo, o meu teatro para cumprimentar essa víbora. Uma coisa boa sobre a família Parker, nos somos bons atores naturalmente.

Mas algo estava me incomodando desde a aparição repentina da minha “querida irmã”. Debrah tinha um motivo para estar aqui e eu estava disposta a descobrir. Até que ela me puxou para o porão para simplesmente me contar toda a história como uma manipulou a todos e fez a grande parte da escola ser um bando de otários.

- Por quê tá me contando isso? – Perguntei desconfiada.

Debrah sorrindo maligna me encarou com os olhos em fúria. Ela se aproximou de mim praticamente colando nossos rostos.

- Porque ninguém vai acreditar em você, Candy você pode até ser querida mas eu sempre serei mais, bem mais que você. Então nem tente fazer nada, você estava agindo estranho e eu logo respondi sua dúvida, esse é seu último aviso.

- Porque fez isso com o Castiel? Como pode estragar a reputação do Nathaniel, como você pode ficar manipulando todo mundo assim, Debrah? Qual o seu problema?!.

Minha irmã ficou me encarando.

- Eu não me importo com ninguém, Candy.

E ela logo saiu do porão me deixando com uma pulga atrás da orelha.

Eu fico tão triste ao ver em o que Debrah se transformou, ela sempre foi minha querida irmã... Mas agora, ela me ameaça, coloca a sua carreira acima de outras pessoas e nem liga se vai machucá-las ou não.

Eu sinto muito Debrah mas tem uma nova xerife na cidade, e o nome dela é Candy.

Okay, ficou péssima essa frase, nunca mais a repito.

***

O fato era que eu queria desmascará-la mas como sempre as coisas não vão como eu quero.

“- Por que você é tão má comigo, Candy?”

E aquelas lágrimas de crocodilo vieram átona e ela fez a maior cena. Eu nunca pensei que Violette pudesse me olhar zangada, me partiu o coração saber que uma das minhas pessoas favoritas me odeia por causa daquela bruxa manipuladora. E Alexy, meu Alexy, meu melhor amigo ficou do lado dela, DELA.

- Aquela bruxa manipuladora de araque.

Eu sentia as lágrimas encherem meus olhos, mas eu não queria chorar, não poderia dar aquele gostinho a ela mesmo se ela não fosse ver. Não posso me humilhar tanto assim.

- Candy.

Me virei encarando Lysandre, o platinado parecia surpreso ao ver meu estado deplorável. Ele se aproximou de mim, passando a mão pelas minhas costas e ombros. Respirei fundo.

- Eu vi o que aconteceu... – Ele disse – E realmente fez o jogo ir a seu favor.

- Debrah sempre faz isso, não acredito que me deixei cair.

- Você parece conhecer ela.

- Eu conheço Debrah... Até porquê... Bem, como dizer? Elaéminhairmã.

As palavras são tão rápidas que duvidei que Lysandre pudesse entendê-las, mas ele as compreendeu e me olhou chocado. Ri da sua reação.

- Como ela pode fazer isso com você? – Nunca pensei que pudesse ver Lysandre com raivas, seus olhos borbulhavam uma raiva desconhecida por mim.

- A Debrah mudou muito desde os últimos anos, eu nem me surpreendo – Isso pareceu enfurecê-lo ainda mais.

- Independente Candy, ela é a sua irmã, família não é algo que deveríamos fazer tão pouco caso. Por mas que tenha vezes que eu e o Leigh não nos demos bem, eu nunca vou deixá-lo de apoiar.

É isso que é ser uma família, eu queria que a minha fosse assim. Que meus pais não fossem divorciados e que toda vez que nos encontramos eles não ficassem desconfortáveis, queria que Debrah me amasse mas minha irmã simplesmente me menospreza. Eu senti as lágrimas vindo de novo, dessa vez eu chorei igual uma criança, com um Lysandre me consolando.

- E-ela me odeia, Lysandre. S-sempre odiou, aposto q-que ela fingia g-gostar de mim quando criança.

O garoto passava as mãos sobre minhas costas, minha cabeça estava encostada contra seu peito e eu podia ouvir as batidas aceleradas do seu coração, me concentrei nas batidas e tentando contá-las, isso estava me distraindo e logo parei de chorar.

Foi aí que me dei conta da situação e senti minhas bochechas corarem, eu indelicada, praticamente me joguei nos braços do Lysandre para ele me consolar.

- Me desculpa – Disse.

- Não precisa disso Candy, eu sou seu amigo, se precisar de um ombro para chorar conte comigo. Mas agora eu quero que você entre naquela escola de cabeça erguida, ok? As pessoas não se dão bem as vezes, ninguém é obrigado a fazer um tumulto por isso.

Sorri meio desacreditada.

- Ela provavelmente vai falar um monte de merda sobre mim para o Alexy e a Violette.

- Prometo que vou te ajudar, não se preocupe.

Lysandre segurou minhas mãos e me ajudou a levantar.

- Eu vou entrar com você.

Na aula seguinte eu e Lysandre sentamos lado a lado e claro; com a atenção de toda a sala voltados a nós dois, mas isso não pareceu incomodá-lo.

***

- ELA O QUE?! – Foi a primeira reação de Rosa ao contá-la sobre os absurdos que Debrah me contou.

- Você acredita em mim?.

- Claro que sim, Candy. Como duvidar de você quando me acaba de me contar o ponto de vista de uma psicopata. Claro que acredito.

Sorri. Pelo menos Rosa está do meu lado.

- Debrah está fudendo com a minha reputação e eu não sei o que fazer – Suspirei cansada.

- Eu irei pensar em um bom plano até o final do dia, até lá não se meta em problemas, ok? – Assenti.

- Rosa... Debrah é minha irmã, minha irmã gêmea.

- O QUÊ?! CANDYYYYY, COMO AQUELA... – Tampei a boca de Rosa antes dela chamar mais atenção do que já estava fazendo.

- Calma! – Rosa tirou a mão da minha boca com agilidade.

- Como aquela garota, de todas as pessoas do mundo é a sua irmã Candy... Vocês são totalmente o oposto e ainda bem.

Sorri.

- Sério, se você tivesse a personalidade da Debrah eu te socava.

***

Como as coisas foram de desastrosas para um desastre total?

Fiquei encarando atônita Debrah encharcada com água de vaso do banheiro feminino, minha irmã me encarou mortalmente, devolvi o olhar a encarando. Não vou abaixar a cabeça para você, nunca mais.

A diretora veio a meu encontro gritando e falando que iria chamar meus pais, nem liguei, nossos pais estavam vindo, então foda-se.

- Você vai se arrepender disso, Candy.

- Faça o seu teatrinho com outras pessoas, comigo não funciona mais isso, Debby. Nunca funcionou. E aliás, queria saber o que você fez para estar toda molhada assim? É suor? O fedor está vindo daqui.

Se seus olhos fossem armas eu estaria morta agora. Mas eu aposto que não iria ser só eu.

- Seu sarcasmo de baixo nível e suas revidadas infantis não me atingem, Candy – Ela disse entre dentes.

- Percebi. Você só parece um pinscher de tanto que treme de raiva.

Depois disso eu saí.

Não iria perder tempo com Debrah nem mais um segundo.

Claro que Debrah estava certa também, me arrependi totalmente.

Castiel apareceu na minha frente, os olhos cheios de fúrias e aposto que minha irmã foi falar com ele e fazer todo aquele teatrinho.

- Qual o seu problema garota, desde manhã você não deixa a Debrah em paz. Um coisa é você não gostar de alguém outra e você a ficar perturbando.

- Não tô perturbando ninguém. E o meu negócio com a Debrah é da minha conta.

Ficamos nos encarando, Castiel do nada começou a avançar para cima de mim e logo eu estava contra o armário e ele deu um soco nele.

- Vou te avisar só uma vez, Candy. Deixa Debrah fora disso, pra falar a verdade fica longe de todo mundo, você tá pior que um câncer garota, não percebe que ninguém mais gosta de você, depois do balde d’água você já era, garota.

Fiquei encarando os olhos cinzas do Castiel, ele parecia tão bravo, mas logo sua expressão se aliviou e eu percebi que eu estava chorando.

- Não me importo se ninguém gosta de mim, diferente de você eu conheço a Debrah e meu problema com ela, continua sendo de nos duas. Se minha atitude é infantil de tacar saiba que eu não fiz isso, eu até tentei impedir, mas as aparências viraram contra mim de novo. E Castiel, você vai ter que me engolir agora. Passar bem, seu escroto.

- Candy... Eu.

Vazei, não quero ouvir o Castiel, se ele quer ficar contra mim não é problema meu, me preocupo com ele depois.

Eu sentia as lágrimas descendo por meus olhos quando senti uma mão no meu ombro.

- Eu não quero falar com você, Castiel – Disse.

- Sou eu, Candy.

Me virei encarando Nathaniel, ele fez um expressão de tristeza quando me viu.

- Tô tão ruim assim? – Perguntei.

Nathaniel tocou minha bochecha limpando algumas lágrimas.

- O Castiel fez alguma coisa contra você?.

- Ele só veio me encher o saco sobre a Debrah... E eu sei a verdade, Nath, ela me contou... Arg! Eu quero matar ela.

- Falando sobre verdades, eu sei que você e a Debrah são irmãs, vocês tem o mesmo sobrenome mas eu achei que era normal, até porquê Parker não é um nome muito incomum, mas eu vi que vocês tem os mesmos pais. E como? Como vocês são irmãs?

- Me pergunto todo dia como você e Ambre são irmãos.

- Tem razão.

Nos dois rimos.

- Você quer um água? Tem na sala do grêmio.

Antes que eu pudesse dizer sim. Rosa apareceu gritando comigo.

- VOCÊ FALA OUTRA LÍNGUA?!.

- Oi Rosa.

- “Oi Rosa” é o caralho, porra Candy, eu falo para tu não se envolver em problema e tu acaba de causar e segunda maior treta na escola. Deus garota se controla... E eu tenho um plano, mas não podemos falar aqui na escola, tem muitas pessoas te observando agora.

- Ok... Podemos nos reunir na minha casa. Quer ir, Nath?.

O loiro assentiu.

- Ótimo, vamos fazer nosso próprio squad – Rosa falou e vazou.

***

Estávamos eu, Rosa, Nath, Kentin, Armin e Lysandre no meu quarto. Rosa contava para nos sobre seu plano mirabolante para acabar com a carreira da Debrah... Por mas que ela tenha conseguindo isso de uma maneira desonesta, ainda acho meio errado querer acabar com todo, além de tudo eu me preocupo com a felicidade dela, e também com ela fora eu não preciso ficar vendo ela. Tem seu lado bom.

- Debrah é sua irmã? – A voz do Armin dizendo isso me tirou dos meus devaneios.

Como a conversa chegou a isso?.

- Só eu que não sabia disso, é sério? Você e aquela... Garota são irmãs.

Assenti.

Kentin sabe pois eu e Debrah estudamos na mesma escola por um tempo, mas logo ela se mudou com o papai e por um tempo eu fiquei lá, ate nos mudarmos para a mesma cidade por nossa causa. Eu quero passar um tempo com meu pai e é difícil quando se mora em cidades afastadas.

- Com uma irmã dessas quem precisa de inimigo? Cuidado para essa garota não te matar sufocada – Ri do humor do Armin.

- Espero que todo mundo tenha entendido, vamos nos separar em equipes e depois de amanhã iremos agir, vamos acabar com aquela garota – Rosa disse e seus olhos envoltos de um fúria só confirmava o que ela dizia.

***

Corre Candy.

O plano tinha dado tudo certo, Debrah deu um chute em seu atual empresário e aceitou Leigh como seu novo, mas com a crise de ciúmes evidente de Rosa, logo caiu por terra que era tudo falso e minha irmã veio para cima de mim.

Estávamos na sala da diretora.

- Você sempre foi uma pedra em meu sapato, Candy! Sempre me incomodando e entrando no meu caminho.

Debrah se aproximava perigosamente de mim, coloquei um distância entre nós que dificilmente ela quebraria.

- Eu não fiz nada, essa carreira nunca pertenceu a você, Debrah. Você conseguiu ela de modo sujo e enganou Castiel.

- Pouco me importa aquele idiota, só falar com ele e logo o otário corre para mim com o rabinhos entre as pernas. Pra falar a verdade todo mundo, Candy. Todos gostam de mim enquanto odeiam você, mas eu acho que isso não é nenhum tipo de novidade, sempre fiz o possível para a sua vida ser um inferno, irmãzinha.

- Cala a boca! – esbravejei a encarnado com raiva.

- Nunca gostei de você, sua patética. Sempre fiz o possível para estragar a sua reputação, em todas as escolas, Candy. E você acha que só porquê eu sai que eu vou deixar de te perturbar, você fudeu com a minha carreira e eu fodo com a sua vida, se você acha que eu já tirei um pouco dos seus amigos patéticos agora que eu quero acabar com você de verdade garota, não vou desistir até você cometer suicídio.

E logo minha mão colidiu com força na cara da Debrah.

- Que você pensa que é para falar assim comigo? Vai se fuder, te põe no seu lugar. Diferente de você eu não preciso desvalorizar ninguém para nada, não engano ninguém e diferente de você eu não fico por ai distribuindo ódio gratuito. Eu tenho pena de todo mundo que te conhece e gosta de você, que se importa com você, que sinceramente Debrah você não gosta de ninguém além de você mesma e isso é tão triste. E quer fuder com a minha vida? Tenta, vai em frente, não me importo.

Debrah me deu um murro na cara, cai meio desnorteada.

- Eu vou te espancar para você nunca mais mexer comigo.

- Se você bater em mim ninguém vai acreditar em você.

- É só eu me bater também que todos aqueles idiotas acreditam em mim.

- Você é doente!.

Debrah parou antes de me dar outro soco. Ela encarou a mesa, e saiu da sala. Me levantei e encarei a mesa da diretora... O interfone estava ligado. Sorri vitoriosa.

Quando eu sai da sala, estava um caos sem limite. Tinha tanta gente gritando com a Debrah. Me aproximei meio incerta e todo mundo abriu caminho para mim.

- Eu só banquei a malvada porquê ela queria que eu fizesse isso... Castiel, gatinho, acredita em mim.

O ruivo focou nela e logo seus olhos foram para mim. Me senti corar que ele não foi o único a me encarou.

- Você bateu nela Debrah.

- Porque ela me bateu primeiro.

- Você mandou ela se matar, até eu quero bater em você.

- E QUEM VOCÊ PENSA PRA FALAR ASSIM COM ELA! – A Rosa estava sendo segurada pelo Alexy, o mesmo estava com um pouco de dificuldade.

Os olhos de Debrah voltaram para mim.

- Fala para eles, Candy. Eu só estava brincando, você sabe disso.

Eu fiquei com dó sinceramente, ver Debrah assim quase me fez reconsiderar. Mas eu estou com tanta raiva e seu soco ainda está ardendo em meu rosto. Todo mundo ficou em silêncio para me ouvir falar.

- Eu sinto muito, Debrah. Mas você merece tudo o que te aconteceu, você cavou sua própria cova.

E Debrah saiu correndo do círculos de pessoas as empurrando e correndo para a entrada.

- Eu tenho dó de você, Candy. Ter que aturar um irmã como a Debrah – Rosa se aproximou de mim, pegou meu rosto entre as mãos – Aquela vadia fudeu seu rosto.

- Tô acostumada com a Debrah, e sábado tem um jantar em família, vou ter que ver ela de qualquer maneira – Dei de ombros.

Vi Castiel saindo, indo em direção a saída. Pedi licença para Rosa e fui atrás dele.

- Castiel – Ele me ignorou. Já cheguei o puxando pelo braço – Castiel!.

Ele me encarou, mas diferente do que esperava; que ele deveria estar bravo. Castiel estava triste, com uma expressão tão triste que eu pensei que nunca iria ver.

- Quer conversar? – Perguntei.

- Não, Candy. Eu só quero ficar sozinho.

Ele tentou se soltar de mim, mas quando ele se virou o abracei por trás.

- Não é sua culpa, Castiel. Nunca foi.

Eu abraçava Castiel cada vez mais forte, mas comecei a me afastar devagar. Até porquê eu nem sei se ele curte isso.

- Não. Fica – Ele segurou minha mão. Ficamos mais um tempo juntos assim.

Até Castiel soltar minha mão e se virar para mim.

- Eu sinto muito.

Ele disse e foi embora, preferi não seguir ele. Castiel tinha que ficar sozinho.

***

Depois desse dia foi estranho encontrar Debrah, ela só me cumprimentou por educação e ficou um clima muito estranho. Mas é a vida, a minha vida e eu tenho que lidar com a Debrah sendo a minha irmã.

Suspirei.

Haja paciência.


Notas Finais


Eu sinto muito meu amor por ter demorado tanto, eu to tão constrangida que me deus. Quero enterrar meu rosto na areia, dar uma de avestruz e sumir.

Headcanon pedido pela: @french_fries21

Beijos ❤😝

E obrigada a todo mundo que tá pedindo, amo vocês ❤❤❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...