História Valentine - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Johnny, Taeyong
Tags Bemyvalentine, Johnyong, Mention!sekai
Visualizações 45
Palavras 2.906
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fuinhas noturnas do meu coração
Está rolando mais um desafio no grupo NCTzen fanfics, um grupo muito zen (da dum tss) do Facebookson. Dessa vez o evento é o Be my valentine que, como o nome sugere, tem a intenção de encher a categoria com fics lindinhas de dia dos namorados. Além disso tem sorteio de >brindes< pra quem participar. Vou deixar o link do grupo nas notas finais, porque ainda dá tempo de participar <3 Eu escolhi o subtema confissão, mas no post do desafio tem outros que são ótimos pra plotar *sussurro* escrevam Johnyong *sussurro*

Essa fic é a continuação de 2D Prince Yong (link nas notas finais), então recomendo ler a outra antes pra entender melhor os dramas desses jovens aqui.

E desculpa a todas as Chansoo shippers que foram enganadas pela notificação, essa é a última JohnYong nesse perfil antes de passar a usar o exclusivo pra NCT sdgajfdjavjsh

Chega de falar, enjoy it~

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Valentine - Capítulo 1 - Capítulo único

Onde foi que eu falhei como ser humano para merecer esse castigo?

Youngho se perguntava pela décima vez nos últimos cinco minutos, com a testa pressionada contra a porta de madeira. Já se passavam mais de quarenta meinutos desde que ele entrou no banheiro, então, com toda certeza e razão, a essa altura Taeyong já deve ter chegado à conclusão de que ele é um cara com mais esquisitices além da lista de ex-namorados e namoradas composta apenas por pessoas inexistentes.

Mas vamos com calma que tudo podia – e ia – piorar.

Abriu os olhos e encarou suas roupas, também conhecidas como o motivo de estar trancado ali por tanto tempo.

Sabe aqueles momentos em que você se arrepende de todas as escolhas da vida que te guiaram até ali? Pois é. Tudo começou com a péssima escolha de dar ouvidos a Oh Sehun, passando por outra péssima escolha de aceitar um bico como segurança particular de um cara bonito demais para ser real, e o desastre foi completo insistindo no erro de dar ouvidos à Oh Sehun.

...

Depois de ser apresentado à existência de Lee Taeyong por Sehun, Youngho viveu um daqueles dias que se contar ninguém acredita. Provavelmente seu thread receberia comentários como “Ah, gostei da Fanfic, mas faltou um pouco mais de realismo e uns diálogos mais elaborados entre os protagonistas”, “Como eles nem se falaram e já se gostam? No máximo um 7/10” e derivados, caso resolvesse compartilhar com a comunidade mais sábia do planeta, ou seja, o Twitter.

Mas, acreditem eles ou não, aconteceu. No mesmo dia que seu coração, ate então inalcançável, foi atingido por um príncipe inacreditável, este mesmo príncipe, saído diretamente de um mangá shoujo, lhe notou. Talvez o atordoamento causado pelo choque de ver Taeyong tão de pertinho – ele era ainda mais lindo wtf – tenha contribuído para seu estado de ameba quando ele falou pela primeira vez.

Como resultado, não levou a insinuação sob aquela primeira investida nada a sério. Em sua concepção de realidade, não existia a menor chance de alguém como Taeyong estar seriamente cantando alguém como Youngho. Só... Não.

Usou toda sua força de vontade para resistir ao desejo secreto de se deixar iludir pela gracinha de Taeyong, o que resultou em ficar sem forças para resistir aos olhos esperançosos daquele ser etéreo lhe pedindo para acompanha-lo. Foi nesse momento de fraqueza que aceitou o emprego temporário de guarda costas, caminhando lado a lado com Taeyong até a estação de metrô.

Graças aos esforços e desenvoltura de Taeyong, os dois passaram metade do caminho sem trocar uma palavra sequer. Se dependesse das habilidades sociais de Youngho, seria o caminho todo e provavelmente o resto da vida.

Felizmente Taeyong soube exatamente onde tocar para que tivessem assunto para horas: a genialidade de Tatsuya Shiba e como as cenas de insinuação de incesto eram completamente descartáveis em Mahouka Koukou no Rettousei.

Muitos passos e poucos minutos depois, Youngho já conseguia ver Taeyong mais como um ser humano real e menos como um ser celestial. Melhor ainda, o via como um ser humano daqueles bem legais que te fazem ter vontade de sair do conforto da companhia de personagens 2D e, voluntariamente, interagir com seres vivos.

Estar um tanto menos inclinado a sair correndo e gritando, no entanto, não diminuiu a tremedeira vergonhosa de suas mãos quando Taeyong perguntou se podiam trocar telefones, já parado em frente à catraca da estação de metrô movimentada.

Pela risada discreta de Taeyong ao notar sua dificuldade para digitar o próprio nome, Youngho voltou para casa com plena certeza de que nunca receberia uma ligação. Sem problemas. Pensou, erguendo o rosto que estivera baixo para chutar as pedrinhas pelo caminho. A imagem da derrota. Quem precisa de pessoas de verdade? Puxou o próprio celular do bolso, clicando no ícone de coração azul Tiffany para trocar mensagens com seu atual namorado virtual. Você já me faz feliz o suficiente, Manato. Me desculpe por ter...

Antes mesmo que seus dedos digitassem a primeira palavra para o aplicativo barra amor da sua vida, Youngho foi pego de surpresa por uma notificação no meio da tela como o nome “Taeyong ❤”.

Foram necessários alguns instantes até que o cérebro de Youngho conseguisse processar que:

1 – Aquilo era uma notificação real de mensagem;

2 – Era uma mensagem de Taeyong;

3 – Ele salvou o contato com um fucking coração.

O pobre celular foi parar na calçada e ganhou um visual novo, estilo mosaico.

 

Taeyong ❤ 19:03

Oi =]

Obrigado mesmo pela companhia mais cedo

 

Taeyong ❤ 19:03

E me desculpe se te assustei antes

 

Taeyong ❤ 19:03

Juro que não sou um stalker maníaco

 

Talvez agora as coisas ficassem um pouco mais fáceis. Uma das verdades universais incontestáveis é que é infinitamente mais fácil manter uma conversa por mensagens. O único problema eram os suspiros vergonhosos que alimentavam as piadinhas do diabo que lhe acompanhava – aquele que usa o codinome Oh Sehun entre os humanos. A cada suspiro Sehun espiava seu celular onde quer que estivesse.

– Vai que finalmente conseguiu algum nude.

Era a explicação de Sehun, dando de ombros como se fosse a coisa mais normal do mundo.

– Jongin sabe dessa tua fixação pelo pau do Taeyong?

– E o Taeyong sabe que você anda falando “pau” quando ele não tá olhando?

Youngho esbugalhou os olhos e cobriu a boca com as mãos. Taeyong tinha lhe arrastado para um contrato de não falar mais palavrões. Estava sendo uma tortura, mas lhe faria bem mais tarde. Falar palavrões estava tão impregnado em sua personalidade que às vezes – sempre – esquecia que algumas palavras eram palavrões e acabava usando quando não devia. Que professor iria indicar para estágio um aluno que usa “pra caralho” durante a apresentação de trabalhos? Claro que Sehun também usava o acordo para lhe perturbar. Estranho seria se não usasse.

No fim, acabou decidindo apenas chutar a canela de Sehun em qualquer momento que ele tentasse bisbilhotar suas conversas, já que trocar mensagens com Taeyong se tornou tão frequente que mal percebeu todo o tempo que gastava nisso. Só se deu conta de que gastavam horas trocando gifs, links e conversas aleatórias quando um Sehun mal humorado esfregou na sua cara a lista de animes atrasados. Deixar de lado a agenda para interagir pode até parecer uma afronta ao código dos otakus, mas quem não se deixaria seduzir que atire a primeira pedra.

Além de insanamente bonito e gentil, Taeyong se mostrou bastante inteligente e até engraçado. Para o desespero de Youngho, o lado engraçadinho desabrochou quando conheceu Sehun e os dois passaram a fazer do americano um alvo em comum. Por algum motivo insosso, Taeyong e Sehun pareciam achar engraçado fazer piadas de duplo sentido com a súbita timidez que Youngho desenvolvia ao lado de Taeyong, só para vê-lo engasgar mais que a Violette do Amor Doce.

E, para completar, os dois ainda conseguiram mais reforço. Taeyong tinha só mais uma amiga na universidade – Kang Seulgi, caloura de Desenvolvimento de Software, que basicamente era uma versão feminina de Sehun –, e os dois passaram a almoçar na cafeteria depois que Youngho falou do lugar para Taeyong. Mesmo que nervoso com a necessidade de interação fora das mensagens, Youngho não teve frieza o bastante para sequer pensar em negar quando Taeyong perguntou se podiam sentar com ele e Sehun. Agora eram os três contra Youngho naquele jogo de “quem faz ele explodir de vergonha primeiro”.

Foi com a mesma tática dos olhos grandes e brilhantes que Taeyong se enfiou também nas maratonas de animes que antes eram só de Sehun e Youngho – Seulgi era do lado “séries” da força e, assim como Jongin, preferia ficar em casa assistindo Altered Carbon ou qualquer que fosse a série do momento.

Foi para uma dessas maratonas, com pijamas e comida gordurosa, que Taeyong convidou Youngho enquanto trocavam mensagens numa noite de segunda-feira. Os olhos pesados de sono de Youngho quase deixaram o convite passar despercebido, jogado aleatoriamente no meio de uma conversa sobre como as pessoas morderam direitinho a isca de quem planejou usar Just Dance para descaradamente obrigar as pessoas que se divertem por meio dos jogos a praticarem alguma atividade física.

 

Taeyong ❤ 02:17

Acabei de terminar o download de Ordinal Scale

 

Taeyong ❤ 02:17

Quer vir aqui assistir quarta-feira?

 

Taeyong ❤ 02:18

Escolhe alguma coisa que você queira ver também

Eu faço brownies =]

 

Depois de abrir o sorriso bobo que sempre abria ao reparar no coração que Taeyong colocou no contato, Youngho franziu o cenho e se sentou num movimento brusco, completamente desperto.

Pode até parecer um convite inocente à primeira vista, mas analisemos os detalhes e pormenores.

Taeyong quer fazer uma maratona de filmes quarta-feira. Quar-ta-fe-i-ra. Também conhecida como 14 de fevereiro. Também conhecida como VALENTINE´S DAY.

Primeiro Youngho entrou em estado de ameba por alguns segundos, depois se perguntou se Taeyong tinha consciência do que estava marcando ou só jogou uma data qualquer, por último se questionou se os coreanos davam tanta importância para a data quanto ele. Chegou a uma resposta positiva para cada uma das duas perguntas por um só motivo: Oh Sehun.

Fazia quase duas semanas que Sehun não falava de outra coisa que não fosse o Valentine´s Day, enchendo Youngho, Taeyong e Seulgi com cada detalhe da surpresa que preparava para Jongin, literalmente contando os dias em um app porque, pela primeira vez nessa indústria vital, ele tinha um namorado no dia dos namorados.

Essa lembrança trouxe mais um agravante para o ataque cardíaco de Youngho porque, Taeyong não só tinha consciência de que era o dia dos namorados, mas também de que naquele dia Sehun estaria ocupado, o que leva à conclusão óbvia de que seriam só os dois naquela maratona. Só. Os. Dois.

Foi por isso que Youngho nem respondeu a conversa na noite anterior e agora, na manhã de terca-feira, estava quase roendo os dedos depois de acabar com todas as unhas enquanto contextualizava seu conflito interno para o melhor amigo. Tinha convencido Sehun a matar a primeira aula na cafeteria – com a mensagem curta e eficaz: eu pago seu café e torta de Oreo –, e agora estavam sentados em um banco no jardim da universidade, esperando o horário de entrar para a segunda.

– Você acha que ele tá brincando comigo, Sehun? – Finalizou seu monólogo.

O coreano não desviou os olhos do celular, mas tomou fôlego, fazendo Youngho ficar atento à espera do aconselhamento esclarecedor do amigo que agora era sua fonte mais confiável nessas questões de relacionamento entre seres humanos. Já que era experiente, Sehun devia cumprir seu papel de melhor amigo e usar sua sabedoria para lhe ajudar ao menos dessa vez.

– Puta merda, viu, Seo... – Cancelado. Youngho choramingou internamente. – Você sempre foi burro assim ou o cérebro derreteu depois de falar com o “senpai”?

– Se for pra ofender e não ajudar, se manda daqui. Vou pedir ajuda no twitter que lá todo mundo se zoa, mas ao menos ajuda como pode.

Sehun finalmente desviou a atenção do celular para o amigo emburrado e riu com desdém.

– Ah, é? Vai lá, otaku fedido. Expõe pra internet inteira que o cara que te canta de vez em sempre te chamou pra “netflix and chill” em pleno dia dos namorados, só os dois, e tu ainda tá em dúvida se ele quer ou não seu corpo nu.

Shit... O americano murchou no banco de concreto, sem argumentos contra Sehun. Tinha que admitir que Sehun fez sua dúvida parecer bem idiota colocando as coisas dessa forma.

– Eu sempre achei que vocês dois, sei lá, só estavam me zoando. Por quê?

– Por que o quê?

– Por que alguém como ele ia querer justo alguém tão... eu.

– Mau gosto não se discute. – Sehun deu de ombros, praguejando com alguma coisa que aconteceu no jogo e voltou a atenção para a tela, clicando freneticamente para tentar recuperar os pontos que perdeu pela distração.

– Falando sério, sassiness à parte. De amigo pra amigo, Sehun. – O tom usado foi tão sério que o coreano até pausou o jogo e guardou bloqueou a tela do celular. – Você me acha bonito? – Sehun deixou o queixo cair, sem encontrar palavras para responder aquilo. – Charmoso? – Youngho tentou de novo, juntando as sobrancelhas. – Beijável?

– Para de viadagem. Eu não vou me imaginar te beijando só pra te ajudar com uma coisa que nem precisa de ajuda. Primeiro, essa sua mania de colocar a beleza dele como a coisa mais importante é maior ideia errado, esquece isso. Segundo, pensa comigo, se o Taeyong colou em você desde aquele dia em que vocês se viram pela primeira vez, é porque você faz o tipo dele. E mais, se ele não desistiu mesmo com toda essa sua lerdeza vinda do inferno, é porque tu faz mesmo o tipo dele. Então vai lá nessa porra de encontro e enfia a língua na boca dele. É isto.

– Mas...

Sehun ergueu o indicador, impedindo Youngho de inventar mais problemas inexistentes para uma coisa tão simples de se resolver.

– Mas nada. Você gosta dele, não gosta?

– Pra caralh... caramba.

– Pois então tudo o que você tem que fazer é se declarar. Chega e manda um “Will you be my valentine?”. – Youngho fez uma careta para o inglês horrível. – Se ele aceitar, é porque te quer. Pronto. Sem crise, tá vendo?

Alright. – O rosto do americano foi tomado por uma onda de determinação, fazendo Sehun sorrir orgulhoso e lhe dar um tapinha nas costas. – Mas ainda queria um jeito de me sentir mais seguro.

– Então vai com seu pijama da sorte. – Sehun soltou como uma piadinha, mas o sorriso morreu ao ver Youngho pensativo. – Você não ‘tá mesmo pensando nisso, né?

– E por que não?

O dito pijama foi comprado por Youngho na última Comic Con que foi quando ainda morava nos Estados Unidos. Na época que comprou pareceu um pijama engraçado e muito legal, tanto que viveu seus melhores momentos com ele, lhe elegendo ao posto de “pijama da sorte”. Seu apreço pelo pijama não era o bastante para lhe fazer capaz de negar que, nem de longe, era o traje mais sexy de seu guarda-roupa. Muito pelo contrário.

...

E foi assim que Youngho foi parar naquele banheiro, vestindo um pijama broxante, com a missão de se confessar em pleno dia dos namorados para o cara que destronou todos os seus amores 2D.

Não era pra ser assim... Se torturava mentalmente. Uma confissão devia ser planejada para ser especial, seu burro. Por que carambolas eu fui ouvir as ideias daquele demônio?

Ele estava indo contra tudo o que aprendeu em anos de dating games e shoujos de todos os tipos. Deveria ter comprado chocolates, um par de anéis, levar Taeyong para jantar, depois para caminhar em um lugar bonito e vazio, então se ajoelhar e... Não, não. Isso é o protocolo para pedidos de casamento. Um passo de cada vez. Nada de se ajoelhar para uma confissão, seria ainda mais creep e com certeza seria uma passagem para a morte virgem.

Já tinha medo de Taeyong achar estranho receber os anéis.

Enfiou a mão no bolso da calça e tirou a pokebola de plástico, sorrindo sem perceber ao que apertou o botão e viu-a abrir, revelando um anel onde se lia e “player 2” junto com um bilhetinho escrito “I choose you”. O anel escrito “player 1” já estava em seu dedo, então esperava do fundo de seu coração que Taeyong não lhe rejeitasse, ou sairia dali direto para se voluntariar em alguma missão só de ida para a Lua.

Aquela pokebola foi comprada uns dois anos antes e desde então era guardada como um tesouro para o dia em que finalmente encontrasse alguém merecedor de recebê-la.

Se Taeyong, com todos os mini ataques que causa no coração daquele americano, não for esse alguém, ninguém mais no mundo tem chances.

Quanto mais fundo pensava no que ia dizer, mais certeza tinha de que o que estava prestes a tentar era o que mais temia precisar fazer um dia: se lançar para um mundo de incertezas, com pessoas de verdade, com toda a sua imprevisibilidade, sem algoritmos pré-programados, sem manual, sem walktrough. Sentia o estômago revirar nervoso, mas, estranhamente, não era medo puro, era mais nervosismo, ansiedade. Por Taeyong, sentia que valeria a tentativa. Porra, como ele valia.

Aproveitando a injeção de motivação, Youngho fechou a pokebola, encheu o peito de coragem e abriu a porta, decidido à honrar seu pijama de cueca por cima da calça.

...

John 04:47

SEHUN      

 

John 04:47

ACORDA

 

John 04:47

Ou larga o Jongin e me dá dois minutos de atenção

 

John 04:47

O

 

John 04:47

H

 

John 04:47

S

 

John 04:48

E

 

John 04:48

H

 

Sehun 04:48

Para com essa porra

 

Sehun 04:48

Caralho

 

Sehun 04:48

Fala logo que tu ta asjkhja

 

Sehun 04:48

Atrapalhando

 

John 04:48

Vocês estavam mesmo transando?

 

John 04:49

Até agora?

Sehun 04:49

Ainda estamos, agiliza

John 04:49

Que nojo

Sehun 04:49

Desenrola

 

Sehun 04:49

Ou eu vou te bloquear até terminar a minha foda

 

Sehun 04:49

Esperei a noite toda pra chegar a vez do Jongin de sentar

 

John 04:50

ESPERA

 

John 04:50

Eu realmente não precisava desse detalhe

 

John 04:50

Só queria contar que agora eu também tenho um namorado

 

John 04:50

Ele disse que já não sabia mais como ser mais óbvio

 

John 04:50

Aí me beijou

 

John 04:50

Muitas vezes

 

John 04:51

Com pijama de cueca por cima da calça e tudo

 

John 04:51

Só pode ser amor

 

 


Notas Finais


A quem chegou até aqui, muito obrigada por não desistir de mim sgafsdvsfdsdj você é persistente e paciente, espero que esteja ao menos fofo <3

- NCTzen fanfics: https://www.facebook.com/groups/nctzenfanfics/
- 2D Prince Yong: https://www.spiritfanfiction.com/historia/2d-prince-yong-10411426

Por hoje é isso, até a próxima o/


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