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História Valknut - Capítulo 4


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Notas do Autor


mais um capítulo, e dessa vez ficou longo.
tem um pouquinho de yuri, saca? mas não liguem, pois este "casal yuri" não e muito importante kkkkk.
espero que vocês gostem.
(gostaram da nova capa? PS: ficou um lixo, e irei trazer capas de capítulos diferentes XD)
~bøa leitura

Capítulo 4 - 004: Imolação


Fanfic / Fanfiction Valknut - Capítulo 4 - 004: Imolação

Capítulo 004 — Imolação


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Observar os drakkar chegando no porto de Alvarez, era uma satisfação imensa para Lucy. Seus olhos brilharam de alegria, e um sorriso tênue surgiu nos lábios da filha de Acnologia. 

Correu em direção ao porto em passos rápidos e largos, sentindo cada fibra do seu corpo se recompor. Lucy estava de certo modo feliz, ao ver a mulher de cabelos vermelhos vivos como sangue sair do drakkar em que minutos atrás estava. 

— ERZA! — gritou, ainda de longe. Assim que a garota ruiva a olhou, sorriu ainda mais e conseguiu correr ainda mais rápido, batendo nas pessoas que passavam pelas ruas lamacentas de Alvarez. 

— Lucy... — a garota ruiva sorriu minimamente, enquanto as duas ficaram frente a frente. — Como é bom ver que você não mudou absolutamente nada, além da sua cara extremamente feia. — a loira riu, dando um leve soco no ombro da ruiva. 

— Você também não mudou absolutamente nada, cabelo de fogo. — ironizou, dando a língua. Erza somente gargalhou em resposta, enquanto pegava Lucy pelo braço, a trazendo mais para perto. 

— Fico feliz que esteja viva. — sorriu, colocando os braços envolta da cintura da amiga, em um abraço carinhoso. — E com todas as partes do seu corpo. — riu fraco. 

— Também estou feliz que esteja viva. — abraçou a amiga de volta, sorridente. — Assim, poderei esfregar na sua cara o quanto eu melhorei no quesito luta. — a ruiva rapidamente soltou o abraço, com um sorriso cauteloso nos lábios. 

— Duvido você ao menos ser melhor do que em questão de luta, Lucynda. — gargalhou novamente, fazendo a loira acompanhar a risada. As duas estavam felizes com a presença uma da outra, pois eram amigas desde que se entendem por gente. 

Lucy ouviu passos pesados atrás de Erza, fazendo a mesma se esticar e olhar melhor. Seus olhos brilharam em questão, quando viu outra pessoa muito querida por ela – Eileen Belserion.

— Eileen! — sorriu brandamente, vendo mulher alta dar um sorriso meigo em resposta. 

— Lucy. — andou até a loira, que se encontrava extremamente chocada pela aparição de Eileen na capital de Alvarez. — Como você cresceu. — com uma das mãos, segurou Lucy em um abraço apertado. — Já está uma mulher, e literalmente parecida demais com sua mãe! — sorriu, mostrando sua jovialidade. 

— Você quer fazer o favor de largar a minha filha, sua velha de cabelo vermelho? — uma voz foi ouvida atrás das duas, e Eileen rapidamente soltei Lucy, que finalmente pode respirar em paz. — Não quero vê-la morrer tão jovem. 

— Olha só quem está aqui, a loirinha. — Eileen debochou, enquanto olhava para Layla. — Então e verdade que os boatos ocorrerem por toda Alvarez? — perguntou, olhando firmemente para Layla. — Você realmente matou aquela vadia da Jenny? — se aproximou calmamente de Layla.

— Cumpri o que prometi. — Layla sorriu. — Matei aquela vadia. — seu semblante era de puro alívio, e Lucy sabia que aquele sempre fora o desejo de sua mãe. 

Eileen deu uma gargalhada alta, chamando a atenção de outras pessoas ao redor. Seu semblante também era de puro alívio, pois Jenny era uma pedra nos calçados de todos os lordes e reis que tinha em Alvarez, além de mal saber comandar direito sua posição.  

— Finalmente em! — sorriu para Layla. — Já devia ter a matado no momento em que veio naquele drakkar horrível com aqueles meninos. — relembrou da cena, sentindo um gosto amargo na boca.

— Tive que esperar a hora certa. — Layla sorriu mais ainda. — E os deuses me falaram que está era a hora certa. — Eileen novamente gargalhou, extremamente feliz com a morte de Jenny. — Erza. — a loira mais velha olhou para a ruiva, que sorriu satisfeita. — Como e bom vê-la tão crescida. — Erza somente sorriu, sentindo as bochechas vermelhas de vergonha. 

— Também e bom v-vê-la, Rainha Layla. — Erza se curvou, demonstrando respeito. A Rainha de Alvarez deu uma fraca risada, indo em passos leves e cautelosos até a guerreira pagã Erza. 

— Não precisa de formalidades comigo, Erza. — a ruiva sorriu minimamente, ainda com suas bochechas um tanto vermelhas de pura vergonha. — Te vi crescer e brincar com Lucy, e praticamente como parte da minha família. — voltou a andar novamente, dessa vez indo em direção a Eileen. — Mas então querida, que tal irmos até o salão principal beber um pouco de hidromel? 

— Eu adoraria. — Eileen respondeu, e ambas as duas começaram a andar para longe das garotas, que somente sorriram ao ver as duas amigas de longa data juntas novamente. 

Eileen e Layla sempre se consideravam amigas desde a época em que Layla acabou casando e construindo uma família com Acnologia. As duas se tornaram grandes guerreiras, grandes escudeiras do mundo viking – acabaram se separando por um tempo indeterminado, principalmente depois de Eileen parar de guerrear depois da morte de seu marido na guerra contra Paris. 

— Venha Erza, vamos! — Lucy sorriu, começando a andar. — Você se lembra da última vez que esteve em Alvarez? — Erza a seguiu, se surpreendendo da forma como Alvarez tinha avançado em questão de comércio, além das inumerosos casas. 

— Faz tanto tempo, que nem ao menos me lembro. — a loira riu, concordando. — Como está Gajeel? Faz tempo que não o vejo também. — a ruiva mantinha uma expressão extremamente alegre, pois estava visitando Alvarez e reencontrando seus amigos novamente. 

— Gajeel não mudou absolutamente nada. — Erza gargalhou, enquanto ainda continuava seguindo Lucy pelas ruas lamacentas da cidade. — Continua o mesmo fanfarrão de sempre, mas quem sempre o salva das merdas que ele faz sou eu. — continuaram andando pelas ruas, observando as tendas de alimentos e os seus comerciantes. 

— E a Dimaria? — perguntou, e em seguida se depararam com o enorme salão principal. — Fiquei sabendo que antes de Jenny morrer, Dimaria era guarda particular dela. — continuaram o caminho, indo em direção a uma enorme cabana. 

— Provavelmente deve estar bebendo. — riu de forma fanha. — Você vai encontrá-la quando todos nós nos reunirmos no salão principal. — chegou perto da enorme cabana, abrindo a porta somente com um empurrão. 

— Fiquei sabendo que diversos lordes e reis foram chamados para... — a ruiva mordeu o lábio inferior, tentando encontrar palavras para aquela conversa. — Para guerrear contra Crocus e Magnólia. — entrou junto a loira, fechando a porta atrás de si. Pode perceber que a cabana estava um tremendo breu, fazendo com que acabasse não enxergando quase nada.

— Sim. — a loira sorriu minimamente, enquanto acendia uma vela com toda a cautela possível. — Pelo que minha mãe estimou, 14 lordes e reis já se apresentaram no salão principal. — foi até uma outra vela apagada, acendendo logo em seguida. — Talvez hoje irá chegar mais reis e lordes, o que de certo modo me surpreende muito. — percebeu que o local ficará mais iluminado. 

— Acnologia era conhecido e respeitado por diversos lordes e reis de diversos países. — Lucy foi até um baú no canto do quarto, abrindo-o em seguida. — Não seria uma surpresa se mais guerreiros importantíssimos chegassem com seu exército, e com isso nossa guerra contra os saxões será impagável e destrutível. — percebeu a loira fechar fortemente o baú, com suas mãos tremendo. 

— Eu sei... — sussurrou baixo, olhando fixo para a ruiva. — Você vai passar os dias aqui, nesta cabana junto com sua mãe. — sorriu minimamente. — Naquele baú tem roupas para a ocasião hoje a noite. — apontou para o baú que antes abrirá. — Você pode se sentir a vontade aqui. — andou em passos leves até a porta da cabana, abrindo somente uma fresta. 

— Lucy. — a ruiva a chamou, fazendo com que Lucy acabasse a olhando pelo canto dos olhos. — Você está bem? — perguntou, fazendo com que Lucy acabasse arregalando os olhos. Pela primeira vez depois da morte de Acnologia, alguém estava perguntando se Lucy estava bem.

— Eu estou bem na medida do possível, Erza. — abriu a porta da cabana, sem antes olhar vagamente para os olhos preocupados da sua amiga. — Até depois. — saiu, sem antes bater a porta com um pouco de força bruta. 

Lucy sentiu o ar faltar em plenos pulmões, mas assim que o vento gélido de Alvarez soprou em seu rosto, se sentindo tenramente mais aliviada e calma. 

Voltou a caminhar pelas ruas de Alvarez, dessa vez sem a presença animada de Erza. Sorriu minimamente, quando se lembrou do dia em que conheceu Erza, enquanto treinava com outras garotas para no futuro fazer parte do exército de Alvarez – lembrou calmamente de quando empatou com a ruiva, causando uma certa intriga que depois se transformou numa bela amizade. 

Quando passava pelas ruas da cidade, muitas pessoas a passavam para a cumprimentar. Lucy somente sorria ou retribuía o gesto da maneira mais calma possível, pois depois da conversa de Erza sentia que toda a sua animação se esvaziar de forma indescritível. 

Falar de Acnologia depois de tudo o que aconteceu chegava a ser extremamente difícil. Não estava ainda preparada para ter uma conversa daquele tipo com ninguém, pois se sentia incapacitada de dizer alguma coisa – não queria demonstrar mais nenhuma fraqueza, uma Darkness não podia fazer isso. 

Assim que passou por um galpão de feno, sentiu seu braço ser puxado bruscamente. Arregalou os olhos, levando sua mão livre para a cintura, tirando rapidamente uma adaga da calça. 

Soltou-se de forma veloz do aperto em seu braço, dando um giro 360° graus. Com isso, elevou o punho para cima, fazendo com que sua adaga acabasse no pescoço da pessoa, com poucos milímetros para cortar o pescoço. 

— Acho que não precisa de tanta agressividade, Lucy. — a loira arregalou os olhos, tirando a adaga do pescoço de Dimaria. — Pensei que iria cortar meu pescoço. — riu anasalada, passando a mão no pescoço, mas exatamente no local em que estava a faca. 

— Você me assustou. — guardou a adaga na cintura. — O que você quer? — perguntou, se sentindo exasperada. 

— Depois que você voltou da Espanha, tem ficado tão estranha. — Dimaria sorriu minimamente, levando suas mãos até o pescoço alvo e arranhado de Lucy. — Você não quer ao menos, esfriar a cabeça? — mordeu o lábio inferior, enquanto se afastava da Darkness. 

— Eu não estou com paciência para isso, Dimaria. — arregalou os olhos surpresa, ao ver a garota a sua frente tirar de forma calma a enorme camisa, mostrando seu corpo nu e desejável. 

— Apenas aproveite, como nos velhos tempos. — se aproximou de Lucy, pegando na ponta da camisa que a mesma usava, fazendo com que Lucy levantasse os braços, numa maneira clara para permitir que Dimaria tirasse a enorme camisa de Lucy, mostrando as tatuagens com símbolos pagãos espalhado por todo o seu corpo.  

As duas se abraçaram, e o frio cortante de Alvarez parecia não ter mais ali. Juntaram seus lábios em um beijo quente e calmo, sem ao menos saber que alguém observava as duas numa pequena fresta da madeira do balcão. 

Jerome sorriu maliciosamente, abaixando a calça até o joelho. Naquele momento ele nem ao menos se importou que sua irmã estava ali, somente queria aproveitar apenas observando, como sempre fizerá antes. 


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O vestido longo de tecido fino apertava a cintura, deixando um desejável corte na parte dos bustos, deixando a mostra uma tatuagem com símbolos nórdicos entre o ombro descoberto, e acima um pouco do seio direito. As mangas extremamente largas dava um ar mais elegante, enquanto um casaco feito com a pele de lobo de forma exuberante, complementava o visual. 

O cabelo de Lucy fora trançado lateralmente, usava jóias e apetrechos extremamente desejáveis ao olho do homem. Ela estava linda, demasiadamente desejável aos olhos das mulheres e homens que a observavam fixamente. 

Sentia uma vergonha lhe preencher por completo assim que entrou majestosamente pela porta da frente do salão principal. Todos sem exceção a fitavam curiosos e com puro desejo, o que não era significativamente por menos. 

Olhou ao redor, vendo Dimaria conversar animadamente com outras escudeiras nórdicas. Sorriu calmamente, vendo que a mesma havia retribuído o sorriso gentilmente – as vezes achava que Dimaria gostava de mexer com as emoções a flor da pele de Lucy, mas não podia negar que gostava daqueles joguinhos. 

Andou calmamente até uma mesa, vendo Erza beber hidromel em um caneco, juntamente com Gajeel. Se aproximou dos dois amigos, dando um sorriso amarelo assim que os dois sorriram para ela. 

— Olha só, a princesa de Alvarez! — levantou Gajeel brandamente, com seu caneco de hidromel. Claramente ele já estava bêbado, o que não era surpresa para ninguém. 

— Senta logo, seu bêbado imundo! — Erza comentou, forçando Gajeel a se sentar. Lucy gargalhou, sentando logo ao lado dos dois. Estava extremamente feliz, pela primeira vez em anos se reuniu novamente com seus melhores amigos. 

— Vocês não perdem uma, não é mesmo? — sorriu calmamente, pegando de Gajeel o caneco em que o mesmo bebia, fazendo com que o mesmo olhasse de maneira extremamente feia para Lucy. 

— Você que estava demorando tanto. — Erza riu, dando um gole na bebida. Antes que Lucy pudesse sequer dizer alguma coisa a respeito, a porta foi aberta de uma forma em que todos olhassem de maneira fixa, vendo diversos homens robustos entrarem. 

Os olhos de Lucy se fixou na porta, vendo dois homens totalmente tatuados e sérios. Rapidamente todos deram espaço, vendo que Layla havia saído de sua cadeira de Rainha, indo em passos graciosos até os dois homens. 

— Weisslogia e Skiadrum. — Layla sorriu amigavelmente, cumprimentando os dois guerreiros. — Como é bom vê-los depois de tanto tempo. — Lucy arqueou a sobrancelha, tentando relembrar na sua memória sobre de onde tinha ouvido estes nomes. 

— É um prazer estar de volta, Rainha Layla. — Weisslogia sorriu vagamente, pegando singelamente na mão da mulher, e dando um cálido beijo. — Vai ser um honra, participar dessa guerra contra Fiore. — seu tom tinha ironia, o que assustava a filha de Acnologia. 

— Matar saxões em nome de Acnologia! — brandou Skiadrum, fazendo Layla somente assentir em meio a um sorriso amarelo. 

— Já que todos os lordes e reis convidados estão presentes, acho melhor começamos logo nosso sacrifício! — todos gritaram ao redor gritaram, e o som de alguns tambores fora proferido dentro do enorme salão. 

Todos sem exceção saíram do salão principal, e Lucy acompanhou. Já tinha visto inúmeros sacrifícios, mas aquele seria extremamente importante, pois seria um sacrifício para Acnologia, em homenagem a seu pai. 

Os barulhos dos tambores faziam com que a animação de Lucy chegasse aos limites. Inúmeros guerreiros e escudeiras nórdicas se opuseram lado a lado, enquanto Layla andava de maneira calma até um pequeno palco em um dos lados extremos da ilha, onde normalmente pessoas tratavam de observar o mar reluzente. 

Lucy andou em passos calmos junto dos seus irmãos, que estavam agachados de joelhos. Jerome possuía feições extremamente sérias, mas no momento o caso de Jenny sequer importava, e sim aquele sacrifício especialmente para Acnologia. 

Layla andou em passos leves até um dos guerreiros, que tinha numa tigela uma tinta dourada. A mesma somente pegou com os dedos indicadores um pouco da tinta, passando a tinta pelo contorno dos olhos e da bochecha. 

A mesma andou em passos pesados até o pequeno palco, se colocando na frente de todos que estavam presentes. 

— Til ære for våre guder, til ære for vår far Odin, og for æren av den beste krigeren som noen gang har gått gjennom vår verden, Acnologia, unnfanger vi disse beryktede dyrene, og denne unge krigeren som tilbød seg å være et offer, å gå sammen med Acnologia a Valhalla. — Layla começou a falar, enquanto um guerreiro nórdico jovem se aproximou, totalmente nu e pintado de diversas cores. — I dag sørger vi over Acnologia-døden, men gudene er glade for å ha denne utrolige krigeren ved sin side, klare til å kjempe for så å spytte på banketten i hallen fra Odin. — assim que ela terminou de falar, o jovem guerreiro deitou-se na enorme tábua, se sentindo tenramente feliz. — Du er forberedt på å besøke gudene, og dra til Valhalla med Acnologia Darkness?

— Helt klart det og alt jeg vil mest. — o jovem rapaz respondeu, dando um sorriso gentil e animado. Naquele momento, Lucy sentiu inveja: inveja porque não fora escolhida para ir para Valhala¹ com seu pai Acnologia. 

Singelamente Lucy pegou uma enorme faca, dando um suspiro pesado. Reparou mas feições singelas do rapaz, e antes de tudo, lhe deu um cálido selinho nos lábios, como prova do amor de todos de Alvarez.

Com destreza e sem demora, cortou o pescoço do rapaz que espichou sangue. Alguns homens pintados de cabeça aos pés, tentaram pegar aquele com copos, que mais pareciam chifres ou dentes. 

O rapaz fora tirado da enorme tábua de madeira por outros homens pintados dos pés a cabeça. Todos sem exceção olhavam para a cena, enquanto o rapaz que fora sacrificado era pendurado de cabeça para baixo, como um símbolo de resistência nórdica. 

Layla misturou o sangue do rapaz com o de outros animais, que havia sido sacrificado anteriormente. Logo vários baldes cheios de sangue puro estava ali, fazendo com que todos inebriassem aquele cheiro. 

A Rainha de Alvarez andou em passos vagarosos até os filhos de Acnologia, curvados de joelhos. Todos estavam bem vestidos, de jóias preciosas e ouros. A mesma sorriu vagamente para todos, mesmo sabendo que os filhos de Jenny e Acnologia provavelmente a odiava. 

— Må gudene velsigne deg. — sussurrou baixo, jogando o balde de sangue inteiro em Laxus. Logo outros homens pegaram outros baldes cheios de sangue, jogando sobre Larcade, Jerome, Sting, Jackal e Lucy em ordem de nascimento. 

Assim que a loira sentiu o sangue escorrer pelo seu corpo todo, se sentiu extremamente revigorada. Sorriu brandamente, enquanto na sua frente um daqueles homens clementes a Odin lhe oferecerá um copo de sangue, somente para ela beber. 

Pegou o copo com as duas mãos, bebendo todo o conteúdo. Aquele gosto metálico desceu por sua garganta, a inspirando mais ainda. Seus olhos estavam pegando fogo, sua alma estava raivosa e seu coração dilacerada, Lucy iria vingar a morte de Acnologia e mostrar para todos os deuses o quanto era capaz de entrar em Valhala. 

GUDENE ER PÅ VÅR SIDE! — Layla gritou, jogando um balde de sangue sobre si. — GUDENE ER PÅ VÅR SIDE! — gritou novamente, com o sangue escorrendo sobre seu vestido branco. — A MORTE DE ACNOLOGIA NÃO SERÁ EM VÃO! OS FILHOS DE ACNOLOGIA IRÃO COMEÇAR UMA NOVA ERA, E MATAR TODOS AQUELES QUE HUMILHARAM E TORTURARAM ACNOLOGIA DARKNESS! — gritava, enquanto todos os guerreiros e escudeiras gritavam juntos, batendo as espadas contra o seu escudo. 

Lucy tinha absoluta certeza, a morte de Acnologia não seria em vão. Não mesmo. Assim como a morte de Jenny não seria acabaria em vão. E com isso, todos os caminhos estavam traçados no momento em que Acnologia acabou indo para Valhala. 


Continua...


Notas Finais


Valhala¹: e tipo o céu, só que dos vikings, eles lutam infinitamente de dia e depois se esbaldam no banquete, junto com os deuses.
tentei retratar muito os sacrifícios nórdicos, ainda vai ter mais kkkkkk.
enquanto Dimaria e Lucy, calma... tem todo um contexto por trás assim como NaLi kkkk.
espero que tenham gostado.
~sayønara


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