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História Valkyrie - Capítulo 1


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Notas do Autor


***suspiro***
Olá, eu sou uma pessoa com sérios problemas com essa história, não que ela seja tipo... ruim, tá mais para " uma história que a todo momento está mudando ", acho que assim é a melhor maneira para definir o que acontece com ela... enfim, vou avisando que ela pode simplesmente ser apagada sem aviso prévio, e igualmente ela pode ser postada.
Com o aviso dado, espero que gostem, ela tem uma atmosfera uma pouco... não sei dizer, acho que, confusa, sei lá, eu já a reescrevi um milhão de vezes, e já postei um milhão de versões, e até agora nunca consegui passar do terceiro capítulo completo, e até agora essa é, para mim ( até agora), a melhor versão que já escrevi, ainda acho que poderia ser melhor, mas como eu escrevo pelo celular [ Sim, eu escrevo a minha história pela porra de um celular ], tenho uma, como posso dizer... Limitação, talvez, porém gosto de escrever e quero opiniões de outras pessoas, e com essa pandemia, fica mais difícil consegui ouvir a opinião de outras pessoas que gostam da mesma coisa que eu, como já enrolei demais!!! Espero que goste.

Recomendações de histórias : White Dragons escrita por Shinsei.

E se você é estranho como eu, e escuta musica enquanto lê, minha recomendação de música é bem pessoal, e não se envolve com a história.

Recomendação de música : God's Menu - Stray Kids.

Capítulo 1 - No Início


Saga Valkyrie – Primeiro Ato – Despertar

Uma guerra no passado ocorreu, uma guerra no presente está prestes a começar, e uma guerra no futuro não pode ser impedida.

Tempos de paz prosperam sobre os quatros domínios, mas essa era dourada tem um ponto final, uma ameaça do passado retorna, e sem a ajuda da rainha, os Lordes das Cidades Fortalezas se reúnem e optam por um plano que os coloca em risco.

O plano de dominação começa, uma marcha mortal se inicia, guerreiros habilidosos são convocados, poderosos sedentos pelo total controle são inimigos traiçoeiros, o frio a cada dia se intensifica, a era de Arbitrium se inicia.

A península localizada ao sul do Império de Éries é dividida em quatro potentes domínios. Esses são, o domínio de Stewartz, também conhecido como domínio de fogo, e lar dos humanos com cabelos escalartes; O domínio de Rôngar, também conhecido como domínio de terra, e lar dos humanos com cabelos dourados; O domínio de Aren-menor, também conhecido como domínio da água, e lar dos humanos com cabelos negros, e o domínio de Greywartz, também conhecido como domínio do ar, lar dos humanos albinos.

Os quatro viviam em harmonia, até que as Famílias, humanos que nasceram com a magia espiritual elemental, se uniram com o domínio de Aren-menor, almetando sua potência militar e causando certo receo para com os outros domínios.

Anos se passaram e essa tensão se intensificou até o ato de Alastor, quando o símbolo de paz entre os domínios foi morto. Uma guerra entre os domínios de Stewartz, Rôngar é Aren-menor estourou, o domínio de Greywartz se exilou e trancou as suas fronteiras. A Grande Guerra, como ficou conhecida durou oito décadas, e ao seu término a muralha da Vida foi construída, separando Aren-menor dos demais domínios.

Nenhum dos domínios de Stewartz e de Rôngar imaginou que após a guerra uma era de anos dourados iria se iniciar, e aproveitaram esse momento para restabelecer ordem. Rôngar predominou com o método de um governo liderado por um rei, enquanto Stewartz adquiriu um método de governo através de um concílio, e assim foi criada a Assembleia de Èldris, nome do atual rei/representante do domínio.

Os anos dourados se seguiram por pouco tempo, após oito anos a posse do controle total da Assembleia, uma era de anos pobres e cheios de confrontos, anos de caos se iniciam, e assim uma guerra civil estoura, de um lado os Marvericks e do outro os Èldrianos.

***

Ruínas do Reino de Malaquês.

Faltava poucos minutos para amanhecer,e no céu entre as alvas nuvens, e as estrelas se escondiam do brilho que o incêndio em uma cidade causava, milhares de casas, torres e o castelo que se localizava no centro, tudo estava em chamas, com as enormes labaredas vermelhas que se erguiam a metros de altura, a milhares de quilômetros podia se ver, a colossal fumaça que se ergueu sobre o céu junto do sol.

Encarando profundamente, um cavaleiro de armadura negra com detalhes em vermelho, apenas olhava através de seu elmo com o corno de um touro. Um brilho avermelhado aos poucos se iniciavam e em seguida apagavam lentamente de seus olhos, e um fina e transparente fumaça emanava de sua armadura, e a grama ao seu redor estava congelada. A aparência dele causava frio aos que olhavam, mesmo que não houvesse ninguém com ele, e ele apenas encarava a cidade em chamas.

‐ Senhor, Lucian está aqui.- disse uma voz velha e rouca.

De repente, o cavaleiro de armadura negra se vira, desaparecendo de aonde se encontravam, e mudando rapidamente a paisagem, que agora era as ruínas de um castelo, colunas quebradas, com ramos de trepadeira escalando as paredes que ainda continuavam em pé, ele se localiza em cima de um altar, com um trono de pedra destruído, e atrás dele uma árvore fina e alta, com folhas verdes, faziam sombras no local. Quatro colunas a sua frente, mantinham uma cúpula de vidro quebrado em pé, e em cada uma delas, tochas de metal foram grosseiramentes penduradas, e um fogo verde emanava delas.

‐ Por favor, mande que ele entre.- disse o cavaleiro se sentando no trono.

De repente no centro das quatro colunas um selo lilás surgiu, círculo mágico com escritas rúnicas e arcaicas, brilhou fortemente e aos poucos a imagem de de seis cavaleiros aos poucos se tornava mais forte, e em instantes ele estavam ali.

Cinco cavaleiros com armaduras negras com detalhes em prata estavam ajoelhados atrás do cavaleiro de armadura negra com detalhes em dourado, que em seu peitoral estava a marca da casa dos cavaleiros negros, uma casa da casta de cavaleiros.

‐ Então, a criança foi encontrada? - perguntou, sua voz parecia ansiosa e soava como um trovão, que ecoava pelo local.

Lucian ‐ Sim, achamos a criança.- disse o cavaleiro que estava em pé, tirando seu elmo, e revelando seu rosto. Um homem de cabelo curto e castanho, pele branca e olhos cinzas, e uma cicatriz horizontal em sua bochecha parecia feita a poucas horas.

‐ O que houve Lucian?... Derois, aquele Èldriano ultrapassou novamente as nossas fronteiras?

Lucian ‐ Na verdade, sim, foi exatamente isso.- respirou fundo e encarou o cavaleiro sentado no trono.- E ele deixou uma coisa para você.

‐ O que é?

A cena seguinte ocorreu em poucos instantes, o cavaleiro no trono se levantou, em seguida Lucian esticou o seu braço com a mão aberta, e dela correntes negras se enrolaram no cavaleiro negro, que não deve tempo de reagir, pois os cincos seguidores de Lucian desapareceram, e no instante seguinte, cinco lâminas perfuraram o seu corpo, exatamente em pontos vitais, locais aonde ele foi impossibilitado de usar magia, e lentamente a imagem dos cavaleiros ao redor dele surgiu.

‐ LUCIAN!!! - gritou ele, e todo o solo tremeu, as chamas das tochas se ergueram e explodiram, ganhando densidade e caindo no chão com o aspecto de lava.- COMO VOCÊ OUSA FAZER ISSO COMIGO.

Lucian ‐ Desculpe, porém essa é a única maneira.

‐ PARA QUÊ? - O cavaleiro tentava a todo momento se mexer, no entanto era inútil, pois sentiu que as correntes negras sugavam o seu espectro, energia mágica.

Lucian ‐ Trarei de volta os seguidores de Noir, essa é a única maneira de impedir que a maldição aconteça.

‐ OS SEGUIDORES DE NOIR... Você está louco, não pode controlar o poder dos demônios.

Lucian ‐ Por isso mesmo que irei primeiro pegar o último descentende dele, assim poderei atingir o poder total para acalmar essa guerra inútil, e matarei o último Valkyrie.

‐ V-Você... Nunca conseguirá... Derois irá de impedir, ele nunca deixaria que o garoto seja morto... Ele morreria por ele.

Lucian ‐ Nisso você acertou, se Derois se intrometer matarei ele, e eu poderia dizer a você todo o meu plano, mas isso não importa mais.

Ele ergue a outra mão para o céu, e acima da cúpula de vidro um selo vermelho surgiu, com escritas arcaicas, e tudo aos poucos foi escurecendo, e somente o brilho do selo podia ser visto, e dele, uma mão de fogo surgiu aos poucos, com os seus dedos como labaredas controladas, se esticaram até o preso, queimando ele, aos poucos sua armadura se tornou cinzas, e seu corpo começou a brilhar, e o grito agonizante ecoou pelo local, e somente o brilho daquele selo pôde ser visto naquele momento.

***

Com a morte de seu líder, e a traição do Tenente Supremo, que se aliou ao Èldrianos, os Marvericks ficaram sem uma direção, perdidos, assim causando a perda da guerra, e a vitória dos Èldrianos. Todos aqueles que se aliaram aos Marvericks tiveram como punição o banimento do domínio, e alguns a morte.

Lucian Winchester Shere Khan, que foi o Tenente Supremo dos exércitos, deve a recompensa de se tornar um cavaleiro de prata, e um Lorde Guardião.

... Ainda em seu descanso eterno, os demônios, filhos do Primordial sombrio, Noir O'nir, esperam pelo dia do revelamento, e o despertar da criança...

***

A guerra civil criou uma tensão dentro do domínio de Stewartz, assim continuou por muito tempo, até o dia em que os Glacies, criaturas feitas de pura magia, atacaram o domínio, e ao se aproximarem da Cidade de Fogo, o banimento dos Glacies foi feito, e esse ato ficou conhecido como o Confronto do Elemento Gêmeo.

A noite era fria e iluminada pela forte luz da lua, e as estrelas que naquela noite brilharam como nunca haviam antes. Os arredores da Cidade de Fogo é cercada por grandes planícies de grama alta, e se erguiam até a cintura dos soldados, que se posicionavam em uma linha, um ao lado do outro, suas respirações estavam frias, seus corpos tremendo e seus olhos atentos a todos os movimentos daquela estranha névoa que se aproximava, uma névoa espessa com um leve tom azulado.

Em cima de um belo corcel marrom, um homem de vinte e sete anos de idade, seus cabelos eram vermelhos como o sangue, sua pele branca, e seus olhos possuíam a cor intensa de verde, se assemelhando a esmeraldas.

Trajava um sobre tudo preto com detalhes em prata, um peitoral de platina branca – metal raro, encontrado nos territórios dos dragões, ele é a junção de cinco minerais diferentes, platina, aço, falso ouro, diamante e kyon ( um diamante negro ) – seu peitoral estava preso por tiras e couros, essas que se prendiam a uma curta capa de pelos cinzas, longos braceletes, e manoplas, ambos de mesmo metal que o peitoral. Usava botas de couro com uma cobertura de platina branca presa por tiras de couro, que davam a volta em sua perna. Em sua cintura estava dois cintos de couro, e no de cima estava um bainha.

Seu nome era Kairos Valkyrie.

‐ Kairos, seu pai está aqui! – disse uma voz masculina, e quando Kairos se virou, viu que era seu aluno Andrew New.

Andrew era um jovem de dezoito anos, alto e magro, cabelo longo e negro, pele clara e olhos vermelhos. Trajava exatamente o mesmo traje de Kairos, com exceção da capa de pelos.

Kairos ‐ Andrew! – estava surpreso e confuso – Não esperava que ele viesse para esse lado.

Andrew ‐ Sim, esperava que ele estivesse a leste cobrindo a estrada Kirin. – estava montado em um cavalo branco com a crina preta.

Kairos ‐ E aonde ele está?

Andrew ‐ Na tenda dos sensitivos.

Os dois cavalgaram até a tenda aonde os sensitivos se posicionavam, dentro dela havia uma mesa de madeira redonda no centro, em cima o mapa da região. No lado esquerdo estavam os sensitivos, três homens com mantos negros, e o capuz cobrindo o seus rostos por completo, estavam ajoelhados com as mãos juntas e os dedos entrelaçados.

Ao entrarem se depararam com o pai de Kairos, Arthur Valkyrie, um homem de quarenta e seis anos de idade, cabelo curto preto grisalho, uma barba rala com muitos fios brancos, pele alva, e olhos azuis.

Trajava uma armadura completamente branca com detalhes em azul, uma capa de pelos que caía sobre seu direito, e segurava em sua mão uma pela espada.

Sua espada chamou a atenção dos dois, pois ela grande, sua lâmina era de um cristal transparente, sua guarda possuía o formado de um olho envolto em dois anéis, um na vertical e outro na horizontal, seu cabo era longo, para duas mãos e possuía um pomo com um cristal ciano que exibia um fraco brilho.

Arthur ‐ Olá filho. – sua voz era grossa – Precisei vir urgentemente falar com você. – colocou a espada sobre a mesa, e retirou a manopla de sua mão esquerda, abriu a mão e nela havia uma marca, a runa titânica para "A".

Kairos ‐ Mas... Isso é... – seus olhos se arregalaram, e colocou sua mão sobre a boca – Isso é a marca de um titã!

Arthur ‐ Você sabe o que isso significa.

O silêncio havia predominando, Andrew somente via a cena sem entender nada, e do lado de fora passos podiam se ouvir se aproximando do lugar.

Entrou na tenda uma menino, baixo, cabelo negro e liso jogado para trás, olhos donos de um tom oceanicamente azul, pele branca, tão clara que as veias escalavam o seu corpo como ramos de trepadeiras.

Trajava vestes normais, um casaco de pele, causas justas, luvas de lã, e botas de couro, e usava um cachecol vermelho envolto em seu pescoço.

Andrew se virou para encaralo.

Andrew ‐ Ethan!O que faz aqui? – ao pronunciar o nome do garoto, Kairos e Arthur olharam imediatamente para o garoto.

Arthur ‐ Filho o que faz aqui? – perguntou sem entender por que ele estava ali.

Ethan ‐ Eu vim... Vim ver como andam as coisas por aqui. – disse desajeitado, sua voz era rouca e suave – Mas acho que não devia ter vindo... Né?

Kairos ‐ Não se preocupe com isso. – sorriu e andou até ele o abraçando – Sei que você se preocupa comigo, mas não precisa disso.

Ethan ‐ É... Eu sei...

Kairos ‐ Andrew por favor, leve ele de volta...

Arthur ‐ KAIROS!!! – gritou o pai com raiva – Você sabe o que vai acontecer agora.

Kairos ‐ Como... – hesitou – Não está vendo que Ethan está aqui, e eu não ligo para... – parou de falar, se virou para Ethan e o beijou na testa – Por favor...

O instante seguinte, ocorreu em segundos, Arthur pegar a espada e com um rápido golpe corta a mesa no meio, e em seguida estacas de gelo surgem do chão se erguendo a metros de altura, cortanto a tenda em duas. Kairos pegou Ethan no colo, e segurou com a mão uma estaca que ia atingilos, e essa aos poucos derrete. Andrew desaparece, e logo depois surge a poucos metros do local.

Todos os soldados olham para as enormes estacas, e correm na direção delas, e ao chegarem hesitam em se aproximar.

Ethan ‐ Kairos... Por que o pai está fazendo isso? – perguntou a criança assustada.

Kairos ‐ Não se preou... – olhou para o rosto do irmão e percebeu que gotas de sangue caíram sobre seu rosto, olhou para cima e viu que as pontas das estacas estavam cobertas de sangue, e algumas haviam os mantos rasgados dos sensitivos.

Lentamente as estacas foram diminuindo de tamanho, até retornarem para dentro da espada de Arthur, que estava no mesmo lugar, coberto por sangue, e seu corpo possuía uma aura fria e sombria.

Kairos ‐ Como você pôde fazer isso na frente dele? – A raiva estava presente em sua voz, e o ódio em seu rosto – Ele só é uma criança!

Arthur ‐ Ele é um inútil, não serve para nada.– lambia seus lábios limpando o sangue – Sabe o que causará para o mundo, e agora eu tenho que impedir isso.

Kairos – DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO? SABE QUE ESSA NÃO É A MALDIÇÃO – o ódio em seus olhos começaram a tomar uma intensidade ardente, e a temperatura do local aos poucos aumentava.

Arthur ‐ Pare com essa ladainha, acha mesmo o que você viu vai mudar o que eles sabem? – começou a caminhar na direção delas.

Kairos ‐ Não importa, eu sempre estarei aqui para proteger ele, não deixarei que nada aconteça com ele!

Arthur ‐ Humfh... – suspirou – Nunca faça promessas que não possa cumprir. – Segurou aespada com as duas mãos e a levantou a cima da cabeça – Esse é apenas o início.

Kairos olhou para Ethan, e encarou ele profundamente. Ethan aos poucos sentia o seu corpo formigar, sua visão estava embasada e ao ver o olhar triste de seu irmão começou a chorar, em instantes não estava mais no colo de seu irmão.

Ethan caiu sobre o chão de madeira de uma sala grande, não se levantou, apenas encarava o teto, e antes de apagar, viu um cavaleiro de armadura dourada chegar perto dele. E em sua cabeça, ecoava as últimas palavras que seu irmão havia dito, "desculpe...", e adormeceu.



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