História Valor - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias League Of Legends
Personagens Annie, Darius, Draven, Katarina, LeBlanc, Riven, Sona, Swain, Talon, Vladimir
Tags Draven, League Of Legends, Lol, Sona
Visualizações 86
Palavras 2.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


. Não, não desistirei da fic, fiquem calmos meu bebês
. Estou viva (eu acho)
. Não vai ter música nesse cap
. Nem eu entendi o que ta acontecendo.
. Sona, que te viu quem te vê
. Darius eu te amo
. Draven se lascou

Capítulo 12 - Arena e Noiva


Fanfic / Fanfiction Valor - Capítulo 12 - Arena e Noiva

“Nós sempre iremos te proteger”

 

***

 

- Você só pode estar brincando, Swain! – Rugiu furiosa e o homem teve um vislumbre da tigresa mortífera por trás daquele olhar cor de peridoto.

- Quer, por favor, se acalmar? – A voz dele saiu suave, mas dotada de uma autoridade inabalável.

- Me acalmar? ME ACALMAR? – As mãos dela bateram com vigor sobre a mesa. – Você acaba de propor uma coisa estúpida e quer que eu me acalme?!

Swain ergueu a mão direita e o corvo – que acabava de entrar pela janela – pousou suavemente sobre ela. Aquele bizarro animal ainda causava arrepios à bela mulher. Embora já tivesse visto e feito muitas coisas más e brutais, Beatrice, a grande corvo de Swain, fazia tudo parecer brincadeira de criança, aquele animal tinha uma aura assustadora – muito pior que sua aparência “peculiar” – e parecia que a qualquer momento pularia sobre ela, recitaria todos os seus piores pecados e devoraria seus olhos, a estriparia com aquele bico lustroso e comeria suas vísceras como punição.

Swain fez Beatrice pousar no braço da cadeira e abaixou a cabeça na direção dela como se quisesse escutar um segredo. O animal abriu e fechou o bico algumas vezes e não emitiu som algum.

- Certo... – Ele balançou a cabeça concordando. – Parece que Jarvan recebeu minha mensagem e pondera sobre o assunto.

- Você enviou a porra da mensagem?! Antes mesmo de me consultar?! – Ela agarrou mechas de cabelo vermelho. – Você passou de todos os limites, Swain!

Ele levantou e se apoiou na mesa, encarando-a tão profundamente que sentiu-se arrepiar com o contato daqueles olhos vermelho-rubi sobre si.

- Katarina, seu pai se envergonharia de sua covardia. – Ele sabia como a ferir. – Primeiro Cassiopéia e agora você?

- Cassiopéia não tem nada a ver com isso – Amargurou-se.

- Onde está sua suposta lealdade a Noxus? – A voz veio carregada de veneno.

Como odiava aquele desprezível homem.

- Não questione a minha lealdade, você não sabe o que eu aguentaria por ela... – Ela o encarou. – Eu vou entrar nesse seu joguinho de casinha, mas eu não sou como ela.

Deu as costas e se retirou, sentindo apenas o gosto amargo da raiva que nascia dentro dela.

 

***

 

Espiou o lado de fora do quarto e saiu, usando as pontas dos pés para não produzir ruídos, assemelhando-se à uma sombra na noite, uma gata que se esgueira pela escuridão para buscar suas presas. Se bem que ela estava parecendo mais uma criança sapeca indo atrás do pai.

Havia descoberto umas coisas legais ao longo dos primeiros três dias do elo: primeiro que ela podia saber vagamente o que os rapazes estavam sentindo e que também podia ter uma leve noção de onde eles estariam (próximos ou longe) e até quando se moviam. Claro que essas habilidades estavam rústicas, mas seria interessante testá-las.

Resolveu seguir o “sinal” de um deles, seguindo até o lado de fora onde viu Darius caminhando até uma “porta” – talvez aquilo pudesse ser chamado assim? – de madeira no chão, ele abriu e desapareceu no solo. Correu até o local onde ele estava e encostou o ouvido na porta, esperando um tempinho até abrir e se deparar com escadas que sumiam na escuridão.

Descer ou não descer?

Seus pés se moveram em uma resposta automática, movidos pela curiosidade. Sentiu o contato gelado da escada de pedras, forçando seus olhos a se acostumarem, tateava cegamente a parede e pisando com cuidado, quando chegou ao fim, pode ver uma fraca luz alaranjada vindo do final do logo corredor. Seguiu até ela, se deparando com uma tocha presa ao lado de uma porta de madeira entalhada, empurrou com cuidado e espiou, ficando extasiada com a visão.

Uma arena “privada”

Havia colunas de mármore branco espalhadas quase que desordenadamente pelo local, de forma que apenas o espaço central, que ficava um nível mais baixo do local, ficava livre. Havia tochas presas à muitas dessas colunas e a luz alaranjada refletia no piso polido de granito preto. Darius estava no centro da arena e tinha uns bonecos de madeira ao redor dele –manequins de lutas(?) – combatia um por um.

Os movimentos dele eram incrivelmente fortes e precisos, o machado parecia uma extensão do corpo dele – uma extensão mortal – que dilacerava a madeira, os pés dele sabiam exatamente onde pisar, por mais que ele não se concentrasse em olhar para o chão. Não deixou de comparar o estilo de luta dos dois irmãos: Draven era mais fluido, mais leve, de forma que lembrava uma dança morta, quase como uma combinação entre fogo e ar; enquanto Darius mais preciso e furioso, selvagem como a combinação entre água e terra.

Mas ambos eram extremamente sexy.

Notou como a pele beijada pelo sol possuía uma fina cada de suor, que reluzia a luz alaranjada do ambiente, fazendo-o parecer um Ares feito de bronze. Seus músculos se sobressaltavam à medida que ele se movimentava, sua face séria fazia aquilo parecer normal, seus lábios finos e milimetricamente esculpidos estavam levemente entreabertos e o peitoral largo e masculino subia e descia conforme o ritmo da luta. Ele usava apenas uma calça justa que revelava partes do contorno forte das pernas.

Sentiu o contraste entre os lábios secos e o interior de sua boca salivante, passou a língua pelo contorno para amenizar a secura e sentiu o calor que lhe percorria o corpo por inteiro.

Pelos Deuses, que sensação maravilhosa!

Vislumbrou o golpe final, quando ele se afastou de um dos bonecos e começou a correr de volta para ele, quando estava perto, deu um salto até uma altura aparentemente impossível - ainda mais para um homem daquele tamanho- e acertou cortou o boneco ao meio na descida.

Aquilo lhe causou arrepio na espinha, um – delicioso- choque no ventre. Ele ergueu a cabeça e olhou na direção dela, o que fez Buvelle se escorar atrás da pilastra e rezar para que ele não a tivesse visto

- Quem está aí? – A voz dele era de arrepiar os ossos, mas ela nada respondeu. – Draven? Se for você, apareça e vamos lutar. – Sentiu uma voracidade inumana na voz dele. – Quem está aí?

Ouviu os passos dele à medida que ele se aproximava mais e mais dela, podia sentir também o som do próprio coração martelando contra o peito, o ar entrando e saindo dos pulmões, manifestando seu nervosismo. Fechou os olhos e se sentiu invisível por breves segundos.

Maravilhosos segundos.

Sentiu seu cabelo se mexendo e uma mecha próxima ao rosto ser erguida.

- Achei você! – Escutou o sussurro abafado e perigoso ao lado dela.

“DARIUS?! E-eu... Na-não... Não fo-foi, eu não...” – Se embaralhou ao tentar explicar e sentiu a respiração ofegante. – “Eu acho que é hora de ir, afinal você está bem, não é?” – Deu as costas e tentou sair.

- Sair? Acho que não – A voz dele acariciou as costas com uma aspereza máscula. – É engraçado, Sona, como você parece ter uma grande atração por essas situações de perigo.

Quem era aquele homem? Não parecia nem um pouco com o Darius com quem convivia normalmente. Havia uma ousadia mais comum à Draven, sua voz estava mais felina e sedutora que o normal, era quase como se a personalidade de um estivesse incorporada no outro.

“É impressão sua... haha...” – Tentou por humor na situação, mas não teve coragem de virar para encará-lo.

- Não é não. – O sussurro dele ao pé do ouvido dela a fez arrepiar. – Sua curiosidade é algo que ainda pode por sua cabeça em jogo... – Sentiu o toque frio da lâmina raspar seu braço. – Seria uma pena macular essa pele virginal.

Engoliu em seco.

“Você não vai me machucar, eu sei que não vai...” – Implorou em seu íntimo que estivesse certa.

- Você não sabe de nada, demaciana. – Estava com medo da proximidade dele, mas ao mesmo tempo, encontrava-se inebriada com o cheiro amadeirado com notas de sândalo e suor, um odor bem masculino. – Você adora ser encurralada, não é mesmo?

“D-do que está falando?”  - Seu ventre contraiu.

O sacolejo foi brusco, mas não a machucou. Sentiu a solidez da pilastra apoiar suas costas e os braços de Darius bloquearem suas rotas de fuga.

- Diga-me, é assim que Draven faz? – Oh céus, ele sabia?

“Darius, eu não sei do que voc....” - Ele grudou-se ainda mais ao corpo dela, de forma que podia sentir a respiração quente e ofegante dele.

- Não se faça de desentendida, Sona. Eu sei o que está acontecendo e, pelo seu bem, acho melhor tomar cuidado.  – Sentiu os lábios dele roçando em seu lóbulo. – Nós podemos perder o controle e você vai se machucar.  Pare de ser tão curiosa – Sentiu quando os lábios dele se alongaram em um sorriso, ele ergueu o corpo e desceu novamente.

Sentiu a respiração entrar em descompasso quando o rosto dele tornou a se aproximar, mas ele ficou apenas a encarando a centímetros, agoniando-a com aquela aproximação sem ação. Havia algo cintilando de forma diferencia, como uma fogueira crepitante, algo tentador que a queria puxar para dentro.

“É lindo...” – Falou sem pensar (?) ao analisar os detalhes daqueles olhos verdes.

Desde quando queria tanto alguma aproximação com o General?

- Saia daqui. – Ele falou ao se afastar, parecendo mais com Darius comum, apoiando o machado no ombro e deixando um braço livre.

Estendeu o braço e segurou o punho dele.

Percebeu o sobressalto dele com o toque repentino, mas ele não recolheu o braço, apenas ficou encarando enquanto ela analisava o belo rosto do homem à sua frente.

“Quando vi você saindo tão tarde da noite imaginei que poderia estar com insônia de novo, então resolvi te seguir e quem sabe ajudar...” – Deixou que sua mão escorregasse suavemente pela pele dele. Foi até ele e em um ímpeto, segurou o rosto e o beijou.

Notou que o corpo dele reagiu pondo a mão suavemente na cintura dela, aprofundando o beijo. Afastou-se e o encarou por breves segundos.

“Me- me desculpe se acabei incomodando” - Estava bem aturdida com aquilo que acabara de fazer e saiu o mais rápido que pode.

Ela havia mesmo beijado Darius?

 

 

***

 

Quando notou uma presença ali, pensou ser Draven, contudo, sabia que o irmão mais novo jamais fugiria de um desafio.

- Quem está aí? Draven? Se for você, apareça e vamos lutar. – Preparou-se para um ataque. – Quem está aí?

Escutou quando algo se escondeu atrás de um coluna e preparou o machado, caminhou para o lugar e escutou a respiração acelerada, que cessou repentinamente, como que para se manter invisível.

Tarde demais.

Ela estava de olhos fechados e mãos sobre o peito, seu belo rosto continha uma deliciosa expressão de medo, estava corada e ofegante, de forma que se sentiu tentado à brincar com ela. Tocou no cabelo curiosamente azul e ergueu uma mecha para cheirar.

Canela e jasmin.

- Achei você! – Sussurrou próximo à orelha dela.                                            

“DARIUS?! E-eu... Na-não... Não fo-foi, eu não...” – Ela o olhou com aquelas safiras arregaladas, estava envergonhada e embaralhada. – “Eu acho que é hora de ir, afinal você está bem, não é?” – Deu as costas e tentou sair.

- Sair? Acho que não. – Mordeu o lábio quando a viu congelar. – É engraçado, Sona – Destacou o nome dela-  Como você parece ter uma grande atração por essas situações de perigo.

O que estava acontecendo com ele? Sentiu-se mais... Letal, mas não em um sentido ruim. Era como se fosse um predador e ela fosse a presa, estava estimulado à caçá-la caso tentasse fugir, queria encurrala-la e a tocar. Lembrava de quando ela havia acordado ao lado dele, de como era macia e frágil, de como o cheiro ficou por alguns dias até que as cobertas fossem lavadas.

Ah merda, mulher!

Se aproximou sorrateiramente dela e se permitiu sentir o calor que ela emanava com o nervosismo.

“É impressão sua... haha...” – Percebeu a tentativa fracassada de humor e estreitou os olhos.

- Não é não. – Sussurrou dele ao pé do ouvido dela e a fez arrepiar. – Sua curiosidade é algo que ainda pode por sua cabeça em jogo... – Passou a lâmina delicadamente (o mais delicado que ele poderia ser) pelo braço dela. – Seria uma pena macular essa pele virginal.

Viu quando ela engoliu em seco.

“Você não vai me machucar, eu sei que não vai...” – Ela era tão inocente, tão tola e tão quebrável.

- Você não sabe de nada, demaciana. – Não podia negar a excitação que lhe corria pelo corpo e começava a se acumular na virilha. – Você adora ser encurralada, não é mesmo?

“D-do que está falando?”  - A tensão dela era deliciosamente evidente.

A puxou, pôs contra uma pilastra convenientemente posicionada ali perto e grudou seus corpos.

- Diga-me, é assim que Draven faz? – A expressão dela mudou.

Já havia visto Draven fazendo aquilo muitas vezes e a forma com ela fugia e lutava era cômica.

“Darius, eu não sei do que voc....” - Ele se grudou ainda mais ao corpo dela, de forma que podia sentir a respiração quente e ofegante.

- Não se faça de desentendida, Sona. Eu sei o que está acontecendo e, pelo seu bem, acho melhor tomar cuidado.  –Roçou os lábios no lóbulo da orelha. Não gostava da aproximação dos dois, isso era um fato, talvez por medo dela descobrir mais do que o necessário. – Nós podemos perder o controle e você vai se machucar.  Pare de ser tão curiosa –Sorriu e se afastou apenas para contemplar a face assustada dela. Se deixou inclinar novamente sobre ela.

Ele se sentia queimar por dentro e a sensação ficou pior quando percebeu o descompasso da respiração dela e da forma como os lábios dela se umedeceram antes de ficarem entreabertos e convidativos.

“É lindo...” – Lindo? Sim. Os olhos dela eram lindos com aquele contraste entre turquesa e ouro líquido.

Desde quando queria tanto alguma aproximação com a musicista?

Merda, merda, merda, MERDA!

Ele perderia o controle ali naquele momento, queria beijá-la e toma-la para si de uma forma pouco descente.

- Saia daqui. – Ele se afastou dela, daquele cheiro intenso de canela, do calor eu fluía pela pele alva. Jogou o machado sobre o ombro e deu as costas para ela.

Sentiu o toque firme da mão macia em seu punho.

Ele se sobressaltou com o toque repentino, mas ela não recolheu o braço, apenas ficou a encarando enquanto ela o analisava.

“Quando vi você saindo tão tarde da noite imaginei que poderia estar com insônia de novo, então resolvi te seguir e quem sabe ajudar” – Deixou que a mão escorregasse suavemente pela pele dele, deliciando-o com o toque dela.

Sona caminhou até ele e inesperadamente, segurou o rosto dele e o beijou.

Os lábios dela eram tão macios quanto o resto da pele e se movimentavam timidamente sobre os dele. Seu corpo reagiu e sentiu que a excitação entre suas pernas começou a ganhar força, como reflexo, se permitiu pôr a mão na cintura feminina de Buvelle, porém ela se afastou e o encarou brevemente.

“Me desculpe se acabei incomodando” – Ela saiu rápido como um raio.

Só tinha uma certeza: sem sombra de dúvida, queria mais daquilo.

 

***

 

O café estava bem chato.

Sona ainda não havia descido e Darius estava com a fuça enfiada em um jornal. Ele não quis treinar naquela manhã e nem havia trocado palavras significativas com o mais novo, o que o fez estranhar. Quando a porta rangeu e abriu, Sona passou timidamente e percebeu que o irmão ergueu os olhos para a encarar.

“Bom dia” – Desejou calmamente sem os olhar.

- Bom dia. – Respondeu com um meio sorriso galante.

- Hunm... – Foi o único som que Darius emitiu.

Comeram em silêncio e ele quase explodiu em agonia por isso.

- Vocês não acham que isso aqui tá muito chato? – Bufou.

- Então procure uma coisa produtiva ara perder tempo, irmãozinho. – “Irmãozinho”? Desde quando Darius falava daquele jeito?

- Eu só acho que poderíamos fazer algo divertido. – Revirou os olhos. – A vida aqui está uito parada e sem emoção.

Notou que o mais velho não estava dando trela, então resolveu fazer o que fazia de melhor: provocar a azulada.

- Então Sona, o que me diz de termos emoção juntos? – Soltou junto a um sorriso de lado.

“Procure diversão nos braços das suas amigas da noite, Draven” – O.k, ela estava bem seca.

- Ahh Soninha, eu não ´possuo amigas da noite, sou um obre e solitário homem, em busca de alguém com quem partilhar minha enorme disposição. – Sorriu, ma olhou para porta quando Hilde surgiu nela.

Talvez acaso do destino ou uma maldição daquelas que te fodem legal, mas quando Hilde quebrou o clima de cantada com aquela expressão chocada, ele soube que algo estava por vir, algo bom porém com notas de problema.

- Lady Tonnerre chegou para uma visita. – A empregada estava tensa.

Quando escutou o nome, quase caiu para trás e enfartou, pensou em se atirar debaixo da mesa ou se esconder atrás de Darius – que estava tão chocado quanto ele -, mas antes que pudesse concretizar suas ideias, um furacão loiro entrou no ambiente, com seu vestido vermelho sangue e seus lábios cor de vinho.

- DRAVENZINHOOO – Ahh como odiava aquele apelido. – Eu voltei, meu amor. – Ela olhou com desdém para Sona. – Quem é essa? Não importa! Eu voltei para você!!

A loira pulou sobre ele e grudou-se em seu pescoço.

“Quem é ela?” – Sona estava confusa.

Darius pigarreou e se levantou.

- Sona, esta é Lady Clarice Tonnerre, filha do Comandante Tonnerre e, bem, noiva de Draven.

Notou a mudança na expressão de Sona, quando ela o encaro com um olhar mortífero.

Fudeu.

 



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