História Vamos jogar? - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 827
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Fase final


~tony on~

- nós temos que salvar as últimas vítimas - falei confiante para Cindy

- mas como? Nós não somos mais o suficiente, precisamos de ajuda

- ajuda de quem? Não temos outra alternativa, precisamos fazer isso por nós mesmos - ela parecia um pouco alterada

- tudo bem, mas precisamos pensar direito - ela pegou uma lista que a diretora nos entregou - aqui está a lista de amigos das vítimas, se pegarmos os nomes é procuramos na lista de presença dos professores - ela pegou outra lista

- todos são da mesma sala?

- exatamente, todas as vítimas eram da mesma sala, então se compararamos os nomes das duas listas só sobram duas possíveis vítimas

- a Agnes aquela menina que nos conversamos, e esse tal de Léo Stewart

- então vamos nos dividir, você vai atrás desse Léo e eu atrás da Agnes

- temos que fazer isso sozinhos, o resto do grupo tá fragilizados demais - tentei lembrar a última vez que vi eles nestas duas semanas

- você tem meu número, se tiver qualquer emergência e só chamar- ela estava seria, nem parecia a jornalista que eu conheci alguns dias atrás

- você também tem o meu, agora vamos depressa - nos despedimos e fomos cada um para o seu lado

~Algumas horas depois~

estacionei meu carro na frente da casa que estava registrada no sistema da escola como a casal desse Léo (habilidades de hacker servem para muita coisa) toquei a campainha várias vezes até que um garoto abriu a porta

- Léo Stewart é você?

- você é do conselho tutelar?

- não

- então tudo bem, eu sou Léo Stewart

- eu preciso falar com você

- pode entrar - a casa era bem simples, fomos até a cozinha e nos sentamos um na frente do outro

- você sabe que a maioria do seus amigos está sendo enterrados agora, sabe?

- eles eram meus únicos amigos, quando eu achar quem fez isso eu vou matar ele

- antes que ele mate você? Eu e meu "grupo" achamos que você pode ser a próxima vítima

- e quem seriam seu grupo?

- não importa, o que importa é que nós sabemos mais desse crimes do que todos

- e como vocês vão me proteger

- você pode ficar um tempo na minha casa, pelo menos até acharmos algum lugar seguro para você

- você não tem medo de eu roubar algo da sua casa

- por que eu teria esse medo?

- você deve saber da minha reputação, já que sem olhar minha ficha escolar você nunca saberia aonde eu moro - ele estava certo eu sabia toda a reputação dele, mas não queria outro velório marcado

- eu só quero poder dormir sem lembrar de outra criança morta

- então tá eu vou com você

- me carro está lá fora vamos rápido -

ele subiu e arrumou uma mochila, corremos até o carro e fomos em direção a minha casa, enquanto estava dirigindo percebi uma van nos seguindo

- Léo faça o que eu te disser

- o que?

- estamos sendo seguidos, pegue a chave da minha casa entre ligue para esse número - entreguei um papel com o número do escritório- não sai da casa

- e você vai fazer o que?

- eu vou ganhar tempo

Chegamos no portão da minha casa, e contamos até três, Léo correu para a entrada é eu fui até a van

- você não vai nos impedir - um bando de jovens com vários tacos de beisebol saíram da van

- querem apostar? - debochei deles

Eles partiram para cima dei vários socos, mas as pancadas eram muito fortes e eu não ia aguentar por muito tempo

- parem de bater nele ou eu vou socar cada um de vocês - Léo começou a socar alguns deles e eu tentei ajudar, mas a cada soco que dávamos recebiamos três vezes pior, até que um deles puxou um Taser e disparou contra o Léo, aquela cena eu nunca iria esquecer, Léo se debatendo no chão enquanto os garotos chutavam e batiam nele, até o coração dele parar

- não precisamos de você - eles me jogaram no chão e saíram com aquela van

- d...desculpa - comecei a chorar no corpo dele até que ouvi meu celular tocar,era Cindy

- rua.porthphin 357 me...ajuda - eu ouvi vários barulhos, depois a ligação caiu

Entrei em casa, precisava salvar Cindy e não poderia fazer isso depondo para a polícia, entrei dentro de casa e vi uma carta suspeita, li aquela carta sentindo ódio, só podia ser do assassíno das crianças, fiz uma ligação anônima para a polícia avisando do corpo de Léo, e mandei uma mensagem para todos do escritório (Astrid, Crystal, Marcus, eu precisava de todos)

[T0NY]: rua.porthphin 357, Boss fight, preciso de todos vocês

Era agora ou nunca, cansei de pessoas morrendo na minha frente, agora que o jogo termina



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