História VAMP:Histórias de vampiros livro 1 - Capítulo 2


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Categorias The Vampire Diaries
Tags Historiasdevampiros Vamp
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Palavras 1.383
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - II


Eduardo acorda com o despertador tocando, olha a hora e vê que falta muito tempo para ir para a escola, mais mesmo assim ele se levanta vai ao banheiro, toma um banho, escova os dentes e volta para o quarto, veste a roupa e vai para a cozinha para tomar café da manhã. Logo depois de tomar o café ele vai para a escola.

Como todos os dias ele põe uma música e vai ouvindo até a escola. Na metade do caminho encontrou o Paulo.

-E aí? Tudo bem?-falou ele.

-Sim.-respondeu Eduardo.

Foram conversando até chegar na escola. Viram o Gabriel embaixo de uma das árvores no campo e foram encontra-lo.

-Nossa, que surpresa...chegou cedo hoje?-falou Gabriel com um tom de humor.

-Também estou surpreso... nunca vi esse campo assim.-falou Eduardo também como um tom de humor.

-E vocês vão para a Vigília Noturna?-perguntou Gabriel.

-A o que?

-A vigília noturna... é uma coisa que é feita desde muito tempo, junta uma turma de pessoas e no dia da festa de aniversário da cidade essas pessoas vão até a orla da floresta e começa a desafiar os outros. Sabe, para saber até onde a pessoa aguenta.-explica Paulo.

-É isso aí mesmo... e aí, vocês vão?-pergunta novamente Gabriel.

-Não, eu não vou...-fala Eduardo.

-Cara você não sabe o que vai perder.-diz Gabriel.

-Eu também não vou, isso aí para mim é coisa de louco.-fala Paulo.-E você sabe que isso aí perigoso, lembra aquela vez que aquele garoto ficou perdido?-completou.

Minutos depois passa por ele a garota em que Eduardo havia separado no percurso para casa no dia anterior.

-Oi...-fala ela para ele ao passar por os três.

Os três olham para ela é Eduardo solta um sorriso, até que um dos garotos fala.

-Cara o que foi isso... aquela garota falou com você...-falou Gabriel.- O que tá rolando entre vocês?-terminou.

-Nada.-falou Eduardo.

-Mais ela falou com você. Sabe, nunca vi ela falando com ninguém...-disse Gabriel.

Naquele instante um carro de polícia branco com listras verdes parando em frente a escola, ele estava sendo dirigido por uma mulher de cabelos pretos. Desse carro saíram dois jovens, uma menina e um menino. A menina tinha cabelos cacheados olhos castanhos e vestia um vestido florido, já o menino era mais alto que ela, seus olhos eram castanhos mais claros e seus cabelos eram lisos.

O sinal toca e todos entram. Eduardo está em seu armário e o professor Erick chega e fala.

-Hoje eu vou falar com a sua mãe, a diretora da escola pediu para que ela vim aqui hoje.-falou.

-Tá... fazer o quê?

De repente ouve-se pelo o corredor uma voz que saia de um som no canto de parede, essa voz pedia para que todos fossem para as suas salas.

A primeira aula era a aula de história. A professora da o seu bom dia de todos os dias e pede um momento para falar.

-Pessoal, a nossa sala está recebendo dois novos alunos. Entrem...-fala pedindo que os novatos entrem.- Essa é a Rita e esse é o seu irmão o Robie, a partir de hoje eles vão estudar com vocês. Podem se sentar.

Rita e Robie eram os dois novos assuntos na sala. Não se ouvia outra coisa em toda a sala se não pessoas falando o tempo todo o quanto eles eram estranhos, falavam de tudo, das roupas da Rita... enfim, falavam dos novos alunos.

Depois do intervalo, era a aula de Educação Física. O professor foi para a sala e pediu para que todos fossem para o campo de futebol. Todos fizeram o que ele pediu.

Rita e Robie foram para um dos lados da arquibancada. Eduardo também foi para a arquibancada, em todas as aulas de Educação Física ele se sentava fora do alcance dos olhos do Sr. Soares.

-Você sempre vem aqui?-fala uma voz de menina.

Ele olha para os lados e quando olha para trás vê Juliana, a garota do esbarrão.

-Sim.-respondeu ele.

-Você não joga futebol junto com seus amigos?-pergunta novamente.

-Não... na verdade... não posso.

-Como assim, você não pode? Mais Por que?

-Nada não, deixa pra lá... é algo que não gosto de falar.-disse ele.

-Tá... E os novatos?-falou ela querendo mudar de assunto.

-Que é que tem eles?

-O que você achou deles?

-Normais, sabe achei eles tipo eu quando cheguei aqui.-falou ele.

-Vamos lá falar com eles.-chamou ela.

Então eles saíram lá do lado da arquibancada de onde estavam e foram para o outro lado onde estavam os irmãos. Durante o percurso ele foram conversando.

-E como você soube que estava lá? E como chegou sem que eu percebesse?-falou para ela.

-Bom, é apenas questão de observar, sou uma boa observadora. E também sei chegar sem que ninguém perceba.

Chegaram ao lado onde estavam os irmãos.

-Oi...-falou Juliana.-prazer sou a Juliana.-estende a mão para os dois.

-Prazer.-responderam os irmãos.

-E eu sou o Eduardo.

Se sentaram juntos e começaram a conversar.

-Me desculpe, mais não pude deixar de ver, aquela mulher do carro é a mãe de vocês?-pergunta Juliana.

-Sim...-respondeu a Rita.-Ela é a nova xerife da cidade.-completou.

Via-se de longe um homem alto indo em direção aos garotos sentados na arquibancada, era o professor Erick.

-Eduardo posso falar com você?

-Sim...

-Vamos até a minha sala, por favor.

Então professor e aluno saíram da arquibancada deixando os outros três. Depois de cruzarem o campo chegaram a sala e entraram.

-Sente-se.-pediu o Erick.

Depois ele se sentou. Olhou para o garoto e logo falou.

-Sua mãe não veio aqui na escola...

-Então quer dizer que não falaram com ela.

-Falamos... ela ligou para a escola e conversamos pela ligação. Por que você não disse que esses dias em que chegou atrasado você passava no hospital?

-Minha mãe falou o porquê?

-Não. Mais não precisa esconder isso, o que você tem? Além de seu professor eu posso ser seu amigo.

-Professor, se eu contar o motivo ninguém vai entender. As pessoas vão me olhar de lado, vão olhar diferente para mim... e eu não quero que as pessoas olhem diferente para mim.

-Se você não quer falar esta bem. Se precisar de alguém para conversar eu vou está aqui.

Após a conversa Eduardo saiu da sala do professor e foi para uma parte isolada da escola, uma parte onde ninguém ia lá.

Ficou lá por um bom tempo. Já estava quase na hora de sair da escola e então ele escuta a voz de Juliana o chamando. Ele sai e vai até onde ela está.

-O que aconteceu?-perguntou ao ver a tristeza dele.

-Nada.

-Vai fazer algo hoje a noite?

-Não.

-Então vamos sair hoje a noite. Apenas dar uma volta, nada de mais.

-Tá.

-Passo na sua casa hoje!-falou ela.

-Minha casa você sabe onde é?

-Sim, minha prima mora na mesma rua.

-Tchau...

O sinal tocou isso significava que já estava na hora de voltar para casa. Desta vez ele decidiu não esperar pelos os seus amigos, foi direto para casa. Chegando em casa four direto para o seu quarto se trocou e voltou para a sala para e logo sua mãe falou.

-Filho seu professor queria falar comigo.

-Ele me falou... por favor não fala daquilo para ninguém...

-Você sabe que uma hora ou outra ele vai saber né?

-Mais não agora.

-Filho seu irmão vai voltar a morar com a gente.

-Sério!?-falou animado.

-Sim, ele chega amanhã.

O dia passou muito rápido e logo anoiteceu. Ele depois de se arrumar saiu para fora para esperar a garota e para a surpresa dele ela já estava lá.

-Há quanto tempo você está aí?-perguntou após fechar a porta.

-Há pouco tempo... vamos?

Sairam andando os doido pela a rua. Juliana logo puxou assunto.

-Você não sabe o que aconteceu depois que você saiu do campo.

-O que?-perguntou ele.

-O professor de Educação física se despediu, ele falou que vai sair da escola.

-Sair da escola? Mais Por quê?

-Não se sabe.

Continuaram caminhando até chegar em uma praça, onde foram se sentar em um dos bancos.

-Posso te perguntar uma coisa?-falou ela.

-Pode.-respondeu ele.

-Por que você ficou daquele jeito depois que conversou com o Erick.

-Não quero fala sobre isso.

-Pois tá, desculpa.

-Sabe alguma coisa sobre essa cidade?

-Sei, muito mais do que você imagina.

-Como assim?

-Bom, Riverty foi uma verdadeira cidade de mitos. Ela foi fundada por uma família de vampiros, os Kulers, na verdade seus herdeiros, três filhos Eros, Ruton e Gelion. Os mais velhos Eros e Ruton foram os verdadeiros fundadores, eles proclamaram que nessa terra não haveria nenhum crime... esse é só um pedaço da história.

E o tempo passou e foi ficando tarde e voltaram para casa.

-Achei interessante aquela história.-falou ele.

-Se quiser amanhã levo um livro.

-Está bem.

-Amanhã na mesma hora passo aqui de novo. Amanhã é sábado, temos mais tempo.

Ele entrou para casa e foi direto ao seu quarto.



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