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História Vampire Desire - Another Life. - Capítulo 16


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Capítulo 16 - De qualquer forma eu estarei com você.


Irmã?! Eu estava sem palavras. Não fazia ideia de que Nevra tinha uma irmã, ela parecia bem nova e estava com uma expressão cansada, triste. Parece que cada vez mais aparecem segredos da família dele, e tudo que o ronda é sempre tão obscuro, tinha medo do que estava por vir agora.

Nevra aproximou-se da garota, ficando ao seu lado e encarou-me, esperando que eu falasse algo. Eu olhei de um para o outro, depois foquei em Karenn.

- Olá, Karenn, prazer em conhecê-la – Sorri, aproximando-me e estendendo minha mão em sua direção. A garota pareceu ficar tensa com a minha aproximação.  

- Tudo bem, ela é amiga... – Nevra falou baixinho para ela.

- O-olá... E-eu... – Ela esticou a mão devagar para apertar a que eu lhe ofereci – Oi...

Karenn parecia um pouco nervosa, estava sempre baixando a cabeça e olhando para os próprios pés, mal conseguia nos encarar.

- Então, Eliza, eu preciso conversar com você, mas não quero deixa-la sozinha e também ela não pode sair daqui por agora, então eu... – Nevra foi interrompido por batidas na porta, ele me encarou ficando em silencio até escutarmos novamente as batidas – Fique perto dela.

Me coloquei ao lado de Karenn e Nevra foi em direção à porta, ouvimos mais batidas antes de ele a entreabrir para ver quem era. Vi seus ombros relaxarem, ele abriu a porta um pouco mais dando espaço para que Adhara e Catherine entrassem no quarto, trancando-a novamente em seguida.

- Oi, e então? – Catherine olhou de Karenn até mim e depois virou-se para Nevra, Adhara veio me abraçar e ficou ao meu lado, mas logo virou-se para a garota.  

- Oi, lindinha, eu trouxe um lanche pra comermos juntas, você deve estar com fome – Adhara se dirigia a Karenn, só então notei que ela segurava em uma das mãos uma cesta, igual àquelas de piquenique.

Karenn balançou a cabeça em um sinal positivo, sorrindo fraco, e então Adhara pegou-a pela mão e a levou até a mesa da varanda.

- Nevra, vai com a Eliza, eu e Adhara ficaremos aqui com ela. Qualquer coisa se alguém indesejado vier eu atendo, não vão estranhar eu estar no seu quarto. – Nevra confirmou com a cabeça sem falar nada e então virou-se para mim.  

- Vamos para outro lugar – Ele me pegou pela mão e eu consegui apenas olhar para Catherine apreensiva, ela me sorriu fraco e falou sem som, apenas movimentando os lábios, “vai ficar tudo bem”.

Nevra olhou o corredor antes de sair, checando se não havia ninguém, então me puxou rapidamente. Corremos até o meu quarto, entramos e nos trancamos. Assim que tranquei a porta e me virei Nevra suspirou pesadamente, passando as mãos pelo rosto até o cabelo, os seus dedos entrelaçaram os fios Negros e ele os bagunçou rosnando, parecia estar muito nervoso e angustiado.

Aproximei-me devagar, meu coração estava apertado sem compreender o que estava acontecendo, pousei minha mão em seu ombro levemente, tentando observar seu rosto.

- Nevra... Amor... O que tá acontecendo? Me explica, por favor... – Ele suspirou mais uma vez e virou para me encarar, segurou minha mão e levou-me até a cama, nós nos sentamos e então ele começou a falar, mexendo nos próprios dedos.

- Eu não sabia de Karenn... Na verdade eu não sabia que ela era minha irmã. Na época que eu descobri sobre mim, já contei pra você que quando eu tinha 18 anos eu fui ao Castelo etc., nesse tempo eu lembro de ver Karenn lá uma única vez, mas ela era bem mais nova, tinha uns 8 ou 9 anos. A vi me espiando enquanto eu estava na biblioteca do castelo, porém logo apareceu uma das empregadas e a levou, achei que fosse filha dela ou algo do tipo, pois nunca mais eu a encontrei, também não dei tanta atenção. E agora eu descubro que na verdade ela é minha irmã.   

Ele parecia estar desolado, aquilo estava sendo doloroso para ele. Coloquei minha mão em cima da sua que estava em seu colo, então ele continuou.

- Ela fugiu dele. Ela fugiu do pai. Por isso Miiko me procurou ontem de madrugada, foi quando ela chegou aqui. Conseguiu chegar até o grande portão e então desmaiou, por sorte Leiftan estava voltando da floresta junto a Jamon, os dois a trouxeram pra dentro e informaram à Miiko, que conseguiu acordá-la dando-lhe uma poção revigorante. Miiko disse que Karenn acordou desesperada e se agarrou ao seu pescoço pedindo socorro, implorando ajuda e gritando meu nome também, implorando para me ver... – Vi uma lágrima solitária escapar de seus olhos, ele não estava usando seu tapa-olho, esfregou os olhos com uma das mãos e fungou, vê-lo daquele jeito estava partindo meu coração.

- Depois que as coisas acalmaram mais ela nos contou o que aconteceu. Ele a estava mantendo trancafiada e pretendia vende-la como escrava para o Lorde Bertold, para ele fazer com ela o que quisesse. Ela disse também que ouviu ele falar com alguém dizendo que talvez poderia usá-la contra mim, e se isso também não funcionasse ele a mataria, pois ela era uma bastarda. Ela disse que ele queria outro filho homem ao invés dela.

- Nevra, mas eu não entendo, se ela é filha dele então...

- Houve um tempo, antes da minha mãe sumir de vez, que ela se ausentou por um ano, foi a primeira vez que fiquei tanto tempo longe dela. Na época ela me disse que precisava ir atrás de algumas coisas e não poderia me levar, mas logo estaria de volta, era uma missão importante. Hoje eu descobri que ela havia ido ao castelo, ele mandou alguém vir busca-la.  Acontece que naquele tempo ele tinha uma esposa e estava querendo um herdeiro, mas ao que parece a mulher não conseguia ter filhos, ela tinha alguma doença que a impedia, e os dois estavam enlouquecendo por isso. Então Sempere teve a ideia de buscar minha mãe e fazê-la ter um filho dele, eles pegariam a criança assim que nascesse e diriam pra todos que era filho legítimo dele com a esposa.  

Não pude deixar de pensar na mãe de Nevra nesse momento, Narkissa. O quanto essa mulher não deve ter sofrido a vida toda, quanta dor ela não deve ter sentido, isso era muito triste e angustiante, eu sentia vontade de chorar.

- ... só que nasceu uma menina, ele não queria uma menina. A esposa ao vê-lo renegar e ficar extremamente desapontado começou a enlouquecer ainda mais, entrou em uma tristeza profunda e adoeceu, algum tempo depois ela acabou morrendo. Depois disso ele me colocou de volta a posição de sucessor, e então esperou até o dia em que me buscaria.   

Eu estava chocada, triste, abalada, angustiada com toda essa história. E, se eu estava assim, imagine Nevra como não estava, vê-lo sofrendo daquela forma doía muito em mim, eu queria abraça-lo e salvá-lo de tudo, queria poder protegê-lo, queria que ele fosse livre e feliz.

Mas tudo estava cada vez pior, a história ficava cada vez mais sombria e eu não sabia o que poderíamos fazer.

- Ninguém pode saber que ela está aqui, Eliza, precisamos escondê-la dos espiões daqueles velhos filhos da puta. Me ajuda, por favor. – Seus olhos, quando se voltaram a mim, tinham uma súplica e um desespero que me cortaram a fala, porém eu via mais coisas além disso, Nevra tinha raiva, e aquilo estava nítido em sua aura - Eliza, eu estou triste, sim, mas o ódio que eu sinto também está perfurando minhas entranhas. Aquele homem apodrece tudo o que toca, machucou minha mãe, minha irmã e a mim, e eu juro, JURO, que ele vai pagar por absolutamente toda a merda que ele fez. Ele vai pagar.

Afaguei seu rosto antes de puxá-lo para os meus braços, abraçando-o. Ele enfiou seu rosto em meu pescoço e respirou fundo, apertando seus braços ao meu redor. Levantou então seu rosto até altura do meu, me encarando um segundo para em seguida deixar um beijo leve em meus lábios. Apoiou a testa na minha, levando uma de suas mãos ao meu rosto, fazendo-me um leve carinho com o polegar.

- Claro que eu ajudo, nós estamos juntos, e vamos permanecer assim. Vamos pensar em algo para fazer, vai dar tudo certo, mas de qualquer forma eu estarei com você, meu amor. – Nevra fechou os olhos e sorriu ao ouvir minha última frase, ao abri-los novamente ele ergueu uma das sobrancelhas, sua expressão estava mais leve e ele agora parecia divertir-se.

- Elizabeth, que bruxaria você fez para conseguir controlar tão bem meu coração? – Ele estreitou os olhos me encarando, comprimindo seus lábios para prender um sorriso – Nem precisava, ele sempre esteve em suas mãos mesmo...

Sorri, balançando minha cabeça em negativa.

- Ah, é mesmo? Não sabia disso – Levantei uma sobrancelha para ele também – Se soubesse não tinha gastado tanto ingrediente à toa. – Cruzei os braços bufando.

- Olha só, então você assume – Ele fez uma falsa expressão de espanto – Isso não é legal hein. E agora, o que eu faço com você?

- O que você quer fazer comigo? – Encarei-o mordendo levemente os lábios. – Você sabe que pode fazer o que quiser...

- Posso? O que eu quiser?

- Bom, depende também...

- E se eu fizer isso aqui? – Nevra me puxou e rolou na cama comigo me prendendo em seus braços, comecei a rir e me debater.

- EI!! – Ele arrastou-se mais para o meio da cama, levando-me junto. – O que você...

- Você disse que eu podia fazer o que eu quisesse, então, estou deitado agarrado em você, é o que eu quero. – Meu corpo estava parcialmente em cima do seu, descansei minha cabeça em seu peito, ele colocou um de seus braços atrás da cabeça e o outro permaneceu em volta de mim, fechou os olhos e respirou fundo, relaxando.

- Você quer dormir? – Apoiei meu queixo em seu peito para conseguir observar seu rosto.

- Na verdade, acho que não... – Ele abriu os olhos e me encarou. Sua mão que antes fazia um afago em minhas costas agora subia em direção aos meus cabelos, engatando os dedos em meus fios, seu movimento me fez subir totalmente em seu corpo, montando-o e deixando nossos rostos bem próximos, assim como nossas bocas.

Bastou um minutinho para que o clima entre nós mudasse e aumentasse, fazendo-o tomar minha boca de uma maneira voraz.  

Sua respiração ficou pesada e Nevra em um rápido movimento girou nossos corpos, posicionando-se em cima de mim. A mão que estava em meus cabelos veio até meu rosto, segurando-o forte enquanto ele usava a outra para se apoiar no colchão.

Abracei sua cintura com as minhas pernas enfiando uma de minhas mão em seus cabelos macios passeando com a outra pelas suas costas, arranhando-o por cima da camisa.

- Elizabeth... Eu quero você – Ele falava sussurrado entre nossos beijos, aquilo era sensual, fez com que meu corpo esquentasse e respondesse a ele apertando-o mais contra mim.

- Você me tem... Sabe disso...

Nevra levantou o corpo ficando de joelhos entre as minhas pernas para tirar sua camisa, depois segurou uma de minhas pernas e levantou-a até sua frente para poder tirar minha bota e jogar no chão junto com a meia, beijando em meu pé antes de soltá-lo para fazer o mesmo com o outro lado.

Ele era gostoso e sabia disso. Seus movimentos o faziam quente, sabia onde tocar e o que fazer. Nevra era bom, e eu amava isso, havia uma selvageria em seus olhos que me encaravam enquanto fazia cada movimento, queimando minha pele e quase me sufocando de tanta vontade.

Seu corpo desceu novamente em direção ao meu, ele se apoiou com uma das mãos, colocando a outra novamente em meu rosto e segurando-o, firmando meu olhar ao seu.

- Então eu a tenho e posso fazer o que eu quiser, é isso? – Sua voz saiu em um sussurro rouco.

- Sim... – Consegui sussurrar de volta, quase um gemido.

- Então... Eu quero foder você – Puxei a respiração em um gemido, aquela frase abalou o pouco de estrutura que eu ainda tinha – Eu posso foder você, Elizabeth?

- Sim...

- Você quer que eu foda você? – Eu estremeci.

- Sim... – Nevra ainda segurava meu rosto, apertando-o, então passou o polegar sobre meus lábios devagar desenhando-o e, em seguida, escorregando-o para dentro da minha boca, eu o chupei encarando seus olhos que estavam carregados de luxúria.

- Ah, eu quero foder essa sua boquinha também, se você me permitir... – Ele escorregou a mão do meu rosto para o meu pescoço, apertando levemente, e tomou minha boca para mais um beijo. – Mas não agora, hoje eu quero outra coisa.

 Sua mão saiu do meu pescoço e escorregou sobre meus seios lentamente, acariciando-os antes de descer até a barra da minha camisa para então puxá-la para cima, tirando-a completamente. Em seguida desceu sua boca pela minha clavícula, depositando vários beijos até alcançar meus seios novamente, puxou meu sutiã para baixo liberando meus mamilos para então abocanhá-los, um de cada vez, chupando-os e dando leves mordidas.

A visão de Nevra beijando e acariciando meu corpo por toda parte me deixava inebriada, ele revezava seu toque entre suave e forte, apertando-me enquanto beijava minha pele, e me encarava entre seus movimentos. Logo alcançou o cós da minha calça, desabotoando-a e tirando-a para jogar em qualquer lugar. E lá estava eu, só de lingerie, com ele ajoelhado entre as minhas pernas.

Nevra sorriu, um sorriso safado, e saiu da cama. Ficou de pé enquanto eu observava seus movimentos. Ele se esticou até alcançar meus tornozelos, segurou e puxou-me com tudo em sua direção, eu parei deitada de frente para ele, minha bunda estava na beirada quase fora da cama e minhas pernas dobradas no ar, levantei um pouco o corpo me apoiando com os cotovelos e o encarei.

- Que visão maravilhosa, você é incrivelmente gostosa, Elizabeth. – Nevra se ajoelhou no chão e, entre as minhas pernas, apertou seu peito sobre meu corpo, deixando um beijo em meu abdômen, e um chupão em seguida.

Novamente fazia um caminho de beijos até chegar a minha calcinha. Passou de lá direto para as minhas pernas, segurando-as com as mãos, começou a depositar beijos, mordidas e chupões pela parte interna da minha coxa até chegar muito próximo à minha intimidade. Eu assistia aquela cena com a boca entreaberta, minha respiração estava pesada e eu gemia ronronado a cada investida de seus lábios contra minha pele.

Suas mãos escorregaram pela lateral do meu corpo até alcançar a renda da minha calcinha, engatando seus dedos e puxando-a para tirá-la. Ele segurou meus joelhos dobrados empurrando minhas pernas com as mãos, uma para cada lado, me deixando totalmente exposta a ele.

Deslizou uma das mãos, pousando-a bem onde eu me sentia tão sensível, seu toque me fez arfar e morder os lábios com força, ele começou a me masturbar enquanto me encarava.

- Olha como você tá molhada, Elizabeth... Tão gostosa...

Se pôs de pé sem parar de me tocar, inclinou seu corpo por cima do meu até alcançar minha boca, tomando meus lábios para si, mordendo levemente ao terminar o beijo. Sua respiração provocava arrepios na minha pele, era incrível o efeito que ele tinha sobre mim. Senti dois de seus dedos escorregarem facilmente para dentro de mim, gemi alto, tombando a cabeça para trás, ele deixou um beijo em meu pescoço exposto.

Nevra parou de me tocar de repente, olhei-o para tentar ver seu próximo movimento, porém ele me segurou e me virou rapidamente de bruços, puxando meu quadril e me fazendo ficar de quatro para ele. Dei um gritinho no susto do momento e escutei uma risadinha, senti o peso de seu corpo e seu peito colado em minhas costas, sua mão enrostou em meu cabelo puxando-o e me fazendo tombar a cabeça para o lado.

- Eu não canso de dizer o quanto você é gostosa, Elizabeth, você é uma delícia. – Nevra falou em meu ouvido, dando uma mordidinha de leve na minha orelha, que me fez arrepiar até a alma.

- Então fode comigo... – Respondi em um gemido.

- Você quer que eu foda você? – Nevra apertou mais a mão em meus cabelos, me fazendo gemer novamente.

- Sim...

- Pede de novo.

- Nevra...

- Vamos, Elizabeth, eu quero ouvir você – Ele dava mordidinhas pelo meu ombro até as minhas costas, deixava beijos e deslizava os lábios subindo até a minha nuca novamente, estava me enlouquecendo.

- Nevra... Por favor...

Ele fez mais um movimento e puxou meus braços para trás das minhas costas, fazendo-me ficar com o rosto colado no colchão e o bumbum ainda lá para o alto. Segurou meus braços com uma mão enquanto a outra deslizava sobre o meu traseiro, só senti em seguida sua mão sair do contato da minha pele para voltar deixando uma palmada sonora estalar em um dos lados da minha bunda. Gemi alto, sentindo minha pele formigar aonde a palmada havia atingido, ele massageava para em seguida me dar outra palmada. Aquilo era tão carnal, a sensação era tão gostosa, eu não estava aguentando mais, tudo dentro de mim se contraía e implorava por ele, eu o queria tanto que estava quase gritando.

Era tudo o que ele fazia, o toque, a respiração, os olhares, os beijos e mordidas, e a voz dele rouca falando no meu ouvido coisas imorais e rosnando pra mim o quanto ele me desejava e o quanto queria me foder. Tudo isso me fazia querer ser dele cada vez mais, querer que ele me tome pra ele de qualquer jeito, Nevra me fazia perder toda e qualquer estrutura. E ele era gostoso, extremamente gostoso, e quente.

- E agora, Elizabeth?

- Nevra, por favor... Por favor... – Ele se abaixou brevemente, dando um beijo chupado em minha intimidade antes de deixar mais uma palmada na minha bunda, gritei sentindo o contado de sua boca com a minha carne que estava extremamente molhada.

Próximo contato foi o do seu membro direto na minha pele, ele o deslizou lentamente até a minha entrada, sem penetrar-me, apenas me provocando por um instante.

- Elizabeth... – Rosnou novamente.

- Nevra, por favor, me fode, ME FODE. – Eu implorei, gemendo seu nome.

Senti mais uma palmada antes de ter seu membro penetrado totalmente dentro de mim. Nevra grunhiu e gemeu abafado ao fazer o primeiro movimento deslizando em mim. Eu ainda tinha minhas mãos presas nas costas, ele começou a me estocar cada vez mais forte, conseguíamos ouvir o barulho dos nossos corpos se chocando misturado com os gemidos e grunhidos de cada um.

Cada estocada que ele me dava eu sentia cada vez mais aquela sensação crescer dentro de mim, apertando-me e fazendo-me tremer de prazer. Nevra variava entre me foder forte e depois lentamente, dando-me palmadas entre uma estocada e outra.

Em outro movimento ele saiu de mim e me virou de frente, penetrando-me rápido novamente enquanto eu enlaçava seu pescoço e o beijava com urgência. Minha mão se engatou em seu cabelo e eu puxava-o enquanto a outra escorregava com minhas umas pelas suas costas.

- Nevra, eu vou... Eu não aguent...

- Vem comigo, baby, vem comigo...

E tudo foi ficando mais intenso até que nós dois explodimos juntos, me agarrei a ele com força enquanto ele tinha o rosto afundado em meu pescoço e eu o sentia estremecer levemente. Nossa respiração estava ofegante, Nevra se arrastou para o meio da cama e logo me puxou junto para deitar em seu peito.

- Puta merda, baby, qualquer dia desses eu morro – Ele falou sorrindo ofegante.

- Não, qualquer dia desses você me mata, isso sim... – Rimos juntos e logo ficamos em silêncio por uns minutos, acalmando nossos corpos.  

- Eu amo você, Elizabeth.

 


Notas Finais


Obrigada por lerem, espero que tenham gostado <3


Bjs da bruxa!


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