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História Vampire G!P - Dahmo, Satzu, Sohyo, 2yeon e Michaeng - Capítulo 38


Escrita por:


Notas do Autor


quem leu (2pessoas) o capítulo que eu postei antes finge e le esse aqui pq agora foi todo mudado hihihi

OLHA QUEM VOLTOUUU PRA SACANAGEM

eu sumi DEMAIS NÉ cara, larguei tudo, comecei essa fic no início do meu nono ano, á dois anos atrás e depois de 2 fucking anos eu estou aqui ATUALIZANDO ela, finalmente né.

se alguém ainda acompanha eu queria agradecer??? é isso, eu continuo minhas besteiras no fim.

boa leituraaaa

Capítulo 38 - Trigésimo Sétimo Capítulo.


– Quando você vai resolver parar de frescuras e finalmente responder minhas perguntas? – fazia cerca de um mês ou quase isso da minha última conversa  relatada á vocês com a garota. Estava dando certo, ela havia aceitado morar comigo nessa mansão, Sana estava em sua casinha humilde e afastada, Tzuyu voltou à falar com ela mas elas não tinham mais nada e Dahyun havia resolvido encher meu saco durante todo esse período para saber de coisas que não lhe dizem o respeito.

Eu á adoro, mas fala sério. Eu me sentia incomodada com tudo aquilo e não adiantava avisar.

Nem ao menos haviamos nos beijado durante esse período de tempo, coisa que eu adoraria ter feito mas- Sem chances.

– Eu sei que eu posso estar sendo insuportável para você mas eu mereço uma explicação. Eu não aguento mais gostar de uma maníaca por sangue e não entender os fantasmas da sua vida. Eu sei que você é fechada mas não precisa ser comigo, eu não sou qualquer pessoa, eu acho que não sou, pelo menos depois de termos passado por tanto não é possível que eu seja só mais uma que o acaso trouxe pra atazanar sua vida.

– Só mais uma não, mas veio do acaso mesmo. – ri, sendo acompanhada pela mesma. – Você disse... que gosta de mim?

– Momo... – seu rosto já estava tomando uma coloração vermelha. Fofa. Não pude evitar um sorriso largo.

– Eu não sei se eu entendi certo. – dei de ombros, indo para o lado da bancada que ela estava, segurando sua cintura ainda mais contra a parede, encarando em seus olhos.

– Isso é tão constrangedor. – reclamou abafado, pois havia coberto seu rosto com as mãos. As puxei delicadamente, selando seus lábios no meu o mais devagar que eu poderia, sentindo meu estômago revirar em felicidade.

– Eu também gosto de você, boba. Muito. – sorri, colocando um fio de cabelo atrás de sua orelha. Lhe beijando de verdade, a mesma colocou as mãos em minhas costas retribuindo o beijo arduamente, eu sentia que o cômodo estava ficando cada vez mais quente, então arranquei minha camisa, assustando um pouco Dahyun mas a mesma não ousou em se afastar.

Eu não pretendia ir tão longe com Dahyun por agora. Agora.

Continuamos nos beijando mas o amasso não havia durado muito tempo, na primeira apertada na coxa da garota, Sana e Nayeon invadiram o cômodo acabando com tudo.

Elas nem ao menos moravam aqui. Empata da bexiga.

– Momo, precisamos conversar. – falaram em coro, ignorando a presença de Dahyun ali, deveriam ter combinado aquilo.

A mesma deu uma leve apertada em meu braço, sussurando que iria trocar de roupa para sairmos mais tarde, concordei sorrindo, dando um beijo em sua bochecha e a mesma subiu as escadas.

– Vamos na cozinha para essa pirralha curiosa não vir aqui fuxicar nada. – empurrou Sana para dentro do outro cômodo que se assustou mas apenas foi. Ela era tão boba.

– Desde quando vocês estão nesse pega intenso?

– Ela acabou de me dizer uma das melhores coisas que eu já ouvi em todos esses milênios todos. Eu realmente gosto dela Sana.

– Tanto quanto gostava de Siyeon? – disse, me fazendo franzir o cenho. Qual era ligação se um assunto com o outro? Sana poderia ser sem noção o quanto fosse mas sempre soube evitar esse assunto o máximo que poderia, ao menos comigo. 

– An?

– Momo, não viemos aqui para lhe enrolar ou algo do tipo. Algo muito bizarro aconteceu.

– Como?

– Siyeon está viva, em Seoul e com um bebê.

O incêndio.

Eu não havia perdido apenas minha mãe e meu filho nele. Siyeon havia ido junto.

– Isso é impossível. – aleguei.

– Não, não é. – confirmou Sana e eu busquei pelo olhar de Nayeon que transmitia pena. Eu não sabia o que falar naquele momento e quando senti o abraço coletivo de ambas eu sabia que eu não precisava dizer nada.



























Dahyun e eu andavamos de mãos dadas pelas ruas iluminadas de Seoul, não iriamos pra tão longe de casa e sim para um cassino legalizado próximo da universidade da mesma e de Sana. 

Dahyun havia trancado a faculdade devido os últimos acontecimentos e Sana havia voltado a frequentar assim que havia ido morar em sua casa sozinha. Apesar de ser longe, ela se esforçava para ir, havia faltado demais e não queria perder o semestre por isso.

Durante todo o caminho fomos dançando músicas aleatórias no meio da rua e gargalhando alto dos olhares tortos que recebiamos, Dahyun havia até mesmo pulado em minhas costas e passei a correr feito louca. Eu sentia meu coração bater como se fosse rasgar meu peito, em partes devido a corrida, em outra pela adrenalina que meu cérebro liberava e em outra por ser ela ali comigo. 

Chegamos correndo e rindo na porta do cassino mas fomos paradas por uma mulher que estava sentada na parede do lado de fora do cassino, amamentando seu filho de cabeça baixa mas ela havia pedido para que esperassemos, Dahyun era incapaz de ser mal-educada com alguém então eu teria que espera-la para entrar.

– Eu sou de Busan e preciso de dinheiro para voltar para lá com meu filho, estou à 2 meses nas ruas e tentando fazer com que eu tenha dinheiro o suficiente para voltar. Eu vim aqui após uma chamada de emprego mas ela era falsa e eu só havia pago um mês de aluguel que era todo o dinheiro que eu tinha e agora estou aqui, sem saber o que fazer, mesmo não tendo fonte de renda em Busan, eu tenho conhecidos e não ficava 100% desamparada, ainda mais tendo um filho. Até mesmo celular que eu tinha comigo foi roubado enquanto eu tentava vender ele nas ruas. – contou sua história, um pouco embargada, olhei para o pote de dinheiro da garota, tinham poucas moedas de centavos nele. Suspirei, segurando o braço de Dahyun que ia pegar sua carteira. Puxei de meu bolso todas as notas que eu tinha ali e lhe entreguei. 1000 wons.

– Porquê trouxe tudo isso para o cassino? – sussurou baixinho, Dahyun, que só faltava me chamar de louca. Afinal, quem dava tanto dinheiro á um pedinte e o pior, andava com tanto dinheiro em espécie podendo ser assaltada? Eu apenas pretendia jogar muito mas agora teria que depender do dinheiro de Dahyun para jogar.

– Faça um bom proveito desse dinheiro, eu espero que seja o suficiente para voltar para Busan, Siyeon. – disse, eu não estava incerta de que era ela. Ela estava idêntica, os fios negros e lisos, sua pele ridiculamente branca e sem marcas. Ela apenas parecia cansada e deveria ter chorado anteriormente. Suas olheiras eram fundas e seus ossos estavam aparentes. Aquele leite que ela dava ao filho nem ao menos deveria ter nutrientes. Mas é o que ela tinha.

– Como você sabe meu nome? – finalmente a garota me olhou nos olhos e logo tive certeza de que era ela. Ela se lembraria se eu quisesse que ela se lembrasse mas eu honestamente não sabia.

– Qual é o nome dele? – me aproximei do bebê que estava em seu colo. – Hey, cara. – chamei e o garotinho riu. Ele não era tão pequeno, deveria ter um ano e pouquinho. 

– Ele não tem nome. – suspirou. – Seria estranho se eu lhe falasse como eu- Ah, esqueça.

– Pode confiar em mim. – procurei sua mão, lhe segurando firme, senti Dahyun se mexer desconfortávelmemte atrás de mim. – Amor, ligue para Sana, Nayeon ou Jihyo e mande elas virem buscar Siyeon. – pedi, obviamente á chamando de amor propositalmente, nunca havia me dirigido à ela tão carinhosamente mas a mesma estava incomodada com Siyeon ali, eu só precisava que ela soubesse que ela era ela e nada além disso importava.

Era dela que eu gostava agora.

– Certo. – sorriu abobada, encarando o celular, provavelmente procurando o número das meninas, voltei à olhar para Siyeon pois sabia como Dahyun ficava desajeitada se eu lhe encarasse por muito tempo, era capaz dela ligar para o papa, menos para uma das três.

– Você vai ficar na minha casa por algum tempo, eu imagino que não tenha outra opção, nenhuma de nós quer lhe matar e sim lhe ajudar, não se preocupe. – tentei lhe passar segurança. – Depois... Eu vou querer entender toda a sua história, você se sente confortável em me contar? Nem sempre gostamos de falar sobre nossos fantasmas, eu não irei lhe forçar, eu só gostaria realmente de entender.

– Podemos falar sobre isso outra hora sim. sorriu fraco. – Obrigada por isso. 

– Por nada. – sorri, soltando sua mão e me aproximando de  Dahyun.

– Elas estão vindo na velocidade da luz segundo Nayeon. – deu de ombros, guardando o celular no bolso de sua calça jeans.

– Vamos aproveitar a nossa noite então? – estendi minha mão e a mesma à pegou, sorrindo.

– Pensei que iria desistir da nossa noite por conta disso tudo. – riu francamente e eu sorri, apertando lentamente sua mão, era muito fácil de supor que Dahyun pensaria nisso, ela parecia desapontada anteriormente. Mas não, eu não faria isso. Mesmo sendo Soyeon. Haviamos começado a noite tão bem, terminariamos ela da mesma forma.

– Eu vou aproveitar a noite aqui com a minha – pausa, eu não sabia como me referir a Dahyun, encarei seu rosto rapidamente e tive uma leve lembrança de nosso percurso desde minha chegada em Seoul até aquele presente momento – com minha namorada, caso não se incomode minhas amigas já estão vindo lhe buscar, seus nomes são Nayeon, Jihyo e Sana e elas são um pouco malucas mas tem corações ótimos, vão cuidar muito bem de você. falei com um pouco de cuidado o nome de Sana. Talvez aquilo despertasse memórias na mesma e não era o quê eu queria.

– Quer dizer que eu sou sua namorada? – disse sorrindo ponta á ponta, quando já estávamos dentro do cassino.  A despedida de acenos com Siyeon após aquilo havia sido rápida. – Só falta o pedido. – a mesma disse me fazendo sorrir boba, dando um selinho nela e saindo correndo para a primeira máquina que vi, deixando Dahyun rindo para trás.

Amarelei.


Notas Finais


eu espero que tenham gostado :(( eu tive que reler TODA a fic porquê eu lembrava de pouquíssima coisa e eu espero que tenham gostado MESMO.

2020 é um ano de milagres né, se até a att dessa fic saiu, de tudo rola :)))) espero ter um feedback legal pra poder continuar??? ou talvez ninguém ligue pra ela 😐😐 sofro.

enfim, quando eu sai tinhamos 300 e poquinhos favs e agora quase 600???? MUITISSIMO obg, seriao mesmo, vocês sao fodas birulinhas, amo vcsss beijinhos de dahmo

e se a momo namora com alguém que não é a dahyun, nós fechamos os olhos e os ouvidos e fingimos que não ao menos na hora da fic né, na imaginação dahmo vale!


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