História Vampire Hunters - Capítulo 2


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Sasha Braus, Ymir
Tags Connie X Sasha, Ereri, Jean X Armin, Ymir X Historia
Visualizações 184
Palavras 2.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente, o segundo capítulo! kkkkk Bloqueio estava fortíssimo, socorroo
Enfim, aproveitem a leitura :3

Edit: minha marida, @Hannye, fez uma capa pra fanfic, nem preciso dizer que amei, surtei e já coloquei aqui né.
Obrigadaa <3

Capítulo 2 - Liberando os sentimentos


Fanfic / Fanfiction Vampire Hunters - Capítulo 2 - Liberando os sentimentos

20 de fevereiro, Terça-feira

 

Arrumava seus pertences — não eram muitos — e os guardava em sua mala que estava em cima da cama. A Agência de Caçadores disponibilizava dormitórios para quem quisesse, não importando o motivo e Eren planejava viver por lá, enquanto não conseguisse uma moradia para si. Sua atual casa o fazia ter pesadelos com a morte de seus pais todas as noites e estava cansado disso.

Fechou o zíper da mala, dando uma última olhada para seu quarto, sentiria saudades. Desceu as escadas. Ao chegar na sala, lembrou de quando sua mãe voltava do serviço sempre sorrindo, não importando quão cansativo havia sido o dia. Sentiu uma leve dor no coração e se reprimiu por isso. Iria fazer oito anos desde o ocorrido, deveria seguir em frente.

Saiu da casa, fechando-a e se apoiando na porta, tinha que esperar pelos seus amigos. Ainda parecia surreal ter conseguido torna-se um caçador junto de seus melhores amigos. Não sabia como funcionaria dali para frente, então estava meio ansioso. Como seriam as missões? Pra quê servia exatamente o DPM? O que o nível dele alterava? Sua curiosidade ia a níveis altíssimos.

— Eren! — Sorriu, aguardando Mikasa dar em si um abraço de urso. E, como sempre, Armin localizava-se atrás dela, mais retraído. Percebeu que sua expressão era mais leve que do dia anterior e ficou feliz com isso.

Conversaram sobre como seria a vida deles a partir daquele momento. Armin faria faculdade, então teria que dividir o tempo entre o trabalho e os estudos. O que, na visão de Eren, seria fácil por conta da enorme capacidade de raciocínio e aprendizado do loiro. Ele também moraria na agência e o moreno de olhos verdes não pôde deixar de ficar animado com isso. Mikasa decidiu que continuaria em casa, com seus pais.

Quando chegaram ao local, Eren sentiu-se num déjà vu, pela semelhança da cena com o dia anterior. Foram parados pelos guardas e eles confirmaram suas presenças na lista de caçadores. Receberam seus respectivos DPM, que pareciam pulseiras, e colocaram no pulso, entrando na agência.

— Armin Arlet, Eren Jaeger e Mikasa Ackerman, certo? — Uma garota, com um tom de voz bem animado, se pronunciou e os três viraram para ela, que estava acompanhada de um rapaz.

Ela era poucos centímetros mais baixa que Mikasa, seus cabelos eram castanhos e estavam presos em um rabo de cavalo alto. A cor de seus olhos ia entre um castanho claro e mel. O garoto era baixo, menor que Armin, tinha a cabeça raspada e seus olhos eram um pouco mais claros que sua companheira. Ambos estavam devidamente uniformizados.

— Sim, quem são vocês? — perguntou, curioso.

— Sou Sasha Brauss e esse idiota ao meu lado é Connie Springer, seremos seus companheiros de equipe daqui em diante. — A voz dela era realmente alta e transbordava energia.

— Hey! Não me chame de idiota. O que eles pensarão sobre nós desse jeito? — Connie a repreendeu, não estando irritado de verdade.

— Pensarão a verdade! — Sasha riu e ele a acompanhou.

De uma coisa Eren tinha certeza, com aqueles dois o clima seria, em sua maior parte, leve e divertido. Achava bom ter ficado em uma equipe com pessoas assim, porém esperava que em missão seus comportamentos mudassem. Nessas horas, preferia mais seriedade e concentração.

— Enfim, iremos falar mais a vocês sobre a Agência de Caçadores e tentaremos responder o máximo de dúvidas que tiverem. — Connie explicou, mantendo a simpatia.

Passaram a andar por todo o local e os dois agentes detalharam cada parte, quem ficava nela e quais funções exerciam. Os caçadores eram divididos por níveis: SS, o nível mais alto, geralmente eram os que possuíam maior experiência. Por isso, realizavam missões mais difíceis e recebiam o posto de capitão; S, o segundo nível mais alto. Trabalham junto com os do SS e poucas vezes com os do A; A e B são os intermediários. Os que são do B costumavam ficar na retaguarda, participando da defesa da agência e suas missões são mais leves. Os do A avançam para o ataque, porém não recebem missões da mesma complexidade que os do S e SS; Por fim, C e D. Os do C são os que conseguem usar o DPM, contudo no nível 0. Não são efetivamente caçadores ainda, mas têm permissão para matar criaturas. Já o D são aqueles não capacitados a usarem o DPM e que passaram no teste. Ficam treinando na agência e por não possuírem a pulseira dos caçadores, não é permitido matar algum ser. O nível do DPM, que ia de 0 a 4, e a quantidade de seres sobrenaturais mortos, determinavam para qual você iria.

— Pelo que ficamos sabendo, vocês três conseguiram ir direto para o nível B. Isso é um feito raro, parabéns! — Sasha elogiou, animada por ter parceiros tão incríveis assim.

— Agora que você explicou, entendi porque as pessoas encararam a gente ontem. — Armin comentou.

— Deve ter sido desconfortável. — disse, parando no meio do caminho. — Vamos comer? Estou morrendo de fome! — Seus olhos brilhavam em expectativa.

— E quando você não está? — Connie a provocou, sorrindo. Sasha mostrou a língua, em resposta e ignorou a brincadeira.

Todos aceitaram a ideia e foram para o refeitório. Pediram algo mais leve por causa do treino que teriam mais tarde. Eren admitia que estava impaciente o dia inteiro. Era importante conhecer mais sobre onde trabalharia, porém queria ação, sair em missões. Tentava neutralizar sua expressão ao máximo, para não demonstrar sua falta de interesse e acabar ofendendo eles.

— Antes de treinarem, vocês precisam escolher o tipo de caçador que serão. Há treinos específicos para cada um. — Ouviu Connie dizendo e começou a prestar atenção na conversa.

— São três: caçador de vampiros, de lobisomens e de bruxas. Eu e Connie somos do primeiro e segundo tipo.

— Existe alguém que cace bruxas? Elas não estão extintas? — perguntou à Sasha.

— Estão, mas há pessoas que acreditam que não é verdade e que elas estão escondidas. — respondeu, terminando de comer. Apenas aquilo não acabaria com sua fome, todavia tinha que se controlar, palavras de seu instrutor.

— Hannes é um exemplo. Todos o acham louco e ele não liga, possuí convicção no que diz.

Eren franziu o cenho, achando o nome extremamente familiar. Conhecia ele? Improvável, não tinha amizade com nenhum caçador a não ser… Era isso! Ele foi um amigo de sua mãe! Lembrou-se das vezes em que Hannes aparecia em sua casa e brincava com ele, enquanto seus pais estavam ocupados com o trabalho de cada um. O homem agia como se fosse um tio ou até mesmo um segundo pai para si. Pensou que nunca mais o veria depois daquele desastre e esqueceu completamente a profissão que ele exercia.

Seu coração apertou minimamente. Pensar nele trazia a tona lembranças de sua mãe.

— Preciso explicar a vocês sobre as divisões que existem entre os seres sobrenaturais? — Sasha mantinha o clima animado em sua volta, parecia ser ligada a uma tomada o dia inteiro.

— Eu apreciaria. — Armin respondeu, ainda bastante tímido pelas novas presenças.

— Ele é louco por conhecimento, curte cada detalhe mínimo que possa aprender a mais sobre tudo. — Mikasa acrescentou, ajudando o amigo a se enturmar.

— Ótimo! Bem, as classes dos vampiros seguem uma ordem. Os Puros, ou primordiais, são os vampiros mais velhos e fortes, que têm sangue puro. Os Nobres são aqueles que posteriormente foram transformados por bruxas ou que possuem mistura sanguínea com bruxas e lobisomens. Normais são filhos de vampiros transformados ou de humanos com vampiros e suas habilidades são poucas se comparadas com as das outras duas classes. Por fim, os Transformados são humanos que tornaram-se vampiros por causa de outro e não ganham habilidades, apenas atributos da espécie. Já os lobisomens classificam-se em Alfas, Betas e Ômegas. Os primeiros são os líderes das alcateias. Betas são seus seguidores. E os últimos são os parceiros dos alfas e os únicos que podem gerar novos lobisomens.

— Anotei tudo mentalmente. Vocês devem ter encontrado alguns, como foi a experiência? — Armin se soltava aos poucos, parecendo estar mais confortável em relação à nova companhia. Sasha e Connie respondiam com bastante detalhes e mantendo animação no tom de voz.

Sinceramente, Eren não ouvia a conversa.

Seus pensamentos estavam longe, mais precisamente na época em que ele era criança. Desde que mencionaram Hannes, não conseguia manter-se focado. A mente dele o torturava com lembranças do passado, onde fazia parte de uma família. Mesmo que não fosse perfeita, era caloroso ter a presença de Grisha e Carla. Quando conseguiam jantar todos juntos, trazia serenidade e alegria ao ambiente. Seus pais, estando ausentes na maior parte do tempo, nunca lhe deixaram de dar amor e carinho, ainda que nessas condições.

O sentimento de saudade brotava em seu peito e alastrava-se em si. Havia tempo que momentos como esse não vinham, pensava ter finalmente superado a perda e via que não era bem assim. Lembrar-se de alguém que fora tão importante na época, como o Hannes, fazia tudo voltar como uma avalanche. Proibiá-se de chorar naquele instante, não queria preocupar seus amigos e parceiros de equipe.

— Eren? — Voltou à realidade com mãos na frente de seu rosto. Tentavam fazê-lo se despertar do transe.

— Digam. — Os olhares que recebeu foram diferentes, mas o de Armin deixava-o constrangido. Tinha a consciência que o amigo teria lido suas expressões e soubesse porque apagou do nada.

— Temos treino agora, vem conosco.

Seguiu os demais, esquivando de perguntas como “Você está bem?” “Parece pensativo, algo aconteceu?”. Acreditava ter convencido eles que estava apenas com sono por ter dormido mal, mas claro que Armin não era incluído nisso. Em seu rosto dizia claramente que teriam uma conversa mais tarde e preparava-se mentalmente para isso.

O lugar do treino para os caçadores de vampiros era o mesmo que os rapazes realizaram o teste para entrar na agência, então já havia um ar de familiaridade. Eren pegou a mesma arma do dia anterior e esperou as instruções do treinador deles. Talvez, isso lhe ajudasse a esvaziar a cabeça, nem que fosse por minutos. E, mais importante, faria Armin desviar o olhar e mudar o foco.

Algumas vezes, conseguia enganá-lo e fingir que tudo ia bem. Contudo, esses momentos eram raros e lamentava esse não ser um deles. Não que não confiasse ou não quisesse compartilhar com o loiro, até porque ele era seu melhor amigo. A questão era que o assunto em específico o impendia de falar algo. Era delicado demais.

O treino deu-se início e olhou ao seu redor, tentando compreender qual era o exercício. Não demorou para perceber que era para acertar o alvo em movimento. Extremamente necessário desenvolver tal habilidade se quisessem matar vampiros. A velocidade e regeneração deles eram o maior empecilho para vencerem. Assustou-se minimamente com caçadores que usaram o DPM, por causa dos poderes que haviam e olhou para sua pulseira. Não sabia muito sobre e se bem lembrava, Sasha e Connie não tocaram nesse assunto.

Como usava? Quais habilidade ele teria? Havia um limite? Qual era seu sistema por trás? Tantas dúvidas e esperaria para saná-las depois, naquele instante tinha um treino para finalizar. Acostumou-se com esse tipo de exercício, então não teve dificuldades para realizá-lo. Foi bom para alterar o foco de seus pensamentos e esquecer o que lhe atormentava.

Por ser seu primeiro dia como caçador oficial, não teve que cumprir suas funções como um, então ele, Armin e Mikasa foram liberados mais cedo. Indo contra a lógica, Eren decepcionou-se ao ouvir isso. Queria trabalhar. Não aguentaria ficar parado, nem estava cansado pelo treino — bem leve, por sinal. Ao invés de ir ao dormitório junto de Armin, para arrumar suas coisas, desfazer as malas, entre outros, saiu da agência para respirar um pouco de ar.

Acompanhou Mikasa até a casa dela e depois começou a andar sem um destino em mente. Prestava atenção por onde passava, confirmando que conhecia o local e conseguiria voltar depois. Analisava as pessoas ao redor, tentando decifrá-las ou simplesmente observando a paisagem. Precisava concentrar-se apenas nisso, afastando qualquer outro tipo de pensamento.

Notou um rapaz de estatura baixa parecendo procurar algo e franziu o cenho. Ele estava do outro lado da rua, perto de uma praça, Eren não tinha relação nenhuma com aquilo, porém sentiu necessidade em ajudá-lo. Atravessou quando o sinal fechou e andou em sua direção. Parou ao notar um óculos caído no chão.

— Que perigo, alguém podia pisar e acabar quebrando… — resmungou, agachando-se para pegar o objeto.

— Ah, você achou ele! — Ouviu alguém dizendo e levantou o olhar. Era o rapaz que vira do outro lado, esqueceu-se por alguns segundos o porquê dele estar ali.

— É seu? — perguntou, apenas para parecer educado. Evitava ter contato com as pessoas, geralmente elas queriam ter conhecimento sobre si, o que era normal quando conversavam pela primeira vez. Eren não gostava disso, preferia se fechar, mesmo que parecesse ser sociável, permitia-se ter laços apenas com Armin e Mikasa.

— Sim… é novo, então estou meio perdido em relação ao seu uso. — Mirou melhor ele e não pôde deixar de achá-lo bonito. Seus cabelos eram loiros, curtos com uma parte maior jogada para o lado e os olhos azuis iguais safiras, o fazia lembrar Armin, de certa forma.

— Boa sorte, então. — Planejava sair dali e voltar para a agência, todavia o rapaz lhe chamou novamente.

— Espera. Aconteceu alguma coisa? — Não conseguia decifrar seu olhar e voltou-se para ele, estranhando.

— Não… por quê?

— Vamos para um lugar mais tranquilo, sim? — Entrou na praça e começou a procurar um local calmo, esperando que Eren o seguisse. Aquilo era estranho demais, porém o garoto de olhos verdes detía uma curiosidade elevada e foi atrás.

— Por que viemos aqui? — Pararam em um lugar mais afastado e sentaram-se na grama.

— Conversar. E então, o que aconteceu?

— Eu realmente não estou entendendo. — O que o loiro queria de si? Sua estranheza passava para medo e cogitava a ideia de fugir.

— Seus olhos denunciam seu estado. Você parece estar querendo fugir de algo doloroso, um passado do qual não queira se recordar, talvez. Mas, ele bateu em sua porta e você desesperadamente quer mantê-lo do lado de fora, por mais que inconscientemente saiba que ele já entrou.

Eren respirou fundo, o que ele dizia era verdade. Ao mesmo tempo que ficou impressionado pela leitura perfeita do menor, assustou-se com tal. Sentiu uma mão sobre a sua e o encarou, confuso.

— Segurar as lágrimas pode parecer a melhor opção, fingir que esses sentimentos não existem pode aparentar deixar tudo mais suportável, porém não é verdade. Ainda irá doer, mais forte que nunca. Deixe fluir, guardar para si tornará o peso em suas costas maior.

Não conseguiria explicar o porquê, mas após as palavras dele seu coração e garganta se apertaram e as lágrimas silenciosas que desceram por sua face foram inevitáveis. Enquanto liberava o que sentia em forma de choro, o loiro em sua frente apenas o olhava, sem comentar ou perguntar nada. O alívio que sentia ao se permitir aquilo era grande. Depois de longos minutos, acalmou-se e limpou seu rosto com as mãos.

— Melhor?

— Bastante. — Sorriu em direção a ele, grato. Havia chorado para alguém que nem conhecia! Nunca pensou que algo parecido ocorreria.

— Ótimo, vamos então. — Levantou e Eren fez o mesmo.

— Por que fez isso? — Essa era dúvida que rodeava sua cabeça. Eles eram estranhos para o outro até pouco tempo!

— Você encontrou meu óculos… — Franziu o cenho com sua resposta.

— Não acho que seja equivalente.

— Eu simplesmente quis. Não pense tanto sobre isso. — Começou a andar para fora da praça, seguido de Eren.

— Obrigado, de qualquer forma. Sou Eren Jaeger e você? — perguntou após saírem do local, parando na entrada.

— Eve, prazer em conhecê-lo. Tenho que ir, nos vemos em qualquer canto. — despediu-se.

Eren permaneceu no mesmo lugar por alguns segundo antes de decidir voltar para a agência. O que havia acabado de acontecer? Riu sozinho, relembrando de tudo. Nunca imaginaria que sua caminhada resultaria nisso.

Encontraria ele de novo? Esperava que sim.


Notas Finais


Como eu disse nas notas iniciais, eu estava com bloqueio e para piorar, extremamente ocupada com diversos assuntos (principalmente, escolares). Minhas provas começarão segunda, tentarei manter um ritmo, mas se demorar para sair capítulo, já sabem o porquê kkkkkk

E @Hannye FINALMENTE AQUI ESTÁ O CAP, PRONTO, EU DISSE QUE POSTARIA HOJE KKKKKKKK


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