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História .vampire; Markhyuck - Capítulo 2


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Capítulo 2 - I'm devil


Ao amanhecer do dia, me levantei da cama, olhando a janela, suspirei.

Eles tomaram muito cuidado, não vejo formas de sair daqui, pelo menos não vivo...

- Finalmente acordou, vem, vamos descer, você precisa comer, tomar um banho, e depois, o Mark quer falar com você. - Lucas diz se aproximando.

- Eu não posso ficar aqui? - Perguntei arqueando a sobrancelha.

- Não, levanta! - Ele me puxou pelo o braço.

Chegamos em algo que parecia ser uma cozinha.

- essa aqui é Jisoo, uma das cozinheiras daqui do Castelo. - a garota sorri e se curva.

- ela é de que raça? - Perguntei, não vi nada de diferente nela.

- Eu sou híbrido de Cobra, um prazer Lee DongHyuck. - Ela pisca e consegui ver seus olhos, iguais a de uma cobra.

- também tem a língua dela. - Lucas diz, e ela coloca a língua pra fora, ou melhor, as duas línguas pra fora, e me contorci de leve.

- Eu sou muito humano pra isso, que agonia... - Suspirei abaixando a cabeça.

- Certo, humano, venha comer. - Lucas me puxa, e me senta na mesa, e assim 3 mulheres vem me servir.

- Bem, a ruiva, é Rosé, ela é um demônio a de cabelo preto, é Yeji, feiticeira, e a de cabelos castanhos, é Chaeryeong, ela é um espírito.

- Pai de Cristo.... - Sussurrei, e vi Os olhos de Rosé ficarem negros, me assustei indo para de trás de Lucas.

- Isso, fale coisas bíblicas na frente de um demônio, você arrasa. - Lucas bateu palmas.

- desculpe, minha intenção não era te assustar. - Rosé disse se curvando.

- Eu tenho que acostumar com isso... - Suspirei Me sentando, comecei a comer ainda assustado.

- Você come muito pouco pra um ser humano normal. - Mark chega na cozinha.

- e oque você sabe sobre seres humanos? - Perguntei arqueando a sobrancelha.

- o suficiente, eu estou estudando vocês, já que eu vou ficar babá de um. - Revirei os olhos.

- Enfim, que que você queria falar comigo? - Me levantei.

- Eu vou falar no caminho. - Franzi o cenho.

- Caminho? Que caminho?

- Eu vou te levar pra um lugarzinho aí. - Eu não sei se confio muito não.

- Que lugar? - Ele nega.

- Só vai saber quando chegar lá. - Suspirei, é hoje que eu vou morrer.

[...]

Ele me tirou do Castelo, e estava andando comigo pela aquela vila um tanto bem grande, podia ver criaturas de todas as espécies, seja híbridos, lobisomens, vampiros, demônios e etc...

Ele pegou na minha mãe, me levando no que parecia um cafeteria.

- Não é esse lugar que eu quero te levar, mas eu preciso me alimentar. - Afirmei com a cabeça, e nos sentamos, me senti desconfortável com a quantidade de vampiro me encarando.

- oque vão querer? - Uma garota de chifre, e um rabo, oque parecia ser um demônio, ou seja lá oque for, aproximou de nós, Mark pegou sua mão e levou a boca.

- Eu quero tudo que você pode oferecer. - engoli o seco pensando que iria vomitar.

- Ew! - desviei o olhar quando ele mordeu o pulso da garota e ela aparentou ter gostado.

- Obrigado princesa. - Ela toda boba saiu dali, e ele me olhou. - Que foi?

- muito desagradável ver você fazer isso, me deu enjoo. - Desviei o olhar me recuperando da cena que acabei de ver.

- É só uma forma de me alimentar, nunca fiquei com elas.

- Sem vergonha! - Vi alguns vampiros se aproximar e engoli o seco me encolhendo.

- Faz tanto tento que não sinto cheiro de sangue humano... - ele para a língua nas próprias presas afiadas, e sorri com os olhos de cor avermelhada.

- Incrível como ainda não tem nenhuma marca de dentes de vampiros. - o outro diz se aproximando de meu rosto. - não ficariam mal em você...

- Vocês também não ficariam mal sem essas presas. - Mark disse, chamando a atenção dos vampiros.

- Mark? Você com um humano? - as presas de Mark crescem um pouco mais.

- Eu não quero nem sonhar que vocês gravaram esses seus dentes nele. - Os meninos recuaram.

- ok, ok. - Eles foram embora e assim eu pude soltar o ar que prendia.

- Vamos aqui eu Só vou conseguir problemas, e dos grandes. - ele se levantou e acompanhei.

Ficamos em silêncio até chegar em uma floresta.

- Minha intenção, não é matar humanos. - o olhei confuso. - Eu só queria viver sem ter que lutar a cada 3 dias pela sobrevivência de minha própria raça.

- E-eu não estou entendendo... - O olhei preocupado, ele nem se quer olhava pro onde andava, estava encarando o chão.

- Eu tinha uma família, tinha meu irmão, mas os humanos tiraram eles de mim, eu vi minha mãe e meu pai morrer, quando eu tinha 19, por humanos, e agora eu perdi o meu irmão, minha intenção não é matar humanos... Eu só quero ser compreendido, eu sei, você tá se sentindo sozinho, tá se sentindo diferente, está confuso.

Oque ele falava sobre como eu me sentia, era verdade, só não sabia onde ele queria chegar com essa conversa.

- eu sei, você não deve estar nenhum pouco de acordo com a ideia de matar seu pai, mas seu pai está matando as criaturas que eu vivo pra proteger... Eu não quero ser extinto DongHyuck, mas eu também não quero acabar com a raça humana, temos direitos como vocês, queremos vier como vocês...

- Eu não estou entendendo onde você quer chegar... - ele olha pra mim.

- Eu não vou deixar que ninguém te machuque, porque não é isso que eu quero, eu só estou matando seu pai, pra preservar a existência de vários, você não precisa morrer, você não vai morrer se depender de mim, minha intenção é que do jeito que você chegou aqui, você saia.

Ele fazia com que fosse confiável... Ele não parecia ser alguma ameaça pra mim...

Desviei o olhar e afirmei com a cabeça.

- Eu entendo sua preocupação com sua própria raça, meu pai dizia muito, que minha mãe era do mesmo jeito que você...

- sua mãe? Quem é sua mãe? - Suspirei.

- Eu não conheci ela, meu pai dizia que ela morreu na hora do parto, eu não tive chances de conhecer.

- Olhando pra você agora, você não parece com seu pai não.

- a gente não consegue ver nada, tem uma floresta de braba branca na cara dele. - Ele ri.

- É, pensando por esse lado, realmente, mal conseguimos ver algo.

- Mas onde você queria me levar? - Perguntei olhando as árvores.

- Não se preocupe, já já vamos estar lá. - Escutamos um barulho vindo da Mata, ele segurou meu braço, e levantou o dedo indicador até seus lábios a pedido de silêncio, ficamos parado, e o barulho na mata aumnetou.

Ele me pegou no colo estilo noiva e começou a voar até o alto de uma árvore, parou em um galho grosso de uma árvore, que aguentaria nós dois.

Olhei o chão, e vi algumas pessoas.

- Você tem certeza que viu eles por aqui? - um dos que estava no grupo, perguntou pra uma mulher segurando um bebê.

- Eu tenho certeza, era ele, e um garoto menor que ele. - A mulher disse.

- Vamos continuar procurando. - Eles saíram, quando tive certeza olhei pra Mark.

- quem são eles? - Perguntei e ele desceu até terra firme, e me colocou no chão.

- são os moradores da Vila humana, que tentaram fazer casas pela nossa região, meio que alguns guardas não deixaram, e eles prometeram morte pra alguns dos sobrenaturais, como pode ver, eu estou na mira deles.

- Ah... - Prolonguei.

Continuamos andando e conversando, até que eu comecei a ver que flores estavam começando a aparecer.

- Oque é... Nossa senhora... - Vi um campo cheio de flores altas, tinham flores de todas as cores, como um paraíso...

- Esse é um jardim muito poderoso, mesmo que você arranque qualquer florzinha, cresce de volta. - ele se abaixa arrancando uma das flores, e logo floresce outra no lugar.

- Nossa, eu não sabia que esse lugar existia... - Ele me deu a florzinha roxa (referência, quem pegou, pegou)

- quase ninguém sabe, eu fiquei sabendo desse lugar quando eu era jovem, e vinha aqui pra pensar na vida. - começarmos andar pelo campo.

- É um lugar muito bonito... - aspirei o ar doce pelo aroma das flores.

- cuidado com o buraco. - ele segurou meu braço.

Olhei pro chão vendo um buraco bem profundo, que nem com a luz do sol, eu conseguia ver o final.

- misericórdia, que que isso? - Franzi o cenho.

- um buraco. - Suspirei revirando os olhos.

- Tá, disse eu sei, mas oque tem nesse buraco?

- Bem, no buraco tem planta carnívora.

- oque que plantas carnívoras estão fazendo no buraco?

- No buraco tem bastante insetos. Elas comem inseto.

- E como elas fizeram esse buraco?

- Elas não fizeram o buraco, o buraco que fez elas.

- Tá, a gente ta falando muito "buraco" e você não sabe explicar porra' nenhuma, vamos embora. - o puxei continuando a andar no campo de flores.

- Sobre você não conhecer sua mãe, como seu pai dizia que ela era? - Mark perguntou quebrando o silêncio confortável, que eu tanto prezava.

- Ela era um pouco parecida comigo, meu pai dizia que ela tinha cabelos longos e castanhos, a pele era igual a minha, e ele dizia que eu tinha traços um pouco diferentes dela, tipo os olhos, e a boca, mas... Eu nunca me achei parecido com meu pai, sei lá... - Eu estava me perdendo em minhas próprias palavras.

- Você me lembra alguém, mas eu não sei quem é, eu tô tentando saber...

- deve ser por isso que você tá me encarando a caminhada todinha.

- desculpe. - ele olha pra frente. -

Uma borboleta pousa na flor que estava na minha mão, senti meus olhos prenderem na borboleta de cor azul, fiquei vidrado' nela.

- Haechan? Tá tudo bem? Você tá a 2 minutos encarando essa borboleta. - Escutei a voz de Mark, e voltei a realidade, e logo continuei a andar, e a borboleta voou da florzinha.

- Nada demais, eu só prestei atenção demais na borboleta.

- Eu tenho que te dizer uma coisa, meu coração tá pedindo. - ele suspira e olho ele confuso.

- pode falar, você me arrastou até aqui, agora fala.

- Eu acho que você é adotado. - Olhei ele ficando em silêncio.

- na moral Mark, vamos ali de volta pro buraco, pra eu te jogar lá dentro.



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