História Vampire Repeller - (Park Jimin And Jeon Jungkook) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Jikook, Jjk, Kookmin, Kpop, Pjm, Sobrenatural, Trisal, Vampiros, Você
Visualizações 37
Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo: "Mãos frias"


Fanfic / Fanfiction Vampire Repeller - (Park Jimin And Jeon Jungkook) - Capítulo 1 - Prólogo: "Mãos frias"

Kim Jasper Luz, a última da minha família. Os Kim são humanos comuns e os Jasper vêm de uma linhagem morta de feiticeiros amaldiçoados. A muitos anos atrás um Jasper previu a dominação dos vampiros e lançou uma maldição no seu próprio filho, ainda no ventre de sua mãe. E desde então todos carregam essa coisa, que agora não passa de um mito familiar.

Minha mãe e meu pai eram rebeldes, contra a supremacia vampiresca. Lutaram até seu último suspiro contra o novo sistema, em prol da libertação humana. Isso resultou em suas mortes, ambos assassinados cruelmente por um vampiro caçador de opositores. Fui ensinada desde de nova a odiar vampiros, na noite em que meus pais foram assassinados isso apenas confirmou meus ensinamentos. Vampiros são maus, parasitas e exploradores.  

Se meus pais me vissem hoje, teriam vergonha da filha que criaram, pois meu melhor amigo é submisso - mesmo não aceitando - de um vampiro. Jung Hoseok e eu moramos juntos, e toda vez que chego em casa Kim Taehyung está sugando seu sangue no meu sofá. Já perdi as contas das vezes que expulsei a aberração, mas ele sempre volta. O relacionamento deles é confuso, se olham com olhos famintos - mas o que esperar de um vampiro, que apenas está usando meu amigo e depois irá jogar a carcaça fora - mas sempre negam que são algo mais que amigos. Eu até acreditaria se Kim Taehyung não saíssem da minha casa.


_Pelo amor de Deus, Hoseok! _ gritei batendo a porta. Lá estavam eles, no meu sofá. A feição de deleite de Jung era que me deixa com mais raiva. Como ele podia sentir prazer nisso? Um absurdo e repulsivo.


_Oh! Luz! Essa casa também é minha. Taehyung é meu amigo, já falamos sobre isso. _ ele mantinha os olhos fechado, enquanto o parasita recolhia suas presas. O vampiro loiro limpou o sangue que escorria em seus lábios, e colocou um curativo no pescoço de Hoseok. Já vi marcas de mordida pelo corpo inteiro de Hossie, nas costas, nas coxas, nos braços, principalmente nos pulsos, perto dos mamilos. Era repugnante deixar ser explorado dessa forma.


_Nós já conversamos mesmo. Você sabe as regras e sabe os motivos! _a tática para desarma-lo, mencionar minha trágica história de vida. Hobi tem um coração mole, que sente pena e compaixão até pela mosca incômoda. Então jogar em sua cara que a raça do namorado havia estragado a minha vida era o suficiente para ter paz por três dias.


Jung se despediu de Kim lhe dando um beijo na cabeça, e prometendo que iria tomar vitaminas para repor o sangue que lhe foi roubado. Era o mínimo. Pelo menos se mostrava preocupado com a saúde do meu Hoseok.


_Vai trabalhar hoje? _ ele perguntou me abraçando.


_Vou... Sai você cheira a parasita.


_Tome cuidado então... A lei de unificação dessa área com a zona vermelha foi aceita.


_Eu vi. Ridículo. Agora vou ter que sentir medo de andar na rua por causa de vampiros retardados.


_Vampiros não são todos maus. Eles só não conseguem controlar sua fome.


_Eu também sinto fome e nem por isso saio por aí mordendo vacas.


_Você nem gosta de carne, Luz!


_Então eu não saio por aí engolindo árvores, Hoseok! _ não acho justo os animais serem mortos para me alimentar, assim como acontece com humanos, então sou veterinária a muitos anos. Mau lembro do dia em que uma carne entrou na minha boca.


Depois dessa pequena discussão, arrumei minha bolsa com alguns livros da faculdade de ciências sociais e história para ir até a loja de conveniência trabalhar. Durante a noite não tem tanto movimento, então aproveito para revisar o que aprendi e me preparar para as provas. Escolhi essas áreas pois pretendo mudar o mundo, como meus pais disseram que fui destinada, quero tentar governar o país e fazer ser o primeiro a abolir a submissão humana.

Sete horas sai de casa e fiz Hoseok jurar que Taehyung não iria voltar hoje. O caminho estava escuro, e meus ouvidos atentos a cada som e os olhos dançando na paisagem sombria da rua. Meu medo era de ser atacada por mais de um vampiro. Um posso até dar conta, já que meus pais me treinaram para imobiliza-los e feri-los apenas com os punhos. No entanto, eu estava um pouco fora de forma, precisava voltar a treinar e lutar. Sendo filha de um Jasper, eu carregava um alvo nas costas. Várias vezes observei sendo seguida ou vigiada por vampiros nada discretos, eles sabem de quem sou prole.

Enquanto memorizava questões, com a cara afundada no livro pesado, acabei esbarrando em um homem, o impacto fez meu livro cair nos pés do homem. Ele usava um moletom preto, embora não estivesse tão frio, o capuz cobria seu rosto, apenas podia ver seu nariz e o cabelo meio comprido. Agachei-me para pegar o livro e ele fez o mesmo, nossas mãos se tocaram rapidamente, pois retirei a minha assim que sentia sua pele fria. Fria, muito fria.


_Obrigada. _ agradeci pegando o livro de sua mão morta e andei o mais rápido que eu pude para longe. Ele era um vampiro, eu tenho certeza. Isso não é bom, posso acabar esbarrando com outros.


Andei, ou melhor, corri. O alívio que senti ao ver a rua mais iluminada e logo adiante a loja em que trabalho. Acalmei minha respiração e assim que entrei senti o cheiro de lamen super picante e o perfume doce de Moonbyul. Já havia um cliente, o dono do lamen, ele comia observando a movimentação da janela. Sua pele era levemente morena, mas ao mesmo tempo pálida e sem cor. O alívio que senti diminuiu.


_Graças a Deus, você chegou! Achei que iria ter que cobrir seu turno. _ disse Moon me recebendo com um abraço. _Está tudo bem?


_Uma noite difícil...


_Ah! Verdade. Deve ser difícil pra você mesmo.


Moon tinha sua dona, uma vampira chamada Yongsun. Até que ela não era tão ruim, não era o tipo de exploradora. Pelo que Byul conta, Yong a ama e as duas irão casar em breve. E vampiros sentem alguma coisa além de fome?


_Eu já vou indo. Solar está me esperando. _ era assim que ela chamava a parceria _Se cuida, tá bem?


_Tá. _Depois de alguns minutos, o perfume da mulher já não era mais sentido.


Fui para trás do balcão do caixa e arrumei meus livros na ordem da minha programação e estudos, primeiro história, depois revisar ciências sociais e voltar história novamente. Antes que eu pudesse iniciar minha leitura, o sino da porta soou, indicando que um cliente havia entrado. Moletom preto.

O cliente recém chegado encarou o outro que comia o lamento e este devolveu o olhar, pude sentir a tensão entre eles. Deviam se conhecer, mas apenas ignorei e voltei a folha o livro.

Lendo, eu estava lendo, super concentrada e interessada até ouvir um som. Era o homem de moletom, ele retirou o capuz e colocou várias embalagens de achocolatado no balcão, também tinha lamen super picante o preto, muito forte. Eu passei os produtos e lhe indiquei o preço.


_Pode me dizer onde tem uma lavanderia? Eu sou novo no bairro. _ que voz calma e boa de ouvir.


_Nesse horário não tem nada aberto. Mas tem uma que abre todas as manhãs. Desça duas quadras vire a direita uma vez e uma para esquerda depois. _ mãos frias, sentia as mãos frias na hora de lhe entregar o troco. Engoli o seco tentando não passar minha desconfiança.


_Será que você poderia me mostrar? Não agora! Outro dia, durante o dia...


_Sinto muito, não posso. _ virei as costas para ele e fingir organizar as revistas que ficavam atrás de mim.


_Esper-


_Deixa a garota em paz, Jungkook. Ela não é idiota. _ uma terceira voz, me virei e vi o moço que comia na janela se levantar da cadeira e vir até o caixa. _Quanto que deu?


_Por que não cuida sua vida, Park? _ perguntou o outro, que pelo que ouvi se chamava Jungkook.


_Estou fazendo isso, mas ele é um babaca.


_Por favor, se forem brigar façam isso lá fora. Isso não é um ringue. _pedi tentando controlar o medo. Podia ser dois vampiros, as chances estavam contra mim. 


_Tem razão, senhorita! Nós já estamos indo, né Jungkook? _ o Park puxou o maior pelo pescoço e foram se retirando após pagarem. 


Eu suspirei de alívio e voltei a focar nos livros e em que momento eu iria voltar a treinar. Não podia sentir medo toda vez que alguém suspeito de ser vampiro passe por mim. Isso não é bom. Meus pais diziam que eles sentem o cheiro do medo, então eu não posso me dar ao luxo de tê-lo.



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