História Vampires exist Hate or Love? (Kai/Jongin) - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias EXO, Got7, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lu Han, UNIQ
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Chen, Cho Seung Yeon, D.O, Huang Zitao "Z.Tao", Jackson, JB, Jinyoung, Kai, Kim Sun Joo, Lay, Li Wen Han, Lu Han, Mark, Personagens Originais, Sehun, Suho, Wang Yibo, Xiumin, Youngjae, Yugyeom, Zhou Yi Xuan
Tags Exo, Imagine Exo, Imagine Kai, Kai
Visualizações 208
Palavras 1.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellooooooo

Nesse Capítulo tem muitos Quebra Tempo, apenas um jeito de evoluir mais a história.

É isto!

Capítulo 2 - Analise todas as mortes.


Fanfic / Fanfiction Vampires exist
Hate or Love? (Kai/Jongin) - Capítulo 2 - Analise todas as mortes.

Já perto da casa dos Huang, S/n avista alguns carros, e algumas pessoas envolta, em uma área pouco afastada estava Zitao, olhando pro nada, sentindo as lágrimas caírem. 

S/n: -ZITAO! -corre até ele. -CADÊ A CATRINA?

Zitao a olha, sem conseguir pronunciar nada, até que ele olha em direção sua casa, e aponta com a cabeça, logo voltando a posição em que estava antes. 

S/n olha em direção a casa e vê que estava toda isolada com uma fita amarelo com um "Não ultrapasse", escrito. Apenas especialistas estavam entrando na casa.

S/n ia correr até lá, mas antes de dar qualquer passo Zitao segura em sua mão.

Tao: -Não vão deixar você entrar. -fala sem a olhar. -Vamos ter que esperar. 

S/n: -Por favor, fala que é mentira. -sua voz falha, e Zitao nega. -Por favor, fala que é mentira. -sente as lágrimas caírem. 

Tao: -Como eu vou viver agora? -olha pra S/n, que o abraça. -Era minha única família. 

Eles continuam abraçados ali, tentando conter as lágrimas. As pessoas da região não estavam nem um pouco surpresas, pra elas era só mais uma morte, sempre acontecia. 

Semanas Depois

S/n On

Tao: -Eu vou me mudar. -senta na varanda de sua casa, e eu sento a seu lado. -Vou amanhã a tarde. Vou ficar na casa de um amigo, até em estabelecer na cidade. 

Eu: -Já perdi a Catrina. -olho pro horizonte. -Vou perder você também? -seguro o choro.

Tao: -Não vai me perder, vamos nos ver sempre, principalmente quando sua faculdade começar. 

Eu: -Não vai ser a mesma coisa. -suspiro. -Não vai ser. -mordo o lábio inferior, tentando conter as lágrimas. 

Ambos ficamos calados, e Tao me abraça de lado.

Tao: -Eu deixo a casa em suas mãos. -ele tira a chave do bolso, me entregando. -Eu não consigo mais viver aqui, tudo me lembra a Catrina. -suspira. -Sei que sua casa e a de sua mãe não é tão grande, pode ficar nessa se quiser. 

Eu deito no chão da varanda, vendo as muitas plantações que tinham por perto, parece ser um lugar tão calmo, tão seguro. Se engana quem pensa assim.

Eu: -Eu cuido da casa pra você. Vai estar tudo como sempre esteve. -ele me olha e assente. -Você vai que horas? 

Tao: -Assim que amanhecer. 

Eu sinto meus olhos se encherem de lágrimas e eu levanto dali.

Eu: -Eu já vou pra casa. -olho pra Tao, que me olha triste. -Boa Sorte em Seul. -ele levanta e abre os braços, e eu logo o abraço.

Tao: -Se cuide por favor. -fala com voz de choro. 

Eu: -Eu vou. -o abraço forte. -Nunca perca contato comigo, por favor. 

Tao: -Nunca. -dá um beijo em minha testa. Ficamos abraçados por um bom tempo. -Quer que eu te leve até em casa? -eu nego.

Eu: -Eu posso ir sozinha. -fungo. -Nos falamos por celular. -o olho. -Tchau Tao.

Tao: -Tchau S/a. -me abraça apertado. 

Eu olho pra ele, e beijo sua bochecha, logo seguindo caminho pra minha casa, enquanto balançava a chave em minha mão. 

Vários pensamentos passavam em minha cabeça, todos sobre Catrina. Olho pro céu e vejo que estava anoitecendo, e vejo que era bom eu adiantar os passos. 

Adianto os passos ainda girando a chave em minha mão, e presto atenção no céu novamente, eu estava tão distraída que nem percebo quando esbarro com alguém, levando nós dois ao chão. 

Eu: -Ya. -ponho a mão no cotovelo que havia batido contra o chão. 

Xxx: -Poderia olhar pra frente enquanto anda. -olho pro dono da voz, e estranho, nunca vi o rapaz pela região. 

Eu: -Eu estava distraída, e você poderia muito bem ter desviado. -levantamos e eu passo o olhar pelo chão, procurando a chave. 

Xxx: -Eu não te vi! 

Eu: -Tá, Tá. -passo a mão pelo cotovelo de novo, vendo que tinha arranhado e saía um pouco de sangue. -Que Droga. -olho pro chão novamente e avisto a chave, e rapidamente a pego.

Xxx: -Cuidado com esse arranhão, está sangrando. 

Eu: -É só um arranhão.

Ele sorri de lado e nega, me olhando como se eu fosse uma idiota, e logo sai andando. 

Eu fico sem entender nada, mas logo trato de andar rápido pra casa e logo chego, vendo minha mãe na sala. 

[2 meses depois]

Desço do ônibus e olho no relógio, vendo que já se passava das 1:00 da manhã. Eu tinha acabado de chegar da faculdade, sim as aulas já haviam começado.

Eu sigo meu caminho em direção minha casa, e seguro o capuz do meu casaco, estava chovendo e vetando muito, e eu estava sem guarda chuva, o que era o Ó.

Adianto os passos e vejo que estava vetando muito, eu já estava imaginando como chegaria em casa assim. Quando passo pela antiga casa dos Huang, eu suspiro tendo a idéia de passar a noite ali, apenas por essa noite.

Pego a chave no meu bolso e corro até a entrada da casa, logo correndo até a porta, destranco e entro em casa. Suspiro ao ver meu estado e jogo a mochila no chão, logo trancando a porta.

Pego meu celular e ligo pra minha mãe, avisando onde estava, e por quê estava ali. Suspiro e olho ao redor. 

Eu sempre vinha aqui, tinha até superado um pouco sobre a Catrina, agora eu me sentia até um pouco melhor, apenas guardando as lembranças e momentos que eu tive com ela.

Ando até o banheiro e tomo banho, logo andando até o antigo quarto de Zitao, onde ainda tinha algumas roupas dele. Me visto e me jogo na cama olho através do vidro da Janela e vejo que a chuva estava forte. 

A cama era encostada na parede, onde ficava a janela, eu sempre gostei disso nesse quarto.

Fico um bom tempo ali, até que descido pegar meu celular, que estava na sala. Vou pra sala e pego meu celular, logo voltando ao quarto. 

Fico um bom tempo no celular, até que o sono me domina e eu deito pra ir dormir.

Dia Seguinte

Eu: -Mãe. -abro a porta de casa, e a vejo mexendo no celular. -Cheguei!

S/m: -Oi. -eu franzo o cenho e me aproximo dela.

Eu: -Aconteceu algo?

S/m: -Sim. -suspira. -Mais uma morte.  -vira o celular em minha direção e eu vejo a foto do Sr. Park, o Pai do Chanyeol.

Eu: -Oh Meu Deus, o Senhor Park?Chanyeol deve estar muito triste. 

S/m: -O corpo será velado daqui dois dias, na casa dos Park.

Eu: -Nós vamos? -ela assente. 

Dois Dias Depois

Eu e minha mãe havíamos acabado de chegar na casa dos Park, e havíamos falado com a Sra. Park, que estava inconsolável.

Eu: -Sabe onde Chanyeol está? -pergunto a irmã da Sra. Park e ela assente, e fala que ele estava nos fundos da casa.

Vou até lá e vejo ele sentado na varanda, balançando os pés, ando até ele e paro em sua frente, me curvando em sua direção. 

Eu: -Meus Pêsames. -ele me olha e assente com a cabeça. 

Chanyeol: -Obrigado. -apesar de tudo, ele não estava como mãe, parecia até tranquilo. 

Eu: -Pensei que estaria atordoado. -sento a seu lado.

Chanyeol: -Ele não passava de um velho rabugento. -ele ri como se lembrasse do Pai. -Vivia reclamando de dor nas costas, e que seu time vivia perdendo. -vejo seus olhos se encherem de lágrimas, mas ele não chora, apenas abre um sorriso. 

Eu: -Seu Pai era um homem legal, eu o respeitava muito, era um bom exemplo. 

Chanyeol: -Sim. -ele sorri.

Eu: -Me desculpe perguntar. Mas ele morreu pelo mesmo motivo que as outras pessoas? Esse caso mistérioso?

Chanyeol: -Sim, ontem a noite. -dobra a manga de seu palitó e deixa sua tatuagem a vista, era um lobo, toda a família Park tinha essa tatuagem. -Mas não é um caso tão misterioso assim.

Eu: -O que?

Chanyeol: -Você não iria entender. -dobra a outra manga do Palitó, deixando amostra sua outra tatuagem. Era uma guitarra, formada por duas luas.

Eu: -Pode falar, eu entendo. 

Chanyeol: -Não vai. -ele nega. -Qualquer pessoa normal não entenderia. 

Eu: -Por favor Chanyeol, eu quero muito saber o que é a coisa que causa essas mortes, não se esqueça que minha namorada morreu por isso. -eu o olho.

Ficamos em silêncio, até Chanyeol se pronunciar. 

Chanyeol: -Não é "a coisa", e sim "quem", causa essas mortes. -eu arregalo os olhos. 

Eu: -O que?

Chanyeol: -Humanos. -murmura, e eu franzo o cenho. -É só você prestar atenção em todas as mortes, todas são do mesmo jeito, sem trégua, e na mesma região. -me olha. 

Eu: -Quer dizer que uma pessoa está fazendo isso? Mas por que mataria pessoas assim? Sem nenhum motivo?

Chanyeol: -Mas ele tem um motivo. -olha pro nada. -E não é um pessoa, como um humano normal. Analise todas as mortes e me diga; Acha mesmo que uma criatura normal faria isso? 

Continua... 


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim! Me perdoem se está muito ruim.

Bom, é agora que essa fanfic começa de verdade HeHeHe

Olhem essa fanfic, pfv:

https://spiritfanfics.com/historia/lifes-game-bambam-12696686

Espero que tenham gostado♥
Beijos♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...