História Vampiros me mordam! (Imagine Jungkook) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, TWICE
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Dahyun, G-Dragon, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Jong-in (Kai), Kim Min-seok (Xiumin), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Nayeon, Park Chan-yeol (Chanyeol), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, T.O.P, Taeyang, Tzuyu
Visualizações 46
Palavras 1.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É meio sem noção, eu só tava querendo escrever qualquer coisa, então usem colete a prova de idiotice ksks

Boa leitura

Capítulo 1 - Um quase encontro na lavanderia


Fanfic / Fanfiction Vampiros me mordam! (Imagine Jungkook) - Capítulo 1 - Um quase encontro na lavanderia

Desde que os vampiros dominaram o mundo, nós humanos, fomos feitos submissos, no entanto, com uma enorme insistência conseguimos algumas leis, sendo as principais.

1 - Humanos só podem ser mordidos se estiverem de acordo e só se forem maiores de dezoito anos.

2 - Se um humano(a) casar com um vampiro, seu sangue é de exclusividade do vampiro(a) que se casou.

3 - Preconceito contra seres humanos é motivo de multa e vice-versa.

Todos os anos ocorrem algumas mudanças dependendo se quem está assumindo o reino é humano ou vampiro, normalmente nas eleições os humanos não tem nenhuma vantagem. Desde que meus pais foram mortos por vampiros, eu tinha evitado fazer amizades ou qualquer outro tipo de relacionamento com essa espécie. Aos dezenove anos conseguir um apartamento num condomínio só de humanos e decidir convidar meu amigo Hoseok que foi expulso do antigo apartamento dele por comportamento impróprio, mas ele era uma ótima companhia.

Desde que comecei a trabalhar no supermercado durante a madrugada notei que um cara sempre aparecia, ele era bonito e realmente era super o meu tipo. Durante uma semana ele veio na madrugada, fiquei em alerta porque naquele horário era mais comum vampiros, então tentei evitar todas as vezes em que ele tentava puxar papo. Na segunda semana, ele só apareceu durante a tarde, usando um capuz preto e óculos escuros. 

Só aumentou minha suspeita de ser vampiro. Na terceira semana ele apareceu vestido de coelho logo pela manhã, por volta de umas doze horas, o sol era bem quente, nenhum vampiro ia nesse horário. E que tipo de vampiro usaria uma roupa de coelho? Minhas suspeitas morreram quando ele sorriu para mim naquele fantasia. Foi diferente de todas as outras vezes que me direcionou um sorriso. Na sexta-feira ele apareceu na madrugada vestido normalmente.

— Oi, — disse ele pondo apenas um Toddynho em cima do balcão. Não, ele não é um vampiro! — Esse é o meu super mercado favorito! — sorriu me fazendo sorrir automáticamente.

— Ah, sim, eu notei — falei e ele deu uma risadinha abafada sem deixar de me encarar. — Aqui — deu-me o dinheiro, coloquei o Toddynho na sacola e quando fui lhe dar sua mão tocou na minha. Era fria. Bem fria. Muito fria. Bastante fria. Será que ele é amigo chegado da Elsa? 

— Tudo bem com você? — perguntei voltando a ficar desconfiada.

— Ah, sim — começou a ter um ataque de tosse de repente. — Mano, que madrugada fria, neh? Eu tô congelando. Você não?

— Não muito....— sorrir sem jeito.

— Escuta, você mora nesse bairro, neh? — indaga me fazendo olhá-lo.

— Sim, por quê? Você quer roubar minha casa?

— Não, imagina. É que eu sou novo no bairro e queria companhia para ir na lavanderia daqui. Tô meio envergonhado de ir num lugar desses sozinho...

Era a coisa mais estranha que já tinha ouvido naquele dia, mas pensando bem na hora lembrei que no meu condomínio não tinha lavanderia e que realmente minhas roupas estavam sujas.

— Bom, tudo bem. Por que não colaborar com você mostrando que sou uma garota bem gentil e ótima para namorar, neh? Eu vou sim! — falei sem pensar sorrindo de nervosa.

— Beleza. Eu sou Jeon Jungkook.

— Eu sou S/n. Muito prazer.

— Te vejo lá amanhã as sete da noite.

No dia seguinte tentei apagar todas as minhas suspeitas. Ele parecia bem humano para mim. A noite cheguei no horário e lá estava ele, todo de preto, como se fosse para um velório, mas de repente tirou um gorro vermelho e pôs na cabeça. Sorrir me aproximando. Conversamos sobre mil e uma coisas enquanto fazíamos o que tínhamos de fazer. Ele era apaixonante. Hoseok estava certo, eu me apaixonava muito fácil, por isso eu era retardada. Estranhamente para um sábado acabou ficando apenas ele e eu ali. Finalizando tudo vi ele afastado de mim mexendo no celular e pareceu ver algo que o deixou com uma carinha preocupada.

— Sua mãe morreu? — cheguei nele.

— O quê? —franziu o cenho guardando o celular. — Não, é que eu me esqueci de jantar antes de sair — falou profundamente desviando o olhar de mim.

— Tem um restaurante ali na frente e ainda tá aberto — falei de boa.

— Ah, não precisa. A minha comida está aqui — sorriu de canto e meu coração acelerou.

— Verdade! Eu tenho um miojo dentro da minha bolsa. Você come miojo cru? — perguntei em pânico. Mas o que foi que eu disse, Jesus?

Ele tentou ficar sério, mas desatou a rir. Beleza. Vou rir também, assim meu medo repentino desaparece. Rimos por uns minutos, mas num piscar de olhos fui puxada para si. Suas mãos fortes seguravam firme minha cintura. Seus olhos passaram ligeiramente para um tom único de vermelho e minha vida passou diante de meus olhos. Ô vida chata, meu Deus! Gritei de dor quando suas presas fincaram em meu pescoço.

— Misericórdia, que porra de sangue é esse!? — exclamou Jungkook depois de me empurrar com uma força descomunal e batendo de costas com uma máquina de lavar coloquei a mão sobre os buracos que suas presas fizeram em meu pescoço. Mas que filho da mãe! Esse viado, me mordeu!? 

Embora nós da raça humana fosse submissa aos vampiros, havia conseguido por dezenove anos que nenhum sanguessuga me mordesse. Eu sabia discernir quem era vampiro, mas Jeon Jungkook me enganou direitinho. Como eu pude aceitar ir na lavanderia com um vampiro?

— Ai meu Deus, eu tô sagrando! Agora eu vou morrer de hemorragia! Seu filho da mãe! Você me mordeu! — reclamei assustada com o tanto de sangue e a dor latente, mas pisquei incrédula ao ver Jungkook vomitando.

— Que nojo! Esse gosto não sai da minha boca! Credo menina, que sangue do cão é esse!?

Não acredito que ele tinha dito aquilo. Como é que pode? Me ofendi. Na moral, esse demônio toma meu sangue e ainda reclama como se tivesse bebido bosta!?

— Me mordeu, porque quis seu estúpido!

— É, e agora vou morrer de intoxicação alimentar....— tossiu algumas vezes e se colocou de pé limpando os lábios com as costas da mão.

— Ah, se eu tivesse uma estaca de madeira, cara, eu enfiava em tu com vontade! Meu sangue é normal, como todos os outros, tá legal!? — fui me aproximando dele sem conseguir esconder minha indignação e ele foi recuando para trás como se eu fosse um monstro pior que ele.

— S/n, até feder, ele fede mulher! Tu tem que procurar um tratamento! Isso não é normal não! — falou tapando o nariz. Foi a gota d'água para mim. Chegando mais perto dei uma joelhada nos países baixo dele com toda a força que ainda me restava.

— Vai para o inferno! E nunca me chame para ir na lavanderia com você, outra vez! Prefiro lavar roupa sozinha do que com você, babaca! — sair dali correndo para o hospital mais próximo.

No meio do caminho mudei de idéia. Era melhor ninguém estranho saber que fui mordida. Cheguei no meu apartamento soando frio, mas felizmente com tanta pressão que fiz parou de sangrar. Achei o Hoseok dançando na sala com um curativo no pescoço. Sentir um ódio.

— Para de deixar o Taehyung te morder, seu idiota!

— Ah, lá vem ela, Brasil! — murmurou. — Já falamos sobre isso, amor da minha vida. O TaeTae é meu melhor amigo e eu dou para ele o que ele quiser! — disse e eu o imitei. — E que diabo é isso no teu pescoço?! Depois fala de mim, neh.

— Ah, num enche! Um cachorro doido me atacou! — falei depressa e fui saindo para o meu quarto.

— Tô sabendo. Tem muito cachorro que ataca desse jeito aí, na cidade! — falou rindo e fechei a porta com violência.

Depois de desinfectar seja lá o quê pudesse ter na saliva de Jungkook sair do quarto para tomar uma água e não vi Hobi por lá. Graças a Deus não tinha como eu me transformar numa vampira. Indo na sala vi Hoseok no chão perecendo morto.

— Qual é o teu problema? — chutei o pé dele.

— Nada. Só quero dormir no chão da sala, eu posso?

— Vai fundo — dei de ombros e fui para o meu quarto. — Tenho certeza que tinha deixado a luz acesa...— tateei e finalmente achei a tomada.

Mas não gostei de sentir uma respiração na minha nuca. Engoli em seco. Não era possível! Esperava que não fosse ele!

— Vira para mim. Odeio conversar com as pessoas quando elas tão de costas para mim.

Reconheci a voz do Jungkook e ele colocou as mãos em minha cintura de uma maneira brusca. Puxei a maçaneta da porta e ela não abria. A chave estava do outro lado. Meu coração disparou querendo sair pela a boca e bati na porta repetidas vezes.

— Hoseok! Liga para a polícia! Eu fui mordida ilegalmente! Contra a minha vontade! E o vampiro tá aqui dentro e quer mais do meu precioso sangue! — exclamei alarmada.

— Teu sangue é horrível, eu não quero morrer bebendo esse ácido não, sua tonta. Tenho algo para falar contigo, para de gritar.

— HOSEOK! ELE QUER ME CHUPAR! ME AJUDA!

— Ei — Hobi deu uma batidinha do outro lado e sentir um pouco de esperança. — É Jungkook, não é?

— É, é sim! — respondi por ele animada que pudesse estar falando com a polícia.

— Cara, ela só vive esculhambando tua raça! Eu tenho até vídeos dela xingando vocês de tudo quanto é nome! Se ela te denunciar a polícia tu denúncia ela também por preconceito dissimulado!

— J-HOOOOOOOOPE! EU VOU TE MATAR! — gritei furiosa e ele riu do outro lado.

— Ah, como tu é chata, S/n — ele abriu a porta. — E ainda é paranóica. Tu usa é droga é? — olhou para trás de mim e eu também. Coloquei minhas mãos onde as de Jungkook estava e fiquei ainda mais assustada e confusa. Credo. Ele sumiu mesmo?

Mas...que bizarro. O que sera que ele queria conversar? De qualquer modo, é um monstro. Não posso ser tola de ficar perto dele.

— Eu vou dormir na sala com você hoje, tudo bem amiguinho? — forcei uma vozinha fofa apertando as bochechas dele.

— Tu é muito doida — sorriu balançando negativamente a cabeça.


Notas Finais


Obg por ler!


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