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História Vante, o prostituto! - Taekook; - Capítulo 31


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Notas do Autor


Oin meus nenêns! Sentiram saudades de mais uma att de VOP? Espero que sim, porque eu inclusive escrevi esse capítulo rapidinho e desejo que gostem dele.

Vai ter um tiquinho de tudo aqui como o outro capítulo, provavelmente todos os próximos capítulos da reta final dessa fic serão assim.

Boa leitura! ♡

Capítulo 31 - Dinheiro e desespero, Jeongguk;


Fanfic / Fanfiction Vante, o prostituto! - Taekook; - Capítulo 31 - Dinheiro e desespero, Jeongguk;

 

 

Após a novidade que fora descoberta a dois dias atrás, Taehyung e o avô conversaram por longa horas sobre o assunto, o Kim mais novo somente estava chateado por ter sido enganado pelo próprio avô e o mesmo revelou que já desconfiava há uma semana que a Nari estava prenha, porém tinha esquecido de contar isto para o neto. Ambos se entenderam, o senhor de meia idade decidiu ficar por alguns dias com o neto para dar-lo dicas sobre filhotes pequeno e como lidar com uma cadela grávida, Jeongguk também disse que ajudaria o Kim e que deveriam visitar o veterinário pelo menos uma vez por semana já que ambos os cachorros não estavam na idade ideal para ter filhotes — o que deveria ser entre 18 á 20 meses de vida. 

— Nari terá que morar contigo agora, não é? Teremos uma nova filha — comentou o mais novo com um sorriso adorável no rosto, em poucos dias apaixonou-se pela cachorra.

Jeongguk estava sentado sob a cama de casal da suíte do Kim dobrando suas roupas para encaixá-las na mala. Voltaria a morar na mansão dos Jeon que não era mais propriedade de Jeon Seungjun, Junghyun não poderá mudar-se para Busan por causa da produtora em Seul, então Jeongguk disse que cuidaria da mansão até que pudesse voltar a morar em Busan. 

— E novos filhotes… — resmungou o Kim ainda não gostando muito da novidade, não conseguia cuidar de Yeontan corretamente, seria difícil com mais filhotes pelo apartamento. 

Jeongguk ergueu o olhar para observar a expressão preocupada de Taehyung que encontrava-se com o corpo escorado na porta. 

— Hyung, você não cuidará deles sozinho, terá a mim. 

Taehyung suspirou concordando com o Jeon ciente de que o mais novo realmente iria se envolver na criação dos filhotes consigo. Andou poucos passos e acomodou-se próximo a mala, retirando as pantufas dos pés e curvou-se para beijar o Jeon que esquivou-se e sorriu cínico.

— Nada de beijos, estou ocupado — disse e o universitário jogou a cabeça para trás soltando um suspiro um pouco frustrado. 

— Sentirei sua falta, seu cheiro está em cada canto desse quarto — disse com um tom manhoso e o mais novo revirou os olhos e depois levantou-se olhando para os lados à procura de alguma coisa.

— Você é tão manhoso, sabe que a produtora não é tão longe daqui, então, posso vim sempre que sair cedo do trabalho — argumentou caminhando em direção ao closet, Taehyung não se atreveu a segui-lo.

— É um milagre isto acontecer — retrucou e acompanhou com o olhar Jeongguk entrar no closet deixando a porta aberta e começou logo a vasculhar as gavetas — O que está procurando? — questionou arqueando a sobrancelha.

Reparou que Jeongguk havia paralisado no lugar ajoelhado em frente a uma gaveta aberta encarando o conteúdo que tinha dentro dela demais, Taehyung estranhou e levantou-se para verificar o que tanto o Jeon encarava. Assim que parou ao lado do diretor cinematográfico e compreendeu o porquê da expressão petrificada do mais novo.

— Por dias eu havia me esquecido da existência delas… — disse o mais novo com o tom baixo, Taehyung abaixou-se e tentou erguer o rosto do mais novo.

— Amor… olha pra mim — pediu o mais velho, porém não foi atendido.

— É por isso que eu tinha medo, medo de me apaixonar por você quando a única coisa que eu lhe oferecia era dinheiro — confessou erguendo as mãos e tocando um cheque de dólares.

Taehyung havia retirado todo o dinheiro que Jeongguk lhe pagou pelos serviços que prestou como falso namorado do Jeon por poucas semanas. Todos os cheques estavam ali bem à frente dos olhos de ônix que encarava-os lembrando amargamente como usou-o para ter o Kim sob as mãos para o que desejasse. 

— Pegue-os de volta — disse o mais velho de uma vez, mostrando que aquele dinheiro não significava nada para si, Jeongguk ergueu o rosto encarando-o um pouco surpreso.

— Então… se você não precisava dele e guardava-o o tempo todo, por quê o aceitou? — perguntou o mais novo com o cenho franzido, Taehyung abaixou o olhar para os cheques.

— Eu nunca quis aceitá-los, a primeira vez que foi depositado na minha conta senti-me horrível. Desde o primeiro dia que nos reencontramos eu desejava que tivesse sido de outra forma, que nossa aproximação não tivesse começado por dinheiro e pela prostituição. O dinheiro me fazia lembrar que eu era apenas um mero prostituto que prestava serviços para você, os cheques eram mais valiosos que eu — respondeu olhando para os papéis com desprezo — Eu não precisava do dinheiro tanto assim, quis sobreviver sem precisar gastar o que antes era seu para que eu não sentisse que estava lhe usando. Então, assim que consegui um emprego na cafeteria, retirei todos esses cheques e decidi que devolveria-os assim que lhe encontrasse novamente.

— Eu não queria ter comprado-o, estava lhe usando, Taehyung. Por isso não compreendia como poderia me amar — disse sem conseguir encarar o quase-namorado.

— Estávamos nos usando, eu estava usando aquele plano para me aproximar de você e você queria viver uma vida sem precisar seguir as malditas regras de seu pai. Felizmente ou não, a prostituição e o dinheiro nos juntou — retrucou e o mais novo ergueu o olhar, ambos estavam sensíveis com aquele assunto.

Taehyung quebrou o contato para recolher os poucos cheques e segurou uma das mãos do mais novo depositando os papéis em sua palma, se encararam novamente.

— Você pode fazer o que quiser com ele, vamos esquecê-lo — sugeriu e o mais novo balançou a cabeça em negação.

— Hyung, me desculpe, você pode… 

— Jeongguk, olha para meus olhos — o Jeon encarou receoso — Está tudo bem, este dinheiro não significa nada para mim. Porque nenhum dinheiro pode comprar o amor de uma pessoa, o seu amor.

Jeongguk deixou que uma lágrima escorresse por sua bochecha e Taehyung rapidamente ergueu o polegar para secar-la, o mais novo jogou os cheques no chão e aproximou-se do Kim rodeando os braços no pescoço do universitário, apoiando a cabeça na curva entre o ombro e pescoço do mais velho. Soluçou alto quando o mais velho retribuiu o abraço rodeando sua cintura com um braço e com a mão do braço livre acariciou os fios negros do Jeon.

Taehyung que tomou a iniciativa de separar um pouco os corpos depois de alguns segundos, retirou o rosto do Jeon de seu ombro e apoiou entre as mãos limpando o rosto do mais novo com os polegares, Jeongguk desceu os braços e apertou os ombros do mais velho com as mãos quando o Kim puxou-o para um beijo calmo, depositando todo o amor que sentia pelo Jeon naquele toque íntimo e romântico.

— Eu te amo — sussurrou entre os lábios do Jeon quando se separaram um pouco.

— Eu te amo mais… — sussurrou também o mais novo, Taehyung não gostou um pouco pela careta que fez.

— Eu que amo mais porque amei primeiro, calado — retrucou e o mais novo soltou uma risada baixa antes de ser interrompido pelos lábios do mais velho.

 

[...]


 

Aproveitaram a presença do avô no apartamento para irem a um encontro duplo com Junghyun e Jieun deixando o idoso cuidar dos cachorros por algumas horas. O jantar seria uma celebração em família para comemorar o aniversário de Jeongguk adiantado, pois a cunhada e o irmão iriam voltar para Seul na madrugada do aniversário do Jeon.

Assim que colocaram as malas do mais novo dentro do carro do Kim, adentrando o veículo, Taehyung dirigia dessa vez com uma mão no volante e a outra sob a coxa do mais novo próxima ao joelho, acariciava aquela área de vez em quando.

— Faz tanto tempo que não os vejo, quantos meses a Jieun está? — questionou o Kim enquanto estava com os olhos focados na estrada, iríamos ter um jantar em um restaurante que os irmãos Jeon frequentavam.

— Ela ainda está no nono mês de gestação, comentou ontem quando estava na mansão para pegar algumas roupas que a data do parto fora marcada para uma semana depois do meu aniversário. A Jieun cismou com o Hyun que os trigémeos irão nascer antes de completar 10 meses — disse revirando os olhos e logo depois soltou um riso anasalado.

— Imagina os trigêmeos desejarem nascer justo no seu aniversário — comentou o Kim humorado, porém o mais novo olhou-o com os olhos arregalados.

— Deus me livre, não quero lidar com a Jieun em estado de parto justo no meu aniversário, Junghyun ficaria muito nervoso e eu teria que lidar com ela gritando, ele chorando desesperado e eu dirigindo entre as ruas a procura de um hospital — disse o mais novo com uma expressão assustada, não queria lidar com algo assim, Taehyung riu.

O mais velho continuaria com o assunto, porém o mais novo repetiu diversas vezes que não aconteceria. 

Logo chegaram ao local indicado pelo Jeon, era um restaurante com uma entrada digna de filmes e um cardápio com as melhores receitas de frutos do mar de Busan, pouquíssimas eram receitas estrangeiras. Taehyung estacionou do carro com calma, ainda estava cedo comparado ao horário que haviam marcado para o encontro com o casal Jeon, assim que desceram do carro rindo sobre outro assunto qualquer que o Kim comentou, deram as mãos, entrelaçando os dedos com um casal. Ainda estavam indo com calma, não oficializaram o relacionamento que tinham, os amigos — principalmente Seokjin e Jimin — resmungavam o quanto os dois deveriam parar com essa enrolação e se rotularem como namorados, porque os dois já agiam como um. 

Avistaram o carro do irmão do Jeon que estacionou próximo ao do Kim, se aproximaram do veículo e viram Junghyun ajudando Jieun a retirar-se do carro, ela usava um vestido comprido e confortável que marcava um pouco sua barriga de grávida que estava bem visível, o Jeon mais velho parecia preocupado com alguma coisa pela sua expressão facial.

— Pensei que chegariam mais tarde, vamos entrar? — questionou o mais novo com um sorriso feliz por vê-los ali, fora retribuído pelo casal que sorriu após assentir em resposta dando-lhes boa noite.

O Jang Su Sam possui um cardápio que disponibiliza inúmeros pratos típicos de Busan, com o foco principal nas sopas. É possível encontrar variedades com frutos do mar, peixe e veganas, além de bons acompanhamentos e de excelentes bebidas. Era um dos lugares favoritos de Jeongguk, então, não pensaram duas vezes em escolher esse local para celebrarem e apresentar melhor o Kim para a cunhada e o irmão.

Assim que entraram, escolheram uma mesa no centro sendo guiados por uma recepcionista, Jieun parecia bastante cansada, porém continuava com uma afeição gentil durante todo o jantar. Assim que pediram a entrada, iniciaram uma conversa amigável.

— Taehyung-ah iniciou seu terceiro ano na universidade? — questionou o irmão de Jeongguk com um sorriso que o Kim retribuiu rapidamente.

— Felizmente sim, o último semestre do segundo ano de curso foi uma loucura — comentou o universitário soltando um suspiro no final da fala.

— Sinceramente, eu pensava que cursar Artes Cênicas fosse um dos cursos mais fáceis, porém mudei de pensamento quando o Jeonie estava no último ano. Ele chegava em casa choramingando todos os dias dizendo que iria abandonar a faculdade — disse soltando um riso, o Jeon mais novo olhou-o com as sobrancelhas quase juntas e a boca entreaberta.

— Hyun! Você sabe o quanto foi difícil produzir mais de 5 curtas metragens inspirado em livros e escrever um TCC nos últimos meses? Eu pensei que iria enlouquecer e que precisaria de uma terapia por ter passado tanto estresse — debateu dramatizando a última parte que fez os outros presentes na mesa rirem, principal Junghyun que acompanhou de perto o Jeon estudando Cinema.

— Você deixou para realizar tudo nos últimos 3 meses, não deveria reclamar — retrucou Jieun entrando na conversa, Taehyung riu da fala da mais velha, ela pareceu uma mãe dizendo aquelas palavras como se estivesse repreendendo um filho.

— Do que está rindo, Kim Taehyung? — questionou o moreno mais novo olhando irritado para o Kim que cessou a risada — Você parecia que iria cavar um buraco no chão do apartamento de tanto andar para um lado e para o outro enquanto decorava suas falas do seminário e do curta metragem — advertiu-o expondo o Kim ao irmão e cunhada que riram.

Uma breve discussão iniciou-se entre o casal mais novo, Junghyun e Jieun observavam a briga das "crianças" segurando-se para não rirem e tomaram toda a atenção dos clientes do restaurante. Os mais novos somente pararam de discutir quando o garçom apareceu para servi-los com o prato principal da noite que foi degustado de forma silenciosa pelos presentes na mesa. 

O restante do jantar seguiu em perfeita harmonia, uma comemoração recheada por risadas e sorrisos, os quatros estavam tornando-se uma família. Taehyung olhava de canto de olho de minuto em minuto para o Jeon, percebendo o quanto o mais novo estava radiante, contente por estarem reunidos daquela forma. Não havia mais Jeon Seungjun em suas vidas para tirar sorrisos de seus rostos.

— Jeongguk irá voltar para a mansão hoje? — questionou Jieun quanto estava terminando de comer Bingsu que estava desejando há algumas horas e por coincidência estava ainda presente no cardápio do restaurante.

O Bingsu possui várias coberturas, como o macha — óleo de castanhas —, mochi — doce de arroz — e pasta de feijão vermelho, entre outros, dispostas sobre camadas de "gelo" de leite raspadas. O bingsu também pode ser servido acompanhado de várias frutinhas, como o de Jieun e Jeongguk que estava coberto por morangos.

— Sim, trouxemos as malas no carro do Hyung — respondeu depois de dar sua última garfada no doce.

— Sinceramente, eu não veria nenhum problema em vocês morarem juntos e assumirem o relacionamento de vocês — comentou a mais velha com um sorriso gentil, sugerindo que começassem a namorar sério.

— No momento não é adequado, o Taehy está muito ocupado com o novo semestre do curso e eu tenho que assumir meu cargo de CEO — respondeu o mais novo um pouco envergonhado e receoso se o Kim não concordasse consigo.

— Acho que estamos bem assim por enquanto, ainda teremos muito tempo para decidirmos oficializar nosso relacionamento. E também, quero mudar-me, em pouco tempo terei mais filhotes em casa, então pretendo alugar um apartamento maior — disse e o Jeongguk encarou-o surpreso, não haviam conversado sobre.

— Nós não tínhamos combinado nada disso, os filhotes também são meus novos filhos — disse o Jeon emburrado, o casal de casados segurou-se para não rir.

— Não durará dois minutos para que o Kim ceda e peça desculpas — cochichou o Jeon mais velho para a esposa que riu baixo cobrindo a boca com a mão enquanto assentiu.

Os quase-namorados iniciaram uma briga breve sem chamar muita atenção dos outros clientes presentes no restaurante, Jieun e Junghyun assistia o mais novo retrucando que ele tinha o direito de tomar a decisão da mudança junto com o Kim enquanto Taehyung recrutava que ele que pagaria o apartamento, então, não precisava da permissão do diretor — que daqui uns dias tornaria CEO.

— Você escolherá o apartamento, está bem? — questionou desistindo de ser contrariado pelo mais novo que a contragosto assentiu concordando.

Jieun passou o restante da noite debochando do quanto Jeongguk é infantil e Taehyung tinha que segurar para não rir, pois caso risse, o mais novo bateria em seu braço.


 

[...]


 

— Estou muito cansada, minhas costas não aguentam mais — resmungou a Jeon após adentrar a mansão com ajuda de seu marido.

— Espero que não fique dolorida enquanto estivermos viajando até Seul — disse Junghyun preocupado com a esposa, Jeongguk observou o irmão colocar com cuidado a Jeon no sofá.

— Vocês deveriam dormir no quarto perto da dispensa, Jieun não aguentará subir esta escada — sugeriu o mais novo carregando uma de suas malas acompanhado pelo Kim que subiu um dos degraus.

— Somente preciso descansar um pouco, não se preocupe — assegurou a mais velha dando um sorriso fraco, Jeongguk desconfio que ela realmente precisava só de um descanso. 

Convencido, desejou boa noite para o irmão e a cunhada subindo as escadas em direção ao seu quarto com suas bagagens, Taehyung o acompanhou assim que terminou de se despedir dos futuros cunhados. Um aviso foi dito por Junghyun avisando que passava-se da meia-noite, porém somente Taehyung escutou.

Assim que adentraram o quarto e arrastaram as duas malas para dentro suspiraram cansadas pela noite que tiveram em família, Taehyung aproximou-se do Jeon enlaçando a cintura dele com os braços estando atrás do mais novo, colando seu peitoral nas costas dele. 

— Feliz aniversário, meu amor — desejou beijando o pescoço do mais novo que sorriu com o ato, soltando-se um pouco dos braços do mais velho para virasse e o beijar.

— Obrigada, Hyung — disse e quando iria puxar o rosto do mais velho para perto, o Kim se afastou para retirar algo do bolso.

— Não é um pedido, porém quero lhe dar este anel para que tenha uma parte de mim consigo antes de fazer o pedido oficial. Eu lhe amo — disse sorrindo retirando a pequena caixinha preta do bolso pouco detalhada, dentro havia pequenos anéis. 

Dentro deles possuíam as letras gravadas "O destino sempre nos uniu" que se completavam quando juntava-se dois anéis. Jeongguk pegou um dos anéis para colocá-los no dedo do Kim, porém este recusou assim que terminou de colocar o do Jeon.

— Permaneça com os dois, será mais um motivo para eu ir atrás de você. Não serei digno de usá-lo até que você diga "sim" — disse o mais velho, Jeongguk sorriu e balançou um pouco a cabeça em negação enlaçando os braços ao redor do pescoço do Kim.

— Irei fazer o que desejar, porém você tem o meu "sim" há muito tempo — respondeu e ambos sorriram antes de juntarem os lábios em um ósculo calmo, sem pressa.

Enquanto suas bocas estavam coladas em um ósculo delicado, as mãos do Kim deslizavam com delicadeza o blazer preto com detalhes em branco do mais novo que assim que fora retirado, aproveitou para apertar a região da cintura do Jeon com força medida. Jeongguk aproveitou quando sentiu Taehyung lhe empurrar vagamente para trás em direção à cama para remover o blazer azul marinho do mais velho que o ajudou no processo.

Logo Taehyung encontrava-se entre as pernas entreabertas do mais novo que tinha as costas sob o colchão, o mais velho beijava a pele exposta de Jeongguk com delicadeza, sem querer deixar marcas, apenas permitindo que o diretor apreciasse os selares do Kim em contato com sua pele fria, o Jeon sempre dizia que os lábios do Kim eram quentes e perigosos.

— Taehy, toque-me mais, por favor — pediu um pouco insatisfeito com somente os beijos em sua clavícula.

O Kim atendeu seu pedido adentrando a camiseta social do mais novo quando desabotoou os dois botões deixando parte do peitoral do mais novo exposto, abocanhou um dos mamilos enquanto estimulou o outro com as pontas do dedo, assim que Jeongguk sentiu a língua quente do Kim em contato com seu mamilo estremeceu.

Amor, mais… — iria pedir para Taehyung ser um pouco bruto, porém ouvir um grito vindo da sala.

Taehyung pareceu ter escutado e ergueu-se desviando o olhar para a porta que estava aberta e não havia reparado, sempre quando transavam no apartamento do Kim não se importavam de fechar a porta. Somente trancavam-a quando Yeontan estava em casa, não havia transava desde que o senhor Kim chegou de viagem. 

Assim que ficaram em silêncio e ouviram mais um gemido alto de outro, souberam que havia algo de errado. Jieun estava gritando de dor, desesperada.

— O que está acontecendo? — fora a última coisa que Taehyung disse assim que se ergueu da cama e puxou o Jeon consigo pela mão.

Ambos desceram as escadas com pressa e depararam-se com a cunhada de Jeongguk sentada no chão próxima ao sofá da sala, o mais novo desesperou-se e rapidamente correu em direção a cunhada.

— Nonna, você está bem? Os bebês? Cadê Junghyun? — perguntou para a cunhada que somente gemia de dor repousando a mão sob a barriga.

— Jeongguk, acho que a bolsa estourou… — disse o Kim olhando para o mais novo com os olhos arregalados quando percebeu o líquido abaixo do vestido de Jieun.

— Me levem ao hospital… — pediu a Jeon com dificuldade, Taehyung respirou fundo e abaixou-se para escutar melhor — A bolsa… está no quarto — avisou com dificuldade.

Jeongguk paralisou sem saber o que fazer, Taehyung tocou no braço do mais novo dando um beliscão leve que o fez acordar.

— Busque a bolsa, eu a levarei para o carro — disse o mais velho tentando não soar desesperado também, Jeongguk assentiu e levantou-se depressa.

Taehyung olhou-o subir as escadas tropeçando em alguns degraus, alertou-o para tomar cuidado. Enquanto erguia Jieun com cuidado, perguntou sobre Junghyun, a mais velha estava com desejo de comer melancia aquele horário e como ela é muito teimosa convenceu a fazer o marido ir ao supermercado que ficava aberto 24 horas por dia que era um pouco longe da mansão.

Enquanto a cunhada do Jeon e o Kim saiam da mansão, Jeongguk estava dentro do quarto do casal tentando ligar para Junghyun enquanto procurava a bolsa com exames, roupas e outras coisas que pertenciam aos sobrinhos.

— "Googie, estou no carro no momento, eu-" — fora interrompido pelo mais novo que estava em choque com tudo ainda.

— Seus filhos nascerão, porra, cadê você? — questionou exaltado pela ausência do Jeon.

— "Estou indo ao super- Espera, o que você disse?" — questionou o mais velho em um grito assustado, estavam com os olhos arregalados assim como o irmão.

— Jieun está em trabalho de parto! — gritou bem alto dessa vez, encontrou a bolsa e assim que disse que estavam indo ao hospital ouviu o som da chamada sendo desligada — Junghyun?! — gritou.

 

 

 


Notas Finais


O que vocês acham que aconteceu com o Hyun? Infartou? Só saberam daqui uns 10 dias como sempre, desculpemK

Hoje eu também atualizei Ocean que não estava sendo atualizada há dois meses, dêem uma chance para aquela fanfic.

É isto por hoje, favoritem e comente, caso desejarem. Não muito comentário no capítulo anterior e isso me deixou bem triste, gosto de ver a opinião de vocês ;c

Até a próxima att, se cuidem! ♡


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