História Varkos: The History - Capítulo 2


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Categorias Originais
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Palavras 1.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Luta, Magia
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Não tenho nada para comentar. Mas, obrigado por ler mesmo assim.

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Capítulo 2 - Redwings


Fanfic / Fanfiction Varkos: The History - Capítulo 2 - Redwings

Seriam três dias na estrada, aonde o descanso só viria no cair da noite, quando o grupo de cavaleiros, se deitava para o descanso, enquanto os acorrentados, ficavam presos e dormindo junto aos cavalos, e assim descansando seus pés doloridos de tantas horas de caminhada. Alguns, morreram no caminho, sem nem ter tempo de pedir ajudar, ou serem assassinados por serem inúteis. Simplesmente, não conseguiram suportar aquilo.

Cada minuto descansando, era como horas, sentindo como é estar relaxado de verdade. O sono vinha de estalo, e o sentimento de liberdade e as lembranças da boa vida, reaparecem na lembrança, dando assim, conforto aos corações aflitos, de pés feridos, sem comer a três dias, ou saber o que é um pedaço de pão. Mas então, de todo modo, toda noite acaba, e então, as caminhadas incessantes iriam retornar, aonde seria uma agonia intensa, pois o calor bruto e o mal cheiro do corpo, só piorariam a situação. Para os que perderam os chinelos ou sapatos, iriam sentir o calor do solo todo momento, como se pisassem em brasa quente. Um verdadeiro inferno. 

Então, o grupo chega no Alto Forte de Redwings, e logo se dispõem, com os cavalos em frente ao forte, e o grupo de escravizados, presos e postos numa fileira para análise do cliente, o qual seria um dos comandantes do tal forte. Mesmo dá uma olhada, em cada um, sendo homem, mulher e criança, e vai puxando aqueles os quais lhe parecem bons. A medida que o cliente analisava um escravizado, um dos homens, falaria sobre o perfil do escravo, para o cliente conseguir escolher melhor, e isso possivelmente lhe aumentar o preço da venda.

Bem, após algum tempo, ele pega duas mulheres jovens, aparentemente para fins eróticos, com mais quatro homens, aparentemente que serão usados para o trabalho braçal, e duas crianças, aonde uma delas, seria exatamente o garoto de cabelos castanhos. Feito isso, o cliente paga o homem, o qual traz suas mercadorias para dentro do forte, e leva cada mercadoria para sua devida função. As duas crianças são lançadas numa cozinha, sem nenhuma exata explicação. O chef, os chama, e fala para ambos pegarem uma das bandejas e levar para servir ao lorde-comandante e os que com ele estão. O jovem de cabelos castanhos, olha o chef com um olhar irado, e então nega o serviço. Logo, o mesmo o olha, e lança um veloz tapa em seu rosto, aonde assim, o faz cair por solo, devido a nem esperar tal ação.

O outro garoto, olha para o jovem, e logo lança o chama, procurando saber como o mesmo está, assim demonstrando preocupação:

— Jackson! Está tudo bem, não está? Eu avisei que temos de nos comportar... !

O jovem, Jackson, olha para o garoto, aparentemente seu amigo, com uma feição levemente irritada, mas que se desfaz num suspiro pesado, enquanto o mesmo eleva seus olhos, ardentes de raiva, em direção ao rosto do Chef de cozinha. Ele, então se levanta, ao olhar frio do Chef, e o olhar preocupado e amedontrado do garoto. Ele olha para o garoto, e em seguida novamente olha para o Chef, mas então ele vai até uma das bandejas, e a pega firmemente, enquanto tenta esconder inutilmente sua feição raivosa e seu olhar repulsivo daquele homem. Nisso, o garoto, suspira e o imita, assim também pegando uma bandeja. Logo após isso, o Chef dita:

— Animais selvagens, sempre ficam obedientes quando a dor lhes mostra quem é o verdadeiro líder. Agora apenas sigam aquele corredor, virem a direita, e sejam rápidos. Tem mais bandejas por aqui.

O Chef se vira, enquanto os garotos saem andando pelo corredor, sem ditar uma palavra. Mas, após alguns passos, o garoto olha para o tal Jackson, e então dita:

— É melhor sermos obedientes, se quisermos ficar à salvo. Não faça bobagem, e seremos bem tratados.

Jackson olha para o rosto do garoto, com a feição ainda séria e raivosa, demonstrando frieza e rancor. Mas, mesmo com tanto ódio, ele responde:

— Ok, Ok.. Vou tentar.

O garoto volta a andar normalmente, com uma feição aparentemente mas aliviada, e eles logo iriam chegando no tal local para servir ao lorde-comandante e os que ali estariam. Eles começam a servir, assim procurando não causarem imprevistos. Mas, um dos garotos, acaba, "acidentalmente", deixando cair vinho sobre a roupa do lorde-comandante, que ardendo de raiva, grita com o garoto:

— Maldição, garoto! Por acaso você é cego!? Rato imundo! Quem raios lhe ensinou a trabalhar como serviçal!? Um urso pardo!? 

Jackson, o olha com a feição inexpressiva, mas aguenta por dentro, o sentimento de satisfação, ao ver o lorde, estando ridicularizado e enraivecido. O outro garoto, procurando acalmar o lorde, logo o responde, tentando apaguizar a situação:

— Não recebemos nenhuman instrução, m-meu senhor... Fomos apenas colocados na cozinha e l-logo, um homem qual lá está, nos mandou vir servi-los.. Não temos nenhuma experiência, então por favor.. Seja piedoso!

O garoto se ajoelha no solo, pedindo e se humilhando, para procurar evitar que o pior ocorra para ambos. O lorde-comandante, escutando tais palavas e olhando a ação do garoto, respira fundo e então fala, ainda irritado:

— Voltem para a maldita cozinha, e digam para esse homem, para os ensinar como trabalharem bem! E se isso ocorrer de novo, irei puni-los!

O garoto, logo se levanta, com uma expressão aliviada:

— Obrigado, meu senhor!

O garoto, logo segura Jackson, e o puxa, o forçando a vir com ele para o corredor, em direção à cozinha. Logo após os mesmos adentrarem o corredor e saírem da vista daqueles homens, o garoto o solta e ambos param de andar:

— Eu não disse para tomar cuidado!? Poderiamos ter morrido!

Jackson continua observando o garoto, mas após alguns segundos, desvia seu olhar, enquanto o garoto suspira e se vira para o mesmo.

— Vamos logo, antes que nós tenhamos mais problemas.

O garoto começa a andar na direção da cozinha, e então, Jackson o segue, com uma feição levemente incomodada. Então, ambos adentram o local, e logo o Chef os olha e diz:

— Bom, bom, agora podem...

O garoto o interrompe, logo ditando, com uma feição meio sem graça:

— A-Ah... Seu senhor, disse que você deveria nos ensinar a servir direito. E não deveríamos ir servir até que não tenhamos margens para erros.

O Chef olha ambos, com uma feição raivosa, e logo então, fala:

— Mas que maldição vocês fizeram!? Vocês são idiotas!? Mas que inferno! 

Logo então, o Chef lança um forte suspiro, mas sua feição raivosa permanece enquanto ele volta a falar:

— Agora vou ter mais trabalho ainda! Mas, afinal, como vieram aqui se nem sabem trabalhar direito!?

O garoto responde, com a voz meio fraca e balbuciando:

— O homem, o qual pagou por nós... Nos.. Nos lançou aqui dentro...

O Chef, indaga:

— Sem dizer uma só palavra?

O garoto, responde, com dificuldade:

— Não..

O Chef, sai da cozinha, estando grandemente raivoso, e vai procurar o indivíduo o qual colocou as crianças ali. Isso acaba por gerar, uma tremenda confusão, mas que algum tempo depois se ajeita. Os dias se passam, e os saqueadores partem do Alto Forte, enquanto os garotos e outros vendidos, ficam ali, sobrevivendo de modo difícil.

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Fim do Segundo Capítulo.


Notas Finais


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Nada pra comentar.

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