História Veela - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Camila Cabello, Colegial, Justin Bieber, Mitologia, Veela
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Palavras 2.487
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - No dia seguinte


Os raios de sol começaram a invadir, por entre as frestas da cortina, o quarto de Justin e alguns chegar até ele, fazendo com que o garoto despertasse. Justin sentou, se despreguiçou  e olhou para o lado, onde viu Ashley dormindo abraçada com o travesseiro. Ele sorriu fraco admirando a cena.

Com suavidade depositou um beijo casto na testa da garota e levantou da cama, com cuidado para não acorda-la, e caminhou até o banheiro. Parou em frente o espelho e começou a fazer sua higiene matinal. Quando terminou voltou para o quarto e viu que sua garota ainda dormia.

Caminhou ate seu closet e pegou uma bermuda qualquer, para poder descer, e saiu do quarto sem fazer barulho.Com rapidez desceu as escadas, de dois em dois, caminhou ate cozinha, onde encontrou seu pai e sua mãe fazendo o desjejum.

— Bom dia. — os cumprimentou assim que entrou na cozinha.

— Bom dia. — eles responderam em uníssono.

Justin sentou-se a mesa e começou a arrumar seu café, pegou suco, uma fatia de pão de forma e geleia para passar no pão.

—Ashley não descerá para tomar café conosco? —Katherine questiona.

—Não. — Justin responde tranquilamente. ― ela ainda está dormindo. ― mordeu a torrada.

―Estou gostando de ver. ―James falou. ― Parece que está tomando juízo, depois de todos esses anos.

Katherine o olhou com uma expressão fechada. Já Justin não deu muito atenção para o comentário, e em resposta somente assentiu.

―Acho que vou subir. ―O garoto falou.

―Mas você não comeu nada, meu filho. ― Katherine falou.

―Vou levar o café na cama para ela. ― levantou da cadeira. ― onde está a bandeja? ― perguntou para sua mãe.

―Na dispensa. ― falou.

Ele assentiu e andou até a dispensa, onde entrou e começou a procurar a bandeja. Depois de encontrar voltou para a cozinha e começou a arrumar o café. Lá ele colocou frutas, suco, torrada, geleias, água e também alguns remédios,  já que acordaria com uma dor de cabeça enorme.

Depois de tudo pronto pegou a bandeja e rumou para fora da cozinha equilibrando tudo na bandeja.

― Essa garota fez milagres no Justin. ― James comentou com Katherine, ao ver o filho subindo as escadas cuidadosamente.

Katherine olhou para trás para ver o filho, que estava quase acabando de subir as escadas. Ela virou para o marido e assentiu sorridente.

Justin agora andava pelo corredor até seu quarto, quando chegou a porta do mesmo a empurrou de leve e entrou, logo a fechou com o pé. Olhou para a cama e Ashley ainda dormia, então resolveu colocar a bandeja no aparador.

Antes que ele pudesse sair do lugar ouviu um resmungo, rapidamente olhou para a cama e lá viu que Ashley estava acordando. Permaneceu no mesmo lugar esperando que ela despertasse por completo. A garota começou a se despreguiçar, ainda deitada, e logo sentou na cama, olhando tudo ao seu redor.

―Justin... ― o chamou em um murmuro.

―Oi, meu amor. ― respondeu e caminhou até a cama.

―Minha cabeça dói. ― reclamou apertando os olhos e colocando as mãos na cabeça.

Justin a olhou e riu de lado.

―Ainda quer transar? ― perguntou ironicamente.

Ela o olhou assustada e sem entender o motivo da pergunta. Ele balançou a cabeça e riu.

―Trouxe remédio para você. ― levantou e foi até o aparador.

O garoto levou a bandeja, com o café, até a cama. A garota ficou surpresa com o ato, mas nada falou, pois sua cabeça doía muito.

―Você precisa comer alguma coisa. A noite passada foi longa. ― riu fraco.

―O que aconteceu ontem? Eu não lembro de praticamente nada. ― falou pegando o remédio da mão do garoto e tomando logo em seguida.

―Se eu te contar você não vai acreditar. ― riu fraco.

Ela o olhou desconfiada.

―Toma o café e depois eu te conto. ― falou e levantou da cama.

Antes do garoto chegar ao closet seu celular começou a tocar, ele foi e atendeu.

―Alo?

― Fala, Drew! ― Chris falou do outro lado da linha.

― Eai, Beatles!

Você já abriu alguma das suas redes sociais?

―Não, por quê?

―Abra!

Justin foi até seu computador, mexeu no mouse e a tela acendeu. Ele clicou no ícone de atalho do Twitter, rede social que ele, e seu amigos, mais utilizava.

― Digita #PoolPartybyToddy e olha as postagens que tem.

Ele fez o que o amigo disse e esperou carregar as postagens. Quando a pagina carregou ele quase teve um infarto quando viu a primeira postagem. Na mesma havia uma foto, na qual Ashley dançava em cima de uma mesa com uma garrafa de Vodka na mão.

― Oh, meu Deus! ― exclamou.

É irmão, sua gatinha tá fazendo sucesso na net. ― riu. ― Você assistiu algum vídeo?

―Estou assistindo agora. ― falou.

Ele olhava para a tela do computador perplexo vendo sua garota dançando sensualmente e um garoto a encoxando-a.

O que aconteceu com a Ashley para ela fazer esse tipo de coisa? Ela é tão quieta.

―A drogaram... ―Justin falou meio aéreo.

O que? Como assim a drogaram?

―Deram Ecstasy para ela. ― respondeu.

― Como ela foi usar essas paradas mano? Ela não é dessas.

―Eu sei. Com certeza misturaram na bebida dela.

Ela já está acordada?

―Sim, acordou agora e com uma dor de cabeça infernal.

Vai contar para ela?

Justin respirou fundo.

―Sim!

Boa sorte, mano. Eu vou ter que desligar, tem umas gatinhas aqui que estão loucas para dar para o papai logo pela manhã. ― Chris riu.

―Viado!  ― Justin riu e desligou.

Justin olhou mais uma vez para a tela do computador e diminuiu a guia. Ele esfregou seu rosto com as mãos e começou a pensar de que forma contaria o que aconteceu para Ashley. Seus pensamentos foram interrompidos quando ele sentiu dois braços delicados abraçarem sua cintura.

―Me conta o que aconteceu? ― a garota perguntou com voz baixa.

Ele virou e ficou cara a cara com ela, alisou seus cabelos e rosto, e logo sorriu.

―Tem certeza? ― arqueou a sobrancelha.

―Sim. ―confirmou.

―Primeiramente, você foi drogada! ― foi curto e grosso.

―O que? ― perguntou assustada. ― como assim drogada?

―Drogada, oras. Te deram Ecstasy, e bom, você ficou muito louca. ― a encarou. ― e fez coisas...

―Que tipo de coisas, Justin? ― perguntou meio desconfiada.

― Veja você mesmo. ― falou e virou para o computador.

Ele abriu novamente a guia que estava com sua rede social e deu para Ashley ver. Na primeira postagem a boa da garota se abriu em espanto. Com as mãos tremular ela foi clicando na seta para baixo e vendo mais postagem, e a cada uma delas seu espanto aumentava e sua pele ficava mais avermelhada, de vergonha.

Quando terminou de ver ela olhou para Justin de boca aberta e um olhar implorando por explicações sobre o ocorrido.

―Justin, diz para mim que isso não é verdade. ― disse pausadamente.

―Isso é verdade. Eu ainda te tirei de lá antes que você fizesse coisa pior. ― ela arregalou os olhos. ― eu fui buscar algo para você beber e quando voltei você havia sumido e só te encontrei dançando toda desinibida.

Justin falou verdades em partes. Ele tinha resolvido não contar para Ashley o ocorrido na cozinha, já que ela não aceitaria e era bem capaz de acabar em discursões fortes.

O que haveria de mal em ocultar esse fato? Só havia  os dois naquela cozinha e seria a palavra dele contra a de Kimberly. Era esse pensamento que estava na cabeça do garoto, mas mal ele sabia que não havia só os dois naquela cozinha, e sim quatro.

 ― Te trouxe para casa, mas na vinda você já começou a se insinuar para mim dizendo que queria fazer sexo e apertar meu pau. ― Justin riu, enquanto Ashley corou mais ainda. ― sem contar que você ficou semi nua para mim, me jogou na cama, subiu em cima, ficou me provocando e começou a pedir para transar mais uma vez.

― Você só pode está brincando. ― falou ainda desacreditada.

―Não estou brincando. ― riu de lado. ― eu tive que fazer um acordo com você, para desisti dessa ideia de transar bêbada.

― E o que você me propôs? ― o olhou com os olhos cerrados.

―Que se você tomasse banho e dormisse, no dia seguinte, quando estivesse sóbria, se quisesse transar nós transariamos.  ― deu de ombros. ― foi por isso que eu te perguntei se ainda estava afim de transar. ― a puxou fazendo seus corpos ficarem bem juntos.

―Justin! ― afundou o rosto no peito do garoto. ―com que cara eu vou aparecer na escola amanhã? ― sua voz saiu abafada.

―Eu não sei. ― ele respondeu.

―Você pode me explicar o porquê de eu está vestida só com a sua blusa e ainda transparente? ― o encarou.

―Eu te dei banho. ― Justin foi simples e direto, fazendo a garota corar.

―Aí, que vergonha. ― tapou seu rosto com as mãos.

―Por que está com vergonha? Eu vou te ver nua mais cedo ou mais tarde. ― a encarou.

―Justin! ― o repreendeu com um tapa no braço.    

Ele riu divertido.

                                     ***

Dez horas e trinta minutos, após o meio dia, domingo

                   (casa da Ashley)

         Justin estacionou em frente a casa de Ashley e desligou o carro. Ele a olhou, vendo que a mesma  olhava para baixo mexendo em suas mãos, e acariciou suas bochechas.

         ―Por que você está assim, bebê? ― ele perguntou com suavidade.

         ―Justin, como eu vou a escola amanhã? ― ela falou com voz manhosa.

         A garota levantou o rosto e o olhou tristemente.

         ―Ei, eu vou está com você. ― Afastou uma mecha de cabelo e colocou atrás da orelha dela.  ― Não precisa ter medo. ― lhe lançou um olhar confiante e confortante.

         Ashley respirou fundo e assentiu.

         ―Ok! ― falou soltando o ar dos pulmões. ― Eu tenho que ir.

          Quando ela ameaçou abrir a porta Justin a segurou, e a puxou para um beijo. Apesar de ser pega de surpresa, ou nem tão surpresa assim, ela correspondeu, dando a liberdade para que ela a puxasse para seu colo.

 A garota passou por cima da macha e  sentou no colo de Justin, ficando imprensada entre o corpo do garoto e o volante, que tocou acidentalmente.

         Sem interromper o beijo Justin empurrou o banco para trás, deixando mais espaço para que ela não ficasse presa, e continuou o beijo. Ashley, que havia o evitado o dia inteiro, naquela hora se entregava, coisa que Justin estava querendo mais do que tudo.

         Os joelhos da garota estavam apoiados no banco,  e a cada lado do corpo de Justin, impedindo assim que seus corpos entrem em contato totalmente. Ela segurava o rosto dele, de modo que os lábios do garoto fossem de encontro aos dela, e assim se deliciavam com o beijo quente.

         Justin começou a querer um contato mais próximo e segurou firme a fina cintura da garota e a puxou para baixo, fazendo com que ela sentasse em seu colo e sentisse sua ereção que já começava a surgir. Ela arfou.

         ―Justin... ― ela resmunga, mas ele não dá ouvidos. ―Justin! ― fala mais uma vez e se afasta, fazendo com que ele a olhasse.

         ―O que foi, amor? ― falou ofegante e piscava os olhos freneticamente.

         ―Não! ― foi simples. ― Vamos parar por aqui, ultimamente eu estou muito vulnerável a vocês e isso não é nada bom.

         ―Por quê?

         ―Porque eu vou cair em tentação e fazer coisa que não devo. ― retorceu os lábios.

         ―Ok! ― respondeu rindo. ― vamos, vou te levar até a porta.

         ― Não precisa. ― falou. ― Amanhã nos veremos na escola.

         ―Nossa, está tão vulnerável a mim que nem consegue ir comigo até a porta da sua casa? ― perguntou divertido.

         Ela olhou para baixo, mais especificamente para o pênis do garoto, que estava com um volume notável, e logo o olhou.

         ―Eu acho melhor eu ir embora. ― falou já abrindo a porta do carro, enquanto Justin ria.

         ―Amor, meu beijo de despedida e boa noite. ― a segurou.

         ―Justin, nós estávamos nos beijando. ― falou.

         ―Mas aquele não foi um beijo de despedia, muito menos de boa noite. ― a encarou.

         ― Então aquele foi de que então?  ― cruzou os braços e o encarou seria.

         ―Foi de “ fica mais um pouco.”  ―respondeu.

         ― Pilantra. ― falou e riu.

         Justin sorriu torto e fechou os olhos quando sentiu os lábios dela entrarem em contato com os seus. Uma das mãos de Justin segurava o rosto de Ashley, enquanto a outra estava no botão onde regulava a inclinação do banco. Ele não perdeu oportunidade o apertou de modo que o banco reclinasse totalmente.

         Ashley deu um gritinho fino de susto.

         ― Vamos dormir aqui hoje? ―Ele pediu com voz meiga.

         ―Aqui? Dentro do carro? ― perguntou ainda sem acreditar.

         ―Sim! ― acariciou o rosto dela com o polegar.

         ―Não, Justin! Será desconfortável, aqui não tem espaço direito. ― falou olhando para os lados.

         ―Nós iremos dormir coladinho. ― ela a puxou para que deitasse em seu peito. ― Só eu e você. Não seria romântico? Hm? ― começou a lhe encher de selinhos.

         ― Não. ― falou.

         ―Por favor. ― implorou intensificando os selinhos.

         ―Já disse que não. ― se afastou. ―Justin, nós estamos em frente a minha casa, e com certeza papai já nos viu aqui, e para completar eu não apareço em casa a mais de vinte e quatro horas. ― falou. ― meus pais irão me matar.

         ―Ok! ― bufou e cedeu. ― mas outro dia iremos fazer isso, nem que seja na garagem da minha casa. ― cruzou os braços.

         ―Idiota! ― balançou a cabeça  e abriu a porta do carro, saindo logo em seguida.

         Justin copiou seu ato e saiu do carro também.

         ―Amanhã eu passo para te buscar. ― falou encostando no carro e a puxando.

         ―Nem me fale de escola. ― afundou o rosto no peito do garoto. ― Boa noite, vou dormir para esquecer das coisas que vi hoje cedo― se afastou.

         ―E meu beijo de boa noite?

         ―Já te dei! ― falou.

         ―Mentirosa você me deu só um. ― amarrou a cara.

         Ela deu um selinho rápido no garoto e se afastou, caminhando na direção de sua casa, rapidamente antes que o garoto retrucasse novamente. Ao chegar a soleira da porta de sua casa, girou a maçaneta e entrou, tentando não fazer barulho, mas não teve como. Quando a porta se abriu a luz acendeu revelando seus pais sentados na sala, com uma cara nada boa.

         ―Achei que teria que ir até o carro do seu namorado para te chamar. ― sue pai falou firmemente.

         A garota engoliu a seco e congelou no lugar.

         ― Temos que ter uma conversa muito seria, Ashley. ― sua mãe falou.


Notas Finais


demorei pra caramba, mas eu postei. Não me matem, mas a consumação está chegando. EU JURO KKKKKKK
será no proximo ou no outro kkk
#comentem


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