História Veela, Draco? - Capítulo 26


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Categorias Harry Potter
Tags Draco Malfoy, Dramione, Fanfic, Harry Potter, Hermione Granger, Romance, Veela
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Palavras 2.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Chapter XXVI


O dia seguinte amanheceu meio nublado pelo o que se pode perceber pela janela do quarto. O que fez Hermione franzir o cenho ao abrir os olhos, eles não tinham uma janela no dormitório veela. Demorou um pouco de tempo até sua ficha cair, se lembrar dos acontecimentos da noite anterior. Ofegando, se apertou contra o corpo de Draco em busca de conforto, encontrando aqueles orbes azuis a encarando sem dó.

Com um pequeno grito de susto, Hermione se recompôs o suficiente para perguntar o óbvio:

-A quanto tempo está acordado?

-Não tem nem dez segundos. Porque ofegou?

-Você acordou com isso? – Ela estranhou.

-Porque eu não acordaria com isso? – Ele rebateu seriamente.

-Eu só.... – Hermione sentiu seus olhos lacrimejarem ao abrir a boca para finalmente falar – Ele morreu, Draco.

-Eu.... Eu sei. – Ele a puxou desajeitadamente para um abraço – Mas o que importa é que estamos bem. Aquilo que aconteceu ontem não vai se repetir, eu prometo.

-Promete então não ficar com ciúmes de Viktor?

-Posso prometer não mostrar meus dentes.

-É um ótimo começo.

-Mas caso não se importe, nós não jantamos ontem. Eu tô morrendo de fome, Hermione. Poderia se soltar de mim?

Como se concordasse com o garoto, o estômago de Hermione emitiu um ruído suficientemente alto para declarar que também estava com fome.

-Acho que vocês venceram.

Na noite anterior mal tiveram tempo de observar cada canto, apenas abrir uma gaveta e ter a noção de que haviam roupas de seus tamanhos lá. Olhando por aquele lado, tudo havia sido pensado com cautela, para uma mudança expressa. Se trocaram rapidamente, procurando a cozinha naquela imensidão de portas. Acabaram por chegar na sala de estar, finalmente olhando para a parede oposta a lareira- que na noite anterior se encontrava completamente apagada – se deparando com uma abertura. Metade da parede era aberta, dando a visão para uma cozinha ampla. Hermione tinha quase certeza de que Draco não conheceria aquela quantidade de eletrodomésticos ali presente, finalmente parando para pensar que aquela talvez não fosse a parte bruxa da Bulgária.

Hermione olhava com pavor para a cozinha, completamente sem chão.

-O que houve, Hermione? – Draco apareceu ao seu lado, estranhado o olhar de espanto da namorada.

-Eu não sei o que fazer.

-Hermione, nós já temos dezessete anos. Podemos resolver isso com magia. – Ele falou como se fosse uma estupidez não ter pensado naquela possibilidade.

-Você conhece algum feitiço para ajudar?

-Não.

-Nem eu.  Vai ter que ser manualmente mesmo.

Com um suspiro, Hermione caminhou relutante até a geladeira, apenas encontrando o suficiente para o café. Tremendo, colocou a frigideira no fogão e começou a preparar os ovos. Ovos mexidos eram a única coisa que conseguia preparar sob pressão, e naquele momento estava sob muita. Enquanto se concentrava em não queimar o bacon, observou Draco se aproximar medrosamente da geladeira, abrindo e olhando maravilhado para o seu interior. Aquele moletom azul marinho que ele usava apenas dava um que mais casual a ele, tirando o fôlego de qualquer uma que o encarasse por mais de cinco segundos.

-Vocês guardam o suco em caixas? – Hermione não soube dizer se ele estava indignado ou somente abismado.

-A maior parte das pessoas sim.

-Uau. – Seus olhos estavam arregalados para tal invento.

Esperou Draco pegar um copo e colocar o suco para ver qual seria o seu veredito. Após três goles, seus olhos abriram ainda mais, como uma criança.

-O gosto é o mesmo também!

-E porque não seria?

-Sei lá, vocês são estranhos. Tem um monte de coisa espalhada pela casa eu não faço a menor ideia do que é.

-Tipo o que?

-Aqui na cozinha tem pelo menos três caixas que são absurdas para mim. – Draco apontou para a geladeira, lava-louças e micro-ondas. – Lá na sala tem outra enorme do lado da lareira. – Ele se referia a televisão de tubo – No quarto, debaixo da janela – Esse era o ar-condicionado. – E no banheiro, um pato de borracha. Para que serve um pato de borracha?

-É só uma companhia para a hora do banho.

-Não precisamos disso. Um faz companhia para o outro!

-Draco, logo logo você se acostuma com isso. É questão de tempo.

-Não sei se quero.

-Se quiser sobreviver aqui, vai ter.

-Isso aí não ta queimando não?

Assustada, Hermione se virou rapidamente, tirando as frigideiras do fogo. Ela chegou a abrir a boca para pedir que Draco pegasse os pratos, mas ao se virar viu ele os estendendo em sua direção. Céus, ela poderia deixar aquilo cair no chão de tão maravilhada que estava com ele ajudando. E aquele moletom….

-Obrigada.

Se acomodaram com um certo constrangimento a mesa, enfiando garfadas na boca para que se pudesse evitar o assunto.

-Até que você não cozinha tão mal. – Draco fingiu.

-Pode falar a verdade, isso tá horrível.

-Graças a Deus foi você quem falou.

O momento constrangedor havia passado, arrancando risadas dos dois. Rapidamente terminaram o café da manhã, e após Draco se oferecer para lavar a louça, Hermione decidiu ir arrumar a cama – o que nem conseguiu chegar perto, já que mal saiu da cozinha ouviu um som vindo da sala.

-É seguro abrir os olhos? – Viktor tampava o rosto da maneira que podia enquanto segurava uma sacola.

-Porque não seria?

-Vocês poderiam estar transando. – Ele deu de ombros como se não fosse nada.

-Não somos maníacos! – Hermione corou um pouco.

-DIGA ISSO POR VOCÊ! – Draco fez questão de deixar sua opinião da cozinha.

-Viu só?

-O que é que você veio fazer aqui mesmo?

-Trazer a encomenda do seu namorado. – Viktor responder retirando da sacola três pequenas molduras. – Eu não puxaria assunto se fosse vocês. Não pararam de reclamar por terem diminuído de tamanho.

-ELES ME PROMETERAM A GLÓRIA QUANDO FOSSE ENQUADRADO, NÃO ESSA MIXARIA AQUI! – Samuel reclamava apenas por reclamar, querendo chamar atenção.

-ISSO NÃO ESTARIA ACONTECENDO POR CULPA SUA, SAMMY! – Draco respondeu da cozinha, fazendo o mais velho calar a boca.

-Não entendi o porquê de terem nos requisitado, para falar a verdade. – Jeremiah confessou – Vocês parecessem tão bem.

-Acho que Draco não se sente seguro de estar sozinho depois de ter se transformado.

-Como você aguenta, Hermione? Graças a Deus que não eu quem vai ficar aqui com vocês. Tome, coloque onde você quiser. Ah, e antes que me esqueça, McGonagall pediu para que eu te entregasse isso aqui. – Viktor estendeu um pequeno frasco com a poção anticoncepcional para ela.

Ele percebeu Hermione suspirar aliviada e sorriu com isso. Eles seriam tão felizes juntos caso isso não tivesse acontecido.

-Acho que isso é tudo, não é?

-Não. Precisamos de comida, e você é quem sabe onde as coisas ficam por aqui.

-Mais tarde eu passo aqui e deixo o que precisam.

-Não podemos simplesmente ir?

-A ordens foram expressas para que ficassem aqui em segurança. Mas, cá entre nós, espera só seu namorado se acostumar com as coisas trouxas que eu libero para vocês. Não queremos que ele dê um chilique no meio do mercado, não é?

-Obrigada, Viktor.

-Os livros de receita estão na estante aqui da sala, os de feitiço estão no escritório, junto do equipamento de poções. A casa está repleta de feitiços de proteção e anti-aparatação. O resto você sabe como lidar. Mais tarde eu volto com a comida e só dou as caras de novo na sexta para ver se vocês sobreviveram. Segunda feira eu volto com o mercado de novo, tá?

-Acho que sim.

-Até daqui a pouco então.

***

Era final de tarde quando Draco aceitou – após muita insistência – de tentar uma interação com algo trouxa. Hermione queria passar um tempo sozinha afim de refletir sobre o novo rumo que sua vida tinha tomado. Quer dizer, eles sempre souberam que lutariam juntos no final, mas com toda aquela situação.... Como Harry e Rony fariam? Era óbvia a necessidade deles com ela, mas Draco também não podia ser deixado de lado. Seus pais estavam de fato arriscando sua vida para tirarem ele da Guerra – e não que nesse sentido fosse algo ruim ou que ela sentisse muito, não! Draco estava neutro naquilo tudo, apenas queria ficar com sua namorada, em paz. Mas Hermione.... Draco havia chego muito mais tarde em sua vida do que Harry ou Ronald. Eles sempre viriam em primeiro lugar, sempre. Ela tinha que os ajudar a derrotar Voldemort, mas para isso precisava pensar em algo, a sós.

-Por favor, Draco. Uma hora, no máximo.

-E se isso tentar me matar?

-Ora, por favor! A televisão não vai criar pernas e correr atrás de você!

Draco ponderou por algum tempo antes de enfim decidir.

-Tá legal. Para que serve isso?

-Para passar filmes.

-E o que é exatamente um filme?

Hermione teve de pensar em algo que ele pudesse compreender.

-Sabe os programas de rádio?

-Claro.

-É exatamente isso, só que com imagens. Você vai sentar aqui. – Ela o empurrou para o sofá, entregando o controle em sua mão. – E apertar qualquer número que vai aparecer algum programa.

Ela saiu da sala deixando ele com um programa de auditório. Draco ficou olhando aquilo por uns quinze minutos, tentando entender aquela dinâmica e porque raios aquelas pessoas jogavam tortas no rosto um do outro. Entediado, ele fez exatamente o que Hermione mandou: apertou um número qualquer, esperando que aparecesse algo entediante, mas o aconteceu foi exatamente o contrário.

Com um choque, ele apenas conseguiu abrir a boca escandalizado, os olhos expressavam todo o horror que sentiu. Não conseguiu ter ação por alguns instantes. Sua sorte era de que o som estava baixo, senão certamente atrairia atenção indesejada para a sala.

-Hermione? – Ele testou sua voz.

-Por favor, Draco!

-Por favor digo eu!

-O que aconteceu? – Ele conseguia ouvir seus passos em direção a sala.

-É normal vocês assistirem esse tipo de conteúdo as quatro e trinta e oito da tarde?

-O que...? – Quando Hermione fixou seu olhar na tv, teve de tampar a boca para evitar um grito.

Ela não sabia como, mas Draco havia conseguido colocar em um canal erótico. Bem a sua frente passava uma loira de seios fartos tentando se mexer diante de três homens. Espera, quantos mesmo? O ar desapareceu ao notar que dois pênis se enterravam em sua vagina, enquanto um ficava na sua bunda. Ela podia ouvir baixinho os gritos de prazer da mulher quando se mexia, assim como o coração acelerado de Draco. Rapidamente ela puxou o controle de sua mão, desligando a televisão.

-SANTO DEUS! – Jeremiah desmaiou em sua moldura. Por ele ser o mais velho do recinto, aquilo com certeza era um choque para ele.

-Chega de tv por hoje.

-Caso você não tenha percebido, aquilo ali não é algo tão diferente do que já fizemos, nem o horário. Não precisava desligar.

-É sério isso?

-É. E a propósito, vocês são estranhos. Mais do que eu imaginava. – Sua feição era de puro pavor.

-Concordo com você.

Tudo o que ela queria era um pouco de paz, mas estava difícil conseguir pensar com clareza quando Draco demandava atenção a todo momento. Ele tinha encontrado um canal pornô em quinze minutos, Deus!

***

-Hermione, ainda tá acordada?

Já era tarde da noite e a angústia que Hermione sentia a impedia de dormir.

-O que foi? – Sua voz estava irritada. Não estavam nem a um dia direito lá e já sentia o peso da culpa sob seus ombros.

-Eu.... Eu fiz alguma coisa? – Draco sentia que ele estava irritando a namorada, mas não como.

-Não. – Ela disse após um suspiro. – Não foi você. – Ela passou as mãos pelo cabelo e rosto, despenteando-os.

-Então o que foi? – Ele estava tão preocupado que foi impossível não se derreter ao encarar seus olhos. Draco também estava angustiado com toda a situação.

-É só que.... Eu não sei se consigo ficar parada. Há tanto acontecendo lá fora....

-Ei... Hermione. Olha para mim. Se acalma. Nós só estamos aqui a um dia, pensei que fosse demorar mais um pouco para você finalmente cair no que isso implicava. Por favor, aguenta só um pouco, tá?

-Mas...

-Isso é tão difícil para você quanto para mim, acredite. Morar com você é uma das coisas que mais quero na minha vida, mas nessas circunstancias a única coisa que aconteceria seria o reforço da ideia da nossa covardia. Como acha que eu me sinto, tendo estudado magia por todos esses anos para agora simplesmente me esconder?

-Eu não tinha pensado no seu lado.

-É claro que não. Mas, por favor, não se preocupe. Nós daremos um jeito nisso. – Ele a puxou como pôde e beijou sua testa. – Agora pode, por favor, parar de me afastar?

-Eu não estava fazendo isso...

-Ah, estava sim. E a propósito, insisto em não saber porque ter dado aquele chilique mais cedo com aquele programa,

-Você sem lembra do que estava acontecendo, né?

-Era só sexo, Hermione. – Draco ria de sua expressão, completamente divertido.

  -Me surpreende você não ter ficado possessivo comigo depois de descobrir que trouxas fazem esse tipo de coisa na cama. – Hermione havia atingido o ponto que queria, trazendo à tona aqueles olhos negros e respiração pesada. Em um piscar de olhos ela já se via presa debaixo de seu corpo sendo encarada como um pedaço de carne.

-Vocês realmente fazem esse tipo de coisa na cama? – Draco sussurrou próximo a sua boca, segurando seus pulsos, impedindo que ela se mexesse.

-Você mesmo viu. – Hermione brincava com fogo e sabia muito bem disso.

-Devo dizer que prefiro do meu jeito então.

-Que seria...?

-Você ainda vai se arrepender de me provocar, Hermione. – E dito isso, mergulhou seu rosto em seu pescoço, inalando profundamente antes de passar a língua em toda a sua extensão, sorrindo ladinamente ao sentir a namorada alongar seu peito debaixo do seu.

-Deliciosa....

Antes que Hermione pudesse retrucar sobre como não era um picolé, sentiu Draco fechar seus lábios na curva de seu pescoço, deslizando sua mão por toda sua extensão até sua cintura, onde apertou firmemente. Ela apenas pode soltar um arquejo, na falha tentativa de buscar seus lábios. Draco continuava a brincar com seu pescoço, desta vez já do outro lado. Sua mão não parava de brincar com a barra de sua camisola, já se encontrando dentro da mesma. Quando ele finalmente beijou sua boca, fora algo rude, mas ao mesmo tempo apaixonado. Os braços de Hermione já estavam liberados, ela poderia abraça-lo se quisesse, não perdendo tempo pensando nisso.

-Nunca pensei que fosse te ver desesperada só com um beijo. – Draco sussurrou ao senti-la pressionar sua pélvis na dele com força.

-Você sabe que não foi só isso. – Sua voz estava sôfrega por conta do contato que forçava.

-Também sei que vai ficar ainda pior.

Antes que ela pudesse processar o que foi dito, sentiu a mão gelada do loiro entrar em sua calcinha, indo de encontro ao seu clitóris. Antes mesmo que pudesse ficar envergonhada, aquela sensação de prazer dominou o seu corpo. Estava corada, mas não pediria para ele parar. Draco ia lentamente no começo, decidido a provocar. Não demorou muito para que percebesse o quão receptiva ela havia se tornado, abrindo as pernas para que ele se encaixasse melhor. Draco não resistiu em afundar um dedo em sua entrada, vendo Hermione ofegar com sua frieza. Seus movimentos eram lentos, deixando a garota ainda mais impaciente, pedindo por algo mais grosso do que aquilo.

-Draco, por favor....

Ele lentamente tirou sua mão de sua calcinha, levando-a até a boca e chupando com gosto seu dedo.

-Seu gosto é ainda melhor aqui embaixo.

Aquilo sim tinha feito Hermione ficar constrangida, e ele percebeu isso. Ainda não estava pronta para avançar esse ponto, mas com certeza ficaria tão logo naquela casa. Não querendo extrapolar os limites, Draco voltou a beijar sua boca enquanto tirava sua calcinha, rindo ao sentir os dedos de Hermione trabalharem na sua calça. Pressionou sua cabeça com cuidado em sua entrada, sendo imediatamente engolido por Hermione, que apenas ficou surpresa com sua habilidade.

-Não sabia que estava com tanta fome assim.

-Cala a boca, Malfoy.

Com movimentos fortes, porém lentos, Draco arrancava gemidos baixos de Hermione, mal segurando os seus quando ela se apertava contra seu pênis. Atacava sua boca sem piedade quando decidia acelerar, ouvindo o som da cama batendo contra a parede, suspirando ao sentir as unhas de Hermione contra seus braços. Sentiu Hermione se apertar ainda amais contra ele, aumentado o calor em que se afundava e, com um gemido contido, afundou seus dentes em seu ombro mais uma vez, arrancando um tremor violento da garota, assim como um gemido digno de estar presente na tv.

Quando olhou para o seu rosto, notou que além de suada seus lábios sangravam. Não demorou muito para perceber que ela preferira se machucar do que mordê-lo novamente.

-Hermione, não precisa conter a mordida. – Ele estava irritado.

-Eu.... Eu não fiz isso.

-Seus lábios sangrando dizem o contrário. – Ele limpou o sangue com sua boca, depositando um beijo leve em seus lábios.

-Obrigada por entender, Draco.

-Não tem de quê. E além do mais.... – Ele se aproximou até estar grudado em seu ouvido – O seu gemido não foi muito diferente do daquele programa. - Completando com uma mordida em sua orelha.

 



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