História Vegeta e Bulma- Irreversível - Capítulo 29


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Categorias Dragon Ball
Tags Bulma, Fanfics, História, Vegeta
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Palavras 2.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - O Herdeiro dos Saiyajins está chegando ao mundo.


Fanfic / Fanfiction Vegeta e Bulma- Irreversível - Capítulo 29 - O Herdeiro dos Saiyajins está chegando ao mundo.

Saibas que meu sumiço não é por maldade, é por cuidado e o desejo de preservar a única coisa que sobreviveu intacta após tanto desencontro.

 

 

 

—Senhorita Bulma Briefs, venho te dar ótimas notícias. …o seu médico entrava no quarto dando a notícia que tanto sua paciente queria ouvir. —A Senhorita vai nos deixar após esses quase dois longos meses, finalmente está de alta.

Bulma abriu seu sorriso que parecia iluminar todo o quarto. —Sério doutor? Nossa como é bom ouvir isso. Já posso ir?

O médico todo bobo com o sorriso que sua paciente mostrou e todo simpático respondeu -Pode Senhorita, mas é pra manter o repouso na sua casa, sem fazer estripulias afinal daqui a duas semanas você completa nove meses, e já chegamos até aqui, vamos ver se fechamos os nove meses com esse bebê aí…ok?

—Claro doutor, juro que vou me cuidar. Bulma estava realmente feliz, iria para casa, para sua casa, e tinha tanta coisa para resolver antes de Trunks nascer e o tempo estava curto de mais.

O Senhor e a senhora Briefs foram buscar Bulma no hospital e ao chegarem na corporação os funcionários tinham feito uma faixa enorme de Boas-vindas a patroa, que ficou emocionada com todos ali a sua espera, com uma mesa farta de comidas e doces e vários presentinhos para ela e o bebê. Sentada em uma poltrona previamente comprada por sua mãe ela passou o dia sendo paparicada, mas toda vez olhava para onde ficava a nave se perguntava onde esse saiyajin andava que ainda não tinha retornado.

Quando chegou a noite, Bulma já tinha tomado banho, estava enorme ao se olhar no espelho e estava adorando sua nova forma. Foi até a cozinha e bebeu um suco bem gelado e olhou para a ala do seu laboratório pela janela da cozinha e pensou se deveria verificar as mensagens, voltou para a sala só para ver se todos estavam dormindo e quando constatou que sim, foi até o jardim que a levava até o laboratório.

Quando entrou em seu laboratório parecia que foi em uma outra vida, uma que não pensava que ia estar nesse momento prestes a dar a luz a um príncipe saiyajin, a um filho dela e de Vegeta.

Foi para sua mesa de controle e ligou tudo, e ao checar as mensagens não tinham nada de Vegeta, ela respirou fundo… -Saiyajin, o que aconteceu? Será que foi pra tão longe que não chega nunca?

Bulma se sentou e resolveu enviar outra mensagem para nave de Vegeta.

 

+++Vegeta o que aconteceu? Não me quer mais, não se importa mais?+++

 

E dessa vez não ficou na dúvida simplesmente enviou. Desligou e antes de sair do laboratório sentiu como se alguém a seguisse ou ha observasse. Mas só tinha ela ali no laboratório. —Eu hein tô ficando maluca.

Às duas semanas seguintes passaram com uma agitação na corporação. Bulma estava toda ocupada com a mudança do quarto de Vegeta que era mais próximo do dela para um ao lado. Com isso o quarto que agora seria de Trunks ficaria mais próximo do dela. 

 E os nove meses chegaram na corporação colocando todos em estado de alerta, menos Bulma, que parecia ter mais energia agora do que os últimos oito meses. Estava a mil por hora, e levando todos a loucura.

—Mamãe só mais esse parafuso e já vou deitar, é rapidinho. Bulma apertava o último parafuso do seu protótipo de câmera espiã que estava desenvolvendo para o governo, sobre os olhos de sua mãe que ameaçava ligar para a polícia e tirar ela do laboratório antes dela dar a luz ali mesmo.

Por fim mais um dia tinha se passado na corporação, e mais um dia que Bulma tinha se colocada ocupada para não pensar em Vegeta, mas quando chegava a hora de entrar no quarto, a coisa mudava radicalmente de figura. Não só o pensamento dela a fazia Pensar em seu saiyajin como o cheiro dele, determinadas coisas de quando ele dormia com ela, e o travesseiro fazia parte dessa rotina que ela desenvolveu.

Depois do banho, de escovar os cabelos e procurar seu pote de hidrantes que vivia sumindo do lugar onde ela deixava e achar novamente fora de seu quarto num cômodo qualquer se hidratava ela se largava nesse pedaço de lembrança que o travesseiro que ele sempre usava para se recostar na cama para sentir o cheiro dele que ainda estava ali. Era um misto de desejo e saudades, o desejo era bom de sentir, mas as saudades a fazia chorar por algumas noites.

—Vegeta,haaa Vegeta… Onde você está? ...Se perguntando pegou seu notebook e resolveu mandar outra mensagem para ele.

 

+++Vegeta, não sei porque não volta. Não sei o que te impede. Não precisa voltar para ficar comigo se for isso que te impede. O que eu sei é que estou já sentindo que daqui a poucos dias seu pedacinho que está dentro de mim, vai conhecer esse mundo e você não vai estar aqui para que ele também possa conhecer o pai +++

 

E enviou a mensagem a nave de Vegeta, e como várias noites,  dormiu chorando baixinho.

 

                            ***Talvez o nosso caminho não está sendo o mais bonito de todos ou o mais fácil,

                                              mas isso não importa, se pudesse, estaria com você.***

 

Vegeta sempre que estava ao ponto de matar Raspberry, ele parava de usá lo como saco de pancada e deixava ele se recuperar. Ele tentava muito, mais muito deixá-lo vivo nessa viagem maldita em que estava.

Quando não era mais possível descontar sua fúria em Raspberry, Vegeta ficava em seu aposento na nave de olhos fechados lembrando de cada parte do corpo da terráquea sensível aos toques de suas mãos ásperas deslizando nas curvas perfeitas, ouvindo os gemidos o cheiro dela o calor do corpo dela que o fazia morder até os lábios de tanta vontade que tava dela, quando escutou o alerta de mensagem recebida. Levantou muito rápido e saiu de seus aposentos que chegando a assustar Raspberry que estava sentado num canto da nave tentando se recuperar da sua que tomou no último treino de Vegeta.

Vegeta parou na mesa de controle e viu a luz de alerta de mensagem recebida piscando e piscando, logo imaginou que pudesse ser de sua terráquea, só ela podia mandar mensagens para a nave, não podia e não tinha como ser de outra pessoa, levou a mão para acessar a mensagem, quando sentiu dois olhos curiosos o observar.

Vegeta virou meio corpo e encarou Raspberry. —Saia!! 

Raspberry nem tentou questionar, afinal sua vida não estava totalmente segura ali, foi para o cômodo que usavam como cozinha era pequena mais funcional na nave. 

Vegeta acompanhou Raspberry com o olhar entrar no cômodo e quando viu a porta se fechar se voltou para a tela da mesa de controle.

Desbloqueou a tela e viu escrito Corporação Cápsula. —Minha terráquea.   ...Então abriu a mensagem.

 

++Vegeta, não sei porque não volta. Não sei o que te impede. Não precisa voltar para ficar comigo se for isso que te impede. O que eu sei é que estou já sentindo que daqui a poucos dias seu pedacinho que está dentro de mim, vai conhecer esse mundo e você não vai estar aqui para que ele também possa conhecer o pai +++

 

Vegeta leu duas vezes a mensagem e seus punhos estavam fechados como duas bolas de aço. Ela achava que ele tinha a abandonado, então rapidamente digitou um texto curto, claro que não podia revelar o motivo da sua ausência, mesmo porque sabia que ela estava sendo vigiada.

 

+++Se dependesse de mim, eu nunca iria embora, mas isso não depende só de mim nesse momento... mais cedo ou tarde eu voltarei. Se mantenha segura.+++

 

E enviou a mensagem, pensando que realmente não tinha como levar isso adiante, mas não tinha como saber se ele matasse Raspberry não desencadearia a morte de sua terráquea.

Ele já sabia que não iria ver o nascimento do filho que Bulma gerava e que era dele, e talvez mesmo após terminasse esse acordo condicionado a ele, demoraria alguns meses para sua volta. Em outro tempo, ele não se importaria, mas isso era outro tempo, ele ainda não entendia que sentimento era esse que sentia por ela que estava fazendo ele se submeter a isso, só sabia que não queria parar de sentir e se isso tivesse que custar a sua ausência no nascimento dessa criança para mantê-los seguros ele faria, só para poder sentir novamente esse sentimento desconhecido que nutria por sua terráquea. 

Na pequena cozinha da nave Raspberry percebendo que Vegeta recebeu mensagem da terráquea também aproveitou para enviar uma mensagem a Gurdo pedindo informações sobre as mensagens trocadas entre Vegeta e a terráquea. Queria ter certeza que Vegeta não estava tramando nada.

—Raspberry venha… vamos treinar seu inseto.       ...Raspberry engoliu seco ao escutar a voz de trovão de Vegeta o chamando…seria mais uma sensação de tortura, e a viagem não tinha chegado na metade.

 

***Ter um filho é mágico, mas ter um como você é mais especial que qualquer dádiva!***

 

Bulma acordou com o alerta de mensagem recebida em seu celular, abriu os olhos e desbloqueou a mensagem e viu que era de seu saiyajin.

 

+++Se dependesse de mim, eu nunca iria embora, mas isso não depende só de mim nesse momento... mais cedo ou tarde eu voltarei. Se mantenha segura.+++

 

Bulma leu e ficou alegre em saber que ele queria estar com ela, mas ficou preocupada do porque não podia, o que o impedia ela colocava o celular ao seu lado e teve uma sensação de alguém está sentado ao lado dela e quando virou a cabeça não viu ninguém, mas quando esticou os braços e passou a mão na parte vazia da cama sentiu que ela estava quente. 

Arregalou os olhos com um misto de medo e surpresa, por um segundo achou que fosse seu saiyajin, mas não sentiu muita convicção nesse pensamento e um gelo passou pelo seu corpo a fazendo se levantar de qualquer maneira e fez ela sentir uma pontada imensa em sua barriga que a fez cambalear meia encolhida até a mesa que ficava seus cosméticos, tentou chamar alguém, mas faltava força para gritar olhou em volta e viu que seu celular estava na cama ao lado da onde estava antes, puxou o ar e foi devagar até a cama e a cada passo que dava sentia sua barriga ficar rígida quase como uma pedra.

Filho calma, mamãe vai chamar ajuda, por favor aguenta… Quando chegou Perto da cama, sentiu novamente uma pontada que dessa vez de tão intensa se ajoelhou. Ela esticou o braço e começou a puxar o lençol, trazendo para si o celular, mas quando estava chegando perto sentiu alguém puxar o lençol na outra.

O coração de Bulma tava a milhão, tinha alguém no quarto dela e ela não podia ver …sentiu mais uma pontada na barriga e gemeu… olhou o celular tão perto dela que deu um único puxão e pegou o celular e largou o lençol, escutou uma risada que fez ela ir se arrastando para trás e encostando na porta do guarda-roupa. Com uma mão na barriga e a outra segurando o celular ativou o áudio. 

 

 ==== -Mamãe, por favor corre no meu quarto, tem alguém aqui, mas não consigo ver … To com muita dor…por favor mamãe me ajuda.====

 

E sem desviar o olhar a sua frente achou que ativou a discagem de emergência que só tinha o número da mãe. Mas, na verdade enviou para o último número que acessou na noite anterior, enviou sem perceber para Vegeta.

Vegeta estava moendo na porrada Raspberry sem usar um único ki quando ouviu novamente o alerta de mensagem em sua mesa de comando e quando olhou viu a bendita luz piscando reforçando o sinal sonoro. Vegeta largou Raspberry no chão e cruzou os braços o olhando…Raspberry logo entendeu e já foi se arrastando para cozinha.

—Minha linda… falou baixinho e foi em direção a mesa de controle e ativou a mensagem e se surpreendeu por ser um áudio. Ativou e fechou os olhos para ouvir depois de muito tempo a voz de sua linda terráquea.

 

 ==== -Mamãe, por favor corre no meu quarto, tem alguém aqui, mas não consigo ver … To com muita dor… por favor mamãe me ajuda.==== 

 

Vegeta abriu os olhos no segundo que escutou a voz trêmula e chorosa de Bulma.

—O que aconteceu minha linda… O QUE ACONTECEU!!!    ...Vegeta sem pensar em nada já ativou uma ligação para ela, e ficou passando as mãos nos cabelos negros em total descontrole enquanto a ligação chamava.

Bulma não vinha nada em sua frente nem a sua volta, as pontadas estavam ficando mais frequentes, quando escutou seu telefone tocar, achou que era a sua mãe e atendeu sem olhar a tela.

— Mamãe…graças a Kami…

—Bulma, o que ta acontecendo, me fala… Bulma congelou, não de medo como estava antes mais de surpresa, era a voz dele, aquela voz forte e grossa, era seu sayajin. —Vê… Vegeta é você?        E deu um gemido de dor mais uma pontada.

—Claro que sou eu… escutou Bulma gemer de dor… — o que está acontecendo mulher, você mandou uma mensagem para sua mãe, mas veio para mim…Bulma? 

—Vegeta acho que tem alguém aqui, mas não consigo ver, eu escutei risadinhas e to passando mal, seu filho … Outro gemido, mais uma apontada.

Vegeta escutando o desespero da sua terráquea, sentia seu ki aumentado, ele tinha que proteger ela e seu filho. 

—Bulma coloca no viva voz agora.

—Como Vegeta, porquê?

Vegeta teria amado isso, sentia falta disso...essa teimosia que ele tanto amava se fosse em outro caso, não esse.

—Faz o que eu to mandando mulher, põe no viva voz agora… 

Bulma fez e começou a escutar a voz de Vegeta começar a falar para um vazio.

—Gurdo…eu sei que você está aí, e você não cumpriu a parte do acordo de não encostar na terráquea e no meu filho.

Foi quando Bulma viu uma figura aparecendo em sua frente, era pequeno e esverdeado com uma imensa cabeça e três olhos. —Vegeta…Kami… ele apareceu na minha frente, tá aqui, aqui… Kami…outro gemido mais uma pontada.

—Bulma!     ...-Gurdo se afasta dela, se você tiver machucado ela, o que eu vou fazer com Raspberry vai ser brincadeira de criança em comparação do que eu vou fazer com você.

—Eu não fiz nada com essa terráquea, eu só tava me divertindo um pouco meu caro Vegeta, pois, ta um tédio isso aqui, menos quando ela toma os banhos terráqueos, ai não posso reclamar … E Gurdo soltou a risadinha ardida.

Vegeta escutou cada palavra, e não gostou que ele a vigiava nos momentos íntimos dela…ele fervia junto com um ki descontrolado. Respirou fundo e voltou a falar… -Gurdo estou voltando para verificar se ela e meu filho estão bem…

Gurdo arregalou os olhos…-Não precisa, já disse que não encostei nela…

Bulma ao escutar se referindo com tanta preocupação com ela e o Bebê dos dois a encheu de alegria.

—Não confio em você, estou voltando é bom eu a encontrar tão perfeita como a deixei. Saia imediatamente de perto dela…Gurdo Desapareceu e Bulma escutou passinhos indo em direção varanda. —Vegeta Acho que ele se foi…o que foi tudo isso? Quem é ele? Que acordo é esse?…. AIIIIIIII.

—Bulma! O que foi?AQUELE VERME VOLTOU? Bulma! BULMA!! Vegeta tava num desespero que só ao ouvir ela parar de falar e dar um grito de dor.

—Ve… Vegeta acho que seu filho ta nascendo.

Vegeta congelou…pequenos raios saiam em volta dele uma áurea o rodeava e seus punhos se fecharam. — Nascendo?!


Notas Finais




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