História Vegeta e Bulma- Irreversível - Capítulo 30


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Categorias Dragon Ball
Tags Bulma, Fanfics, História, Vegeta
Visualizações 89
Palavras 2.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 30 - Elos - Um pedacinho de saiyajin


Fanfic / Fanfiction Vegeta e Bulma- Irreversível - Capítulo 30 - Elos - Um pedacinho de saiyajin

***Quem disse que quebrar elos é fácil?Pior quando se trata de laços.***

 

 

Bulma sentiu um líquido molhando sua camisola e as dores em sua barriga estavam constantes. Com o celular na mão ainda chamou Vegeta, por algumas vezes e não obteve resposta…desligou e ligou para sua mãe, que também não atendeu, chamou até cair a ligação.

—Droga!! Discou então para a enfermaria da corporação e a atendente prontamente atendeu.

—Senhorita, manda alguém para minha casa no meu quarto, minha bolsa rompeu o bebê está nascendo.

—Senhorita Briefs??

—Senhorita, sou eu por favor rapido…

 

***Quando penso em você meu coração sorri e não importa mais nada, pois, sei que na vida criei algo perfeito: você!***

 

Vegeta na nave congelou ao escutar Bulma dizer que seu filho estava nascendo… pequenos raios saiam em volta dele uma áurea o rodeava e seus punhos que se fecharam e ele dizia baixinho pra si mesmo. — Nascendo?!

Vegeta estava envolto a uma áurea que emitia calor e no outro cômodo Raspberry mandava mensagens para Gurdo e não obtinha resposta, ele sabia que todo o plano dele estava seguro para um fio e pelo que ele via Gurdo tinha pisado na bola, e agora a única coisa que separava ele da morte iminente que Vegeta iria lhe proporcionar era uma fina parede de metal que separava os cômodos da nave e quando digitava mais uma mensagem para Gurdo viu a sua frente a porta se abrindo e mostrando toda uma fogueira ardendo em ódio. Raspberry parou de digitar a mensagem para Gurdo e arregalou os olhos vendo Vegeta dá um sorriso diabólico de canto para ele…

—Vegeta eu não sei o que o Gurdo fez, mas podemos resolver isso de uma maneira sensata. Raspberry tremia enquanto guardava o comunicador em seu bolso.

—De uma maneira sensata? Você acha que foi sensato ficar trancado comigo nessa nave, confiando a sua segurança, num ser asqueroso como Gurdo? A única coisa que mantinha você e ele vivo era a segurança da terráquea e o meu filho que ela carrega.     Vegeta parou de falar e se aproximou perigosamente de Raspberry o pegando pelo pescoço e o erguendo o fazendo sufocar devagar. —Você e aquele verme achava que eu não poderia cumprir a minha parte desse acordo ridiculo de ficar a vossa serventia, pois, bem…sou um príncipe e como tal cumpro o que prometo e iria ate o tal planeta, mas como já previa, vocês seres insignificantes não são capazes de sustentar um simples acordo... Você vai morrer primeiro e sinta-se privilegiado por isso. 

Vegeta apertou o pescoço de Raspberry sem desviar o olhar do dele usando só a força de seus músculos e viu a vida deixar aquele ser e quando não tinha um ki que sustentaria vida naquela carcaça, vegeta jogou o corpo de Raspberry no duto de detritos e o lançou no espaço.

Sem mudar a feição de ódio, virou para o painel e tentou ligar para a terráquea dele, mas só caia na caixa postal, deu um soco no ar e logo colocou as coordenadas para retornar à terra e mil possibilidades passavam em sua mente, do porque ela não atendia as chamadas e nenhuma delas tinham um fim agradável referente a sua terráquea. Ele andava de um lado ao outro da nave controlando seu ki para não se transformar em super saiyajin.   

 

***Um amor assim não tem descrição, explicação ou razão. Eu te amo e pronto, meu filho***

 

Bulma Estava sentindo uma dor que jamais pensou em sentir, parecia que algo dentro dela iria rasgá-la ao meio, estava profundamente assustada pois, sabia em teoria biologicamente como era o momento do nascimento de um ser humano, mas ela não estava dando a luz um ser humano, ela estava prestes a dar a luz a uma mistura dela e de um Saiyajin seria um híbrido e, na verdade não sabia de como ela sairia desse momento, mas a única coisa que ela sabia era que iria colocar o filho dela, nesse mundo nem que isso custasse sua vida.

Finalmente escutou uma correria que vinha do corredor do lado de fora do seu quarto, e a porta sendo aberta pelos enfermeiros e o médico da corporação, imediatamente trouxeram uma maca e a colocaram nela. O médico viu que a bolsa tinha estourado e ligou rápido para o hospital  avisando que chegariam lá com a senhorita Briefs que estava em trabalho de parto.

Bulma sentiu sua barriga ficar dura a ponto de faltar ar para respirar, mas tentava a todo custo se manter calma, mas tava complicado. O médico da corporação via o desespero de sua paciente e a colocou num respiradouro e se encaminhou para o hospital. Na ambulância os sinais vitais de Bulma oscilava muito e isso a estava deixando por vezes desacordada.

Quando abriu os olhos estava na sala com uma luz enorme em cima dela com um monte de gente em volta dela, ela por instinto tentou levantar, mas foi contida pelos enfermeiros e logo ela viu um rosto conhecido… era seu obstetra, aí ela se acalmou. Mas sentiu novamente as pontadas e as dores eram constantes e sentiu uma imensa vontade de empurrar. 

— Senhorita Briefs ainda bem que acordou, pensamos em fazer uma cesária, mas agora a decisão é sua. … O obstetra falava com uma calma irritante.

— Doutor não quero uma cesária, quero que ele nasça de forma natural. Aliás acho que não vai demorar. … E gemeu alto se sentando sendo apoiada pelos enfermeiros.

O Obstetra de Bulma logo começou os procedimentos e se posicionou para começar os trabalhos e olhou para Bulma e falou… -Seu filho já está posicionado e você já está totalmente dilatada, agora senhorita pode empurrar.

Bulma concordou com a cabeça e começou a fazer força, e sentia que por dentro estava sendo aberta e isso doía muito, mas o amor dela por aquele filho que estava colocando no mundo não fazia ela desistir, então ela empurrava com a força e isso durou muito tempo quase uma hora e meia de trabalho de parto e Bulma estava exausta, não tinha mais de onde tirar forças e começou a pedir baixinho a kami para ajudar ela, e em um último momento de desespero pediu para seu filho ainda dentro de si       …- Por favor filho, ajuda a mamãe. Juntou as últimas forças que ela tinha e tão logo começou ela sentiu sua barriga se aquecer e seu obstetra também sentiu um leve calor irradiando dentro de sua paciente e arregalou os olhos e tão logo isso começou Bulma sentiu que seu bebê, seu Trunks saia de dentro dela e sentiu um alívio e a dor parou…escutou um choro forte e alto. Ela se deixou cair para trás e deu um enorme sorriso dizendo.

—Esse realmente puxou ao pai…

 

***Quero fazer dos seus olhos uma razão pro meu viver, fazer de minha vida um livro aberto só pra você, quero te dizer que meu desejo é só você***

 

Vegeta estava parecendo um animal preso em uma jaula, andava de um lado para o outro olhando o painel esperando resposta de sua terráquea, tinha se passado três dias depois do último contato com ela e não tinha resposta alguma e conforme o tempo ia passando isso estava se tornando uma tortura, uma imensa tortura.

No período que ele tentava dormir em vão seus pensamentos iam de encontro a imagem de sua linda, imaginava como seria encontrar aqueles dois pares de olhos azuis que nunca tinha visto em outro ser, pelos quais destruiria tudo e todos para não vê-los molhados, imagina como seria colocar os olhos dele nos dela depois de todo esse tempo.

Ele imaginava tocando com seus dedos a boca perfeita dela a pele macia e fina como papel, levando seu rosto aos cabelos dela para sentir aquele cheiro doce que o fazia se perder por horas e horas sentindo o corpo pequeno dela estremecer ao se tocarem.    — Porque meu corpo reage a essa terráquea dessa maneira??, poderia ter qualquer fêmea, qualquer maldita fêmea! Então, porque meu corpo só quer ela… meus pensamentos se fixam nela…maldição!!!

Vegeta também por vezes pensava nessa criança que teriam, ele não sabia ao certo como lidar com isso, pois, quando pequeno foi condicionado logo a lutar e treinar, nunca recebeu demonstração de afeto de seu pai a não ser pelo trabalho bem feito. E isso era algo que também o atormentava, ele nem tinha entendido ainda o que era esse sentimento que sentia pela terráquea, e agora tinha um ser que nasceria, era algo que ele tinha que lidar, embora não se sentisse à vontade com tudo isso.

 

***Você é minha razão de viver. Mesmo que seja sofrendo***

 

Bulma estava radiante, tudo parecia se encaixar como uma luva em sua nova rotina enquanto amamentava seu filho, estava no hospital, esperando sua mãe chegar para levá-la e ao seu Trunks para casa.

E vendo seu filhote ali em seus braços se alimentando achou lindo a visão que ela própria tinha, então pegou o celular e tirou uma selfie em que enquadrava ela e Trunks.      — Pronto filho, está na hora de seu pai ver o quem a espera aqui. 

Adicionou a foto e escreveu uma mensagem a Vegeta.

 

+++Aqui está seu pedacinho de sayajin +++

 

E enviou a mensagem já ansiosa por imaginar a reação de seu sayajin.

—Pronto meu filho, agora seu pai saberá o que o espera quando retornar, e espero que isso faça o querer retornar mais rápido né meu pequeno.

Bulma fazia carinho em seu filho quando escutou duas batidinhas na porta do quarto e quando abriu ficou feliz, era sua mãe e seu pai, acompanhada de Yamcha.

—Ei… olha vocês… Bulma estava eufórica

—Bulminha deixa eu pegar meu netinho filha… 

—Claro mamãe. Ele acabou de dormir após mamar. Bulma entregou Trunks no colo da mãe e se levantou da cama e viu que a terceira visita olhava seu bebê fixamente com um olhar triste.

—Ei Yamcha, o que foi? Bulma se aproximou dele e ficou o olhando confusa.

Yamcha desviou o olhar de Trunks e sorriu para Bulma -Não é nada Bulma, apenas uma idéia, mas já passou. Me diz como você está?

Bulma até imaginava que a ideia seria ligada a ela e a ele com um bebê, ela não era boba, mas não ia render assunto ali.    — Estou bem e como você sabia que eu tinha dado a luz?

—Fui ate sua casa e os empregados me falaram que você já tinha ganhado o bebê. E que bebe grande hem! Bulma.

—Enorme e faminto… Kami como consome leite esse pequeno. … E deu sua bela risada. —Vamos pra casa gente… Bulma já estava agoniada de ficar ali então todos voltaram para corporação.

 

***… Porque em cada pedaço de você, sempre haverá um pedaço de mim.***

 

Vegeta já tinha treinado e estava no banho, totalmente focado na quantidade de tempo sem notícias vindas da terráquea, e quando menos esperava escutou o alarme, fechou o chuveiro e nu mesmo jogou uma toalha nos ombros foi a mesa de controle e desbloqueou a mensagem. 

 E para sua surpresa não era apenas uma mensagem, era uma imagem que o fez abrir um pouco a boca e dar dois passos para trás de surpresa, a imagem era de sua linda com um enorme sorriso com seus olhos azuis brilhantes e com seu filho sendo amamentado. Vegeta tirou a toalha do ombro enxugou o rosto e passou ela pelo seu quadril se aproximou na mesa de controle puxou a cadeira e se sentou, sem ao menos desviar os olhos da imagem que jamais pensou que veria desde do momento que conheceu a terráquea a imagem despertou um elo dele para com dois que estavam ali na imagem que não conseguia desviar o olhar.  Esses desejos que não entendia o porque não deixava se afastar da terráquea  fez com que sua vida se  forma-se correntes com elos e agora estava num misto de euforia por ver o que tudo estava se formando em sua volta e receio, ele ainda nesse tempo todo não sabia ainda lidar com sua linda, das expectativas e frustrações que ela tinha com ele, e agora tinha um filho, ele mesmo não teve um pai presente da forma convencional que já tinha observado nos anos de viagens que fizera de planeta em planeta, e mesmo na terra ele via, o senhor Briefs sempre que podia agradava sua filha, a mimando a cuidando, sempre arrumando uma maneira de fazer ela feliz. Ele não teve essa base, nem se quer imaginou que um dia teria que lidar com essas coisas e se perguntou… será que era isso que queria para si?


Notas Finais




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