História Velozes e Furiosos - O Retorno dos Pecados. - Capítulo 26


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Categorias Velozes e Furiosos
Personagens Brian O'Conner, Dominic Toretto, Han, Letty Ortiz, Mia Toretto, Vince
Tags Ação, Brian, Corrida, Deckard Shaw, Dom, Elena, Letty, Mia, Mônica Fuentes, Mr Nobody, Ramsey, Roman, Suki, Tej
Visualizações 20
Palavras 1.497
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - O inimigo do meu amigo, é meu amigo?


Fanfic / Fanfiction Velozes e Furiosos - O Retorno dos Pecados. - Capítulo 26 - O inimigo do meu amigo, é meu amigo?

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Ramsey: Espera... o Shaw achou alguma coisa. Não é estranho, o Dom e a Cipher entrar no país sem a gente saber?

Tej: Voos fantasmas...

Gisele: Achei que esse lance de fluxo de aviões era só uma conspiração.

Sr. Ninguém: Mas não é. Inúmeros radares e satélites se movimentam a todo instante, assim canais abrem e fecham...

Ramsey: Com isso tudo eles burlam os satélites e conseguem ir para os pontos cegos completamente oculto sem ninguém perceber.

Monica: Não sabia que isso era possível.

Letty: Sabe para onde o Dom está indo?

Deckard: Nova Iorque! – Falou fechando o Laptop e indo em direção a saída da base.

Sr. Ninguém: Foi como imaginei, vocês dois vão se dar muito bem! Divirtam na sua próxima caçada ao Toretto!

 

Cipher precisava dos códigos de lançamentos das bombas nucleares, e ficou sabendo que o ministro estava com ele em Nova York. Após saber ela pede para Dom ir imediatamente buscar. Dom seguia pela cidade sem ninguém desconfiar de algo, só não imaginava que sua equipe estaria na mesma cidade que ele.

 

Roman: Aí que negocio maluco é esse de viajar nesse caminhão?

Han: Boa pergunta.

Tej: Estamos sem o Olho de Deus, e assim fica mais fácil pra gente se mover sem sermos descobertos.

Roman: Não tinha outro jeito de sair sem sermos descobertos não?

Gisele: Pelo que vejo não tínhamos muitas escolhas pra isso.

 

O caminhão onde eles estavam chegam em um barracão desconhecido.

 

Tej: Santo Deus, que cheiro horrível é esse? – Disse colocando a mão no nariz.

Suki: Caramba, mataram o que aqui?

Letty: Não bastando o caminhão agora esse lugar horrível?

Roman: Tenho uma pergunta! O que estamos fazendo nesse lugar estranho?

Agente Frank: É uma pergunta interessante Roman, vou mostrar a todos vocês. – Disse abrindo uma porta enorme com vários carros dentro. – Bem-vindos a nossa nova base secreta.

Suki: Nossa! Que lugar maneiro.

Letty: Que incrível.

Tej: Acabei de achar o paraíso.

Han: Que lugar bacana.

Hobbs: Aqui e a garagem da agencia, ou loja de brinquedos.

Agente Frank: Aqui onde a gente costuma guardar todos os carros apreendidos dos bandidos. O Ninguém me disse, se a gente quiser pegar o Dom, teremos que ser rápidos, muitos rápidos.

Tej: Finalmente vamos ter um tanque, 750 cavalos de força, com motor 6.6, V8, e uma .50 na torre totalmente operacional. – Falou Tej examinando o tanque blindado.

Ramsey: Onde conseguiram isso? Aposto de que traficante que não foi.

Agente Frank: Não foi Ramsey, o exército americano me emprestou.

Tej: Te emprestou? O exercito desenvolveu essa belezinha para os soldados possam pilotar a distância para ficarem salvos. Ainda bem que tem um lugar para nós que gostamos de muita ação e por a mão na massa.

Roman: Eu to louquinho pra pilotar essa belezinha na rua como se eu fosse motorista de lanchonete. – Exclamou Roman juntamente com Tej.

Agente Frank: Podem parar! Ninguém aqui vai manobrar nada. Esse tanque não anda nas ruas.

Roman: Ai meu Deus! Que coisa mais linda é essa? – Falou olhando para a Lamborgini laranja. – Ah eu vou querer essa belezinha para mim.

Agente Frank: Nem pensar, esse é um carro de exposição a cor dele e super chamativa. Ele é laranja Neon, esse carro pode ser visto ate do espaço. Não queremos chamar atenção.

Roman: É psicologia inversa, jamais o Dom ia imaginar que eu iria estar nesse carro.

Suki: Melhor desistir Roman, só pela cor vai chamar mais que atenção.

Agente Frank: Escolhe outro carro que não chame tanta atenção assim.

Roman: Eu vou querer essa belezinha.

Agente Frank: Sem chance, não vai rolar.

 

Após todos escolherem seus carros Dom seguia conforme o plano de Cipher, mas porem ele havia planejado algo. Dom simplesmente forja avariamento do seu carro e para em um lugar.

 

Cipher: Porque você parou Dom?

Dom: Motor do meu carro está com falhas preciso ver.

Cipher: Sinto muito, mas não vai poder, isso não faz parte do plano.

Dom: Eu sei, também não fazia parte do plano do meu carro dar problema justo agora.

Cipher: Vou te dar 5 minutos para arrumar.

 

Dom desce do seu carro e abre o capo de seu carro tampando a visão de Cipher sobre ele. Cipher pede pra ter uma visão melhor do Dom, porem ele não consegue devido a um caminhão que estava em sua frente. Porem ele sai de onde estava e vai ate um restaurante e consequentemente uma visita estaria lá esperando por ele.

 

Sra. Shaw: Enfim você chegou! Você tem ideia de quem eu sou?

Dom: Sim, e por isso que vim até você.

Sra. Shaw: Se você me conhece, deve saber também do que sou capaz.

Dom: Sim, eu tenho uma ideia do que você e capaz.

Sra. Shaw: E bom você ser breve, estou com muita sede e só vou tomar essa xícara de café.

Dom: Entendo, também não posso demorar muito, meu tempo e curto.

Sra. Shaw: Espero que seja breve, já não basta tudo o que você tirou de mim. O que mais você iria querer?

Dom: Devolver a você algo que te pertence. Como já adiantei esse assunto com você, eu vi minha irmã presa atrás de um vidro a prova de balas, eu não podia fazer nada para salva-la. Isso foi sem sombra de duvidas uma das piores coisas. Eu sei que você sabe como é, você já passou por isso. Aceita mudar tudo isso?

Sra. Shaw: E por que o senhor quer sugerir algo muito ariscado Sr. Toretto?

Dom: Por isso... – Falou Dom entregando um celular para a mãe do Deckard.

Sra. Shaw: Entendo...

 

**

 

Cipher: Droga, porque essa demora? O que ele tanto faz?

Carl: O caminhão está de saída.

Cipher: Ótimo, já era hora.

Dom: Pronto, era problema de vela.

Cipher: Para um problema desse tamanho você demorou muito.

Dom: Não muito!

 

Hobbs e os outros estavam na nova base secreta arrumando seus carros quando Roman capitava o rádio da polícia atrás de algum rastro do Dom.

 

Hobbs: Estive olhando sua ficha Sr. Capitão Deckard Shaw. – Falou Hobbs se aproximando com alguns papeis na mão. – Antes de ser o criminoso que você é parece que fez algo de bom antes. Vários atos de bravura chegou mesmo até arriscar sua vida com isso. Nunca imaginaria que você teve ato de coragem para salvar reféns em um sequestro. Parece que o governo britânico te deu prêmio por isso não é mesmo? Só que depois você os traiu! Mas nada disso faz sentido!

Shaw: Não faz sentido mesmo! Acho que eu e você estamos iguais! E a mesma logica idiota que um agente da D.S.S roubar uma arma eletromagnética. Bem parecido não é mesmo?

 

**

 

Elena: Já estou vendo esses dois saírem no soco aqui mesmo.

Gisele: Parece que o dois tem assuntos em comum.

Monica: Não da pra acreditar que esse cara está aqui, ainda mais trabalhando com a gente.

Han: Parece que o Sr. Ninguém pirou de vez.

Monica: Parece? Ele pirou totalmente isso sem dúvida.

Suki: Não faço ideia porque esse cara está aqui, mas se ele e um candidato bom para ajudar pegar o Dom, acho que não podemos descartar essa chance.

Elena: Mesmo odiando admitir, a Suki pode esta certa. Mesmo com tudo que ele fez a nós.

Monica: Ah, eu não iria querer. – Retrucou Monica.

Suki: Parece que situações desesperadas pedem medidas desesperadoras.

Monica: Só espero que ele não faça nada de ruim.

Elena: Creio que ele não vai fazer, ele salvou a Ramsey de ser quase esmagada, se fosse pra fazê-lo já teria feito. Vocês não acham?

Monica: Talvez...

 

**

 

Hobbs: Me de uma mão aqui nesse motor.

Shaw: Certo.

Hobbs: Vai! 1...2...3... – Falou pegando o motor juntamente com o Shaw.

Shaw: Que saber bailarina, aposto que eu e você faria um grande estrago junto.

Hobbs: Talvez sim.

Shaw: Mas eu ainda vou rebentar essa cabeça sua no vidro quando esse lance se resolver!         

Hobbs: Humm... Olha capitão, quando isso acabar eu que vou esfolar sua cara no asfalto você terá que fazer uma plástica pra disfarçar.

 

Os dois não aguentam e começam a rir...

 

Shaw: Você é realmente engraçado.

Hobbs: A piada é boa, mas a situação é séria. Vamos resolver isso tudo e depois podemos acertar nossos assuntos?

Shaw: Trato feito. Eu aceito sua proposta. – Disse pegando na mão do Hobbs.

Hobbs: Tej, está tudo nos conformes para o nosso plano? – Gritou Hobbs sobre Tej.

Tej: Está sim, estamos nos últimos detalhes.

Hobbs: Certo! Assim que surgir qualquer coisa a gente vai.

Elena: Você não está se esforçando demais não? – Disse Elena chegando e abraçando o Hobbs.

Hobbs: Não muito, quanto mais cedo terminarmos isso, mais cedo voltaremos para casa. – Respondeu abraçando de volta na frente do Shaw.

Elena: Verdade, sua filha deve estar preocupada com você.

Hobbs: Falei com ela hoje cedo, disse que estou bem e em breve estarei de volta.

Elena: Que bom!

Hobbs: Vamos dormir? Amanha o dia será longo.

Elena: Vamos! – Disse saindo abraçados rumo a um quarto.

 

Continua...

 

 



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