História Vende-se uma namorada - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anúncio, Certo, Drama, Errado, Faculdade, Namorada, Nova York, Revelaçoes, Vadia
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Palavras 1.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, amores! Como vocês estão? Bom, esse capítulo é meio curto como o outro, MAS, eu acho que vocês vão gostar. Preparem-se para gritarem ao fim desse capítulo.

Banner maravilhoso feito pela Musa no Painless Design. Boa leitura, sweeties!

Capítulo 7 - Capítulo 6 - O primeiro passo rumo à vitória


Fanfic / Fanfiction Vende-se uma namorada - Capítulo 7 - Capítulo 6 - O primeiro passo rumo à vitória

Terminei de passar o meu rímel e sorri para o espelho. Estava incrível nessa manhã de terça-feira. O meu fim de semana foi entediante, passei dois dias trancada em casa vendo série no meu notebook. A segunda tinha sido sem graça já que não esbarrei em Thomas, sequer o vi pelos corredores da universidade. Mas eu precisava vê-lo. E naquele caso não era apenas um querer, eu precisava saber o que exatamente tinha acontecido naquela noite.

Saí do meu quarto rumo a cozinha e sorri gentilmente a Paul.

—Bom dia, princesinha. —Ele declarou, fazendo com que o meu sorriso sumisse.

—Bom dia, Paul. —Eu repliquei-o com um tom mais frio. —Onde está o meu irmão? —Questionei curiosa.

—No quarto ainda, mas está acordado. —Avisou o homem que estava na minha frente.

Eu peguei uma xícara e fui servir-me de café. No meio do caminho meus olhos acabaram encontrando uma garota morena de olhos esverdeados. Ela estava com o rosto inchado ainda, mas estava devidamente vestida para sair.

—Bom dia... —Eu disparei cruzando o meu braço e levando a xícara de café aos lábios.

—Bom dia... Sou Karlie Woodstrock. —Disse a garota e eu forcei um sorriso encarando Paul em seguida.

—Margot Alanis. —Disse e ela estendeu a sua mão para mim, eu a apertei de forma educada e encarei Paul por um segundo. Em seguida voltei a atenção ao meu café da manhã. Peguei um pote para colocar o cereal, a banana picada e a maçã, tudo isso com leite. Era uma quantidade pequena, mas era ótimo para matar a minha fome matutina.

—Margot, certo? —Questionou a morena.

—Isso... —A respondi de forma indiferente enquanto levava uma colher do meu preparado a boca.

—Onde tem uma xícara? —Questionou ela de forma gentil.

Eu me esforcei para ter paciência e lhe estendi uma xícara que estava no escorredor. Ela sorriu gentil e eu voltei a me alimentar.

Terminei a minha refeição e caminhei em direção ao banheiro, abri a porta e vi Paul terminando de fechar o botão da sua calça social.

—Opa! —Eu disse virando-me de costas e pronta para fechar a porta, mas ele segurou a porta.

—Está tudo bem, você não viu nada aqui. —Ele declarou em um tom de voz baixo e sarcástico.

—Como se tivesse que me interessasse aí, né?! —Decbochei e entrei no banheiro trancando a porta, sem dar tempo para a sua réplica.

Eu suspirei e resolvi escovar os meus dentes.

***

Jack parou o carro na frente da minha universidade e eu lhe lancei um beijinho no ar antes de sair do carro.  Ajeitei as minhas botas over knees e caminhei para dentro do prédio. O dia estava nublado e não parecia que o sol iria sair. Na verdade parecia que iria chover. Mas o clima não estava no tópico das minhas preocupação para aquele dia.

Nos meus tópicos estavam apenas três itens:

- Thomas

- Não dormir nas aulas chatas

- Conversar com o professor gato, vulgo Luke Sampson.

Eu queria muito apresentar alguns desenhos ao professor Sampson, já que ele era o único que parecia tratar os calouros da mesma forma que os outros alunos veteranos.

Ele era basicamente demais, mas é claro que o fato dele ser gato contribuía.

Eu continuei o meu caminho até encontrar a sala onde eu teria a minha primeira classe, para a minha sorte Lorenzo e Camille já estavam lá. Sentei-me ao lado de Camille e suspirei.

—O que aflinge a rainha ruiva nessa manhã? —Questionou Lorenzo.

—Ai, como você é sensitivo... —Comentei.

—Não, meu bem... Isso não é sensibilidade, é só olhar para a sua cara para ver que há algo se passando na sua mente. —Ele declarou com deboche. Eu revirei os olhos.

—Não vi meu príncipe universitário ontem, só isso. —Respondi dando de ombros.

—Ah, quanto drama por um garoto que é apenas uma paixão platônica. —Comentou Cami e eu a encarei com certo desgosto.

—Não é "apenas uma paixão platônica". —Eu a respondi com determinação. —Ele será meu!

—Isso está parecendo obcessão já, Maggie. —Comentou a loira pegando algo em sua bolsa.

Eu ia abrir a boca para respondê-la, quando Enzo, que estava entre nós, se intrometeu avisando que a professora estava entrando na sala já. Eu me mantive quieta, mas Camille estava completamente errada. Eu não estava obcecada por Thomas, só estava afim dele e o teria.

***

Ao fim das três primeiras aulas, eu decidi aproveitar a minha janela para ir conversar com o professor Sampson. Enzo estava faminto e disse que ele e Cami iriam a cafeteria. Avisei que os encontraria lá em cinco minutos e comecei a subir rumo a sala do Sr. Sampson, mas para a minha sorte, encontrei o meu príncipe.

Ele estava encostado em uma das pilastras e parecia distraído mexendo no seu celular. Eu sorri e comecei a caminhar em direção a ele. Porém um imbecil esbarrou em mim e correu na direção de Thomas, ele colocou-o contra a parede e o celular de Thomas veio ao chão. Eu fiquei paralisada. Apenas observando do meu do corredor.

O recém chegado e esbarrão parecia furioso, mas Thomas entregou-o um pen drive em seguida, fazendo com que o homem tirasse a mão do seu colarinho.

—Já estava na hora, seu incompetente. —Declarou o homem e colocou um papel no bolso da camisa xadrez que Thomas usava, saindo de lá em seguida rapidamente.

Eu pude suspirar e caminhei até Thomas um tanto preocupada. Ele pegou o seu celular do chão e me encarou com um sorriso aliviado.

—Se aquele filho da puta tivesse quebrado o meu celular, eu juro que chamaria a polícia. —Ele declarou em um tom brincalhão, mas depois daquela cena, eu não via tanta graça nas suas palavras. —O quê?

—Ainda pergunta?! —Eu debochei. —Quem é esse cara e o que ele queria? —Questionei cruzando os braços.

—Maggie, você é muito gente boa, mas eu não lhe devo satisfação. —Ele declarou, fazendo com que a minha feição fosse de séria a raivosa em meio segundo. Eu bufei e lhe dei as costas, ele tinha razão, aquilo não era da minha conta. A sua vida não era da minha conta. Ele não era da minha conta.

Eu comecei a caminhar pelo corredor, mas senti seus dedos em volta do meu braço.

—Ei, desculpa... —Ele começou dizendo e fazendo com que eu o encarasse. —Eu fui grosseiro sem precisar. —Ele declarou.

—Foi mesmo! —Eu declarei convencida e fazendo com que ele tirasse a sua mão do meu braço.

—Desculpa. —Ele disse novamente e eu suspirei.

—Tudo bem... —Eu o respondi. —Mas o que aquele cara queria? —Insisti na pergunta.

—Eu tinha um trabalho para fazer para ele, mas o prazo era até sexta-feira. —Ele declarou. —Eu entreguei o que ele queria, mas ele estava meio puto porque estava fora do prazo.

—Entendi... —Comentei mais tranquila.

—E você, o que faz aqui em cima? —Ele questionou tirando uma mecha do meu cabelo da frente do meu rosto.

—Vim falar com um dos meus professores. —Eu comentei dando de ombros.

—Você é tão linda. —Ele disse, o que me surpreendeu. —Não me encare assim, você sabe que é linda. E sabe que eu gosto de você. —Ele declarou e eu revirei os olhos.

—Que eu sou bonita eu sei mesmo, agora, que você gosta de mim... Isso é novidade. —Comentei sorrindo, fazendo com que ele correspondesse.

—Eu não deveria, mas é difícil. —Ele dizia enquanto me encarava de cima a abaixo.

—O que é tão difícil? —Questionei com o tom mais inocente que podia.

—Você sabe... Resistir a você... —Senti suas mãos tocando a minha cintura e nossos corpos foram colados.

—Então não resista. —Eu sussurrei com meus lábios próximos aos seus.

Ele sorriu e mordeu o lábio inferior, segurando a minha mão em seguida e me puxando para o outro lado do corredor. Ele abriu a porta e me puxou para dentro, fechando a porta em seguida. Thomas me encostou contra a porta e eu pude ver o brilho nos seus olhos azuis e sorri.

—O que você vai fazer? —Questionei como se já não imaginasse as coisas mais luxuriosas para fazer naquela sala minúscula.

Ele nem se deu o trabalho de me responder, apenas selou de uma vez seus lábios aos meus, fazendo com que as borboletas na minha barriga se eriçassem. Deixei que minhas mãos fossem a sua nuca enquanto seus dedos apertavam a minha cintura enquanto me puxavam para si de uma forma selvagem e cheia de desejo. Sua língua explorava cada milímetro da minha boca e eu só me deixava levar pelo misto de sentimentos que explodiam em meu peito.

—Deus, garota. —Ele sussurrou enquanto encostava a sua testa na minha. — O que você está fazendo comigo?

Eu sorri.

—Estou te fazendo enxergar que eu sou a mulher certa para você. —Eu declarei e ele soltou uma risada breve e analisada antes de voltar a selar os nossos lábios em um beijo delicioso.


Notas Finais


BEIJOOOOOOOOOOOOOOO! BEIJOOOOOOOO! BEIJO BEIJADO EIN?! haha

E aí, o que acharam desse capítulo? Gostaram do beijo? O que será que Camille vai dizer a Margot quando souber sobre esse beijo? Será que Thomas vai terminar com Ellouise depois disso? O que será que vai acontecer? Aceito palpites!

VsUN será provavelmente uma história de 25 a 30 capítulos, talvez tenha menos de 25, mas é difícil. Eu fiz o plot dela hoje esse me pareceu um número de capítulos razoáveis para toda a história que tem que ser contada.

Enfim, espero que tenham curtido esse capítulo e preparem-se que no próximo capítulo a Margot vai ter uma conversa bem desagradável com a Camille e uma mais desagradável ainda com Ellouise.

Beijos, SweetDrama


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