História VENDETTA! VENDETTA! (Uma história sobre amor e vingança) - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias David Cook, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), S.H.I.E.L.D., Wolverine, X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, David Cook, James "Logan" Howlett (Wolverine), Personagens Originais, Peter Parker, Steve Rogers
Tags Ester, Irmãos, Mutante, Vendetta
Visualizações 23
Palavras 2.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, demorei mas tô aqui. Espero que gostem do capítulo, foi feito com muito carinho.

Boa leitura. 📚

Capítulo 32 - X-men


Fanfic / Fanfiction VENDETTA! VENDETTA! (Uma história sobre amor e vingança) - Capítulo 32 - X-men

Calor. Era o que Ester sentia naquele momento, mas era um calor bom. Delicioso, na verdade. Um tipo de calor que subia e descia por todo seu corpo. Peter lhe deu seu melhor sorriso e seus olhos brilharam, de alegria, de excitação, de amor. Ele aproximou seu rosto do dela e depositou o mais suave dos beijos em seus lábios. Parando à um centímetro de seu rosto, segurando-o entre suas mãos, ele sussurrou, com a voz rouca e pesada:

- Eu te amo.

O mundo se abriu em volta dela e Ester se imaginou flutuando com aquelas palavras. Ela o beijou, apaixonadamente, e se perdeu nele, de corpo, alma e coração.

Ester sentiu outra onda de calor intensa e deliciosa atravessando seu corpo, os batimentos cardíacos acelerados fazendo seu corpo pulsar, agora completamente nu sob o dele.

Beijos, abraços e calor debaixo dos lençóis. Ela se sentia cada vez mais completa. Não demorou muito até Peter sussurrar seu nome em seu ouvido e se encaixar nela. Não existia nada melhor. Ester olhou para Peter - Peter e seu corpo perfeito -, e sentiu a respiração falhar. Nunca estiveram tão próximos assim, nem seus corpos, nem seus pensamentos. Por um momento ela tentou imaginar como ele era quando adolescente, com quinze anos, antes de ser picado pela aranha. Não conseguiu levar a imaginação muito longe, pois Peter beijava seu pescoço, deixando uma trilha molhada da base da orelha até os seios, apertava seu quadril e a enlouquecia.

Ester puxou seu corpo ainda mais contra o dela - como se isso fosse possível - e arranhou suas costas. Peter passou os braços por baixo de seu corpo e a puxou enquanto sentava, fazendo-a ficar sobre si e colando seus lábios aos dela. Movendo-se juntos, num ritmo perfeito, harmonioso e lindo, como uma música. Ester sentia que cada centímetro de seu corpo estava em chamas, e em cada centímetro que era tocado por Peter sentia uma onda de prazer deliciosa, incontrolável, e ambos sabiam que não durariam muito mais. Abraçando-se mais apertado ainda, e sem diminuir o ritmo, sentiram o mundo à sua volta explodir em cores, ao mesmo tempo.

Ainda encaixados e sem abrir os olhos, eles caíram de volta na cama. Ficaram apenas se olhando e sorrindo enquanto suas respirações voltavam ao normal. Depois de passados alguns minutos, Ester foi até o outro lado da cama e puxou o lençol de volta sobre seus corpos, e deitou abraçada ao seu peito forte.

- Não está cansado? - ela perguntou, encarando-o com um sorriso.

- Um pouco. - ele respondeu, no mesmo tom. - Mas nós deveríamos dormir. Se você quiser sair cedo. - ele completou, lembrando-se do que tinham combinado. - Olha, eu não sei o que pode acontecer amanhã, e sinceramente tenho medo de acabar sendo perda de tempo, mas seja como for, nós vamos ficar juntos. Entendeu?

- Sim, senhor, comandante. - ela respondeu, rindo e agarrou sua mão. - Agora vamos dormir que eu estou mais do que cansada. - ela disse, já de olhos fechados, parecia estar falando em modo automático. - Boa noite, lindo.

Peter ficou surpreso com a forma simples em que Ester dissera aquela palavra. Uma demonstração de carinho quase inconsciente, mas apaixonante de qualquer forma. Peter fechou os olhos e beijou seus cabelos.

- Boa noite, meu amor. - respondeu.


O dia estava claro e limpo, às 7:00 da manhã. Ester terminava de arrumar a mesa do café da manhã, indo de um lado para o outro da cozinha, caçando pães e frutas. Quando se sentou à mesa, viu Peter saindo do quarto, com o cabelo bagunçado e o rosto com uma marca feita pelo travesseiro. Estava também sem camisa, e a calça estava baixa em seu quadril. Aquela imagem era tentadora para ela.

Peter era um homem de vinte e um anos, com cara de quinze e a cabeça de um menino de doze. Mas para Ester isso pouco importava. Chamou-o para sentar junto dela e comer alguma coisa antes de saírem.

- Você já sabe o endereço da escola? - Peter perguntou, enquanto abocanhava uma pêra. Olhava para ela.

- Sei. - ela respondeu, com um sorriso discreto. - Pedi para o Scott procurar para mim assim que acordei. Não é tão longe quanto eu pensei que fosse. É aqui em Nova York, inclusive.

- Legal. - ele disse, e apontou para a porta do quarto de David. - Seu irmão era mesmo um gênio. Seria incrível trabalhar com ele. Até mesmo para o sr. Stark.

- Tenho certeza que meu irmão seria adorado por ele se tivessem se conhecido antes. - ela disse, com um sorriso enorme. - Quase tanto quanto ele adora você.

Peter sorriu para ela e levantou. Deu uma piscadela e foi para o quarto, disse que iria se vestir para poderem ir.


- Para onde? - perguntou Peter, enquanto dirigia.

- Salem Center. - ela disse, olhando para frente, depois para o computador que estava sobre suas pernas. - Westchester.

- No Condado? - ele indagou, olhando para ela, com uma sobrancelha arqueada.

- Isso mesmo.

- Está tudo bem? - ele perguntou, segurando a mão dela. - Se alguma coisa estiver te incomodando é só falar.

- Eu só não sei o que esperar. - ela disse, segurando forte sua mão. - Imagino que vão me prender em uma prisão de segurança supermáxima quando souberem tudo o que eu fiz. - ela baixou a cabeça e fechou os olhos. - Eu não devia ter feito aquilo. Na verdade eu não queria fazer nada daquilo. Mas sempre que eu pensava nele eu ficava com muita raiva, e eu tinha que liberar essa raiva. Era como se tivesse uma voz na minha cabeça que dizia: Mata eles. Eles mataram seu irmão, e merecem sofrer. Eu não conseguia controlar. Eu queria matá-los, mesmo sem querer de verdade. Eu sei que é estranho, complicado demais, mas é assim.

- Está tudo bem. Se eu entendo eles também vão entender. - ele disse e ela sorriu para ele, um sorriso de agradecimento, pacífico. Ele sorriu de volta. - Então, qual o resto do endereço? - ele perguntou, franzindo a testa. Ester riu.

- Avenida Graymalkin Lane, - ela respondeu, ainda rindo - n°1407.

- Estamos perto. - ele disse, focado na estrada.


- Wow. Eu sei que Westchester é um lugar chique mas, wow. - disse Peter, de boca aberta, em estado catatônico, olhando para a mansão à sua frente. - Tem certeza que é o endereço certo?

Ester olhou para o que mais parecia um castelo à diante. Ainda de dentro do carro pôde ver a placa no muro, logo ao lado do portão, que dizia: Escola Xavier para Jovens Superdotados.

- Certeza absoluta. - ela disse, já saindo do carro.

Quando se aproximou do portão viu um X entalhado do meio do portão, na altura de seu ombro. Quando tocou a letra ela se dividiu ao meio, e o portão abriu, sem emitir som algum. Na entrada, logo depois do portão, havia uma estrada de ladrilhos de cerca de quinhentos metros até a porta. O jardim era vivo e florido, e as eras subiam pelas paredes do palacete.

- Seja bem vinda, Ester. - ela ouviu alguém dizer, uma voz masculina suave, olhou em volta mas não viu ninguém. Olhou para Peter, que deu de ombros.

- Você sabe meu nome? - perguntou, olhando para a mansão à sua frente.

- Sim, eu sei. Estava esperando por você. Entre!

- Onde estão os alunos? - Ester perguntou, enquanto caminhava até a porta.

- Alguns estão em sala de aula, e outros estão no jardim, atrás da casa. Não precisa se preocupar com eles.

- OK. Obrigada. - ela disse, chegando à metade do caminho, onde havia uma estátua.

- Com quem está falando? - perguntou Peter, atrás dela. Ela virou para ele e o viu com a sobrancelha arqueada. Ela franziu a testa e ele deu de ombros.

- Você não ouviu? - ela perguntou, e ele apenas negou com a cabeça. - Eu ouvi… - ela começou, sem saber como explicar. - Alguém me disse para entrar. - ela disse, apontando com o polegar para a porta. - Vamos.

Ela segurou a mão de Peter e o puxou junto. Ao se aproximar da estátua percebeu que ela ficava bem no centro de um enorme X no chão. Uma praça em forma de X com alguns bancos espalhados, embaixo de árvores e perto da estátua. A estátua era de uma mulher, muito bonita, de cabelos longos e com as duas mãos estendidas à frente. Na base que sustenta a escultura está escrito, em uma placa de metal, o que deveria ser o nome - ou alter-ego - da mulher, com certeza uma mutante, também: À Fênix.

Quando parou, diante da porta, pensou em bater, mas assim como o portão, a porta se abriu, aparentemente sozinha. A porta grande era a entrada principal de um primeiro salão enorme em uma mansão que era quase um castelo, mas lá dentro não estava tão vazio quanto o jardim da frente. O padrão de cores é decoração clássicos e incrivelmente charmosos e delicados.

A casa estava cheia de crianças e jovens, de várias idades, indo de um lado para o outro, subindo e descendo as escadas. Algo a dizia que deveria subir também.

Ela subiu as escadas levando Peter junto, sentia que com ele seria mais fácil. Andando por diversos corredores, um após o outro, e subindo mais alguns lances de escada, ela parecia decidida e, apesar de nunca ter estado ali, seguiu aquele caminho sem exitar, como se soubesse exatamente o que fazer.

- Ester, para onde estamos indo? - perguntou Peter, considerando estranha sua atitude.

- Eu não tenho certeza. - ela respondeu, com expressão como se não entendesse a pergunta. - Falar com o dono do lugar, eu acho. Não me desconcentre! Vamos.

Depois de mais um lance de escadas e alguns corredores - de um lugar tão bonito que a fazia se sentir em um castelo de verdade, e tão nervosa que parecia estar indo encontrar, não o diretor de uma escola, mas a própria rainha Elizabeth -, eles entraram em um grande corredor branco e prata, o lugar mais monocromático que havia ali. Nas extremidades do corredor havia o que pareciam ser portas, redondas e grandes, com um X enorme estampado em casa uma delas, como no portão da frente.

No corredor atrás deles, que seguia em outra direção e era semelhante ao resto da casa, haviam, apenas, duas portas de madeira maciça, uma de frente para a outra. De uma delas saiu um homem alto e bonito - não parecia ter mais de quarenta anos -, com um par de óculos escuros e alguns papéis nas mãos. Caminhou em direção à eles sem parecer surpreso ao vê-los ali.

- Olá, eu sou Scott. - ele se apresentou, estendendo a mão, primeiro para Ester, que estava na frente, depois para Peter. - Summers. Sejam bem vindos à Escola Xavier.

- Você é Scott Summers, o Ciclope? - perguntou Peter, animado.

- Sim, sou o Ciclope. - Scott respondeu educadamente. - Os outros X-men estão no andar de baixo. Você deve vir comigo. - ele disse, apontando para Peter, depois se virou para Ester. - O Professor está esperando por você no escritório, de onde eu saí. - ao ver que ela não esboçava nenhuma reação, nem boa nem ruim, ele acrescentou: - Ele é um cara legal. Não precisa se preocupar. Ele sabia que você viria e já estava esperando por você.

- É isso que me assusta. - ela disse, baixinho e virou na direção de Peter. - Foi para isso que eu vim. Não foi? - ela indagou, levemente nervosa. Sem se incomodar com a presença de Scott, Peter a abraçou. Ela o beijou, como um toque suave e deu passo para trás. - Te vejo daqui a pouco.

Sem esperar por eles, Scott caminhou em direção à escada. Peter foi logo atrás dele e Ester seguiu o resto do caminho até porta. Parou um instante, olhou para os lados, respirou fundo e levantou a mão, pronta para bater. Mas antes que seus dedos tocassem a superfície de madeira, uma voz veio até ela, não sabia de onde, mas estava ali. A mesma voz que ouviu quando chegou na casa.

- Não precisa bater. - disse a voz. - Pode entrar. 


Notas Finais


É isso aí. Espero que tenham gostado, comentem o que acharam.
Elogios, críticas, sugestões... Tô aceitando.

Beijos de luz 😘😘😘


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