História Vendida Ao Traficante - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bdsm, Dono Do Morro, Hot, Sexo, Submissa, Traficante, Vendida
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Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Capítulo Quatro - Eu não sou obrigada


Tuka havia me deixado presa no quarto durante dias depois da visita da Thainá e eu só via alguém três vezes ao dia que eram os horários que vinham deixar comida para eu me alimentar e não morrer de fome. Durante o resto do dia, eu estava ficando louca, porque não tinha ninguém para conversar, um livro para ler ou uma televisão para assistir um filme ou uma série. Eu simplesmente ficava o dia todo olhando para o teto e para as paredes.

Quando ele disse que eu seria sua prostituta particular, imaginei que isso incluísse sexo, muito sexo.

Não que eu esteja achando ruim, longe de mim reclamar que ele não está vindo transar comigo, só que é estranho.

Estava quase dormindo novamente quando a porta se abre e o Tuka entra por ela fazendo meu coração acelerar.

— Qual foi, garota? Por que tá me olhando assim? — ele pergunta grosso.

— Assim como? — o olho confusa.

— Como se quisesse que eu te comesse. — reviro os olhos e volto a deitar fingindo que ele não está ali. — Responde, caralho!

— Me poupe, Tuka. Eu não quero que você coma. Só estou surpresa por você estar aqui.

— Sei. Só vim te dar o papo que vamo colar no baile hoje e é para você estar pronta em meia hora.

— Eu não quero ir.

— Tu vai, Larissa. Não tem k.o. Eu falei, Tu obedece, simples.

— Você é muito chato! — levanto da cama e procuro meu chinelo para calçar.

Sem que eu esperasse, Tuka fica a minha frente e me dá um tapa forte no meu rosto. Um tapa tão forte que saiu sangue do canto da minha boca.

— O papo aqui é reto e não faz curva, não vem pagar de louca aqui não Larissa. Se eu te mandar ir comigo no baile, você vai comigo. Se eu te mandar abrir as pernas, você abre. Sacou?

— Eu não sou obrigada a nada disso. — falo baixo quase chorando e com a mão em cima da minha boca ensanguentada.

— Tu quer sair fora? Vaza, então! Mas não esquece que os manos estão atrás de você e quando te encontrarem vão fazer coisas bem piores que te dar um tapinha. — Tuka me ameaça em alto e bom tom apontando o dedo na minha cara.

— Tá. Eu vou com você no baile funk.

— Não vai com roupa muita curta ou decotada, sem chamar atenção patricinha — é a última coisa que ele diz antes de sair.

Patrícia trouxe algumas roupas pra mim há alguns dias atrás e infelizmente, eu não pude vê-la, mas agradeci por ela ter vindo.

Vou até o armário, onde eu havia guardado e organizado as peças, pego um short minúsculo e um cropped e as coloco em cima da cama.

Tomo um banho rápido, faço uma maquiagem básica, porque não tinha tempo para fazer uma produção mais elaborada e me visto. Calço um tênis que era o único calçado que eu tinha fora o chinelo.

Me olho no espelho para ver como estou e vamos dizer, que eu estava apresentável.

Não sabia se esperava o Tuka no quarto ou saia, então fiquei alguns minutos em frente a porta e ela ser aberta bruscamente e me acertar em cheio.

Obviamente, cai no chão, só para a vergonha ser pior.

— Que porra tu tava fazendo aí louca? — Tuka pergunta estendendo a mão e eu a pego e ele me puxa para que eu levante.

— Eu estou tonta. — falo sentindo tudo ao meu redor girar e ele me pega nos braços e me coloca deitada na cama e senta-se ao meu lado.

— Calma, mina. Tu não pode morrer agora. Eu ainda nem te comi. — eu sinto vontade de rir pelo que o Tuka falou, mas minha cabeça ainda estava doendo muito.

— Não comeu, porque não quis. Preferiu a louca varrida lá. — que porra que eu estava falando?

Agora pronto! Ele vai achar que eu estou com ciúmes dele. Puta merda!

— Ta ansiosa né, não vai faltar oportunidade, eu prometo. — ele dá um beijo na minha testa e se levanta para ir embora.

— Pra onde você vai?

— Pro baile.

— Ué, eu também não vou?

— Tu acabou de bater a cabeça, fica na sua ai. Mais tarde eu volto para ver como você tá. — Tuka sai do quarto me deixando sozinha e eu fico muito indignada de ter perdido a chance de sair dessa prisão.

Tomo um remédio para dor de cabeça e deito para ver se a dor passa, mas acabo pegando no sono e acordo horas depois sentindo alguém deitando-se na cama comigo, mas especificamente em cima de mim.

— E ai ta suave? — Tuka sussurra no meu ouvido, fazendo minha pele arrepiar

— Bem. — respondo baixo e o mesmo começa beijar meu pescoço.

O quarto estava escuro, eu não conseguia enxerga-lo, mas consegui sentir seu pau ficando duro encostando na minha intimidade.

— Deixa eu te foder.

— Não.

— Eu sei que você quer.

Ele abre o botão e logo em seguida o zíper do meu short e desliza até os meus pés e o joga no chão.

— Para. Eu não quero. — minto descaradamente.

Uma de suas mãos entra na minha calcinha e minha mentira fica mais óbvia.

— Você tá bem molhadinha para quem não quer heim. — ele fala com ironia e começa a massagear meu clitóris.

— Oh, Tuka! — gemo e a única coisa que quero é que ele não pare.

— Geme, gostosa. Geme pra mim. — precisava ver tudo isso, então estico a minha mão até a escrivaninha ao lado da cama e ligo o abajur.

Não resisto ao seu toque e começo a rebolar e ele sorri satisfeito.

Coloco minhas mãos na sua nuca e o beijo.

— Me come. Me faz sua. — imploro sem nenhum resquício de dignidade.

— Você me deixa louco. — ele para de me masturbar, me fazendo gemer em reprovação para tirar meu cropped com brutalidade e a sua roupa apressadamente.

Já pelados, o Tuka encaixa sua boca em um dos meus peitos e acaricia o outro com a mão. Ele passa a língua pelo biquinho do meu peito que já está rígido e eu meus gemidos se tornam cada vez mais alto.

Na hora que ele começa a beijar meu corpo indo em direção a minha boceta, alguém bate na porta e somos atrapalhados novamente.

— Tuka? Tá aí? — uma voz familiar do outro lado da porta pergunta.

— Merda! A Thainá acordou. Outra hora a gente continua, branquela. — ele beija minha testa e se levanta rápido, vestindo sua roupa e saindo do cômodo me deixando mais uma vez excitada e sozinha.


Notas Finais


Oi, oi!

Vocês estão gostando?

Estão ansiosas pelo hot? Eu não aguento mais enrolar KKKKKK

Se vocês verem qualquer errinho ortográfico ou gramatical, por favor, me avisem. Não fico com raiva e na verdade, agradeço, porque escrevo pelo celular e às vezes, o corretor é um c#.

Críticas construtivas continuam sendo bem vindas.

Obrigada por estarem lendo. 


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