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História Vendida para um estranho. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá, dudes! Aqui é uma conta nova e é a primeira vez que eu me arrisco a fazer fanfics originais.

Sendo o início de uma longa jornada (espero), escolhi um enredo clichê. Mas, é claro, com um toque aqui e lá, espero entreter vocês!

Alguns avisos necessários:

ㅡ talvez, em um determinado momento, adicionarei novas tags. TALVEZ.

ㅡ sou nova quando se trata de escrever nessa categoria, então tenha paciência.

ㅡ em determinados momentos da estória, tem cenas que podem causar gatilho como: violência.

ㅡ sobre os temas abordados: não faço apologia a nenhum, pelo contrário.

ㅡ a capa ainda está em andamento, então paciência.

ㅡ de vez em quando posso postar alguns spoilers lá na minha timeline, além de avisos importantes. Por isso é importante que me sigam, também avisarei sobre futuras histórias e eu AMO interagir com vocês, então caso queiram falar comigo é só me marcar lá!

Goodbye, fiquem com esse prólogo pequeno feito de coração..

Capítulo 1 - .prólogo


 

RIO DE JANEIRO

ㅡ O que? ㅡ a voz saiu esganiçada os lábios de Olívia, que estava em estado de choque após ouvir cada palavra sair da boca dos seus pais.

A menina de dezoito anos estava no cômodo que era uma mistura de sala e cozinha. Sentada no sofá maltrapilho verde sobre o chão de pedra, Olívia encarava os seus progenitores que estavam de pé, na sua frente, e seu olhar indicava o quão confusa e, confessava, assustada estava.

ㅡ Olívia, por favor, não torne isso tudo mais difícil… ㅡ sua mãe, possuindo grande semelhança com a filha e tendo o nome de Amanda, disse relutante. O peito da mais velha descia e subia rápido, indicando a sua respiração ofegante e o grande receio que sentia.

ㅡ Difícil? Isso é sério? ㅡ mudando de água para o vinho, Olívia se levantou do sofá e ergueu a própria voz. ㅡ Eu estava tentando estudar quando, de repente, vocês me vêem com uma baboseira digna de fanfic dizendo que eu fui vendida?

Os pais permaneceram quietos, escutando as palavras regadas de ódio da filha mais velha ㅡ reconheciam o motivo, bem sério, do estresse da filha.

ㅡ… Não ferra com a minha cara, vocês dois ㅡ Olívia terminou de falar olhando diretamente para o Lucas, seu pai.

O mesmo caminhou até a filha e, em uma tentativa de conforto, colocou a mão grande no ombro da mesma. Sua expressão não demonstrava irritação, porém também não demonstrava estar satisfeito pelo comportamento. 

ㅡ Olívia, isso é para o seu bem-

ㅡ CALA A MERDA DA SUA BOCA! ㅡ Olívia gritou exaltada, se afastando do toque do pai. Não queria ouvir desculpas esfarrapas, na realidade, não queria ouvir as vozes dos pais.

Tendo puxado a genética do pai, sempre foi uma menina alta e esguia. Nesse momento, suas  altas pernas tremiam e foi preciso se apoiar na bancada suja de resquícios de comida da cozinha, ou então poderia cair no chão. 

ㅡ Vocês se enchem de drogas, pedem ajuda para pessoas terríveis e eu tenho que pegar por seus atos? ㅡ Olívia sussurrou ouvindo a própria voz embargada e se virou de costas para os progenitores, ainda apoiada na bancada. ㅡ Eu não pedi para nascer

Os olhos castanhos se encheram de lágrimas que, sem hesitação, desceram como cascata pelo rosto delicado da Ribeiro. Conseguia sentir o próprio coração acelerar mais a cada batida e, juntando com a sua respiração mais ofegante, podia adivinhar que estava surtando.

Só deveria ser mais um dia comum, como todos os outros desde que fizera os seus quinze. Estudar para obter notas melhores, falar para os caras maus que não tinha dinheiro, ficar um pouco na rua e conversar com os amigos.

Deus, queria até ver o filho irritante da vizinha correr pela rua esburacada atrás de pipa.

Mas, como uma grande e terrível bomba, os pais deram a notícia que, por meio de um contrato, foi vendida para um homem que nem ao menos mora no Brasil.

Foi descartada como um lixo.

"Isso é ridículo e patético", pensou e mordeu fortemente o lábio inferior tentando conter os próprios soluços desesperados.

Dois minutos de tensão se passaram, até alguém bater na porta anunciando que um visitante estava esperando.

ㅡ Quem é você? ㅡ Lucas perguntou encarando o homem com uma terrível expressão.

Sua expressão se manteve assim até o homem lhe entregar uma agenda com uma capa praticamente nova, onde tinha um bilhete escrito.

ㅡ Ah, entendo. ㅡ falou sério consigo mesmo. O homem encarou a esposa que, logo entendendo, moveu os olhos para as costas da filha.

Essa que, se movendo para olhar os pais, finalmente observou o visitante. Já podia dizer que certamente não morava pelas redondezas; um terno chique e cabelos alinhados, além de óculos escuros ㅡ que Olívia não sabia dizer o porquê do uso, já que fazia frio.

ㅡ Mãe? Pai? ㅡ fez um questionamento, sentindo o rosto molhado e marcado pelas lágrimas. 

ㅡ Filha… ㅡ Amanda falou no melhor tom que conseguia encontrar. ㅡ Está na hora de ir.

As mãos da mesma começaram a tremer e, sentindo a angústia atingir por completo o seu coração, abaixou a cabeça. 

 

Já poderia dizer que odiava a sua vida?


Notas Finais


Esse foi o pontapé para a estória, meus amores. Ainda temos muito para explorar ainda, então fiquem comigo! Hoje foi do ponto de vista do narrador, mas também posso fazer da vista da Olívia (ainda estou pensando na possibilidade).

ㅡ Olívia Ribeiro como: Zendaya Maree Stoermer Coleman.

ㅡ Lucas Ribeiro como: Chiwetel Ejiofor.

ㅡ Amanda Ribeiro como: Zoë Saldaña.


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