História Vengeance - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Tags Miraculous
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Palavras 723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, não sei se alguém aí ainda deve me acompanhar. Mas já escrevi outras 2 histórias e apaguei, pois com nenhuma nunca estava 100% satisfeita e por isso não tinha ânimo pra prosseguir com elas. Essa me veio repentinamente da cabeça e espero realmente que der certo.
Espero que gostem e bonne lecture! ❤️

Capítulo 1 - Prólogo


    A praça ao ponto de vista da pequena nunca tinha estado mais bela, dedilhava atentamente as folhas caídas ao pé da árvore bordo, enquanto os preciosos olhos azuis focavam na copa da árvore, as crianças brincavam atrás de si alegremente nos brinquedos coloridos que ocupavam uma parte dali, a primavera ainda não havia chegado, mas tinha certeza que o outono sempre foi uma das estações mais bonitas e por ela nunca deixou de ser admirado. Apesar da pouca idade sempre foi uma menina na concepção dos outros considerada durona, poucas foram as vezes que chorou e poucas foram as pessoas que presenciaram. Quando sentia vontade de se esvair, afastava-se, passava longe da cabeça de uma menina de doze anos ser vista como fraca.

  Mas naquele dia, seus sentimentos afloraram mais do que deveriam. Tinha um sentimento de raiva misturado com o de tristeza no peito, Lila havia a tempos planejado algo contra azulada, invejava a admiração que todos tinham sobre ela e fazia de tudo para que de alguma forma alguém ficasse contra a menina. 

- Porque está chorando ma fleur? - Sabine Cheng aconchegou-se ao pé da árvore junto da filha.

- Não estou chorando. - limpou uma lágrima que fugia sutilmente dos seus olhos

- Sou sua mãe, sabe que comigo não precisa fingir, ou não sou mais sua amiga?- Marinette olhou para o céu e suspirou, ela não tinha nenhuma culpa do que havia acontecido.

-Lila me acusou de ter roubado a medalhinha do colar dela, acharam no meu armário e Luka disse que nunca iria continuar sendo amigo de uma ladra como eu.

- E você roubou a medalhinha?

-Mon Dieu! Mas é claro que não!

-Então porque está desse jeito?- Marinette focou a atenção no rosto da maior, era sério uma pergunta daquelas?

- O que você acha? A pessoa com quem eu mais me importava virou as costas pra mim, esperava o que? Um sorriso mama?

- Marinette, se esse menino realmente fosse seu amigo não acharia que nesse momento ele acreditaria em você?- os olhos inchados abaixaram e focaram novamente nas folhas laranjadas caídas no seu lado-  Essa situação só lhe mostrou quem realmente é para estar ao seu lado Mon petit, independente da Lila ter feito isso ou não, uma hora ou outra ele iria provar o caráter dele a você.

O silêncio se instaurou entre as duas. Mas não daqueles desconfortáveis, um bom, que fez a pré- adolescente reflitir um pouco sobre o acontecido e avaliar se realmente as lágrimas que escorriam a alguns minutos atrás estavam valendo a pena. O único problema era que o guitarrista era mais que um amigo pra ela, só não sabia disso.

- Gosta dele não é?- ela ficou novamente em silêncio, deixando ali a certeza do que Sabine suspeitava- Sabe, li uma vez em algum lugar uma frase que nunca mais esqueci Marinette. 

-Qual?

- "Podem haver tanto tons de amor, quanto há tons de azul no céu" - a pequena olhou pra Chinesa tentando chegar em alguma conclusão do que a mesma havia acabado de dizer, mas a única coisa que pareceu surgir foi um ponto de interrogação na testa.

-Como assim?

- Você está crescendo, logo descobrirá.


                             *°°°°°°°°°°°*

  Encarou novamente a foto que destacava o porta retrato da cômoda da sala, uma mãe e uma filha com sorrisos estampados no rosto enquanto faziam croassants para o natal, na cabeça dela isso nunca tinha parecido tão melancolico como agora.

   Já tinha se passado quatro anos desde o massacre que levou brutalmente Sabine no museu do louvre, decidiu sair de Paris e mudar-se pra Lyon depois da tragédia que atormentou a cabeça dela por tanto tempo. Agora uma havia se tornado uma mulher, formada em moda e pronta para voltar a Paris e retomar sua vida trabalhando em alguma empresa qualquer que aceitasse seu currículo, em outras circunstâncias teria se preocupado mais e com certeza investido em alguma que fosse mais renomada como é a Agreste, mesmo tendo que aturar Adrien e suas milhões de perguntas. Porém aos vinte e um anos o que cercava a cabeça da azulada era um objetivo bem maior do que os outros imaginavam.

 Ela estava a procura de justiça e vingança aos que tinham tirado a alma da sua mãe de si, e estava disposta a tudo para conseguir o que queria.

-ils vont gagner ce qu'ils méritent.



Notas Finais


Ma fleur = minha flor
Mon Dieu = Meu Deus
Mon petit = minha pequena
ils vont gagner ce qu'ils méritent = eles terão o que merecem


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