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História VENOM : Encarcerado - Capítulo 1


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Notas do Autor


Está fanfic não segue fielmente as histórias em quadrinhos, leia em mente que é uma história e origem totalmente independente das HQs

Capítulo 1 - Brock


Fanfic / Fanfiction VENOM : Encarcerado - Capítulo 1 - Brock

[Michelinie & McFarlane Federal Prison - Iowa (EUA)]

[16:44 PM]

Depois de trinta anos de história, Michelinie & McFarlane State Prison recebe o seu prisioneiro mais perigoso. Acompanhado de polícias altamente treinandos, Edward Charles Allan Brock chega ao seu destino. Calado e sério, Eddie Brock passa por todos os protocolos, é como uma receita de bolo, depois de todo o passo-a-passo, o bolo vai ao forno. Mas se tratando de Eddie Brock, essa comparação é totalmente controversa.

[17:33 PM]

Brock é levado até a sua cela, dessa vez acompanhado apenas de um guarda e um carcereiro. Enquanto andam pelo pavilhão, é possível ouvir comentários de veteranos, típicas provocações para amedrontar os recém-chegados. Em meio as provocações, Eddie continua indiferente, calado e inespresivo, no entanto, em seu íntimo há ódio, autoconfiança e um forte anceio de JUSTIÇA e VINGANÇA

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JUSTIÇA & VINGANÇA

Duas substâncias que são constantemente unidas pelos amargurados, mas essas são duas substâncias que não se misturam.

Está ilha é o lugar perfeito para Eddie descarregar seu ódio e alimentar seus obscuros desejos. Não se trata de um presídio de segurança máxima qualquer, se trata de um terreno abandonado, esquecido e nulo de juizes, é quase uma sociedade a parte, não há precaução, todos os atos tem consequências tardias. Nesta ilha, há pouca energia elétrica, não há câmeras e não tem extintores de incêndio, há uma infermaria, mas se alguém precisar sobreviver, vai ter que sobreviver a uma tragetoria de sete quilometragem até a cidade de barco, não há cobertura de telefone ou sinal de internet na ilha, então não é possível solicitar um helicóptero e o hospital de emergência mais próxima fica pouco menos de cinco quilômetros. Se a prisão federal Michelinie & McFarlane fosse o inferno, Eddie Brock seria o diabo.

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Eddie é finalmente desalgmado dentro de sua nova casa de três metros por dois que por caso, já tinha um dono. Eddie era como um intruso numa concha apertada, e seu primário dono, um condenado que mede um metro e noventa e quatro, cento e seis quilos de músculos e nenhum cabelo o vê como uma presa menor e mais fraca, de repente, ele muda de percepção radicalmente.

Quando Eddie começa a olhar nos olhos de seu "colega" primário, ele [colega] rapidamente muda de atitude, ele acaba sentido um medo como nunca antes, suando frio, é como se ele estivesse cara-a-cara com o seu maior medo. O que havia de errado com a aura de Eddie Brock? 

Brock percebe o pavor de seu colega e decide brincar com a situação. Eddie então exibe um sorriso maligno em seu rosto, fazendo a tensão de seu colega ficar ainda maior e quando o ápice do medo está próximo, uma língua não-humana enorme saí da boca de Eddie, uma língua tão grande que quase alcança o abdômen de Eddie. O pavor é tão grande que o condenado perde o ar e não consegue falar por um tempo, era algo tão sinistro e impensado que o fez vomitar no sanitário da cela.

[01:04 AM]

O grito aprisionado do prisioneiro finalmente pode ser desencadeado durante a madrugada. Outra surpresa perturbadora, o condenado estava dormindo na parte de cima da beliche, enquanto Eddie havia se deitado na pare debaixo no início da noite. De repente o condenado da parte de cima sente algo pingando em seu rosto, mas não poderia ser chuva, pois as paredes são bastante rígidas. Foi só quando abriu os olhos que ele pode perceber algo IRREAL. Ele reagiu com um grito tão alto que reveberou no pavilhão inteiro de cima para baixo e logo em seguida, ele cai ao chão. Mas, o que poderia fazer um homem alto, forte e capaz de atos tão cruéis de repente sentir um desespero incondicional? Um HOMEM, sim, um homem... Um homem dormindo, um homem dormindo no TETO! Era Eddie Brock surpreendendo mais uma vez, ele estava com o corpo grudado no teto, como um inceto, ou um aracnídeo.

- Não perturbe. Nosso estado de espírito requer quietude. Então, por favor... SILÊNCIO!

Depois do pedido sincero, nem mesmo uma mosca ousou zumbir naquela noite. Todo o pavilhão pode ouvir claramente a última palavra.

"Não perturbe. Nosso estado de espírito requer quietude. Então por favor...", Essas foram palavras que sairam da boca de Eddie Brock, porém, ele não gritou "Silêncio". Uma boca com duas vozes, um corpo com duas vidas, este é Eddie Brock.

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