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História "Vênus" - Yandere! Reverse Harém - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Ei, mais um capítulo para todos que deram uma chance para a história! Bem, consegui terminar graças ao meu "tempo livre" de quarentena. Espero que todos que estão lendo aqui estejam seguros.

Ah, e falando sobre a situação, estou meio que preocupada com a escola - se com professores ensinando já é difícil de entender, imagina se eles apenas largarem tarefas para a gente passar o ano inteiro fazendo?
Eu não acho que minha escola vai dar a iniciativa de usar Skype ou outros meios de vídeo-chamada (ia acabar sendo uma coisa mt zoada), mas mesmo assim eu fiquei paranoica e bati boca com um colega meu sobre a gente ter aula. Agora que tudo aquietou, estou me sentindo uma estúpida por ficar me preocupando e ter tido a coragem de mandar áudio para o grupo. Eu me senti meio ignorada no começo, mas pelo menos alguém me respondeu.
Sempre passo mal quando converso em grupos grandes como aquele ou quando eu tenho que conversar com alguém que não conheço muito bem. Demoro em enviar mensagens - meus dedos tremem, erro a gramática e preciso corrigir cada palavra. E quando tento mandar áudios, gaguejo e tropeço nas palavras, então não há o que fazer senão assistir a conversa do grupo fluir sem mim.


Hah, depois desse desabafo, eu acho que dá pra entender que eu não sou uma pessoa social e nem uma pessoa tão calma.

Capítulo 2 - Sorriso de culpa malfeito


Fanfic / Fanfiction "Vênus" - Yandere! Reverse Harém - Capítulo 2 - Sorriso de culpa malfeito

[ 2 ] ; sorriso de culpa malfeito

 

COMO É GRANDE O TERROR QUE ESTÁ PARA VIR

QUANDO O JUIZ VIER PARA JULGAR

TODAS AS COISAS SEVERAMENTE!

 

  nome era conhecido por Aisha, já que ele era o líder do seu clube, ou seja, um especial.

― Akihito? ― repetiu. Ele era um cara meio louco e perigoso, mas tinha conseguido respeito da garota, pois dominava um assunto que praticamente não existia no cérebro dela (“Cavidades? É do ânus que ele fala?” “... Pelo menos você sabe o que é cavidade.” – isso foi em uma das conversas que teve com ele).

 Ela levantou o queixo para olhar a figura que a esperava de maneira paciente. Suas roupas não condiziam com o uniforme da escola, então não era um aluno. Poderia estar no final da adolescência (um homem, então? Talvez fosse mais velho do que aparenta) e era muito bonito. Tinha cabelo branco e olhos vermelhos como cereja, um albino.

 Sua aparência excêntrica a lembrou do seu coelhinho, Snow; porém, se pensasse mais profundamente, era uma comparação desagradável – o coelho morreu maneira bastante brutal.

  Tendo pensamentos mórbidos penetrando a cabeça antes pacifica, preferiu esquecer o coelho falecido e se concentrou na face agora neutra que enfrentava. De modo cético, Aisha indagou: ― Ele te disse o motivo?

― Não.

― Hm. ― coçou a nuca, e olhou para o teto de alto preço, tentando criar alguma hipótese. Foi rápida em desistir. Voltou o olhar para o desconhecido ― E qual é o seu nome?

― Não importa. ― não piscou. Não sorriu. Só respirou. Ele era capaz de emitir vibrações agressivas em silêncio (ou talvez fosse o constrangimento em ter uma conversa unilateral que causava a sensação ruim).

―... Oh. Ok.

 Foi o que ela murmurou antes de trancar a porta e tranquilamente segui-lo, tendo a sensação de que o tempo voava mais rápido pelos passos longos do sexo masculino.

 Era certo confiar em alguém que não usava o uniforme da escola e que também nunca viu? Quando isso acontece na Olympus, dá pra confiar, a segurança do Internato é muito rígida.

 Ao se adaptar em caminhar com o desconhecido, ela o provocou: ― Prazer em conhecê-lo, senhor “Não Importa”.

 Fez com que ele a fulminasse pelo canto dos olhos, a cabeça voltada para o caminho que guiava. Aisha sorriu e deu de ombros para o seu olhar ameaçador. Ela não era tão impulsiva, mas sentia que hoje deveria confiar nos instintos primitivos que todo ser humano tinha.

 Falando em instintos, sua barriga fez outro rosnado. Tampou o umbigo, tentando calar a boca da fera e olhou discretamente para o albino. A boca dele contorcia, sem sucesso algum em manter seriedade, mas conseguiu fazer isso depois de ver um grupo de alunos encarando.

 

 Era difícil não se envolver com a garota. Imprevisível e imatura; era assim que Aisha Ogura sempre foi. A impressão que ele teve na primeira vez que colocou os olhos nela nunca mudou. E isso foi há três anos, provavelmente.

― Klaus.

― O que? ― ela prestou atenção nele. Aisha foi capaz de caminhar ao lado dele, seguir para longe dos dormitórios e dos olhares curiosos, mesmo com pernas mais curtas.

― Meu nome. ― ele explicou de modo seco, mas secretamente achou engraço vê-la concentrada em apressar o passo ― É Klaus.

 

 Ele tinha mentido quando disse que não sabia o motivo. Era torturante saber o futuro horrível que aguardava a nanica, que ele tinha certeza de que não havia feito nada de errado. Por isso, a única coisa que ele poderia fazer por aquela garota era realizar um pedido simples: o nome dele.

 Ela merecia pelo menos saber quem ele era. Ela provavelmente se lembraria dele como o demônio que a guiou até o inferno.

 

 Quando a adolescente terminou de processar a nova informação, Klaus parou em frente ao edifício do Grêmio Estudantil, local no qual não esperava nunca entrar. Era um edifício exclusivo, lugar que Aisha não iria e nem iria querer pisar.

― Ah. Uh... ― ela começou a balbuciar, imaginando-se com suor frio escorrendo pela testa enquanto sentia o animal dentro dela se contorcer por comida. ― Eu fiz algo de errado?

― Não. ― teve a gentileza de responder e de opinar: ― Mas teria sido melhor se você tivesse.

 Antes de bater as portas numa sequência especifica e se afastar misteriosamente para onde eles vieram, Klaus lançou novamente o sorriso perigoso. Dessa vez, Aisha entendeu que os caninos a mostra eram apenas uma fachada do que sentia. Esperava que por trás da fachada não houvesse pena do que estava por vir (ah, mas os leitores sabem que era exatamente isso que ele escondia).

 “Mentiroso.” Sua voz na mente sussurrou, não podendo mais ver a figura do albino. Em uma recepção nada calorosa, as portas duplas se abriram e não havia ninguém atrás delas. “Hein?”

― Entre ― uma voz veio com chiados. Era um tom familiar, mas Aisha não sabia bem ao certo. Com ombros encolhidos, ela caminhou para dentro e as portas se fecharam num rangido característico de filme de terror, o que causou um arrepio acariciar as costas da adolescente.

 

 Assim como ninguém havia a recebido, não havia ninguém dentro. Era uma sala para recepção; havia um piano de cauda num canto e próximo dele estava um conjunto de sofás brancos com pés de ouro. O chão era marmorizado e tinha um tapete verde escuro longo o suficiente para chegar a outro cômodo. Ficava de frente para a entrada, escondido por outro par de portas.

 As paredes eram brancas e as janelas tinham cortinas douradas com bordados nas pontas inferiores e superiores. Havia pilares sustentando o teto de maneira desnecessária e estátuas de cópias renascentistas enfeitando a sala – uma estética grega, típica do internato.

― Siga para outra sala ― a voz disse. Escondido num canto do teto estava um rádio preto e pequeno. ― E entre na porta número três.

― Porta número três ― repetiu para si mesma e de modo hesitante seguiu as instruções do rádio. Antes que pudesse tocar a maçaneta de outro, a porta parecia não gostar dela e se abriu sozinha. ― Put—Poxa vida.

― Não toque em nada ― a voz avisou. “Ah, ótimo”, cantarolou Aisha, passando pelas portas, “Tem alguém me observando!”. ― Você vai sujar.

― Germofóbicos ― sussurrou tão baixo que nem mesmo ela ouviu. Averiguou o corredor, até encontrar uma porta com um “3” de ouro pregado. Dessa vez, ela parou em frente à porta, que também se abriu sozinha.

 

 

! p a r a b é n s !

conseguiu uma nova conquista! olha, uma playlist foi habilitada:

; playlist – “yandere vibes”

[[ o coelho branco ]]

 

CAN'T HELP FALLING IN LOVE; Elvis Presley Cover

THE WALL; PatrickReza

WICKED GAMES; Chris Isaak

DAZED & CONFUSED; Ruel

 

LINKS: Notas finais ↓

( quando você conseguir uma nova conquista, irá desbloquear mais músicas que irão representá-la. não é uma obrigação ouvir, é claro, mas aproveite, você merece <3 )


Notas Finais




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