História Vênus - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Amor Doce
Visualizações 34
Palavras 2.882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Sea Blue


[Cidade]

Fiquei o restante da semana pensando no que Lysandre havia me dito. Ele realmente achava que tudo na minha vida foi um "presentinho" sem merecimento e que eu só cheguei onde cheguei por causa do status do nosso pai? Ele quase disse a mesma coisa que os haters e o próprio Lysandre já me defendeu dos mesmos antes.

Aproveitei o final de semana pra sair e pensar sobre o que havia acontecido. Eu nunca precisei tanto como hoje refrescar as idéias.

Peguei Lyla e sai com ela.  Caminhar na calçada da praia fez tanto bem pra ela quanto fez para mim.

Eu marquei um horário para Lyla no petshop mas ainda estava muito cedo, então apenas continuei caminhando com ela pela calçada. Ela precisava de tratamentos especiais, desde New York ela não vai a um petshop.

O dia está com um clima tão bom, é uma pena que eu não possa aproveita-lo bem por conta do meu humor.

Comprei um suco de laranja — meu favorito — em um quiosque ali perto.

Quando me dei conta já estava quase na hora de deixar Lyla no petshop, melhor dizendo, estava na hora da mesma me arrastar pela coleira até o local.

[...]

Após deixar a Pitbull no petshop voltei para a avenida da praia pra olhar algumas lojas. Na ida eu vi algumas lojas que faziam bastante o meu gosto.

Parei em frente a uma vitrine e comecei a me olhar no vidro. A roupa de hoje estava bem diferente do que estou acostumada, mas eu realmente fiquei satisfeita com o resultado. (Notas Finais)

Continuei andando dispersa em meus pensamentos quando ouvi alguns "psiu" vindo dentro de uma lanchonete estilo havaiano. Apenas ignorei, provavelmente é apenas algum tarado. Tudo ficou claro quando do mesmo estabelecimento ouvi alguém dizer "baixinha", é óbvio quem é.

Olhei e vi um rosto familiar, com óculos escuros pretos e uma  roupa não tão diferente do de costume, em baixo de um guarda Sol de palha. Lá estava ele, Castiel.

- Você está me seguindo?

- Não sabia que você comprou a avenida e a praia também. - Ele esboçou um sorriso irônico e abaixou os óculos pra me ver melhor enquanto fazia um sinal com as mãos para que eu me aproximasse.

- O que você quer?

- Sente-se aí e apenas relaxe. - O ruivo pendeu a cabeça para trás e olhou o céu. - Está um bom pra ficar aqui sem fazer nada.

Após dizer isso ele voltou seu olhar para o mar que ficava no outro lado da rua. Estar aqui faz ele parecer mais "manso" que de costume.

- Garçom! Traga um suco de laranja para a moça.

- Não. Não precisa...

- Cale a boca! Eu que vou pagar, apenas aceite. O dia está quente e isso vai te ajudar a esfriar.

- Eu não preciso de caridade. 

- Como?

- Você está apenas sendo "legal" pois sabe o que houve entre Lysandre e eu.

Ele olhou pra mim com uma risada pequena em seus lábios. Ele parece achar graça no que eu disse, porém não concordou e nem discordou da minha insinuação.

Castiel é estranhamente fechado, todo tempo ele ficou em silêncio apenas olhando o mar. Pensei comigo: "Se ele quis a minha presença então por que não conversar?", mas ficou alenas em pensamento, se eu disser ele provavelmente vai agir feito um idiota.

- Como você sabia?

- O que? - Ele se vira pra mim expressando minimamente um pouco de tédio.

- Que eu gosto de suco de laranja?

- Mais cedo vi uma criança passeando com o cachorro. Ops! Melhor dizendo: um cachorro carregando uma criança... Pensei em chamar a polícia mas percebi que era apenas você, então deixei que seguisse caminho.

- Então você estava mesmo me seguindo!

- Eu nem saí do lugar.

- Hm... Mas você está errado.

- Em que?

- Não é "ele". O nome dela é "Lyla".

- Obrigada pela informação super importante que mudou minha vida. - Ele sorriu e voltou a olhar o horizonte.

- Idiota... 

- Eu também tenho um, o nome dele é Dragon.

- Obrigada pela informação super importante que mudou minha vida. - Ele sorriu e voltou a olhar o horizonte. - Deixei uma leve risada escapar de meus lábios.

Continuamos em silêncio por um bom tempo, continuamos assim até depois que o garçom trouxe meu suco.

Comecei a observar Castiel que estava com uma camiseta branca e cinza, tênis e uma calça jeans mais clara que ele usa de costume. É estranho que nunca dia como hoje ele esteja vestido assim, principalmente em frente a uma praia.

- Por que está vestido assim?

- É uma roupa normal.

- Eu sei. Você não sente calor?

- Eu tenho um suco com muito gelo, tenho uma sombra e a brisa do mar. Não tem como sentir calor aqui.

- Sei...

Tirando o momento quando Castiel me chamou para sentar com ele, ele não puxou mais assunto. Depois de um bom tempo me cansei desse silêncio, mesmo que ele não fosse constrangedor, entao me levantei e agradeci pelo suco.

- Tão cedo. - Comentou o ruivo porém não me impediu.

- Está na hora de buscar Lyla.

- Sei... Não quero saber sua resposta, quero que me encontre assim que anoitecer na primeira esquina a direita.

- Mas eu...

- Não quero saber, vou te esperar. - Ele coloca um fone.

Sai do estabelecimento um pouco confusa, isso foi um encontro? Espero que não.

[...]

Enquanto voltava com Lyla, dessa vez por dentro da cidade e não pela borda da praia, liguei para Priya, talvez ela soubesse o que Castiel quis dizer.

Só existia uma pessoa que saberia exatamente o que isso significava mas essa pessoa me ignorou a semana inteira.

Priya disse que Castiel provavelmente não chamaria ninguém pra sair usando as palavras convencionais. Apesar de parecer isso, ela me disse que ele talvez apenas queira companhia.

[...]

Como já estava tarde quando cheguei em casa, apenas passei mais perfume e desodorante e também peguei uma jaqueta e amarrei na minha cintura. De noite a brisa vinda do mar pode ser um pouco gelada.

Agatha não está em casa porém tenho uma idéia sobre com quem ela possa estar.

[...]

Avistei de longe uma silhueta de um jovem alto que conheço. Estava escuro mas ainda posso reconhecê-lo.

Castiel também estava com a mesma roupa, porém ele também foi esperto e pegou uma jaqueta. Ele também teve a mesma ideia que eu, seu perfume pode ser sentido a passos de distância.

- O que você queria?

- Eu queria fazer algo. - Ele virou seu rosto para a rua agitada.

- Se você me chamou aqui, é óbvio que você quer algo.

- Me deixe terminar! Kim tinha que estudar pois deixou isso de lado por causa dos Jogos da próxima semana. Lysandre está lidando com dramas familiares. - Ele volta seu olhar pra mim deixando claro que falava de mim.

- E daí?

- Kentin está em algum lugar no meio do mato com seu pai. - Ele me ignora e continua falando devagar tentando lembrar sobre os outros. - Armin não gosta de sair e Rosa está com o Leigh...

- Então eu sua sua última saída pra sair do tédio?

- Sim! - Ele sorriu divertido.

- Você é estranho.

- E você é chata. Mas se quiser ir pra casa e dormir você pode... É mesmo horário de garotinhas estarem na cama. - Ele olhou para o relógio em seu pulso.

- Ou?

- Ou você pode vir comigo e descobrir algo bem legal.

Em um jesto "amigável" ele estendeu o braço para que eu passasse o meu por trás. Isso me lembrou quando eu lia "A seleção". No livro, o príncipe Maxon sempre estendia seu braço para que a personagem principal caminhasse com ele assim.

Mesmo eu achando algo formal e até meio constrangedor, fiz o que o maior desejava. Confesso que foi mais pela curiosidade, pra saber se isso é mesmo um encontro ou uma "saída pra sair do tédio" como eu já havia insinuado. Não que isso faça diferença.

Atravessamos a rua rumo a calçada da praia sem dizer nada. As vezes Castiel conversava comigo algum assunto sem importância, mas apenas pra no final me provocar e me chamar de "garotinha". Me provocar de várias maneiras diferentes parece que o diverte.

Hoje ele está realmente diferente do imbecil que conheci quando cheguei aqui. Ao longo do caminho me perguntei se esse Castiel de hoje é o mesmo que eu eu não cheguei a conhecer, ou apenas um reflexo do antigo Castiel.

A medida que fomos caminhando pude perceber que o número de pessoas foi aumentando. A maioria são famílias com seus filhos. Decidi não questionar o destino, provavelmente a surpresa seria maior se eu não soubesse.

Olhei para a lateral e percebi que o número de carros havia quase que triplicado e ao ladl de Castiel, na praia, haviam várias pessoas sentadas, a maioria eram casais e amigos fazendo fogueira.

Olhei para frente novamente, se continuar olhando para os lados posso tropeçar e cair. Ao manter meu olhar reto vi bastante luzes que de longe eram apenas borrões sem forma.

Percebi também que não demoraria muito para que cheguemos ao fim da praia

[...]

- Eu não acredito que você fez isso. - estávamos diante de um parque de diversões gigante que fora montado a beira mar. - Você é uma criança de cinco anos que me arrastou pra cá e eu sou uma babá...

- Sinta-se a vontade para ir pra casa - Ele começou andar e me deixou.

Olhei para trás e vi todas essas pessoas, não seria nada mal aproveitar o final de semana também depois de tudo que passei.

Após alguns segundos corri até a portaria, Castiel já estava entrando.

- Eu sabia que você voltaria. - Ele nem se virou pra mim, apenas colocou a mão pra trás com um dos ingressos que acabara de comprar.

Imagino que se eu tivesse resolvido ir para casa esse ingresso não valeria de nada, provavelmente ele o comprou sem saber se eu viria mesmo e depois de comprado acho que eles não aceitariam devolução.

[...]

Eu andei em quase todos os brinquedos, pequenos ou grandes, porém Castiel só andou nos mais radicais ou nos de sorte.

Desci do carrossel enquanto Castiel me esperava do lado de fora apoiado em uma das barras de segurança, ele estava com seu rosto levemente avermelhado depois de rir.

- "Aii Castiel! Você é uma criança e eu sou a babá!" - Ele disse com uma voz fina tentando copiar e minha. - Você quer andar de novo? Se você quiser subir em outro cavalo que seja mais alto eu posso te colocar nele, garotinha...

Me contentei em não dizer nada e apenas sair da área do brinquedo.

- O melhor da minha noite foi o barco pirata. - Ele fez questão de sentar na ponta pra subir mais alto, além de tudo também me arrastou pra lá.

- Foi bem legal mesmo!

- Não minta, você adorou o carrossel.

Castiel não iria parar de zoar com a minha cara, pelo menos não tão cedo.

Castiel estava querendo jogar, novamente, no tiro ao alvo. E disse que dessa vez tinha certeza que iria acertar e ganhar alguma prenda.

Assim como das vezes anterior Castiel teve três chances, ou seja, três bolas. E acabou não acertando nada na primeira jogada mas nas outras duas ele acabou derrubando mais que a metade das latas.

Já que Castiel não conseguiu tudo acertado tudo, ele podia escolher apenas duas prendas pequenas.

- Eu acho que gostei do chaveiro de guitarra. - O homem entregou pra ele. - Escolha algo! - Ele me cutuca com uma certa força.

- Eu quero aquela pulseira preta com uma concha azul. - O homem nos entregou.

- Que escolha de menininha.

- Fala com a minha mão. - Sai andando na frente balançando a mão.

Andamos mais um pouco pelo parques até Castiel perceber que já estava tarde, na verdade, bem tarde.

- Vamos na roda gigante! O senhor do carrossel me disse que a meia-noite haviam fogos. Não me diga que seus pais vão brigar se o bebê chegar tarde. - Desafiei ele com um sorrisinho.

- Você vai ver o bebê! 

O maior me pegou pelo pulso e entrou na fila do carrossel, que não era tão grande.

- Já é quase meia noite. Espero que não fiquemos na fila na hora do fogos por sua causa.

Por sorte conseguimos entrar na cabine antes que os fogos começassem.

Ficamos girando por um tempo e de vez em quando uma ou outra cabine parava lá em cima, provavelmente a próxima seria a nossa.

Os fogos começaram e logo em seguida paramos lá em cima.

Sei que não havia como me ver lá em cima mas sei que provavelmente meus olhos brilhavam.

Olhei para Castiel que estava perdido olhando para a beleza dos fogos no mar, seus olhos cinzas estavam mais belos do que nunca.

Hoje ele realmente se mostrou diferente de tudo que eu já havia conhecido sobre ele.

- Isso foi caridade não foi?

- Você que escolheu vir atrás de mim.

- Ele que te pediu.

- Não e se pedisse eu não obedeceria.

- Sei.

- Já que está tarde, eu te levo pra casa.

- Eu não te pedi isso.

- Quem disse que você tem escolha?

Resposta típica do Castiel. Depois disso apenas continuamos em silêncio observando as coisas a nossa volta.

- É assim que você era no passado?

- Cale a boca, garotinha. - Seus olhos se mantinham nos fogos.

- Não seja o Castiel idiota por dez minutos!

- Você não reclamou do Castiel idiota a noite toda. - Ele se sentou reto aproximou seu rosto com um olhar desafiador.

- Por que ele quase não apareceu!

- Desista. - Ele voltou a posição original.

- Você me deve essa depois de me arrastar pra esse... Esse...

- Esse? O que? Vá em frente, diga o que você quer dizer.

- Esquece.

- Encontro. - Paralisei com a naturalidade com que ele disse. - E-N-C-O-N-T-R-O. - Soletrou.

Depois de um tempo sério ele caiu na gargalhada, deixou até que escorresse uma lágrima de seus olhos após rir muito. Depois disso tudo ele a limpou e voltou sua atenção até mim.

- Sinto muito não poder realizar esse seu sonho.

- VÁ A MERDA! - Rebati tentando esconder o constrangimento.

[...]

Caminhando pelas ruas vazias Castiel parecia mais aberto que antes, mas pra minha infelicidade ele estava o dobro mais insuportável.

- Minha vez de perguntar. Você já enviou foto íntimas suas? - Ele mordeu os lábios ao me olhar.

- Você me dá nojo.

- Então a resposta é sim...

- Eu não disse isso.

- Sinceramente, você é tão transparente, garotinha...

- Minha vez. Você é íntimo de Rosalya?

- De certo modo.

Como assim "De certo modo"? Ambos são muito estranhos quando se se pergunta do outro. Desde a casa do Alexy sei que eles tem um segredo em comum.

Continuamos por um tempo, em silêncio mas eu não aguentava mais minhas curiosidades me tirando o ar, mesmo que eu realmente esteja longe de ser sufocada.

- Por que estava estressado na semana que fomos para a casa do Alexy? Isso te aberto com seus segredos com Rosalya ou com aquela ex aluna de Sweet Amoris?

- Eu deveria te dar um soco pela inconveniência. - Ele estava brincando mas senti um pouco de seriedade no que ele dizia.

- Então?

- Como você sabe de uma ex aluna?

- Nathaniel comentou que a Melody estava se vestindo como ela. Quando ele ia dizer o nome, apenas cortou o assunto.

- Uma vez Lysandre me disse que conheceu uma garota. Ele disse pra ela a seguinte frase:

Olhei para Castiel já sabendo o que veria a seguir.

"A curiosidade é um defeito muito feio" - Falamos em coro.

- Eu já imaginava que isso era sobre você. Agora que você falou junto comigo, tive certeza.

Após isso pude sentir Castiel se fechar novamente. Ele estava mais sério que o comum, um dos assuntos que eu disse provavelmente o provocou.

Assim que chegamos fui me despedir de Castiel com um aperto de mão mas ele segurou meu pulso e me jogou contra a parede.

Senti seu corpo contra o meu e quase que imediatamente senti um calor correr por todo o meu.

Seu perfume me intoxicou e me tirou por um segundo de mim, segundo que mais parecer uma eternidade.

Seus lábios correram levemente pelo meu ombro, segundo caminho até o pescoço e parando na orelha. Nada além disso, sem beijo, sem chupão e sem mordida, apenas passou os seus lábios suavemente.

Ele se pôs a minha frente e me olhou com um olhar firme. Em seus olhos encontrei quase que uma nova galáxia de tão fundo que me perdi neles.

Comecei a fechar os olhos lentamente quando Castiel encostou seu nariz no meu. Ele permaneceu assim, sem fazer nada, apenas me sentindo.

Abri minimamente os lábios, provavelmente menos de um centímetro. Assim que fiz isso Castiel parou por volta de cinco segundos, mas era como se tivessem se passado anos.

Senti o ar quente de Castiel sobre mim, não era sua respiração, ele deu uma risada baixa e rouca.

- Como eu disse, isso não é um encontro.

Ele se afastou rapidamente e saiu rindo pela calçada. Num instinto joguei nele todo meu ódio.

- VÁ SE FODER, CASTIEL! - Gritei alto na rua, não me importando com as pessoas que já dormiam.

O que ele estava te mando fazer? Isso era uma brincadeira ou um teste? Castiel é realmente um idiota.

Entrei na casa pela porta da cozinha com passos firmes e fortes.

Agatha estava sentada na mesa tomando um café. Ela sorriu doce ao me ver, eu já imaginava o que viria a seguir.

- Quem é Castiel?

- Ninguém... Vou dormir, estou cansada.

- Tá bom.

- BOA NOITE PROFESSOR! - Gritei e Agatha corou.

Ouvi a voz do mesmo em resposta vindo da sala, ele gaguejou um pouco, imagino que ele esteja bastante corado.

Pelo menos a noite foi boa pra alguém...


Notas Finais


Roupa da Fly:

https://78.media.tumblr.com/5f228b4862310c537c9d8e55f2234bf1/tumblr_ohiyqaxv3o1ug8dxpo1_400.jpg

• Não se esqueçam de me seguir e/ou me adicionar, é sempre bom estar perto de vocês •


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...